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Nova York (EUA) – Vinda de três vitórias na primeira semana do US Open, Beatriz Haddad Maia não repetiu o mesmo desempenho nas oitavas de final e se despediu da competição. A norte-americana Amanda Anisimova, número 9 do mundo e finalista de Wimbledon, conseguiu se impor e eliminou a brasileira, 22ª do ranking, com parciais de 6/0 e 6/3 em 1h15 de partida.
Bia tentava chegar às quartas de final em Nova York pelo segundo ano consecutivo e repetir a campanha da temporada passada. Seu melhor resultado em Grand Slam segue sendo a semifinal de Roland Garros em 2023. A paulistana de 29 anos volta ao Brasil para a disputa do SP Open, torneio WTA 250 que começa na próxima segunda-feira.
Por ter vencido a britânica Sonay Kartal, a suíça Viktorija Golubic e a grega Maria Sakkari nas fases iniciais, Bia mantém 240 dos 430 pontos que precisava defender. Ela está caindo cinco posições, mas as tchecas Barbora Krejcikova e Marketa Vondrousova, que estão nas quartas de final e jogam nesta terça.
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Algoz de Bia Haddad nas oitavas, Anisimova marca sua terceira vitória em quatro jogos entre elas. A brasileira havia vencido a mais recente, no início da 2023 em Adelaide. Aos 24 anos, a norte-americana chega às quartas de final do US Open pela primeira vez. Ela reencontra a polonesa Iga Swiatek, número 2 do mundo e que a superou na final de Wimbledon por duplo 6/0 em julho. Mais cedo, Iga venceu a russa Ekaterina Alexandrova, 12ª do ranking, por 6/3 e 6/1.
What a point and what a finish by Amanda Anisimova! pic.twitter.com/0Q5EIWCiTR
— US Open Tennis (@usopen) September 2, 2025
O primeiro set da partida foi dominado por Anisimova, que controlava as ações do fundo de quadra com seu jogo de muita potência nos golpes, além de colocar pressão constante sobre desde as devoluções, principalmente quando Bia dependia do segundo serviço. A norte-americana também se aproveitou de muitos momentos em que a bola da brasileira ficava mais curta, conseguiu três quebras e não enfrentou break-points.
Anisimova também abriu vantagem no início do segundo set, que teve três quebras seguidas. Depois, Bia conseguiu competir melhor, com pontos e games mais longos. Ela confirmou dois games de serviço e já definia algumas bolas com o forehand. Era também um momento em que Anisimova erra um pouco mais. Mas quando a norte-americana liderava por 4/3, fechou a porta com três aces no mesmo game. E depois voltou a pressionar nas devoluções para quebrar novamente e definir a partida. Anisimova liderou a estatística de winners por 27 a 5 e cometeu 14 erros não-forçados contra 13 de Bia na partida. A norte-americana conseguiu seis quebras e perdeu apenas um game de serviço.













O claudicante saque favoreceu muito a Anisimova. Não consigo compreender como a Bia não consegue tirar mais proveito de sua estatura..
Acho que o saldo final da campanha da Bia no US Open ficou bastante positivo, pelas vitórias e pela melhoria no jogo e na atitude.
Sinceramente, esperava que ela fosse eliminada na primeira rodada, depois de sentir algo na perna, como já havia acontecido em Cincinnati. O final do jogo contra a Kartal foi sofrível, duro de assistir, parecia que haveria um abandono duplo.
Na segunda rodada, não entendi quando, após vencer facilmente o primeiro set, passou a alongar os ralis, prorrogando um jogo que estava fácil. Pensei comigo: “vai vacilar e acabar deixando ir pro terceiro set um jogo ganho, depois vai sentir a perna de novo e perder a partida.” Felizmente, conseguiu fechar.
Contra a Sakkari, fez seu melhor jogo em muito tempo, dominou a adversária e venceu incontestavelmente.
Não assisti ao primeiro set do último jogo, mas no set final vi uma Anisimova que praticamente não errou, acertando as linhas a todo momento, aplicando vários aces e winners inapeláveis para a Bia.
