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As primeiras duas semifinais de Roland Garros terão qualidade máxima. Isso porque os atuais campeões Carlos Alcaraz e Iga Swiatek e os fortes postulantes Lorenzo Musetti e Aryna Sabalenka mostraram um tênis de altíssima qualidade em todos os aspectos. Os quatro, aliás, justificaram a expectativa gerada desde o sorteio da chave e vão decidir vagas na decisão com mínimo favoritismo. Não poderia ser melhor.
Alcaraz foi tão dominante e espetacular na vitória esmagadora sobre um atônito Tommy Paul que se preocupou em pedir desculpas ao público pelo jogo curto e a falta de emoções. Aliás, os organizadores não deram muito sorte até agora e quase todas as partidas programadas para a rodada noturna local careceram de equilíbrio e extensão.
Carlitos sufocou o futuro número 8 do mundo, fazendo sua melhor apresentação até aqui. Com 78% de primeiros saques em quadra, só perdeu cinco desses pontos e não permitiu um único break-point a um adversário que precisava demais se impor, mas raramente sacou bem e precisou encarar incríveis 17 break-points, dos quais escapou de 11. O espanhol cravou 40 winners e só cometeu 22 erros. Quase perfeito.
Musetti foi bem mais exigido por Frances Tiafoe, que reagiu após um primeiro set apagado e deu tudo que pôde num terceiro set imprevisível, que poderia ter ido para qualquer lado. O italiano se mostrou extremamente aplicado na defesa e no ataque e sobrou a ele aquilo que o norte-americano não sabe fazer: variações de ritmo. Com chance de chegar ao top 5 do ranking e agora com sua segunda semi de Slam, Musetti completa assim semifinais em todos os grandes torneios do saibro europeu (20 vitórias em 23 jogos). Ainda lhe falta portanto o troféu de grande gabarito, mas sua ascensão física e principalmente emocional é evidente e muito bem-vinda.
Não por acaso, foi justamente Alcaraz quem impediu o título do italiano em Mônaco e sua final em Roma, embora tenham sido jogos bem disputados. O espanhol também ganhou outras três vezes – já são cinco consecutivas – e a primeira delas aconteceu em Roland Garros de 2023. A vitória isolada de Lore foi na final de Hamburgo de 2022. Impossível tirar o favoritismo do espanhol, mas este será certamente seu maior desafio até aqui.
Swiatek e Sabalenka: final antecipada?
Na hora mais importante, Iga Swiatek recuperou seu melhor tênis. Num dia difícil, marcado por vento forte, a polonesa entrou em quadra disposta a não errar, encheu a bola de topspin, como é recomendável fazer nessas condições, e ainda assim foi agressiva quando preciso. Colocou a ucraniana Eliina Svitolina nas cordas num primeiro set em que fez muito mais winners (10 a 4) e sacou com qualidade.
Depois, o jogo ficou bem mais duro, com Svitolina achando o forehand da polonesa. Abriu 3/1 e viu Iga reagir imediatamente, o que se provaria essencial. No 5/6, a ucraniana sentiu a pressão e sucumbiu diante de um Swiatek determinada. Bom ver que Iga forçou mais, com 23 winners e 29 erros. Agora, são 26 vitórias consecutivas, a maior série desde Chris Evert, e o mais importante: a confiança parece ter voltado.
Aryna Sabalenka por seu lado fez um jogo extremamente difícil contra Qinwen Zheng, já que as duas gostam de ir para as linhas e encararam condições climáticas complicadas. Ainda assim, as duas bateram com gosto na bola. A campeã olímpica quebrou primeiro e liderou por 4/2, cedendo empate num momento ruim de saque. Evitou um set-point e levou ao tiebreak, onde chegou a ter 2-0 antes de ser dominada. Sabalenka está em sua 11ª semi nos últimos 14 Slam que participou, o que justifica seu número 1.
O segundo set viu três quebras consecutivas, mas desta vez sempre com a bielorrussa na frente do placar. Veio um tenso oitavo game e por fim Sabalenka forçou as devoluções de forma primorosa para concluir. Notável ver que, mesmo diante da ventania, a número 1 fez 20 winners contra 18 erros e ainda acertou 65% do primeiro serviço.
