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Stuttgart (Alemanha) – A veterana Laura Siegemund comentou sobre as profundas mudanças e evoluções no circuito feminino desde que começou a competir. Aos 38 anos, a alemã aponta como o jogo é mais padronizado e o aspecto físico se tornou um fator prioritário para manter o alto nível.
Campeã em Stuttgart em 2017, nesta edição ela não foi muito longe, ao ser derrotada na segunda fase por Iga Swiatek. No confronto entre tenistas de diferentes gerações, a polonesa ex-número 1 do mundo levou a melhor em sets diretos. Esta foi a 13ª participação da germânica no imponente evento, jogado no saibro coberto, diante de sua torcida.
Siegemund tem dois títulos de simples e é a atual número 51 do ranking mundial, mas já frequentou o top 30, quando figurou como a 27ª melhor do mundo, em agosto de 2016. Em duplas ela acumula mais sucesso, com 16 conquistas, tendo alcançado a quarta colocação na modalidade. Seu último troféu veio ao lado da brasileira Bia Haddad Maia na grama de Nottingham no ano passado.
Com sua vasta experiência, a alemã pontua o que mudou desde que iniciou sua carreira. “Acho que tudo ficou ainda mais profissional em muitos sentidos. Mesmo em torneios de nível 250, você encontra comida muito boa e tem academias bem equipadas para praticar”, disse.
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A alemã destaca também as diferenças técnicas no circuito. “O jogo se tornou muito mais atlético, então todo mundo está aprimorando a parte física. As jogadoras precisam de certos equipamentos, que são fornecidos até mesmo em eventos menores. Não é mais como antigamente”, garantiu.
Além destes aspectos, Siegemund vê evolução na infraestrutura dos eventos. “Existem mais cuidados para que as jogadoras possam ter família e viajar com os filhos, especialmente nos Grand Slam. Mas também em outros torneios há organização para isso. Em vários eventos o padrão foi elevado dentro e fora das quadras”, concluiu.
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