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Temporada 2026 dá largada com boas atrações e frustração

Foto: National Bank Open Presented by Rogers

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* atualizado com desistência de Fonseca em Brisbane

Com os olhos voltados principalmente para o Australian Open, que começa dentro de duas semanas, boa parte dos melhores tenistas do circuito já estão em quadra. Alguns preferiram se testar com menor empenho físico na United Cup, outros participam dos dois ATPs e dois WTAs do calendário tradicional, com destaque para a fortíssima chave feminina de Brisbane.

Cinco dos atuais top 10 decidiram jogar logo na primeira semana após a pré-temporada. Alexander Zverev, Félix Aliassime, Taylor Fritz e Alex de Minaur optaram pela United Cup, quase um amistoso mas que vale pontos para o ranking. Podem fazer de três a cinco jogos de simples, o que afinal é um bom preparo.

Lorenzo Musetti foi para Hong Kong, onde terá companhia de Alexander Bublik, Andrey Rublev e Karen Khachanov. Mesmo sem top 10, Brisbane promete mais, tendo o favoritismo de Daniil Medvedev e Alejandro Davidovich, além de nomes fortes como Jiri Lehecka e Tommy Paul.

É lá no 250 australiano onde João Fonseca iria iniciar a temporada, na condição de cabeça 6. Já tinha até adversário definido, o gigantão Reilly Opelka, e uma caminhada que poderia incluir Daniil Medvedev nas quartas. Mas, na manhã deste domingo, veio a notícia desoladora: ele voltou a sentir dor lombar, como havia acontecido antes de disputar Atenas após Paris, e optou por desistir.

Exames indicaram não haver gravidade, ótima notícia, mas a experiência nos diz que esse tipo de “informação oficial” carece de cautela, porque raramente um tenista fala a verdade quando se trata de uma contusão potencialmente mais séria. Ninguém quer entregar o ouro. De qualquer forma, lombalgia é algo bem comum para o tenista de alto rendimento, ainda mais se o treino ou um jogo forem puxados após uma exigente pré-temporada. A resposta virá em Adelaide, onde ele permanece inscrito.

Como defende os 125 pontos pelo título do challenger de Canberra, o brasileiro perderá imediatamente cinco posições, caindo para 29º, e pode deixar o top 30 caso concorrentes diretos avancem em Brisbane, casos de Frances Tiafoe e Valentin Vacherot, e se Stefanos Tsitsipas seguir vencendo na United Cup.  A possibilidade de perder a condição de cabeça no Australian Open segue, no entanto, bem pequena, porque Jack Draper e Holger Rune estão fora do primeiro Grand Slam e portanto o último cabeça será o 34º colocado do ranking do dia 12.

Brisbane também terá um concorrido WTA 500, com sete das atuais top 10, ou seja, uma verdadeira avant-première do Australian Open. Aryna Sabalenka e Madison Keys podem reeditar a final de Melbourne ainda nas quartas, mesmo rodada em que se espera o encontro entre Amanda Anisimova e Mirra Andreeva. Enquanto isso, Iga Swiatek, Coco Gauff e Jasmine Paolini preferiram disputar a United Cup.

E mais

– Brisbane marcará também o retorno oficial de Nick Kyrgios, que não joga para valer desde Miami e estreará contra Aleksander Kovacevic.
– Além de Fonseca-Opelka, há outros jogos promissores logo na primeira rodada, como Davidovich-Nakashima, Paul-Perricard, Vacherot-Korda, Lehecka-Machac e Medvedev-Fucsovics.
– Ambos com 37 anos, Cilic e Mannarino duelam na estreia de Hong Kong.
– Por falar em veteranos, Venus Williams, aos 45, ganhou convite para Auckland e para o Australian Open.
– Melo/Romboli, Matos/Luz e Demoliner/Perricard estão em Brisbane, Pigossi/Ingrid entraram em Auckland.
– Alcaraz e Sinner repetem 2025 e não jogarão preparatórios para o Australian Open. Já Djokovic aparecerá em Adelaide e Ben Shelton, em Auckland.

