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Paris (França) – Depois de duas vitórias na semana em Paris, João Fonseca encerrou sua melhor campanha em um Grand Slam com a queda na terceira rodada de Roland Garros, superado pelo britânico Jack Draper, número 5 do mundo, em sets diretos. Após a partida, o carioca de 18 anos e número 1 do Brasil avaliou seu desempenho neste sábado e acredita que o nervosismo no começo do jogo e a falta de experiência foram determinantes para o resultado final.
“Eu queria muito ganhar e passar para a próxima rodada, bateu um pouco de nervosismo no começo do jogo. Bateu pra ele também, mas ele conseguiu uma quebra e se soltou um pouco mais. Eu não estava encontrando uma maneira de entrar nos pontos logo no começo, demorei para me adaptar dentro de quadra do mesmo jeito”, disse Fonseca, após a derrota por 6/2, 6/4 e 6/2 para Draper.
“Acho que não faltou esforço, mas faltou experiência para saber lidar com o começo dos sets e dos games. Joguei um pouco errado no início, vou conversar com meu time, ver a partida novamente e seguir trabalhando”, acrescentou o jovem tenista, que disputou uma chave principal de Slam pela seguda vez. “Fisicamente estou bem, agora é só ajustar a parte mental. Acabou a gira do saibro e vou partir para a grama. É uma experiência nova. Não vou dizer que eu gosto, porque joguei poucas vezes, mas acho divertido. Vai ser mais uma experiência maneira”, complementa o carioca, que já recebeu convite para o ATP 500 de Halle.
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A partida com Draper foi a segunda de Fonseca contra um tenista do top 10, depois de ter vencido o russo Andrey Rublev na Austrália. Ele também já havia jogado contra Draper em Indian Wells, quando o britânico ainda era o 14º do mundo e arrancou para conquistar o título. “Se eu quero conquistar grandes coisas neste esporte, eu preciso enfrentar jogadores desse nível. Hoje foi uma experiência, jogar melhor de cinco sets contra um top 5 do mundo, um dos melhores que enfrentei este ano. Não joguei meu melhor, posso dizer isso, mas o Jack jogou muito bem”.
Para Fonseca, os momentos iniciais dos sets acabaram pesando na construção do jogo. Ele também detalhou como a tensão do começo impactou o andamento do duelo: “Talvez no começo dos sets e dos games eu pudesse ter jogado melhor, feito ele pensar um pouco mais sobre a partida. Quando ele conseguiu me quebrar muito cedo, passou a jogar um tênis incrível, indo para os winners. E eu não consegui fazê-lo duvidar um pouco mais no jogo. Esse é o ponto principal para mim dessa partida”, explica o atual 65º do mundo, que terá o melhor ranking da carreira, por volta do 55º lugar.
A experiência também deixou lições importantes sobre as exigências do circuito, principalmente no saibro. Draper fez um jogo consciente, movimentou-se nos ralis de fundo e afastou o brasileiro da linha de base, para não permitir que Fonseca comandasse os pontos. Some-se a isso, um ótimo desempenho no saque. “Jogar contra esses caras, jogadores do top 5, exige saber lidar com essas situações. Em quadra dura, às vezes você ataca, ataca, e o ponto acaba. No saibro, você ataca, a bola sobe, de repente você está na defesa, precisando pensar de novo sobre o ponto e reiniciar a jogada”.
“O que mais me chamou atenção foi como ele começou, a intensidade, e a forma como ele jogou os pontos importantes. Não tentava bolas nas linhas o tempo inteiro, mas era agressivo na medida certa, com intensidade. Eles vão para o winner quando precisam. Essa foi a diferença hoje”, concluiu Fonseca, confiante de que ainda tem muito a evoluir. “Seguimos aprendendo e seguimos em frente”.












derrota do João para o Draper. Quando o João vence jogos é só crítica positiva, quando perde alguns dizem ele que deixou a desejar no aspecto físico, mental ou que não soube variar… Gente, é o normal para um cara de 18 anos, terá muita oscilação daqui pra frente. É uma pessoa que tem um arsenal de golpes e variações que pode jogar e fazer um jogo competitivo contra os top 20 do ranking de igual pra igual,Tem um monte de pessoas que são tenistas sofasistas frustrados que se julgam melhores de que muitos técnicos de tênis profissional. Menos gente, menos… o João não será um tenista ruim se não vc chegar no top 30 ou ente os dez primeiros do Brasil. Ele é um cara que teve todo o aporte da família pra chegar no tênis profissional, se ele está jogando contra os cachorros grandes do circuito, está no caminho certo.
