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A resposta maiúscula de Sinner

Foto: Florian Eisele/AELTC

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Todo mundo tinha dúvidas de como Jannik Sinner iria reagir em uma segunda grande final contra Carlos Alcaraz depois da terrível vacilada que havia dado um mês atrás em Roland Garros. Para complicar, ainda deixou escapar um primeiro set já dominado. E aí o número 1 deu resposta à altura: mesmo num piso que deveria favorecer o espanhol e diante de um amargo jejum de vitórias sobre seu maior rival das quadras, Sinner deu um show de competência técnica e tática para conquistar Wimbledon, seu quatro troféu de Grand Slam e o primeiro fora da quadra sintética.

E olha que o placar ainda poderia ter sido ainda mais contundente, caso Sinner não tivesse desperdiçado os 4/2 que abriu logo de cara, permitindo quatro games consecutivos ao bicampeão em seu único momento de real perda de intensidade na partida. Frise-se que a abertura da tão aguardada final mostrava toda a tensão: os dois só encaixaram 55% do primeiro saque e Sinner cacifou apenas 56% desses pontos.

Já estava claro, no entanto, que Sinner viera para a decisão com a postura tática corretíssima. Atacou sempre que pôde e não vacilou em tentar concluir o ponto junto à rede na menor oportunidade criada. E vejam que diferença crucial: Sinner foi 40 vezes para os voleios, vencendo 30 desses pontos, enquanto Alcaraz só se arriscou em 23 lances, mesmo tendo ganhado 74%.

O problema de Alcaraz é que a bola profunda do adversário não permitia maiores aventuras. A variação com slices surtiu pouco efeito diante do backhand sólido e ofensivo, que soube tirar paralelas magníficas, e as curtíssimas surtiram raros lucros. O italiano lia muito bem essas tentativas e chegava com facilidade e respondia com qualidade.

Nos três sets vencidos, Sinner sacou quase sempre muito bem e não foi quebrado, tendo evitado os três break-points que permitiu, os mais importantes deles no 15-40 do oitavo game do quarto set, que daria a perigosa chance de Alcaraz reagir. Ou seja, a cabeça estava focada e confiante. Na hora de liquidar a partida, ao invés do que aconteceu em Roland Garros, foi absoluto. Ainda assim, o duelo desta vez esteve longe de Paris em termos técnicos e de emoção com quantidade de winners igual à de erros dos dois lados.

Sucesso em cima de dois campeões

Quem diria que o tenista que esteve tão ameaçado de dar adeus ao torneio lá nas oitavas de final, com cotovelo dolorido e um entusiasmado Grigor Dimitrov em ampla vantagem no placar, conseguiria tão espetacular recuperação física e mental, tendo feito ressonância magnética e economizado nos treinos antes de superar, com clareza, Alcaraz e Novak Djokovic, os dois homens que conquistaram todos os seis mais recentes títulos de Wimbledon.

Sempre contido nas comemorações, embora muito mais sorridente do que o habitual, Sinner reequilibra as forças do circuito, encerrando a incômoda sequência de derrotas para Alcaraz. Aliás, caso não tivesse deixado escapar o match-point em Paris, estaria hoje com todos os Slam da temporada no bolso e ficaria com a possibilidade real de fechar o Slam no US Open, onde é o atual campeão.

Sua quarta conquista nos maiores torneios, a terceira em quatro finais consecutivas, o recoloca perto dos cinco títulos de Alcaraz e o faz igualar Jim Courier e Guillermo Vilas no quadro geral do tênis masculino, o que não é pouca coisa para quem soma ainda 23 anos. Mesmo tendo ficado três meses parado por conta da punição por doping, já está a 1.540 pontos da liderança do ranking da temporada, projetando uma disputa acirrada com Alcaraz pelo número 1 quem sabe já no US Open. Será divertidíssimo.

Carlitos perde assim sua primeira final de Slam em seis participações, mas tudo leva a crer que a derrota será muito menos traumática do que o vice olímpico, frustração que custou atuações abaixo da média por quase todo o segundo semestre. Afinal, sobra competência para ele sobre a quadra dura e retornar à ponta do ranking tem de ser uma motivação.