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Luiz Fernando
Luiz Fernando
4 meses atrás

Tomara que JF esteja recuperado e possa fazer um bom torneio, mas sua real condição será observada na estreia. De qualquer forma, tudo leva a crer que seu torneio durará no máximo 3 rodadas…
Sinner pegou uma chave mais problemática do que Alcaraz, em especial por possivelmente encarar o “Dono” da quadra de Melbourne, o Djoko, embora na atualidade, exceto quando enfrenta Alcaraz, ele sempre será o principal favorito a vitoria…
Alcaraz está parecendo Rafa em uma determinada fase da carreira, tem pegado chaves bem favoráveis, e salvo alguma maluquice oriunda do rompimento com o técnico ou contusão, deverá estar na final, esperar que Zverev o vença numa melhor de 5 sets em um GS é como esperar humildade e bom senso de alguns caras que frequentam o blog…
Por fim, torcendo muito pra que eu esteja errado, me arrisco a dizer que Iga, pra quem eu sempre torço, não estará na final…

Paulo F.
Paulo F.
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Se o Bublik não fosse tão pirado e imprevisível, o confronto dele com o Alcaraz numa possível quartas seria muito legal!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Perfeito. Bublik é um jogador cheio de recursos. Difícil para o “diversão” analisar qualquer chave . Abs !

Gustavo Luis
Gustavo Luis
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Zverev já venceu 2 x o espanhol em Slam, inclusive no próprio Ausopen

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

O ” humilde” diversão garantida, estava aonde em Roland Garros 2022 e AOPEN 2024 , com Alexander Zverev eliminando Carlos Alcaraz em 5 Sets ???. E possuem 6 x 6 no geral. Agora no USOPEN 2025 , Alcaraz x Djokovic foi a Semi . Não pesquisas coisa alguma, comentários somente sem noção, onde demonstras a facilidade de pagar micos . Se liga , cara !!! . Rsrsrs, Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás

Após afirmar ( depois do USOPEN) categoricamente, que suas chances contra Sinner e Alcaraz, eram bem maiores em 3 Sets , Sérvio desandou a pular Masters 1000 de Paris e ATP Finals. Fechou a Temporada 2025 jogando as 4 partidas do ATP 250 de Atenas. Abre a de 2026 , pulando Adelaide. Treina com Medvedev sem se empenhar a fundo , e resiste apenas 12 minutos no Treino contra Tcheco. Já dá pra dizer que Novak é tanto Zebra quanto JF , para ir muito longe nesta edição do AOPEN 2026. A conferir. Abs !

SANDRA
SANDRA
4 meses atrás

Dalcim , como vc não fez nenhum post a respeito do João Fonseca , sou obrigada a perguntar , qual a sua opiniao a respeito ? rssss

SANDRA
SANDRA
4 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Poe nebuloso nisso ! rssssss

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás

Não entendi porque alguns comentários meus, que já circulavam, sumiram do contexto do blog, nesse momento que acesso.

Leonardo
Leonardo
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Creio seja um direito do editor – como moderador do blog – de remover qualquer comentário.

Neste caso, provavelmente a pedido de um dos leitores que postaram. As respostas ao comentário apenas somem como consequência, pois não é possível mantér apenas as respostas.

Mas não vejo nada de mais nisso. Acredito que se você ou eu tivessemos feito um pedido semelhante, também seriamos atendidos.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Leonardo

Entendo sua resposta e acredito que tenha sido por esse motivo mesmo.
Só não entendo o atendimento a esse pedido, pois, seguindo os critérios do Blog, não havia ofensas a ninguém nas respostas, tampouco ao Blog.
E para mim, foi inédito retirar respostas depois de passado um tempo em circulação.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás

Correção: Craig Tiley , CEO do torneio Australiano, afirmou que Djokovic foi taxativo: ” Não existe prazo estipulado para aposentadoria” . Interpretei mal as palavras do diretor em setembro/2025 . A grande homenagem ao Sérvio ( a lá Nadal em RG ) , somente acontecerá com a certeza da aposentadoria. Dito isto , Sorry! . Abs !