O que me incomodou mais foi ver a Bia insistindo em trocar pancadas e não variar o jogo, nem procurar alternativas. Nunca vi Anisimova jogando duplas nem voleando ou indo à rede, a Bia poderia ter tentado fazê-la correr para a frente para tentar passadas e lobs, mas acho que isso nem lhe passou pela cabeça ou nem foi treinado. Seria difícil conseguir aplicar essa estratégia numa quadra dura e rápida contra uma adversária que bate tão forte na bola, mas devia tentar algo diferente. Persistiu no erro.
Independente de atingir as oitavas de um Grand Slam, o que não é para qualquer tenista, levar um pneu é realmente lamentável. A borracharia agradece
Jogar uma oitavas , quartas , não é para qualquer um, vamos lembrar que brasileiro fez isso ? Não foi aqui uma questão técnica nem tática, numa situação dessas o emocional é tudo , vale lembrar que a adversária levou um duplo 6/0 na final de Wimbledon semanas atrás . E olha que em Grande Slam muitos top 5 chegam aí e tremem , não fosse assim teríamos muitos campeões e sabemos que não funciona assim . Outro exemplo, Djokovic, jogou na noite anterior , também nas oitavas e parecia que brincava em casa com o filho , mas ele nessa vida passou por essa experiência “ Milhares” de vezes . Bia se não me engano, 2 . Então ela foi brilhante, lutou , e ainda pode chegar mais longe, sobre o time dela , nesse nível que ela está , precisa de alguém mais experiente. Como todas as etapas desse esporte.
Desculpe, mas será que o técnico não treina saque com a Bia. Acho que é o segundo serviço mais fraco entre as top 50. Outra coisa: Alguém precisa avisar a tenista que é fortemente recomendável trocar bolar tirando da mão da adversária.
Complicado quando a relação entre tenista e técnico extrapola a questão profissional (atrapalha o desenvolvimento do atleta). Se a Bia está passando com algum psicólogo, este profissional tem que ser demitido !!
A Bia, infelizmente, já entrou em quadra derrotada. Diante da Maria Sakari, ela teve outra postura, entrando em quadra como se estivesse dizendo para ela: você não vai ganhar de jeito nenhum !
O problema é que ela não está conseguindo jogar diante, inclusive, de adversárias do mesmo nível dela, ficando sem nenhuma alternativa para mudar o rumo das partidas.
É triste ver como ela fica tensa, nervosa e brigando consigo mesma, como vimos na partida de ontem.
Com esse saque fofo não tem como ganhar das top
Não tem como mesmo.
Atuação vergonhosa, nao sei como a Bia tá há tanto tempo no top 20.
Lendo um pouco dos comentários, as avaliações aqui parecem bem razoáveis a meu ver. Anisimova é uma jogadora superior e, meus deus, que patadas que ela estava dando com aquela esquerda. Estava dando gosto de ver. Para a Bia se colocar em condição de vencer um jogo desses, o saque tinha que ser melhor para fugir dessas devoluções. No segundo set, ela conseguiu ser mais agressiva e equilibrar um pouco mais as ações do fundo de quadra. Se deixar a bola mole ali para an americana, é sacola. Não dá para Bia, não dá para ninguém. Então, ela teria que também sacar firme e tentar comandar antes para an americana não jogar parada. Em que pese tudo isso, a atitude da Bia foi boa, terminou melhor que começou e a Anisimova é simplesmente melhor. Parabéns para americana, que potência e tempo de bola.
Como é ruim essa Bia Haddad, forehand fraco, backhand fraco, não sabe volear, primeiro saque ineficaz, segundo saque inexistente, é lenta, pesada etc. Acho que eu que não jogo absolutamente nada, se aprender pelo menos o básico, ganho dela tranquilamente. É o Thomaz Bellucci de saia.
Isso que é alguém desconectado da realidade.
Surpreendente o “pneu” sofrido no primeiro set. No mais, resultado normal num jogo em que duas jogadoras encontram-se em estágios diferentes.
Bolinha amarela pra frente!
Agora é “garimpar” uns pontinhos até o final do ano.
Parabéns Bia, vc já é vitoriosa. 2a. melhor tenista brasileira. 4a no geral(M+F). Agora acredito que esse USOpen foi um divisor de águas. Com a sua carreira até 2024 e esta de 2025 você já sabe seu limite. Top 20 e é excelente( vai ficar um tempo no top 30). Vamos pra frente.