E mais

– Um dos maiores ídolos do esporte italiano no momento, Sinner é o primeiro tenista de seu país a ganhar Wimbledon, algo que Matteo Berrettini e Jasmine Paolini não conseguiram.
– Alcaraz perde também a série invicta de 24 partidas desde a derrota na final de Barcelona. Entre Monte Carlo e Wimbledon, ele fez seis finais seguidas e ganhou quatro.
– Os líderes do ranking devem se reencontrar em Toronto, dentro de 14 dias. Sinner só fez quartas lá no ano passado e Alcaraz nem competiu. Italiano defenderá na sequência Cincinnati, onde o espanhol caiu na estreia.
– Elise Mertens e Veronika Kudermetova impediram que Jelena Ostapenko virasse líder do ranking de duplas e que Su-Wei Hsieh ganhasse Wimbledon pela 5ª vez. Mertens tem agora 5 Slam e a russa venceu seu primeiro.
– Um dueto genuinamente britânico não ganhava Wimbledon desde 1936 e esse tabu foi quebrado no sábado com a conquista de Julian Cash e Lloyd Glasspool em cima de Rinky Hijikata e David Pel.
– O leste europeu levou os dois títulos de simples juvenil com tenistas de 16 anos e já com pontos no ranking profissional: o búlgaro Ivan Ivanov repete Dimitrov e a eslovaca Mia Pohankova só perdeu um set, aquele para Naná Silva.

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Rodrigo Lightman
Rodrigo Lightman
10 meses atrás

Se a galera não abrir os olhos, é capaz do Sinner ganhar os próximos 10 Grand Slams. Ele não tem o tênis mais vistoso mas tem o mais moderno. Foi, mais ou menos, o que aconteceu com o Djokovic.

Outro dia fui numa grande loja de esportes e na ala da NBA tinha uma ou duas camisetas dos Warriors e dos Nuggets, nenhuma do Thunder, muitas dos Lakers e Celtics e trocentas dos Bulls. E quanto tempo faz que os Bulls não vencem um campeonato , quase 30 anos?

Vai acontecer a mesma coisa daqui 30 anos, uma ou duas camisetas do Nadal e do Djokovic e trocentas do Federer.

E olha que Federer perdeu todos seus jogos para o Nadal em RG e todas as finais em Wimbledon para o Djokovic, se não me engano. Um bom marketing, uma atitude de bom moço e um jogo vistoso faz mais diferença que os números.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo Lightman

Federer já foi esquecido até pela Rolex: não está mais nas propagandas. Imagine daqui a 30 anos, rsrsrs.

Sim, vamos fingir que marketing, bom mocismo e jogo vistoso e perdedor são mais importantes do que vitórias, títulos e recordes.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Bom, me baseei nos comerciais dos últimos Slams, desde o ano passado, rsrs. Não vi esse último.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
10 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Jogo vistoso sim! Mas perdedor, é por tua inteira conta…

O cara tem 20 Grand Slams e 8 Wimbledons.

90%, ou mais, dos tenistas do circuito sonham em ter só a metade disso, e falham.

E sim, pro mal dos teus pecados, jogo vistoso é de fato mais celebrado do que os números frios. Goste vc ou não.

Última edição 10 meses atrás by Rodrigo S. Cruz
Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Mais perdedor do que vencedor diante dos rivais, isso que estava implícito.

Não só no tênis, mas nos esportes em geral, os torcedores querem saber de resultados em primeiro lugar. Ninguém quer derrotas jogando bonito em vez de vitórias do jeito que for, mas se você acredita no contrário, não posso fazer nada,

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
10 meses atrás

O Kyrgios fala muita “caca” rs

Não precisava também dizer que odiava e desprezava o Nadal.

Acho que todos concordam que era bem ridículo mesmo aqueles tiques do Nadal quando ia sacar:

Mão no nariz, no cabelo, na orelha.

Deve ter se inspirado no Kiko, do seriado mexicano “Chaves del Occho” kkkk

Mas não acho que aquela demora para sacar se dava por um anti-jogo. Porque o Nadal fazia todas as vezes que sacava. Era como respirar, ele não conseguia deixar de fazer. Um vício.

Anti-ético pra mim foram as várias vezes em que o Djokovic pediu atendimento para tentar esfriar os jogos em que estava perdendo.

Coisa que ele faz até hoje…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Assim como Federer contra Wawrinka em 2017 e Dimitrov em 2019. Um grande quebra ritmo.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
10 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Nem se comparam os poucos casos pontuais do suíço (ou de qualquer outro tenista) com os do Djokovic que sempre foi useiro e vezeiro da prática…

Última edição 10 meses atrás by Rodrigo S. Cruz
Luiz Fernando
Luiz Fernando
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Kyrgios pode pensar e achar o que quiser, pois cada um sabe de si. Aquelas manias do Rafa eram de fato bem chatas. Agora imagine se ele desprezava e odiava alguém por certas manias o que muitos, eu incluído, claro, sentem por ele ao saber que ele entregava jogos??? Considero-o um ser humano da pior espécie…
PS: me lembro que um dia postei que que não gostava do Federer e uma série de paladinos das boas maneiras vieram aqui me incomodar, agora quero ver se alguém tem a coragem de criticar o Kyrgios na mesma medida. Duvido. Um peso e várias medidas…

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Pois é.