Paulo A.
Paulo A.
4 meses atrás

Dalcim, o que achaste da esdrúxula opção da equipe da Naná de fazê-la não disputar um Grand Slam juvenil, em um piso que favorece o seu jogo, e jogar dois obscuros torneios profissionais na Europa? Eu, como fã, não gostei…

Paulo A.
Paulo A.
4 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Verdade. O custo é alto e o voo bem desgastante.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
4 meses atrás

Minha pessoa num have $$$$, mas será que ele aceita ticket refeição?…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
4 meses atrás

Bia fez um set1 muito bom, mas depois caiu, algo que vem acontecendo ha tempos. A derrota não foi inesperada, ainda mais frente a essa jovem que tem um ranking bem superior ao dela. Nos resta continuar torcendo, mas sem grandes expectativas, ao menos eu penso assim…

Fernando Brack
Fernando Brack
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Dentre as deficiências da Bia, considero uma das mais marcantes ela não saber usar sua maior experiência. Mboko é sem dúvida uma tenista melhor, mais forte e mais rápida, mas é uma pra ter sua pouca idade explorada, o que muito comumente é feito com variações táticas e de jogadas durante a partida, e Bia pouquíssimas vezes, se é que alguma, mostrou essa qualidade.

Lucca de Leon
Lucca de Leon
4 meses atrás

João não deveria ter anunciafo que possui uma lesão crôn8ca – na minha opinião.
Poderia ter segurado um pouco mais a informação para aproveitar sua condição de “Estrela ascendente” e amealhar mais uns milhoes em exibiçôes, pelo menos até entender até onde o sua condição crônica” vai ser um fator limitante em sua carreira.

A divulgaçâ9 de tal informação deve também afetar contratos vindouros com patrocinadores, esses temendo risco do investimento que farão em seu asset.

Fernando Brack
Fernando Brack
4 meses atrás
Responder para  Lucca de Leon

Comentário apagado.

Última edição 4 meses atrás by Fernando Brack
Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
4 meses atrás

Alexander Bublik décimo do mundo. Que bom. Mais do que merecido pra ele. Mais uma vez, fica provado que um atleta simpático e irreverente pode também conciliar com um tênis de primeira linha. Outro que também é da mesma linha e chegou ao Top 10 é o Gael Monfils.

André Aguiar
André Aguiar
4 meses atrás

E da noite para o dia todos os brasileiros ligados em tênis aprenderam o que é hipolordose.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
4 meses atrás

Eu assisti um vídeo hoje em que o Federer narra uma coisa bem esdrúxula.

Ele lista os 5 tenistas que ele mais odiou enfrentar, na carreira. E que, para ele, foram supostamente os que mais incomodaram o seu estilo. E aí explica com detalhes os motivos.

Bom, os três primeiros nomes da lista dele já eram esperados, e todos os três gênios da raquete: Nadal em 1°, Safin em 2°, e Djokovic em 3°.

E até aí, tudo bem. O problema são os dois restantes. Giles Simon, contra quem o Federer tem 7 x 2 no confronto direto, ocupa um honroso 4° lugar.

E o 5° da lista foi a escolha mais impensável de todas. Acho até que o suíço bebeu, antes de citar este nome – Nikolai Davydenko.

Mas, heinnn? What the fuck?

O Federer ganha desse coitado, por acachapantes 19 x 2 kkkkk

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Talvez aí, Mr. Federer tenha exaltado toda sua soberba.
Para os três primeiros, os percentuais de vitórias e derrotas, digamos, estão compatíveis, para os outros, um verdadeiro universo.
Que será que ele quis dizer com esses, classificando-os como caras que mais incomodavam seu estilo e que ele odiou enfrentar?
Sabe-se lá…

Paulo F.
Paulo F.
4 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Complicado não citar um Andy Murray em 4° lugar.
Mas enfim…

Zan
Zan
4 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Estranhei um pouco tb a escolha de Simon e Daydenko, mas deve ser pelo estilo de jogo que não encaixava direito, ainda que no H2H não houvesse um problema real. Acreditava que Nalbandian e Berdich pudessem entrar nessa lista.

