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Dubai (Emirados Árabes) – O início de temporada para Beatriz Haddad Maia segue sem resultados positivos em simples. Assim como aconteceu na semana passada, em Doha, a número 1 do Brasil e 16ª do mundo foi eliminada na estreia do WTA 1000 de Dubai, superada nesta segunda-feira pela russa Anastasia Potapova, 31ª do ranking e que vinha de título na Transilvânia há oito dias, com parciais de 6/3 e 6/0 em 1h15 de partida.
Bia segue com apenas duas vitórias em simples na temporada, mas mantém a posição no ranking da semana anterior. Ela avançou duas rodadas no Australian Open e não venceu jogos nos dois primeiros WTA 1000 da temporada. Além disso, a paulistana de 28 anos segue sem vitórias nas três participações em Dubai, depois ter sido superada por Sorana Cirstea em 2023 e Jasmine Paolini no ano passado. A italiana, aliás, é a atual campeã do torneio.
A segunda-feira será cheia para a brasileira em Dubai. Ela ainda estreia na chave de duplas, por volta das 8h, ao lado da alemã Laura Siegemund. Elas enfrentam a japonesa Aoi Ito e a russa Ekaterina Yashina. Semana passada, em Doha, Bia e Siegemund foram semifinalistas nas duplas. No início da temporada, a parceria também chegou à final de Adelaide.
Brought her 🅰️ game@nastiaapotapova defeats Haddad Maia 6-3, 6-0 in her Dubai opener!#DDFTennis pic.twitter.com/RRIUftShX3
— wta (@WTA) February 17, 2025
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Algoz da brasileira, Potapova enfrentará na segunda rodada a ucraniana Dayana Yastremska, 48ª do ranking, que venceu a polonesa Magda Linette no último domingo por 6/3 e 7/5. O histórico está empatado por 1 a 1. A cabeça de chave mais próxima é Iga Swiatek, número 2 do mundo, que espera a vencedora do jogo entre a bielorrussa Victoria Azarenka ou a ucraniana Anhelina Kalinina.
Russa dominou o jogo e fez nove games seguidos
Potapova escapou de dois break points logo no game de abertura, assumindo a iniciativa dos pontos e apostando no jogo de muita potência nos golpes. E ainda que Bia tenha tido uma quebra de vantagem no começo da partida, liderando por 2/1, a russa logo assumiu o controle do jogo e quebrou duas vezes o serviço da brasileira no primeiro set forçando muito nas devoluções. Ela fez o dobro de winners da Bia na parcial set, 12 a 6, e cometeu um erro a menos, 12 contra 13.
found her rhythm 💃@nastiaapotapova | #DDFTennis pic.twitter.com/OZUtJCCG1X
— wta (@WTA) February 17, 2025
O domínio de Potapova continuou no segundo set e era nítida a diferença nas velocidades de bola, principalmente quando a russa devolvia o saque da brasileira. A pressão era constante, as quebras se acumulavam e a vantagem só aumentava. A russa já iniciava os pontos afastando Bia da linha de base e colocando a adversária na defensiva.
Ela quebrou mais três vezes o serviço da brasileira, que oferecia poucas soluções para tentar mudar o jogo. E com apenas quatro pontos perdidos em seus games de saque na parcial, Potapova confirmou a vitória de forma contundente, aplicando um ‘pneu’ no segundo set. Ela terminou o jogo com nove games seguidos, liderou a contagem de winners por 21 a 9 e cometeu 21 erros contra 29 da brasileira.













Pra mim ela joga “machucada” desde que operou o punho. Tiraram a força dela. E isso influi no psicológico, pois nao acredita que vai ter que parar de jogar, ou ficar nas duplas com uma boa parceira.
O que mais eu poderia acrescentar diante de tantos comentários pertinentes? Bem, quando é assim, tento me colocar no lugar do(a) tenista e perceber o que eu poderia melhorar no jogo. Algo que sempre funciona é mexer mais as pernas e braços, ou seja, preparar-se para o golpe com a maior antecipação possível. Com uma preparação adequada a Bia voltará a soltar suas bombas e a confiança e as vitórias voltarão. Ela está tensa e está fazendo uma preparação curta, o que provoca mais erros. Muitas vezes a bola está “batendo nela” e não o contrário.