Vc fez igualzinho ao Kyrgios e disse:

“Eu odeio o Federer”.

Ficou feio, viu…

Luiz Henrique
Luiz Henrique
10 meses atrás

Dalcim, uma dúvida.
Eu acredito que o João não vai querer jogar o nexgen finals de novo, mas ele já sendo campeão, poderia jogar novamente ou tem alguma regra que o campeão não joga mais?

Oswaldo Aranha
Oswaldo Aranha
10 meses atrás

Esse Paulo Almeida (Chetnik) não consegue ficar sem falar de Federer (aposentado há anos) e do Nadal (aposentado) sendo que a maioria dos posts não têm nada a ver com os 2 ex-tenistas.
É muito amor (ou rancor ) pelos citados, só porque ambos são mais “preferidos” que Djokovic…é uma verdade que o rapaz não consegue aceitar.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 meses atrás
Responder para  Oswaldo Aranha

Será que é o Marquinhos disfarçado de Oswaldo Aranha, que é torcedor do GOAT Djoko?

Tá com cara.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
10 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Não é não, viu.

O Oswaldo Aranha é assim, por baixo, uns 10 anos mais antigo do que você e o Paulo Sérgio.

Quem é das antigas aqui no blog, como o Sérgio Ribeiro, eu, Luiz Fernando e outros, tenho certeza que lembram desse usuário…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Ser mais velho no blog credencia o comentarista de alguma forma?

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
10 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Não necessariamente credencia.

Mas que o Aranha não tem nada a ver com o Marquinhos, não tem…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Eu já tenho bastante tempo (uns 7 anos) e sei quem é o Aranha. E ainda me chama de Chetnik e vem me encher? Aliás, mal falo do Nadal e do Federer geralmente no contra-ataque, como na pasta passada.

Pra mim é um disfarçado.

levI sIlvA
levI sIlvA
10 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Como assim, Paulo…?
Esse aí, é um fake mais que genuíno, sabe? Rsrsrs

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Concordo contigo.
Sou bem antigo aqui, aliás, desde antes do Blog já me colocava lendo o Tenisbrasil. Tinha até Téo José como comentarista.
Mas Osvaldo Aranha sempre foi fã de Novak Djokovic e jamais escreveu assim, como acima. Vascaíno roxo.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

O Pai ou avô, foi Cyro Aranha , grande Presidente do Vasco. Cyro teve entre seus filhos Oswaldo Aranha , o participante do Blog, deve ter parentesco. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Exatamente como eu disse, o Aranha que conhecemos desde sempre, é esse mesmo e que suspeitamos que não é o que escreveu o início da sequência desses comentários.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
10 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Vc não é o Chetnik.

Última edição 10 meses atrás by Rodrigo S. Cruz
José Yoh
José Yoh
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Pelo que eu lembro, o Oswaldo Aranha original é o nolista autor deste comentário aqui:
https://tenisbrasil.uol.com.br/a-resposta-maiuscula-de-sinner.html#comment-152485

Com o nick Oswaldo Euclydes Aranha.
Abs

Luiz Fernando
Luiz Fernando
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Me lembro claramente desse nome, mas esse aí de cima tem muita pinta de fake, o original creio q era torcedor do Djoko…

Ronildo
Ronildo
10 meses atrás
Responder para  Oswaldo Aranha

Pois é, onde foi parar o Chetnik? Chetnik era mega, super ativo no blog. Mas desapareceu repentinamente.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
10 meses atrás
Responder para  Ronildo

Outro que desapareceu sem aviso foi o fanfarrão do Lógico. Vivia às turras com o Luiz Fernando, mas eu o achava engraçado.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Tem uns nolistas sumidos: Chetnik, Marcelo Jacacity, Danilo Afonso, Barocos…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
10 meses atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Não resistiu ao fato do terceirizado superar o ídolo dele. Falando sério agora, tomara q ele esteja bem, me recordo de ter tido problemas de saúde…

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Sim, ele mencionou problemas de saúde nas últimas postagens… e achei que o tom delas estava bem menos sarcástico. Também desejo o melhor a ele.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
10 meses atrás

Sugestão de enquete: o Tênis Brasil poderia lançar a seguinte pergunta: o que você acha + difícil de se alcançar:
– 24 Slams;
– recorde de semanas na liderança;
– 14 títulos em Roland Garros;
– 109 títulos do Connors
– fazer o Golden Slam (4 Slams no mesmo ano + ouro nas Olimpíadas) tal como Steffi Graf.