Bernardo
Bernardo
4 meses atrás

Se a lesão é crônica e antiga. Será q por isso em 2025 ele não jogava tantos torneios em sequência ? O povo reclamava dele parado várias semanas .. aí qdo voltava estava sem ritmo. Será que a comissão técnica já sabendo disso dosou os torneios no ano de 2025?

Fernando Brack
Fernando Brack
4 meses atrás
Responder para  Bernardo

Certamente. Se JF tem esse problema de nascença, não tem como a equipe não estar ciente dele e, claro, decidir com o jogador o que fazer para não piorar o quadro clínico. Só temos a lamentar que JF seja portador desta encrenca, com potencial de ser forte limitador em sua carreira.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
4 meses atrás

JF expos um problema crônico, com o qual terá q conviver. E não garantiu o AO, ou seja, o fato de ter desistido da Davis que será em um mês era de fato um indicio de que as coisas não estão bem. E pra variar no dia que postei essa possibilidade aquele rapaz humilde que agora também é ortopedista postou que isso não significava nada, sabe tudo esse rapaz kkk…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Na boa , cresça rapaz . Largaria a Davis de qualquer maneira. Sabes qual a temperatura de Vancouver?????. Defesa de Buenos Aires e Rio Open , colado ao Canadá. Tua dificuldade de raciocinar é desde sempre. incoerente, e sem noção. Esse teu Papinho ridículo de humildade, retorna sempre que demonstras tua imensa ignorância das coisas do Esporte. Nenhum Tenista brigando pelo Top 20 iria para esta repescagem. És o diversão garantida pagador de micos eterno. Nada muda … rsrs. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
4 meses atrás

JF também não jogará em Adelaide, onde vinha treinando. “Ótimo” indício…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Abriu o jogo nesta manhã em Adelaide: ” Nasci com um problema crônico nas costas, tive fratura por estresse há 5 anos ” . O tratamento convencional vai até Deus sabe quando … É um Atleta de alto rendimento que tem um estilo de sacar acima dos 200 km / h . Algo nada bom para a lombar. Recuperação de uma Cirurgia ( artrodese se não estiver equivocado) , dura de 6 meses/ ano. Nada a ver com exibições como insistem alguns . Realmente preocupante , e pular Copa Davis foi decisão mais que correta. Difícil esperar grandes resultados com a preparação desta pré Temporada 2026. Caiu hoje para o TOP 30 antes do AOPEN. Abs !

André Aguiar
André Aguiar
4 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sem querer ser alarmista nem pessimista, mas já o sendo, confesso que essas revelações do João sobre a lesão na lombar (“nasci com um problema…tive fratura por estresse”) fizeram-me lembrar do sul-coreano Hyeon Chung. Campeão da edição inaugural do Next Gen Finals em 2017, e top 20 aos 18 anos, praticamente desapareceu do circuito devido a uma lesão crônica nas costas.

Caio Alencar
Caio Alencar
4 meses atrás

Para os “machos ômega” de plantão, que apenas contam a “Djokíada”:
– Bia fez uma pausa na carreira de de acordo e aproveitou o programa “Maternity Leave da WTA”, com ranking protegido (https://www.wtatennis.com/news/4228265/wta-and-pif-launch-first-paid-maternity-leave-for-pro-tennis-players), para de alguma forma dar início ao processo (sem entrar em detalhes, mas de fonte confiável.facilmenre confirmada através do Google).

Lembrando que “homem que reclama” o fato do circuito masculino ser mais difícil “porque GS tem 5 sets” trata-se apenas “alguém que reclama” e nada mais. Nem homem é… visto que homem não reclama de sua situaçâo (apenas a vive e passa por cima das dificuldades – ou por baixo – sem choramingar sua própria condiçâo).