Vem aí o 13º cruzamento entre Iga e Aryna, com vantagem da tetracampeã por 8 a 4 no geral e de 5 a 1 no saibro. A previsão do tempo pode ser um curioso elemento na partida. Se estiver seco e sem tanto vento, ajuda o estilo agressivo de Sabalenka. A umidade de um dia fechado será valiosa para Swiatek, que precisará conter o problema do segundo saque para não ser atropelada na devolução e chegar a sua 41ª vitória no torneio, onde só perdeu duas vezes até hoje.











Enquanto isto, Coco Gauff terá que fazer o dever de casa e torcer para a outra semifinal ser um jogo longo para Aryna x Iga.
Djokovic será campeão em Wimbledon 2025, em simples. Creio que será a despedida dele.
Acho errado crucificarem o alemão pela derrota de hoje. Não esqueçamos que nesse mesmo ano Djokovic venceu Alcaraz no Australia Open, e ainda com o sérvio meio baleado.
Então pensem bem antes de chamarem o alemão de pipoqueiro ou algo do tipo…
Eu não vi o jogo, mas claro que eu tinha certeza de que o Djokovic venceria.
O Zverev sempre contrai hepatite em jogos importantes. Porque é o cara mais amarelão da história do tênis kkkkk
Impressionante! Vai aposentar sem ganhar um Grand Slam sequer, coitado…
Ta vendo, Sérgio Ribeiro?, mais um que não vê o jogo comentando e vc deixa passar sem provocar pq é da tua turma kkkkkk
Fenômeno Djoko, o cara aos 38 aninhos voando na quadra e mais inteiro do q o Zverev. De fato aquele técnico miolo mole tem razão, não passa de um tenista medíocre kkkk. Virando a pagina, vejo Sinner como favorito na sexta, tipo 60-40 como sempre posta o Dalcim, mas não ficarei nada surpreso se o sérvio aprontar… E vc Dalcim, apostaria em quem?
Zverev é um amarelão, impressionante. Set4, breakpoint pro cara, chega bem numa curta, joga fundo, o Djoko joga de qualquer jeito a bola pra cima, o alemão com aquela altura toda no meio da rede e sai um smash pifado (o primeiro claro, o segundo foi bem mais difícil), que piada. Determinados caras estão fadados a serem coadjuvantes, outros a serem protagonistas…
“De fato aquele técnico miolo mole tem razão, não passa de um medíocre”.
kkkkkk
Tá vendo aí, Sérgio Ribeiro?
Eu não te disse que essa fala do técnico francês iria render aqui no blog mais do que libra esterlina em paraíso fiscal?
Os nolistas (e seus puxadinhos) não vão esquecer mais. Doeu lá no fundo (rs)
O mais me deixa satisfeito é ver o sofrimento q Rafa e posteriormente Djoko fez com vc e seus amiguinhos de torcida kkkk…
É maravilhoso torcer para o maior de todos no tênis.
Bublik não jogou mal. Mas o italiano foi impecável e tem sido bastantenconsistentenno saibro.
Vamos ver se o Alcaraz terá força para pará-lo novamente.
Sou torcedor doente da Aryna, pero não alienado, ou seja, se a gata borralheira Lois Boisson for campeã de Roland Garros no próximo sábado, ficarei deveras feliz, a ponto de fazer questão de aplaudir a colocação dos sapatinhos de vidro em seus pés…
Provavelmente esta é a última partida de Djokovic em RG.
Não fique amargurado com o sérvio. Tênis é um esporte simples em que um perde e outra ganha.
Tente novamente sexta-feira.
O vigésimo quinto está mais distante do que nunca…
Como cravei na segunda rodada , os garotos chegariam com tranquilidade na Semi . Somente não sabia que vários TOP 10 cairiam tão cedo. Principalmente o Saibrista Casper Ruud. A Zebra foi fácil não acreditar . Nas suas 11 finais , nenhuma foi no Saibro. Sinner continua esmagando os Oponentes com requinte. O N 1 e’ o favorito. Fez Quartas em RG aos 19 . Só perdeu na Semi 2024 para Carlos Alcaraz. Abs!