Rodrigo Lightman
Rodrigo Lightman
10 meses atrás
Responder para  Maurício Sabbag

14 Roland Garros, sem sombra de dúvida.
Golden Slam eu desprezo porque não acho que a medalha de ouro valha alguma coisa.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo Lightman

Pena que o suíço não despreza. Jogou 4 Olimpíadas e falhou nas 4. Na última, tomou uma surra do Murray na final: 6-2 6-1 6-4.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
10 meses atrás

Bom dia Dalcim. Pergunto sobre o Nadal.
Qual seria na sua opinião o fator + importante pro Nadal ter tido tanto sucesso em RG? Seria aquele ‘spin’ terrível, ou o preparo físico, ou o tipo do piso, algum fator que eu desconheço…
Ou seria um conjunto de fatores?

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
10 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Valeu Dalcim. Obrigado!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás

Cada matéria que TênisBrasil apresenta de Ex-Tenistas , é surreal. Os caras mudam de opinião na cara dura , depois dos resultados. Lembram um pouco a Turminha da Kombi rs. John McEnroe afirmar que Nadal não terias chances contra Sinner e Alcaraz, é comédia pura. Becker depois de RG , afirmou que Alcaraz apresentou um nível jamais visto. Já mudou para o jovem Italiano. E olha que o mais eficiente Tenista da Era Profissional, continua em ação. Ou seja, sabem muito como diz L.F 1 rs . Vou com Ljubick, Alcaraz pode não quebrar recordes de coisa alguma, mas lembra a genialidade de Roger Federer. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Vc é q sabe muito, os ex-tenistas são amadores kkkkkk. Aqui é diversão garantida kkkkkk. Ab

Paulo F.
Paulo F.
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Quem seriam ex-tenistas, muitos ex-campeões e ex-top 10, perto do maior entendedor de tênis que existe, o cabofriense?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Olha a figurinha carimbada da ” Turbinada” . Sr P.F. , é o Rei de reclamar dos Ex-Tenistas comentaristas da ESPN …Na boa , és um cara de pau…kkkkkkkkk. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Meligeni ainda foi um profissional que conquistou alguns farelos.
Tu é quem pro tênis mesmo, Ribeiro?
Foi jogador, árbitro, dirigente da CBT?
Ou tu não passas de um mero espectador igual a qualquer um de nós daqui?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Um mero espectador como qualquer um , inclusive o Sr . Mas tem alguns Ex – Tenistas ( assim como o Sr ) , péssimos comentaristas . Nada tem a ver ter sido bom profissional numa área, e ter competência em outra. Já tens idade para compreender o mínimo ,caro Sr P.A. …Abs !

José Yoh
José Yoh
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Entao vc acha que Nadal nao teria chances contra Sinner/Alcaraz?

Para mim, um ex-tenista que fala algo assim só pode viver da polemica, entao nao merece muito crédito.
Abs

Rafael Azevedo
Rafael Azevedo
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Se McEnroe falou isso, foi uma tremenda baboseira, mesmo.
Abs.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Então, eu não dou muita bola na opinão destes ex tenistas, são clickbaits que caimos, e saimos debatendo toda e qualquer mudança de opinião.

André Aguiar
André Aguiar
10 meses atrás

João Fonseca, a pouco mais de um mês de completar 19 anos, adentrou o top 50 do ranking.
Nessa mesma idade, eis a faixa de ranking de alguns tenistas ativos e aposentados:
Nadal: top 10
Alcaraz: 20
Federer: 40
Murray: 50
Zverev/Fritz: 60
Djokovic: 70
Sinner/Delpo: 80
Rune: 90
Musetti/Rublev: 200
Draper/Guga: 300
Medvedev: 700
Shelton: 800

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  André Aguiar

Sinner TOP 80 não bate , caro André Aguiar. Em julho ele aos 18 fez Quartas em RG 2020. Completou 19 em Agosto, e em outubro, levou o ATP 250 de Sofia . Se tornou o mais jovem Italiano a levar Torneio deste porte , e terminou Temporada no TOP 37 . JF está TOP 48 , resta saber ao Final da temporada 2025. Abs !

André Aguiar
André Aguiar
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Em 2020, o torneio de Roland Garros foi realizado extraordinariamente de 27 de setembro a 11 de outubro devido à pandemia de Covid-19. Jannik Sinner entrou no torneio com 19 anos e 42 dias de idade, ocupando a posição de n° 75 do ranking da ATP. Duas semanas depois, logo após o Slam francês, onde alcançou as QF, pulou para 46° do mundo.

Três meses antes, precisamente no dia 09/07/2020, o atual campeão masculino de simples de Wimbledon completara 18 anos e 327 dias, idade atual do prodígio brasileiro. Naquele dia, o italiano era o n° 73 do mundo, top 80, por conseguinte.