A verdadeira dificuldade está em carregar a maternidade pelo circuito, de gerar e fazer crescer alguém, de passar 4 a 5 dias por mês indisposta e ainda assim ter que treinar e jogar Que mesmo tendo gerado uma criança que já tem seus cinco ou seis ou mesmo dez anos de idade ainda ouve ela pedir apenas pela mãe nas horas mais difíceis – através de uma chamada de vídeo – e ainda assim ter que ouvir que o circuito feminino “é fácil” de quem não entende nada de tênis, ou mesmo de mulher. Tuso isso enquanto ela treina, joga ou decide títulos.

Por todos os motivos citados acima, os títulos do WTA deveriam contar em dobro, visto o grau de dificuldade inerente ao sexo feminino, o qual na maioria das vezes as mulheres – que devido a quase inexistência de Alfas tornaram-se o Alfa da casa de cada um – passa por tudo sem reclamar e de cabeça erguida.

Enquanto isso, a horda de machos ômegas…

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
4 meses atrás
Responder para  Caio Alencar

Também acho. Tem muitos que não enxergam – ou fingem não enxergar – que mulher é diferente de homem. Ser diferente não é ser pior. Assim é também o tênis feminino: diferente.
“Ah, mas elas jogam 3 ‘sets’ , os homens 5 e ganham o mesmo nos ‘Slams’…”
Justamente. Porque o esforço é equivalente. Eu pagaria pra ver os marmanjões jogando com uma média de 10 cm a menos (menos pontos de graça no saque), menos músculos, mais peito, mais média de gordura corporal, e enfrentando uma TPM numa final de ‘Slam”.
” Pimenta nos olhos dos outros (no caso, das outras…) é colírio!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
4 meses atrás
Responder para  Caio Alencar

Prezado Lupin,

Já tomou chá de mato gelado na livraria cultura hoje? Dá uma dica de filme “cult” para a galera.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
4 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

*mate”

Leo Bernardes
Leo Bernardes
4 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Você não seria parte da turminha dos “Três estarolas”?

Mas não, creio que não…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
4 meses atrás
Responder para  Leo Bernardes

Fala Lupin,

Novo personagem? Não há dúvidas de que é o mestre dos disfarces. É o verdadeiro “Fragmentado” do Tênis Brasil rs

Paulo Almeida
Paulo Almeida
4 meses atrás
Responder para  Caio Alencar

Com isso, podemos concluir facilmente que 1 Slam no feminino vale 1/5 de um Slam no masculino.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Caio Alencar

Tênis feminino, não é pior nem melhor que tênis masculino. É diferente.
E eu não gosto. Ponto final.
Ou querem que todos gostem do que gostas?
Para mim, o tênis feminino tem algo imbatível, que o masculino jamais terá: a beleza física de certas tenistas. E isso, aprecio muito.
E quando perceberão que o salário pago a alguém está diretamente relacionado com o volume de produto que esse alguém vende?
Quem paga os prêmios é a audiência. Simplesmente dessa forma.
Sabendo que serei metralhado, direi em minha defesa, que meu lado feminino é proporcional ao masculino. Então, minha preferência por assistir e acompanhar o tênis masculino não tem nada de machismo e/ou preconceito/sexismo com o feminino.

Fernanda
Fernanda
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Enquanto existir esse comportamento de valorizar o que as mulheres fazem pq elas são ou não são bonitas o patriarcado vai continuar existindo

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Fernanda

Você, admira o que é bonito ou não?
Saber separar as coisas, é sabedoria.
Pense a respeito.
E não escrevi que valorizo o que mulheres fazem porque se são ou não bonitas.
A bonita, de caráter duvidoso, torna-se menos bonita e vice-versa.

Fernanda
Fernanda
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Se vc assiste tênis feminino só pela beleza das tenistas….

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Fernanda

Sim, e daí?
Assisto ginástica olímpica feminina pela beleza do esporte, dos movimentos. Acho-a muito mais interessante.
Não assisto a ginástica masculina. E daí?
Sou homofóbico, misógino, o que?

Laís
Laís
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Exatamente.
Não sei se o Luís Fabriciano tem filho, mas espero que, se tenha, não esteja educando-o para coloca a beleza da mulher como primeiro item em o que quer q seja. Isso vale para ele e para todos os pais. Quem sabe assim teremos um
Futuro menos machista

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Laís

Ohh, que lindo!
Quando uma modelo desfila na passarela, primeiro analisamos seu caráter. Somente depois vemos a peça de alta costura que envolve seu corpo.
Tenha santa…

Caio Alencar
Caio Alencar
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Errou. Errou. E… errou de novo!