Ladeira abaixo em simples! A tendência é priorizar duplas…
Podem rezar e torcer o quanto desejarem, agora é só ladeira abaixo.
Tenho pena dos patrocinadores desta moça. A imagem dela só sugere falta de personalidade, nenhuma determinação, fraqueza psicológica, e, principalmente, total falta de excelência no que desempenha. Enfim, o avesso do que qualquer empresa poderia querer associar a sua imagem.
Bellucci de saia… Mental de geléia e jogo incompatível com o ranking que ocupa.
Eu comentei por aqui tempos atrás que ela começou a despencar no aproveitamento quando fechou patrocínios e precisou dividir o tempo entre treinos e gravações de comercias. Depois disso foi só ladeira abaixo.
Focar nas duplas é o caminho natural. Porque nas chaves de simples está ficando muito feio o desempenho.
Fraquíssima.
Não dá nem pra animar torcer!
Bia tem cabeça fraca inconstante precisa melhorar a mente
Acho que a Bia deveria focar em duplas. Está sem mobilidade e cabeça para competir nas simples.
Misericórdia.
Derrota horrorosa, tem que mudar, mas hoje várias favoritas perderam feio, feminino muita instabilidade
Bia ser TOP20 por 2 anos só mostra o quão fraco é o tênis feminino
Todo atleta passa por altos e baixos. Bia está em mal momento. Logo superará isso.
Permanecer no top 20 pesa muito.
Força, Beatriz.
A Bia vai precisar se fortalecer mentalmente e se reinventar tecnicamente pra começar a ganhar os jogos. O circuito é bastante competitivo e todas as tenistas buscam uma evolução contínua. Em termos de resultados, o ano de 2025 não está muito diferente de 2024. A maior diferença foi o WTA 500 de Abu Dhabi onde em 2024 a Bia foi semifinalista e não disputou o torneio em 2025. Os demais resultados foram os mesmos, queda na terceira rodada do AO e na primeira rodada dos WTA 1000 de Doha e Dubai. Vamos ver o que vai acontecer daqui pra frente. Por outro lado, os comentários por aqui também são os mesmos: vai despencar no ranking, precisa trocar de técnico, deve focar nas duplas, etc……..
“A Bia vai precisar se fortalecer mentalmente e se reinventar tecnicamente pra começar a ganhar os jogos.”
(Óbvio)
“O circuito é bastante competitivo e todas as tenistas buscam uma evolução contínua”
(Óbvio)
“Em termos de resultados, o ano de 2025 não está muito diferente de 2024.”
(Óbvio, a posição no ranking é praticamente igual)
“Vamos ver o que vai acontecer daqui pra frente.”
(Oremos)
“…os comentários por aqui também são os mesmos: vai despencar no ranking, precisa trocar de técnico, deve focar nas duplas, etc…”
(Melhor uma sugestão, crítica, opinião…do que o óbvio ululante, muita letra, pouco conteúdo)
Se o óbvio está acontecendo então porque tantas sugestões, críticas e opiniões. O que eu vejo são comentários meio ingênuos que estão esperando da Bia mais do que ela pode dar, inclusive sempre desmerecendo as suas adversárias. A Anastasia Potapova foi campeã do WTA 250 de Cluj-Napoca na Romênia uns 10 dias atrás. No ano passado a Bia perdeu na primeira rodada para a Jasmine Paolini e a italiana saiu campeã do torneio. Vamos ver o que vai acontecer com a Potapova, o caminho dela é duro. Desde que a Bia entrou no top 20 em 2022, ela sempre teve altos e baixos nas temporadas e está se esforçando para superar alguns limites e ter mais consistência, mas ainda não conseguiu. Tem muita gente que se vê no direito de fazer críticas duras e dar palpites sem saber de todos os detalhes da situação da Bia. É porque provavelmente criticar é a coisa mais fácil de se fazer no mundo.