Espero ter esclarecido o seu questionamento. Abs!

Paulo A.
Paulo A.
10 meses atrás
Responder para  André Aguiar

Show!!!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  André Aguiar

Sem dúvidas, meu caro ! . Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  André Aguiar

Nesse cenário, como ficará as previsões de SR, tendo em vista que tenistas como Federer e Djokovic, que chegaram a 20 GS ou mais, sequer eram top 40 na idade do brasileiro?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Isso não é previsão, preguiçoso Sr. LF 2 . Releia o comentário ” resta saber ao Final da temporada” . Foram apresentados fatos com a colaboração do caro , André Aguiar. O Sr é aquele mesmo que continua dormindo nos jogos de JF ??? Rsrsrs, Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Um tiquinho mais de respeito seria bom, mas, não sei se teremos.
A tabela do André Aguiar é ótima e não é previsão.
O fabricante de previsões é você.
Sempre que se fala em conquistas, tipo 20 – 22 ou 24 GS (sigla), conquistados pelo Big3, tu vem falar que fulano ou beltrano jogam melhor que eles, na idade em que estão, demonstrando claramente, que superarão esses números.
Acho que isso é previsão para qualquer um.
Difícil mesmo é manter o ritmo e superar os BIG’s.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Errado: Nada tem a ver um cara ser melhor com 22 a 22 , e prever que aos 38 , ele inclusive estará ativo. Isto é uma demonstração inequívoca , da tua falta de discernimento, em qualquer quesito debatido . Não engoles , pelo fanatismo exacerbado, que Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, são melhores na mesma idade, que o Big 3 . Já possuem juntos, 9 Slam antes dos 24 anos . Djokovic se tornou N 3 em 2007, e somente foi vencer seu segundo Slam e atingir o N 1 , no ano que fez os mesmos 24 , 2011 . É difícil , pois pra ti , o Esporte está bem abaixo do homem Novak Djokovic. Lamentável!!!. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Certo, não é previsão, beleza!
Ahh sim, eles são melhores que o Big3 nas idades relativas mesmo.

Sergio
Sergio
10 meses atrás

Sinner tem que dedicar esse título ao Dimitrov. Se ele não tivesse lesionado Sinner estava fora da final. Dimitrov ia ganhar fácil de Sinner

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Sergio

Discordo, meu caro. Estava 2 x 2 no Quarto Set . Quantas viradas já ocorreram em Wimbledon? . Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Várias!
Quantas desistências como a de Dimitrov, depois de 2×0 ocorreram?
Segundo minha Wikipedia particular, nenhuma.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Quais são suas fontes , Sr LF 2, como sempre bem informado ??? . Tipo de lesão é uma coisa , desistência é outra totalmente diferente. Dimitrov atingiu 5 abandonos de SLAM em sequência. Sinner vinha num crescente com 5 x 7 no segundo Set. Virada nada impossível. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

A pergunta permanece: quantos jogos em Wimbledon ou outro Slam qualquer, um tenista com 2×0 em sets, se retira por lesão antes da metade do terceiro?
Responda, sabe tudo!
Virar o jogo na bola, como respondi da primeira vez é comum. Roger Federer deve se lembrar bem de Kevin Anderson e esse mesmo, lembra-se também muito bem de Novak Djokovic.
O X da questão não é virar o jogo. É herdar o jogo estando 2 sets atrás e ver seu adversário ser carregado, por não conseguir mais.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Jogos abandonados com Tenista vencendo por 2 x 0 em Wimbledon ou outros ? Mais que dezena . Quantas viradas de alguém perdendo de 0 x 2 e na bola ? . Dezenas de vezes . Todos do Big 3 , sem exceção, viraram na bola , na mesmíssima situação. Djokovic virou pra cima do próprio jovem Italiano nas Quartas de 2022 . O folclórico L.F 2. , deveria saber que bola por bola , Jannik Sinner poderia virar sim senhor. E não necessariamente para cima do atual , Rei dos abandonados consecutivos em Slam ( 5 ) , Grigor Dimitrov. O fanfarrão mor , tinha que arrumar um jeito de falar em Roger Federer. Eu sei qual é o nome disto, mas infelizmente não passa… Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

É impressionante como você mistura tudo e de propósito não responde, porque não tem como responder.
E a citação de Mr. Federer foi apenas para demonstrar que dentro das dezenas de viradas acontecidas, ele está, como estão Anderson, Djokovic, Sinner etc. Mas a pergunta não tem nada a ver com esses e, deixe, precisa responder não.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Mistura tudo , Jura ???. Dezenas já largaram com lesões várias , no Terceiro Set ,v com 2 x 0 de vantagem . Tens uma dificuldade inacreditável de entender qualquerTexto . Tu é que misturou ” ter bola ” com lesão do Búlgaro. Isto acontece pois além de não assistir, não acompanhas o Circuito. Exceto as “raras” lesões de Djokovic…kkkkk. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ahh é, cite um, das dezenas que largaram com lesão, no terceiro set, com 2×0 de vantagem (como aconteceu com Dimitrov).