Resposta errada novamente… apenas confirma que não entendeste nada…

rs

Laís
Laís
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Passarela não é quadra de tênis

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Laís

Não diga!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Laís

Com essa agora, ri muito.
Eu, apenas disse que me apraz apreciar a beleza de certas tenistas.
E tu, me classifica como baixo QI, sem inteligência emocional, baixo entendimento, fanático, para ficarmos só nisso.
Quanta perspicácia!
Aconselho-te a não me medir por sua régua.
Fique em paz!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

De açougue entendo muito bem e em nada se compara a uma bela tenista.
Assista o que quiser e ponto final.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Exatamente assim prezado Kaio.
Sei muito bem valorizar os dois sexos e pouco me importa se me entenderam ou não. Sequer me conhecem.
E como previ no primeiro comentário, seria metralhado, apenas por dizer qual o principal motivo curto o tênis feminino atual. Como se não tivesse esse direito.
Quando Justine Henin jogava, curtia bastante seu jogo, bem como, Martina Hingis e Jennifer Capriaci, mas não encontrei mais uma tenista que me fizesse sentir a emoção do jogo como elas.
Ri muito.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Vítima? Não!
Assistir por qualquer motivo que não desrespeite ninguém, é opção e não obrigação.
Aguardo o momento que ele produzirá jogos atraentes novamente, como os que citei antes. Se rolar, vou ver, se não, sigamos como estamos, todos felizes!

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
4 meses atrás

Temporada 2026 nem bem começou, mas já tem uns nomes que considero cartas fora do baralho no sentido de incomodar os favoritos Sinner, Alcaraz e Djokovic no Aberto da Austrália.
Alexander Zverev e Taylor Fritz são dois deles. Drapper está sem ritmo e o De Minaur não tem golpe suficientemente contundente.
Já o Medvedev parece bem e pode vencer qualquer um. O Musetti também me parece bem, mas esse ‘backhand’ simples dele não me inspira confiança.
Quanto ao Fonseca, só Deus sabe como ele vai se sair depois desse contratempo de ano novo. É só cogitação o que vejo por aqui nos comentários.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Discordo apenas de Zverev. Não teme Novak e tem mania de sacar barbaridade contra Sérvio. Mas este obviamente leva o favoritismo., caro Maurício. Abs !

Marquinhos
Marquinhos
4 meses atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Novak é brinquedo de Sinner e Alcaraz. Carta fora do baralho! O Marquinhos voltou!!!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
4 meses atrás
Responder para  Marquinhos

E assim se encerrou a saga do Big 3:

24 > 22 > 20
40 > 36 > 28
7 > 6 > 0
8 > 5 = 5
428 > 310 > 209
1 = 1 > 0 (ouro olímpico)
27 > 23
31 > 29
Golden slam > Silver slam

Murilo Munhoz
Murilo Munhoz
4 meses atrás
Responder para  Maurício Sabbag

O tema é que Djokovic também é carta fora do baralho.

Helena
Helena
4 meses atrás
Responder para  Maurício Sabbag

No caso do Musetti, acho o backhand dele bem mais confiável que o forehand.

Davi Poiani
Davi Poiani
4 meses atrás

Prezados, escrevo aqui algumas palavras sobre Stan Wawrinka.

Provavelmente o one-handed backhand mais icônico da história do tênis, um verdadeiro torpedo avassalador, mais temido até mesmo que o seu próprio forehand.

Claro que na história tivemos outros one-handed backhand sensacionais, tais como Federer, Kuerten, Thiem… Mas apesar do do backhand de uma mão ser provavelmente o golpe mais belo do tênis, e também ser capaz de gerar mais potência e spin do que o two-handed backhand, ele tem as suas fraquezas: há menor controle de bola comparado ao two-hander, em especial nas devoluções e também em rebater bolas mais altas.

