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Madri (Espanha) – Jannik Sinner segue em grande momento e coleciona números impressionantes. Neste domingo, ele alcançou a fase de oitavas de final em Madri ao bater o quali dinamarquês Elmer Moller e com isso já contabiliza 24 vitórias seguidas em eventos Masters 1000. Mesmo assim, o número 1 mantém o discurso humilde e não quer ser comparado às lendas do esporte.
O italiano está em uma sequência incrível e tenta ser o primeiro a conquistar cinco eventos deste porte em sequência, já que venceu os títulos em Paris, no ano passado, e emendou nesta temporada troféus em Indian Wells, Miami e Monte Carlo.
“Para ser sincero, não penso muito nesses números. Sempre digo que não posso me comparar com Novak Djokovic, Rafael Nadal ou Roger Federer. O que eles fizeram foi diferente, estão em outro nível. Tento dar 100% em cada partida. Se vencer, ótimo, caso contrário, não terei arrependimentos”, garantiu.
Na contagem histórica datada a partir de 1990, ele só está atrás das façanhas de Djokovic e Federer. O sérvio engatou duas sequências, somando 31 e 30 triunfos consecutivos, enquanto o suíço manteve invencibilidade de 29 partidas.
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Ainda em busca do título inédito na Caixa Mágica, Sinner falou que está mais adaptado às condições do evento. “Acho que depende muito do calor e do sol. Hoje estava um pouco mais quente, mas os pontos foram rápidos e já estava mais acostumado, me movimentando melhor”, analisou.
Sinner destaca evolução e observa nova geração
Conhecido pela disciplina e foco em treinamentos, o atleta de 24 anos quer seguir evoluindo. “Sempre busco aprender com cada situação e a entender o que funciona em determinadas condições. Minha motivação é me colocar na melhor posição possível para ganhar o máximo de partidas. Não há mágica, se algo funciona no treino, tento repetir no jogo”, assegurou.
Ao comentar sobre os novos nomes do circuito, o líder da ATP destacou como acompanha de perto algumas partidas, já pensando no futuro. Na vitória do jovem espanhol Rafael Jodar sobre o australiano Alex de Minaur, ele foi visto na arquibancada e presenciou o bom desempenho do anfitrião.
“É uma geração muito talentosa e há vários jogadores fortes surgindo. São atletas que batem muito limpo na bola e geram potência com facilidade. Você percebe isso pelo som da bola. É impressionante e gosto da mentalidade deles, porque são calmos, trabalham bem e têm muito potencial”, ponderou.
Sobre estar presente em determinadas partidas, o italiano explicou o seu interesse. “Ao vivo é totalmente diferente do que assistir pela televisão. Dá para entender melhor o nível, o movimento e o tempo de bola. Faço isso para saber exatamente o que posso enfrentar no futuro”, afirmou Sinner. Ele busca vaga nas quartas de final diante do britânico Cameron Norrie, em duelo inédito pelo circuito.
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Já disse que a mentalidade do sinner é o que o separa dos demais, ele detecta ameaças e trabalha em cima delas muito antes de qualquer um perceber.
Vc está enganado, não têm ameaça para o número 1°
Se bem é certo que nesse momento não tem ameaças para o posto de n.1, o que mais importa para os grandes tenistas são os titulos de GS. E nesse quesito Alcaraz não só tem 7 contra 4 do Sinner, sendo 2 anos mais jovem, como no confronto direto em GS está 4-2 para Alcaraz (2-1 em finais). E por fim concordo com Sinner, não dá ainda para comparar com o Big 3. Dá para comparar o inicio da carreira, e nesse caso ambos estão bem, mas estão longe de participar da mesma conversa de Big 3 (total carreira) versus Big 2 em curso.
Perfeito
Tem que ir com calma esse negócio de novo GOAT. Tanto pro sinner tanto pro alcaraz! Até aqui não fizeram nem a metade do Big. Só futuro vai dizer quem é quem no jogo do bicho!
Perfeito comentário
Exato, o potencial eles tem, sem duvida, mas tem que manter esse alto nivel e dominio por uns 10 anos mais, e isso é o mais complicado. Lesões, novos jogadores, motivação, estagnação do jogo, momento, confiança. Um periodo longo de dominio de basicamente 20 anos do big 3, alternando entre eles, é algo muito dificil de acontecer, ainda mais, repetir.