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Favor colocar a resposta pra não ficar fora de contexto e muito atrasada . Foi junto com a de cima

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Uai, sempre coloco minhas respostas no link disponibilizado.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não consegues raciocinar que isto não foi contigo?? .Pela mor..Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Claro que não.
Se para mim aparece: Sérgio Ribeiro responder para Luiz Fabriciano.
Como eu iria saber que não é para mim?

Guilherme Oliveira
Guilherme Oliveira
10 meses atrás

Campeão masculino e campeã feminina de Wimblebdon foram reprovados no antidoping ano passado. Fim de semana triste para o esporte.

Marcelo Reis
Marcelo Reis
10 meses atrás
Responder para  Guilherme Oliveira

Vale ressaltar que ficou constatado a ausência de dolo ou má-fé nas ínfimas contaminações, tanto que as penas foram minúsculas. De toda formas, elas foram dadas e cumpridas integralmente. Espero que você nunca cometa erros em sua vida tsc tsc …

Marcelo Reis
Marcelo Reis
10 meses atrás
Responder para  Guilherme Oliveira

De toda forma*

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
10 meses atrás
Responder para  Guilherme Oliveira

Ainda bem que eles não foram julgados pelo tribunal a internet. Do qual Vossa Senhoria parece fazer parte.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás

E com a campanha em Wimbledon, JF aos 18 aninhos, TOP 48 . Jannik Sinner terminou aos 19 , TOP 37 , em 2020 , também com um ATP 250 conquistado. Italiano faz 24 em agosto, junto com os 19 de João. Dito isso , a diferença entre os dois é de 5 anos . A mesma de Federer para Nadal. Daí muita calma nesta hora. A precocidade do Touro Miura não foi igualada nem por Alcaraz. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Seguindo seu raciocínio, daqui 5 anos JF terá 5 GS, é isso?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Onde está escrito isto , criatura? . Tens noção do mico que pagas , cada vez que intervém, sem noção alguma ???. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Faça uma enquete sobre micos pagos, para ver uma coisa.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Enquete? . Com a Turminha da Kombi???kkkkkkkk. Abs !

Ronildo
Ronildo
10 meses atrás

Bom, Alcaraz já havia sido campeão em RG por causa da parte mental mesmo. Ou seja, já faz algum tempo que Sinner é o tenista superior do circuito e não é por acaso o fato de ser o número 1. Pois bem, obviedades à parte, desconfio que Carlos Alcaraz já tinha perdido a final de Wimbledon antes mesmo de entrar em quadra. Quando ele surrou Djokovic na final de Wimbledon 2024, Mats Vilander disse que nunca viu alguém jogar na grama tão bem como Alcaraz. Estes tipos de comentários e tudo mais o que aconteceu desde então pode ter criado em Alcaraz o sentimento de que: “Se há algum lugar que Sinner pode me vencer, este lugar não é Wimbledon”. Sinner, ao contrário, entrou com o sentimento de que a Taça era de Alcaraz e ele teria que jogar cada ponto com a máxima atenção para tirar esta Taça das mãos de Alcaraz. Sinner sempre soube que era capaz, desde que jogasse sempre o seu melhor ponto por ponto.

Última edição 10 meses atrás by Ronildo
Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
10 meses atrás
Responder para  Ronildo

Ronildo, você escreve como se tivesse o dom de ler os pensamentos deles. Não é assim.

Ronildo
Ronildo
10 meses atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Sim, verdade Maurício. É um caso especial de transcendência.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
10 meses atrás
Responder para  Ronildo

kkkk

Lucão
Lucão
10 meses atrás

Assisti ao jogo com bastante atenção ontem quanto ao aspecto tático. Acho que o Alcaraz deveria ter usado mais os slices, foram bem raros. Além disso, teve uma perfomance pra lá de medíocre com o primeiro saque, o que o deixou sem espaço e ângulo pra trabalhar com deixadas e bons approuchs e assim conseguir chegar mais à rede.

O verão americano promete. O circuito vive um ótimo momento técnico, sem baixas relevantes por lesão e com ótimos prospectos em ascensão. Tomara que os dois joguem Toronto, mas pensar que é daqui 15 dias mostra o quanto eeee calendário tá puxado. E acho que vem algum resultado grande do João até o USO.