Nadal explorou esta fraqueza do backhand de Federer até a exaustão, em especial no saibro onde sua bola tinha um spin absurdo e empurrava Federer para trás com bolas altas no backhand.

Mas este não era o caso de Wawrinka. No seu auge, o lado a ser evitado pelo oponente era muito mais o seu backhand do que o seu forehand. Justamente o contrário com relação aos demais one-handers. Quem não se lembra da final de Roland Garros em 2015, quando o backhand de Wawrinka foi demolidor contra Djokovic… até mesmo o match point foi um backhand espetacular na paralela.

Na época Djokovic ainda não havia completado o Career Grand Slam, ou seja, ainda não havia conseguido vencer Roland Garros (o Slam que faltava), pois sempre esbarrava em Nadal. Até mesmo em 2011, o seu primeiro ano naquele nível absurdo, ele perdeu a semifinal para o Federer. Tendo vencido Nadal nas quartas (apenas a segunda derrota de Nadal no saibro parisiense), era a sua grande chance de enfim conquistar Paris. Mas Wawrinka adiou esta conquista por mais uma vez, com uma atuação espetacular. Novak somente veio a vencer Roland Garros pela primeira vez em 2016, na final contra Murray.

E durante a cerimônia de 2015, houve um dos momentos mais bonitos da história do tênis: apesar da derrota para Wawrinka, Djokovic foi ovacionado durante vários minutos pela plateia e veio aos prantos, ficou nitidamente emocionado. Era o público reconhecendo o espírito de luta do sérvio em sua busca para vencer Roland Garros, após tantas finais e semifinais perdidas. Vale a pena conferir no YouTube, tanto os highlights quanto a cerimônia.

Voltando ao presente, ainda bem que tiveram bom senso de dar um wild card pro Stan Wawrinka. Afinal de contas, ele foi campeão do Australian Open em 2014 e merece sua “last dance” em solo australiano.

Para quem gosta destas histórias e estatísticas, vejam que interessante.
No confronto com Djokovic, o H2H é o seguinte:
Djokovic 21 vs 6 Wawrinka

No entanto, em finais de Grand Slam fica assim:
Djokovic 0 vs 2 Wawrinka (Roland Garros 2015 e US Open 2016)
Dois a zero em favor do suíço!

Claro que Djokovic ganhou muito mais contra ele no geral, mas isto dá uma ideia de como Wawrinka era um cara perigoso no seu auge entre 2014 e 2016, um dos que conseguia enfrentar os caras do Big 3, tal como Del Potro, Murray e Thiem. Hoje não temos ninguém assim contra Sinner e Alcaraz.

Para efeito de comparação, no seguinte H2H:
Djokovic 27 vs 23 Federer

Em finais de Grand Slam:
Djokovic 4 vs 1 Federer
Novak venceu 3 finais em Wimbledon (2014, 2015, 2019) e 1 no US Open (2015)
Federer venceu apenas 1 final no US Open (2007)

Claro que semifinais de Slam ou Masters 1000 também são confrontos importantes e não coloquei na conta.

Mas não deixa de ser interessante notar que Wawrinka tem mais vitórias contra Djokovic em finais de Grand Slam do que o próprio Federer.

Contra Federer e Nadal, Wawrinka obteve apenas 3 vitória sobre cada um na carreira:
Nadal 19 vs 3 Wawrinka
Federer 23 vs 3 Wawrinka

Mas em finais de Grand Slam, Wawrinka também roubou um título do espanhol:
Wawrinka venceu a final do Australian Open 2014 sobre o Nadal.
E Nadal o venceu na final de Roland Garros 2017.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Davi Poiani

Realmente o Backhand do grande Stanimal era devastador na paralela. Quase comparável ao de Gustavo Kuerten. Mas era também um freguês de carteirinha do Spin demoníaco do Touro Miura , tanto no Saibro quanto nas hards. Bem diferente do Craque Suíço que possui 14 x 10 sobre o Espanhol nas demais superfícies, mantendo uma invencibilidade desde 2015 fora da Terra Batida. Os recursos de Roger Federer a nível de Slices e jogo de rede , eram infinitamente superiores aos de Stan . E principalmente bate prontos geniais de todo o canto da quadra. Não atoa é o único Octacampeão de Wimbledon, batendo Djokovic e Murray em sequência, para levar no All England Club em 2012. PS : Quanto Pistol Pete tentava também o Octa em Wimbledon 2001 , com também genial Back Simples, perdeu por 3 x 2 para o jovem Suíço de 19 anos . Para muitos, autêntica passada de bastão. Abs !