Quando uma jogadora que já é inferior tecnicamente que a outra, pra piorar, sofre de seríssimos problemas psicológicos, não tem como vencer.
A verdade é que a Anisimova jogou muito e não abriu portas para a Bia. Hoje foi o dia da americana.
No segundo set Haddad maia teve chance de break point e fazer 2 x1 e saque, o que teria acontecido com o mental da russa Amanda no 3 set?Lembrando que Amanda veio de um apagão numa final anterior em Grand Slam Wimbledon duplo 6×0 para Iga IA Swiatek, desde 1981 que não acontecia. Então creio que Amanda tirou muitas lições e jogando em casa, meia casa por ser russa, apenas defende a bandeira EUA, e se preparou melhor. Senti Haddad maia sem energia um pouco cansada, jogou até tarde contra Sakkari e duplas no dia seguinte e Bublik fanfarrão que já perdeu para João Fonseca em Phoenix 175 challenger tour, jogador de Beach, Padel, pickleball e Squash não ajudou em nada na Night Session triplo 6×1. Agora não se engane com SP Open Haddad maia tem um calendário apertado, porque terá um dia apenas para viajar para Korean jogar cansada, difícil para atual campeã. E SP Open terá grandes jogadoras também. Complicado demais para Haddad maia. Parabéns pela campanha. Legítima Americana Cori Gauff caiu também não avança mais desde 2023. Gauff em cinccinate teve 19 duplas faltas, seu saque melhorou um pouco nesse Grand Slam US Open.
Foi um massacre, diferença absurda de nível, a Bia foi atropelada, o tênis feminino engana muito, o jogo da Bia não condiz com o ranking dela,jogadora mediana pra baixo,o circuito feminino permite isso e ela vai engordando a conta bancária mesmo com esse tênis meia boca,obs: ontem ela amarelou feio
Bia ser 20 e poucos do mundo, um ótimo ranking, mostra bem o baixo nível da WTA no geral. Agora, claro que não faço ideia de tudo que envolve a vida de tenista profissional e tal, dela especificamente, a questão da grana, de qq forma, é de admirar o “estômago”, força de vontade, como queira chamar, dela de passar tanta vergonha seguida como passa e ainda seguir tentando.
Quem assistiu o jogo anterior deve ter achado que o “Bublik de saias”, ainda estava em quadra. A diferença é que Bia não ficou sorrindo o tempo todo, como o russo disfarçado de casaque. Era nítido que a Beatriz Maia tava “amarelada”! Acho que tem que parar com essas muitas entrevistas antes de um jogo importante como esse. Sei que o repórter tá fazendo o seu trabalho, mas acho que elas mexem com o emocional do atleta, porque ele se sente ainda mais cobrado. Ainda mais que foram dizer, que ela era a última latino americana na disputa! A “blindagem” se faz necessária em todos os esportes, pra que o atleta possa se concentrar mais no jogo, e esqueça o “oba-oba”. O brasileiro parece que não vai aprender a se controlar nunca!
A campanha no US OPEN foi positiva, face o momento atual de Bia. Com relação ao jogo Anisomova, jogando em casa, com sua esquerda fantástica, dominou do início ao fim. O que talvez Bia poderia ter feito de diferente, seria explorar, bem mais, a direita de Anisomova e jogar com bolas mais altas e lentas. Tentar encarar a americana no jogo franco, não foi um bom negócio. Mas, vejo Bia dentro deste patamar onde se encontra, não consigo vê-la conseguir chegar e se manter no TOP 10. tem muito a melhorar como tenista, principalmente, mentalmente…
Era o dia da Anisimova, a Bia tentou mas não deu para reagir. Acontece, agora torcer para ela no Wta SP
Duas linhas de raciocínio são possíveis para a Bia:
1 – se inspira na Anisimova , dá uma pausa na carreira e vai tratar a saúde mental;
2 – diz: já fiz muito, agora vou só desfrutar e me divertir. Aí para com aquelas comemorações típicas de quem está amarelo, para com as desculpas esfarrapadas e declarações de amarelo e vai jogar sem esse bloqueio mental. O que chateia quem está vendo não é perder ou o baixo desempenho, o que chateia é ver que ela está sofrendo e enganando a si mesma.