Oswaldo Euclydes Aranha
Oswaldo Euclydes Aranha
10 meses atrás

Abrimos espaço na kombi para abrigar Sinner, pois para cada novo tourinho que apareça sem haverá um toureiro.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Oswaldo Euclydes Aranha

Não há como discordar de alguém com tamanha experiência. Vimos vários toureiros dando conta do Touro Miura…rs. Abs !

Felipe Dalmarco
Felipe Dalmarco
10 meses atrás

Dalcim, é muito louco pensar em quão poucos tenistas na atualidade tem Grand Slam. Os últimos 7 os 2 ganharam, tem o Djokovic já muito próximo de parar, o Medvedev com 1 USOpen porém sem muita expectativa de voltar a jogar como antes, ainda que possa surpreender. E o Cilic e o Stan já sem muitas pretensões. Está muuuuito monopolizado. Será isso não vai criando uma barreira mental cada vez maior nos que ainda não tem? E nós novos também?

Carlos Roberto Gomes
Carlos Roberto Gomes
10 meses atrás

Bom dia, acho que esqueceram de um jogador novo e com muito potencial: Jakub Mensik (19 anos) é atualmente apontado como a maior promessa da e muitos já o veem como potencial ameaça ao domínio de Jannik Sinner e Carlos Alcaraz. Seguem os principais destaques sobre ele:

Principais conquistas e estatísticas
Campeão do Miami Open 2025 (Masters 1000), derrotando Novak Djokovic na final. Tornou-se o nono mais jovem a conquistar um título desse porte, com uma campanha notável que incluiu vitórias sobre Taylor Fritz e Jack Draper

Subiu do 54.º para o 24.º lugar no ranking ATP em apenas uma semana após Miami .

Possui retrospecto positivo de 8–3 contra top‑10 (ou 6–5 em estatística com mínimo de 10 jogos), estando na mesma categoria de Djokovic, Alcaraz e Sinner
Reddit

Saque poderoso: costuma registrar mais de 26% de pontos vencidos com aces;

Resistência mental: Jogo completo: tem bom backhand, movimentação impressionante para sua altura (1,94 m), e já é considerado um jogador “completo” no potencial para rivalizar com os melhores .

Nas previsões da comunidade (e do ex‑técnico Andy Roddick), pode chegar ao top‑5 e disputar finais de Slam

É visto como possível “terceiro homem” de uma nova Big Three, mas precisará adicionar variedade e consistência ao jogo.

Lendas como John McEnroe, Djokovic e Rick Macci (técnico de grandes estrelas) consideram que Mensik tem potencial para entrar na elite e rivalizar com Alcaraz e Sinner nos próximos anos

Jakub Mensik já está na rota certa para competir com Sinner e Alcaraz:

Armas de elite (saque, backhand, cabeça fria),
Resultados expressivos (Miami Open, top‑10 em retrospecto),
Se conseguir manter o ritmo de evolução, sim: Mensik tem potencial para chegar bem pertoou até fazer frente a Sinner e Alcaraz num futuro não tão distante.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 meses atrás
Responder para  Carlos Roberto Gomes

Ele terá minha torcida após a aposentadoria de Djoko.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Vou printar , caro Paulinho. Teu caso é bigtitles e N 1. Sinceramente não acredito nesta tua afirmação… Rsrsrs, Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Pode printar, mas a torcida por ele só começará após a aposentadoria do maior de todos.

André Aguiar
André Aguiar
10 meses atrás
Responder para  Carlos Roberto Gomes

É bom jogador. Comparando com um seu compatriota, diria que ele é um Berdych com saque melhor e direita pior.
Berdych incomodou um pouco o Big 3, de quem arrancou algumas vitórias, e chegou a ser n°4. Mas em GS, não foi além de uma final em Wimbledon. A meu ver, Mensik terá carreira semelhante.

Rodrigo Figueiredo
Rodrigo Figueiredo
10 meses atrás

Sinner fez por merecer. Agora, os jogos entre eles precisam ser muito melhores para que essa rivalidade entre no panteão que a querem colocar. Uma opinião provavelmente polêmica: a final de RG foi emocionante, sim, mas muito mais pelo enredo do que pelo jogo em si. Quem assistiu os grandes jogos entre o big 3, especialmente entre Djokovic e Nadal, não terá dificuldades de lembrar de jogos que, mesmo decididos em quatro sets, proporcionavam muita mais emoção, e isso por um simples fato: a luta nas trocas de bola. Hoje, com a velocidade em que jogam Alcaraz e especialmente Sinner, esse elemento da emoção das trocas é muito menor. Sinner tem um jogo simples, cirúrgico, perfeito em sua peculiaridade, mas tamanha é a sua antecipação com paralelas, bolas pesadas e rápidas, que faz perder muito na emoção. Um pouco como funcionavam os grandes “sacadores” de antigamente. O jogo de hoje, dominado por ele, foi um grande exemplo disso. Longe de ter sido um jogo ruim, foi um jogo sem emoção. Essa é uma realidade dura e aqueles que viveram os jogos entre o big 3 sabem do que estou falando.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo Figueiredo