JClaudio
JClaudio
4 meses atrás
Responder para  Davi Poiani

“Mas apesar do do backhand de uma mão ser provavelmente o golpe mais belo do tênis, e também ser capaz de gerar mais potência e spin do que o two-handed backhand”

(Acredito que não, o backhand de duas mãos, além de mais seguro e fácil, gera muito mais spin, até porque o golpe de duas mãos consegue fazer a bola subir mais, o backhand de uma mão faz a bolinha mais reta, exige mais ajustes para fazer o golpe com spin)

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  JClaudio

Pete Sampras irritava Agassi elevando bastante com Spin , mas tirando o peso da bolinha . Em compensação Jannik Sinner imprime uma velocidade absurda gerando Spin , com seu espetacular Backhand de duas mãos. Abs !

Helton
Helton
4 meses atrás
Responder para  Davi Poiani

Só que a esquerda do Stan não fazia efeito contra Rafa não. Pelo contrário. Nadal também pintava e bordava assim como fazia contra Federer. E na minha modesta opinião, o back do Thiem encarava melhor o forehand do espanhol do que os dois suíços.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Helton

Contra Federer no Saibro. Mesmo assim levou Pneu do Suíço no Masters 1000 de Hamburgo 2007 em Sets diretos. Thiem 2 x 2 Nadal , nas hards . Federer 11 x 9 na mesma superfície. Na Grama 3 x 1 . O Backhand batido pegando todas na subida ( Ljubicic idealizou) , anulou de 2015 a aposentadoria, o Forehand demoníaco de Nadal . Thiem encarou mas não chegou a tanto , meu caro . Terminou com um honroso 6 x 10 , graças as 4 que Austríaco levou no Saibro. Realmente não terra batida foi melhor que os dois Suíços…Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

* realmente NA terra batida. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Davi Poiani

Davi, para mim, o ponto mais bonito até hoje foi aquele (de backhand é lógico), que Stan fez, passando a bolinha bem baixa, entre o post da rede e uma placa de publicidade, ou seja, por fora. Só não foi o match-point. Foi ao longo do jogo.
E outro momento marcante, apesar da derrota, Djokovic buscou Wawrinha para outro abraço, depois do cumprimento junto à rede.

Zan
Zan
4 meses atrás
Responder para  Davi Poiani

Vale lembrar que foi Stan the man também que tirou de Federer o único Master 1000 que ele não conseguiu, na Final de Roma. Certamente o suiço mais famoso queria muito… jogaram muito.

Zan
Zan
4 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Ah, perfeito, Dalcim. Em minha defesa, geograficamente, ficou perto…rs. Abraço

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Zan

Federer tem dois que ele nunca conseguiu.
Roma e Monte Carlo e a final, no caso, foi Monte Carlo.

Zan
Zan
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Verdade. A final em Roma, na época em 5 sets, foi ganha pelo Nadal numa batalha épica que terminou no 5º set, quando Roger teve match points. A maior chance de Federer ganhar no saibro numa final de Nadal. Naquele ano, o suiço era o nº01 incontestável. Seria o ano perfeito se ganhasse aquele jogo e Rolanga.

Helton
Helton
4 meses atrás

Dalcim, vc acha que venceria a tenista egípcia que pagou um mico em um torneio no Quênia essa semana?

Daniel Toledo
Daniel Toledo
4 meses atrás

Dalcim, sabe como o podcaster Damian Kust morreu tão jovem? Gill Gross excelente analista postou João Fonseca como N.9 ao final de 2026. Qual a sua previsão? Grande abraço

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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