Eu discordo muitas vezes de quem comenta sobre a derrota do João para o Draper. Quando o João vence jogos é só crítica positiva, quando perde alguns dizem ele que deixou a desejar no aspecto físico, mental ou que não soube variar… Gente, é o normal para um cara de 18 anos, terá muita oscilação daqui pra frente. É uma pessoa que tem um arsenal de golpes e variações que pode jogar e fazer um jogo competitivo contra os top 20 do ranking de igual pra igual,Tem um monte de pessoas que são tenistas sofasistas frustrados que se julgam melhores de que muitos técnicos de tênis profissional. Menos gente, menos… o Joao não será um tenista ruim se não vc chegar no top 30 ou ente os dez primeiros do Brasil. Ele é um cara que teve todo o aporte da família pra chegar no tênis profissional, se ele está jogando contra os cachorros grandes do circuito, está no caminho certo.
Tá virando mantra!! Qdo ganha é um fenômeno, quando perde é falta de experiência. Me poupe !!!
I see!!
Ué, mas isso não pesou quando ganhou do Hurcakz. Isso não pode ser usado como desculpa, mesmo sendo jovem. Tem muito talento sim, mas não era é deus do tenis como uns emocionados estavam pintando. Vamos com calma. Tem muito a evoluir, continuemos torcendo
Brasileiro é complicado, tem poucos ídolos no esporte e já faz uma cobrança em um patamar que o João ainda não está, esquecem que ele tem somente 18 anos e tem muito a evoluir. Podemos dizer que ele é um dos trainees do circuito mundial e, sem dúvida, é o mais prodígio deles.
Somente para demonstrar como um tenista evolui fiz um paralelo da evolução do ranking do seu último adversário (jack Draper).
Draper estreou no ranking em Agosto de 2018 com 16 anos e 08 meses e atingiu a 420ª colocação aos 17 anos em Dezembro do mesmo ano. Conseguiu superar esse ranking 08 meses depois quando atingiu a 376ª colocação em Agosto de 2019 e ingressou no top 300 em Março de 2020 (288º do mundo), quando tinha 18 anos e 03 meses de idade.
Com 18 anos e 10 meses, idade atual do João, Draper era o 295º do mundo, ou seja, com estava 230 posições abaixo da posição que João ocupa atualmente (65º do mundo).
E pasmem, Draper ingressou no top 200 somente em Fevereiro de 2022 (162º do mundo) quanto tinha 20 anos e 02 meses, ou seja, ficou mais de um ano perambulando pelo top 200. Por sinal o ano de 2022 foi um divisor de águas, foi onde ele também ingressou no top 100 (99º em Junho de 2022) e foi progredindo até fechar 2022 na 42ª colocação.
Draper ultrapassou a posição atual do João quando tinha 20 anos e 08 meses em Agosto de 2022 (quase dois anos mais velho que João) passando a figurar na 55ª colocação.
E como todo jovem, Draper teve suas oscilações (não sei se teve alguma contusão no período). Atingiu seu melhor ranking em Janeiro de 2023 (38º do mundo com 21 anos e 03 meses), porém deu uma caída passando 123º em Agosto de 2023. Voltou a ter ascensão em Outubro de 2023, voltando ao top 100 (92ª colocação) e fechou o ano na 61ª (com 22 anos tinha um ranking similar ao que o João tem atualmente).
Levou mais de 01 ano para superar seu melhor ranking, passando para 37º do mundo em Março de 2024. Entrou para o top 30 em Agosto e para o top 20 em Setembro deste mesmo ano. Por fim ingressou no top 10 em Março de 2025 (aos 23 anos de idade).
Tudo dentro do normal, um garoto de apenas 18 anos evoluindo e aprendendo o tênis a cada dia ( sim, aprendendo, porque ainda é um adolescente).
O talento está nele, sem dúvida que se ele se dedicar fará história no tênis, no tempo certo. Errado tá quem coloca o menino como top 3 e favorito a cada torneio que ele joga, isso sim está fora do normal. Tem uma galera aqui muito emocionada, se acalmem.
Vai ficar falando em nervosismo e falta de experiencia toda vez que perde ate quando?
Isso está claro pra todo mundo que assiste ele quando ele perde.
O que preocupa não sao as derrotas e sim o jeito apático de ve-lo jogar quando está perdendo.