Tomar 6×0 só se estivar machucada, caso contrário é uma prova de que o mental é de juvenil de 14 anos. Se quiser continuar com o foco em simples precisa se tratar mentalmente. Isso não é vergonha nenhuma, a Osaka parou e se tratou.
Além do mental que está fraquíssimo, o saque não ajuda, está horroroso, ela venceu menos de 50% dos pontos do primeiro saque, estava numa média de 2 pontos vencidos em 10, isto é 20% de pontos disputados, assim não ganha de ninguém.
Quem é que ainda perde tempo assistindo essa menina? Só vive perdendo, eu msm só tô assistindo os homens, principalmente o Fonseca, quando ela melhorar eu volto a assisti-la
Não se chega a top 20 por acaso, a Bia precisa rever planos de trabalho, comissão técnica enfim tentar achar os buracos. A continuar assim é ladeira abaixo.
Tenho acompanhado os jogos da Bia desde que ela começou a subir no ranking. E desde que ela deu apenas um “beijinho” na 10a posição começou a andar para trás na qualidade e intensidade. Evoluiu o patrocínio, mas não a técnica e seu mental do jogo. Não lhe ficou claro cedo o suficiente que deveria ter trocado de técnico pra passar de fase e se firmar dentro do Top10, onde teria que adquirir variação e estratégia de jogo sem ficar o tempo inteiro olhando pro Box, melhor foco, melhor saque assim como leitura de jogo, pensamento mais ágil, movimentação mais ágil e fluida, etc, etc. Várias jogadoras trocam de técnico sem muita cerimônia, afinal são laços profissionais e não familiares. Até mesmo os que tem pais como treinadores, eventualmente tomar coragem e mudam pra “sacudir a poeira.” A única responsável por tomar esse tipo de decisão é a Bia, a contratadora. Mas ela prefere regredir na profissão do que largar o treinador. Se é namorado ou não, não importa. Não é nada profissional se agarrar numa muleta mental com o barco inteiro afundando. Isso é bad marketing e doentio pra ambos. Quem sabe a pressão que ela põe em si é por “não poder” demitir o Paciaroni, que deixaria de ter uma posição de visibilidade e importância? Talvez ela só consiga tomar uma decisão quando sair do Top100 e a ficha cair que vai ter que jogar WTA15s em quadras furadas, etc. Meu comentário é longo, mas na verdade o problema da Bia (assim como do Paciaroni) se resume em uma só palavra: complacência.
Gostei muito do comentário, excelente definição, abrangente em todos os aspectos. Pura realidade, mas ela própria já disse que a comissão técnica é imexível, e sabemos que por motivos afetivos. A continuar assim, ainda este ano veremos um abraço dos afogados. Bia, troca de técnico pelo amor de Deus.
“Blumenau”: digamos que você seja processado criminalmente pelas insistentes e graves afirmações e acusações sobre a Bia e seu entorno nesse blog. Creio que você deva ter provas, não é? Pois não são apenas críticas- como muitos fazem.
Ou seria um desavisado que produz quase que diariamente provas contra si e corre, portanto, risco de um prejuízo financeiro considerável e depois vai de queixar implorando perdão?
Poxa, Bia!
O técnico é mais que um técnico, é um mentor, um gestor de equipe, alguém que irá tomar as decisões no lugar da Bia (subordinação).
Existe uma dependência emocional da tenista para com seu técnico, basta fazer uma leitura corporal durante a partida, Bia em todas as jogadas, boas ou ruins, pede aprovação para seu treinador, diretamente (como se o técnico jogasse).
O que a tenista já conquistou foi algo gigante, talvez não consiga voltar para uma posição ascendente, hoje ela precisaria de novos caminhos, não sei se conseguiria “comandar” sua carreira e mudar sua forma de jogar (de certa forma, ela está confortável), a figura do técnico é muito forte na mulher Bia, ela precisaria “fugir”.