Esqueceu de mencionar.. depois de 3 meses sem jogar.
Que irreverência do Sinner, 60 no gênio Bublik kkk…
Sinner confirma com facilidade contra o fanfarrão Bublik e com isso Djoko terá que vencer 3 finais novamente. Pouco provável, mas vamos com o GOAT, que nos trouxe tantas alegrias, até o fim.
Desde quando “quartas de final” e “semifinal” viraram finais?
Vc. Coloca batata com tomate, tudo na mesma frase, fazendo uma confusão só dom o intuito de xonfund9r o leitor?
Final existe apenas uma por torneio. E se o “goati” ganhar ou perder a ptóxima, ele terá ganho (ou perdido) nas Quartas de final.
Se tiver qualquer dúvida quanto a isso, Colaborador Paulo Almeida, favor procurar no livro de regras do tênis que é o assunto principal desta confraria.
Ele fez uso apenas de uma figura de linguagem, Carlo VW.
Ele sabe a diferença literal entre quartas, semis e final.
Não como tu, que junta tomates, cebolas e maçãs para negar que Novak Djokovic é o GOAT.
Carlos VW,
Seus disfarces são bem melhores do que os do protagonista da série Lupin da Neflix rs.
Se fosse o caso daquele ex-tenista estar em quadra ao invés do Djoko como será q ele postaria kkkkkk?
Ai, óbvio que ele o que ele quis dizer com “três finais” foi que serão tres jogos bem difíceis, contra jogadores bem difíceis, como se fossem três finais…
olhinhos para cima
Paulo F. já estragou o velório. Mais nada a acrescentar.
No set1 a irreverência foi do Sinner, 61…
Como alguns favoritos não aguentam a pressão do favoritismo e sucumbem contra franco-atiradores, hein Dalcim?
Mirra é o novo capítulo desta histótia.
Esse “franco-atiradores” ficou bem colocado pelo duplo sentido que sugere, já que franco exprime a noção de francês…rsrs.
Se não fosse francesa e, portanto, não fosse quase literalmente empurrada pela torcida local, a franco-atiradora talvez não superasse a favorita, o que não quer dizer que a tricentésima sexagésima primeira do ranking não tenha merecido a vitória sobre a sexta.
E a Lois já está aprontando de novo, vi q vai sacar p tirar a favorita Andreeva…
Torcida judiou da russa… e ela ja não sabia lidar… foi sua ruína.
Sinner tem atendimento médico de mais de dez minutos e Musetti não é punido. Os italianos podem fazer tudo.
Sinner e Alcaraz estão arrasando/humilhando rivais do calibre de Lehecka e Paul. Impressionante!
É bom que Bublik, Musetti, Djokovic e Zverev fiquem com as barbas inteiramente de molho.
Atualizando: é bom que Musetti e Djokovic ponham as respectivas barbas de molho caso não queiram levar para casa pneus e baguetes.
Alcaraz foi espetacular
Absurda não foi a não desclassificação do Musetti, mas sim a mudanća da regra para que o Djoko pudesse acertar juízes de linha sem ser molestado.
Musetti apenas se beneficiou da mudança…
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Não concordo. A mudança foi justa, porque se a bola não fere o(a) juiz(a) de linha, não vejo por que desclassificar o jogador.
Esse debate é muito extenso, mas não acho que deva ser só punida a consumação de uma pessoa machucada, mas o risco real disso ter acontecido. Afinal, sempre haverá como machucar mais ou menos alguém. Bateu na testa, mas poderia ter sido no olho. Então teria que esperar ser no olho para poder punir? Por isso, acho que a subjetividade, tão condenada, é o melhor caminho. O árbitro é a pessoa eleita para julgar agravidade do ato, assim como julga quando há perda de competitividade (corpo mole). Não haverá regra perfeita sem interpretação.
Kkkkkkkkk
Regras são feitas p serem seguidas, mas me parece um casuísmo, pois permite q o tenista se porte mal e sem respeito com juízes de linha e pegadores. Não concordo, mas como o Dalcim expôs acima está na regra e o q ocorreu foi correto, apesar da estupidez do Musetti…