Vamos ter outro mimado em quadra? Ou o time vai acorda-lo pra aprender a ser guerreiro, vibrante, e ter fome de jogo independente das circunstâncias?
Quer ser top 10 um dia? Sim ele pode, mas precisa ter atitude de top 10 desde já e parar de ser menino em quadra. A lenda Nadal que o diga.
Calma amigo, você está querendo as coisas pra ontem. Não é assim que funciona o processo. Vai acontecer, no tempo certo!
Como outros já disseram aqui e endoço: falta variação. Não pode confiar só na bomba da direita toda hora. É preciso que o time treine-o para ter mais arsenal. De resto, tá tudo normal ainda pela sua idade, ou até acima da média. Mas nada desse delírio de ganhar Master ou GS, ou entrar no top 10 como alguns acham que acontecerá ainda este ano.
“Eles vão pros winners na hora certa!”. Bom, se o João aprendeu isso, já valeu esse RG.
JF…. tu tomou um PAU…. pois não eh melhor que o Mr.JACK…. ( “SÓ ISSO “)
Vou falar algo polêmico aqui. Fonseca vai vencer Sinner e Alcaraz antes de conseguir ganhar de Draper.
Precisa de um treinador ganhador, que já treinou jogadores antes na mesma situação do João, ou, que já esteve como jogador disputando e ganhando grand slams.
Nao, nao precisa. Neste momento ele precisa jogar contra os tenistas mais experientes e melhorar. Ja tem ajuda de outros técnicos pra determinadas superfícies. So ver os tecnicos do Nadal, Roger, Djoko quando começaram…. nem todo tecnico top jogando.
João precisa evoluir muito na parte tática do jogo. Ainda faz escolhas muito erradas, metendo a mão na bola em lances que nao cabem a pancada. Nao sei se estava cansado mentalmente ou fisicamente, mas achei que a movimentação dele estava muito aquém para jogar contra um TOP 5. É realmente uma fase de aprendizado mas precisa melhorar muito o nervosismo e ter paciência para longas trocas no saibro. Draper é um baita jogador e fez uma partida tranquila, sem sustos.
A caminhada é longa…
O jogo serviu para o Fonseca ganhar experiência,ele com certeza sabe onde precisa melhorar,que o João faça os ajustes necessários e volte ainda mais forte,valeu João!!!
Entrevista bem consciente. Está de parabéns! Agora é treinar para acrescentar as armas necessárias para incomodar jogadores como o Draper.
Para quem gosta de coincidências, o Guga tbm tinha enorme dificuldade com osdois bons britânicos da sua época. Contra o Greg Rusedski terminou 1×4 e contra o Tim Henman 3×6 no H2H. Ambos eram jogadores de saque e voleio e o Guga tinha imensa dificuldade contra grandes voleadores em quadras muito rápidas.
Vou ser breve.
Ele ta indo bem.
Falou pouco, mas disse muito!
Achei que jogou melhor no jogo do pneu, até o 4×4 em indian, do que hoje…. Draper é o 3º melhor tenista da atualidade, seria chocante a vitória do João (jogando como contra o Hurkacz, poderia ocorrer). Excelente torneio, ficou o recorde que roubou do Nadal de mais jovem tenista a chegar ao R32, sem perder sets. Futuro muito promissor. Parabéns
João fez uma boa análise do que aconteceu em quadra admitiu que precisa ser agressivo no momento certo , admitiu também o nervosismo o que talvez por isso foi afobado em certos pontos … porém quando chegou na parte física ficou um pouco contraditório ao dizer que estava se sentindo bem o tempo inteiro , mesmo no decorrer do terceiro set , onde nem se mexeu para tentar alcançar as curtas… coisa que no primeiro e segundo jogo ele fez o tempo todo e corria mais rápido que o velocista Usain Bolt …o DRAPER chegou até comentar que começou a dar as curtas porque percebeu a falta de movimentação dele dentro de quadra… ,das duas ou uma … ou ele estava esgotado fisicamente e não admitiu para não dar razão ao pensamento tático do DRAPER ou ele estava realmente bem e por conta do nervosismo ficou travado em quadra, ou quem sabe um pouco dos 2 ?….. não vi esse nervosismo todo contra o polonês , tão pouco com o francês que precisou de 2 tiebreak para supera-lo e ainda com quebra de desvantagem venceu em 3 sets o francês !!!..
Só sabe dar pancadinha, moleza pra quem sabe jogar tênis. Draper que o diga.