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Dubai (Emirados Árabes) – Paula Badosa após sofrer a quarta derrota seguida, após ter sido eliminada na primeira rodada do WTA 1000 de Madri pela austríaca Julia Grabher, por 7/6 (7-3), 4/6 e 6/0, resolveu dar um tempo fora das quadras. A espanhola de 28 anos também havia caído nas oitavas de Charleston e na estreia em Linz e Stuttgart. Na atual temporada, acumula nove vitórias e 12 derrotas.
Tendo enfrentado dificuldades nos últimos cinco meses, Badosa precisava de um tempo para esfriar a cabeça e foi visitar a amiga Ons Jabeur para conhecer o primeiro filho da tunisiana, Elyan Kammoun, nascido no último dia 20 de abril. Jabeur, de 31 anos e ex-número 2 do mundo, e Badosa são duas grandes amigas. Ao saber do nascimento de Elyan, ela escreveu que não via a hora de poder conhece-lo e não perdeu tempo para realizar o desejo. A visita será também uma ótima oportunidade para receber conselhos da experiente amiga.
Auntie Paula 🥹😍
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— Paula Badosa Updates (@updatesbadosa) April 29, 2026
Badosa revelou que conversou com sua equipe após a eliminação em casa. “Acho que preciso de um tempo para me recuperar mentalmente. Eu disse ao meu treinador, chorando naquele momento, que não sei se alguma vez havia perdido quatro partidas seguidas na minha carreira”, comentou na ocasião. “Acho que também preciso de um tempo agora para parar mentalmente, ver o que está acontecendo e recuperar as forças, porque sou alguém que adora voltar e lutar, mas chega um ponto em que fico um pouco exausta”, afirmou a ex-número 2 do mundo, atualmente em 103º lugar no ranking.











Acredito que o que está acontecendo com a Badosa e também com a nossa Bia, é o que geralmente acontece no esporte e na vida. A meu ver, no esporte e na vida, os(as) bons(as) profissionais de determinada geração tendem a ser superados(as) pelos(as) profissionais muito bons(as) ou nível maior que isso das gerações mais novas. A Badosa, Bia, Sakkari e outras estão enfrentando agora muitas jogadoras de qualidade das novas gerações, que chegam cheias de vontade de se estabelecer no circuito, sem muita responsabilidade ou pressão, e para superar essa situação e se manter no topo, elas terão que se reinventar. É isso que estão fazendo jogadoras como a Pegula (fev/1994), Svitolina (set/1994) e Muchova (ago/1996).
O novo sempre vem