Na boa , até membros do Big 3 colocaram esta final nas alturas. Tivemos trocas de bolas em todos os níveis. Ninguém quer colocar por colocar . Os Oponentes não tiveram contra Nadal nas finais em RG , chances de mostrar o seu melhor, durante tanto tempo, como tiveram Alcaraz e Sinner nesta Final inesquecível . Os Três match-points points salvos por Carlitos, foram apenas a Cereja do bolo . Melhor ser cego que ler isso , meu caro Sr Rodrigo Figueiredo. Abs !

Rodrigo Figueiredo
Rodrigo Figueiredo
10 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Bom, os membros do big 3 podem ter a opinião deles. De todo modo, é óbvio que não diriam algo diferente. Estão ou acabaram de sair do circuito. E é claro que existe um esforço geral de convencimento de que agora o tênis está em boas mãos de novo, que Sinner e Alcaraz são ótimos pro esporte – e tudo isso é verdadeiro. Mas não muda o fato de que, fora o ruído, se você olha puramente pro interesse que um jogo pode causar, o avanço da tecnologia das raquetes e o estilo de jogos dos dois (especialmente do Sinner) não contribui para jogos tão interessantes. São os novos tempos, alguns vão gostar, outros não. Muitos não gostavam da era dos longos rallys, correto? Acho que eu (e pelo jeito muitos outros aqui e em outros espaços) temos direito de achar que as coisas perdem um pouco da graça quando há tanta antecipação e agressividade o tempo todo.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo Figueiredo

SR não quer apenas discordar de sua opinião, quer que tu ache o que ele acha.
Sinner joga muito tênis, mas (minha opinião), não cativa, como fazem Alcaraz e alguns outros, o próprio Fonseca, mesmo deixando o fator Brasil a parte, é mais cativante de assistir.
Afinal, falam tanto de espetáculo e quando querem, vêm somente winners, sem emoção.

Marcos Paulo
Marcos Paulo
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo Figueiredo

Concordo muito. Aquela final de RG pegou no tranco mesmo a partir do meio do quarto set, que aí sim virou um baita jogo, sobretudo depois dos MP perdidos e, inevitavelmente, o contorno histórico que adquiriu. Até aquele momento, vinha sendo uma partida não tão morna quanto a de ontem em Wimbledon, porém marcada por altos e baixos dos dois tenistas, inclusive em momentos chave para fechar sets. Continuo achando que o grande jogo entre eles em GS até agora foi a QF do US Open de 2022.

Jonas
Jonas
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo Figueiredo

Você tem razão. Acho Sinner e Alcaraz espetaculares, mas não superiores às melhores versões do Big 3. O diferencial deles é a pancadaria do fundo, eles realmente têm a bola mais pesada que Federer e Djoko, não vou incluir o Nadal porque ainda acho o forehand do Touro no auge insuperável. Tênis não é só porrada da base.

Sobre os confrontos em Slam, eu concordo. A final de Roland Garros foi isso tudo por causa do Alcaraz. Ele iria perder aquele jogo pro Sinner, caso o italiano não fizesse merda nos 3 match points. O jogo é espetacular devido ao que o Alcaraz jogou após salvar os match points e aí mérito total dele porque abriu a caixa de ferramentas. Só faltou fazer chover.

Na final de Wb o Sinner não deixou isso acontecer, então foi um 3×1 protocolar. Em Slams eles fizeram dois jogos muito, muito bons: Roland Garros 2025 e USO 2022. Não achei a SF de Roland Garros 2024 um grande jogo também.

Última edição 10 meses atrás by Jonas
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 meses atrás
Responder para  Rodrigo Figueiredo

É uma visão diferente, mas que faz muito sentido.

Fernando
Fernando
10 meses atrás

E também tenho certeza que jamais verei um brasileiro ou brasileira ganhar em simples no Austrália open e US open, já Roland Garros pode até ser. E tenho certeza também que jamais verei o Brasil ser campeão da Copa Davis.

Fernando
Fernando
10 meses atrás

Se eu viver maus 30 anos, tenho 52. Tenho certeza que jamais verei um brasileiro ou brasileira ganhar em simple em wimbledon. Infelizmente

Paulo F.
Paulo F.
10 meses atrás

Sinner rumo às 300 semanas consecutivas como número 1.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Não tenhas dúvidas que ele vai superar as 122 Consecutivas do ” goat ” . Já atingiu a metade …rs. Abs !

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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