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Munique (Alemanha) – Vice-campeão no ano passado, o norte-americano Ben Shelton deu a volta por cima nesta temporada e conquistou o título do ATP 500 de Munique. Neste domingo, ele superou o italiano Flavio Cobolli na decisão, marcando o placar final de 6/2 e 7/5 em 1h30 de partida.
O canhoto de 23 anos comemora o quinto título da carreira em sete finais disputadas. Esta é também sua segunda conquista sobre o saibro, repetindo o triunfo de Houston em 2024. Agora com 18 vitórias e 31 derrotas contra adversários do top 20, o americano venceu pela primeira vez um rival desta faixa de ranking na terra batida, depois de quatro reveses consecutivos.
Campeão de Dallas em fevereiro, Shelton se torna o único jogador do circuito a ganhar múltiplos títulos de ATP 500 em 2026. Ele é também o primeiro tenista de seu país a vencer três eventos desse gabarito desde que a série foi iniciada em 2009 e o primeiro a ganhar um torneio no saibro acima do nível 250 desde a conquista de Andre Agassi em Roma em 2002.
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Apesar de melhorar seu resultado em relação ao ano passado, o atual número 6 do mundo ficará estacionado no ranking, mas diminui para apenas 30 pontos a vantagem do canadense Félix Auger-Aliassime, quinto colocado. Ele recebe o prêmio de 478.935 euros pelo título.
Depois da grande atuação na semifinal de sábado contra Alexander Zverev, e do choro pela morte do tenista juvenil Mattia Maselli, de 13 anos, dois dias antes, Cobolli não conseguiu repetir o bom tênis na final deste domingo, mas sai com saldo positivo de Munique e um cheque de 257.705 euros.
Atual número 16 do mundo, ele subirá três posições e igualará a melhor marca da carreira, alcançada pela primeira vez há três semanas. O italiano de 23 anos disputou sua quinta final no circuito e segue com três títulos.
One step further in 2026 🙌
Ben Shelton claims his second ATP 500 title of the year thanks to a 6-2 7-5 win over Flavio Cobolli 🔥#bmwopenbybitpanda pic.twitter.com/qnHA656Ta5
— Tennis TV (@TennisTV) April 19, 2026
Shelton prevalece em dia ruim dos sacadores
Em um primeiro set aberto e repleto de chances para ambos os lados, Shelton foi mais eficiente para aproveitar as oportunidades do que Cobolli. Foram 14 break-points concedidos pelos dois tenistas ao longo de toda a parcial: o italiano perdeu todas a seis chances de quebra, enquanto o norte-americano aproveitou duas das oito a seu favor. Com duas quebras nos primeiros três games, o canhoto abriu a vantagem necessária para vencer o primeiro set e se aproximar da vitória.
A história foi completamente diferente na segunda parcial, com os dois jogadores confirmando seus serviços com mais firmeza e tranquilidade, sem que houvesse uma igualdade sequer. O ponto chave aconteceu no décimo game, quando Shelton sacava com 4/5 e viu Cobolli abrir 0-30. O italiano teve tudo para chegar ao set-point, mas depois de construir muito bem o ponto e abrir a quadra acabou disparando um forehand para fora. Shelton levantou o game, deixou tudo igual e ainda conseguiu a quebra decisiva na sequência, precisando apenas confirmar o saque mais uma vez para conquistar o título.
Os números mostram o baixo aproveitamento dos dois tenistas com o saque. Shelton terminou o jogo com 58% de acerto do primeiro saque (contra 54% de Cobolli), 81% dos pontos ganhos com o primeiro serviço e 33% com o segundo (o italiano acertou 60% e 31%, respectivamente). A partida teve apenas dois aces, um para cada lado, e duas duplas faltas de Cobolli.
Em winners, o americano prevaleceu por 12 a 10, mas também errou um pouquinho a mais: 11 a 9. Já nas subidas à rede, foram 6 acertos em 7 tentativas para Shelton e 4 em 6 para Cobolli.












Dos EUA, Ben Shelton é um americano “fora da curva”, já que a maioria dos tenistas dos EUA não vão muito bem em torneios no saibro, enquanto Shelton é um excelente saibrista.
Este tem tudo para ser top 3 e formar o novo big three. Só falta alguém da sua equipe falar isto pra ele.
Tambem acredhito que vai ser top 3!!
Kkkkkk
Kkkkkkkkk
Numa chave com dois top 10 , o segundo colocado levou o titulo. Ben tem tennis natural para a terra batida. Mas, como ele ainda e’ inconsistente, nao pensei que sequer defenderia a semi final. Parece que quer ficar no top 10 por um bom tempo, provando que defender pontos e’ essencial. Parabens Ben pela semana boa de tenis que jogastes.
Claramente a partir das quartas de final quando a temperatura aumentou e a umidade diminuiu o Shelton foi quem melhor tirou proveito das novas condições de jogo, caneco merecido e, q dá moral pro americano para Madrid, numa chave sem Djoko e Alcaraz e com condições de jogo que tbm beneficiam seu estilo de jogo..
Assistir pela ESPN é um porcaria. Além de narradores e comentaristas falarem até com ponto rolando, temos que ouvir pérolas como a que o tal do Guem soltou hoje “o Shelton não depende do saque”. Cara, o Shelton seria no máximo, no máximo, top 50 sem aquele saque.
João, já peço desculpas antecipadamente, se você é fã da cara, mas nisso eu tendo a concordar com o comentarista. Ele termina tudo em saque/voleio. Saque/winner. Se tem umas trocas a mais evidencia suas deficiências. Não é o fim do mundo, só tem algo a evoluir, como todos da sua idade. Senão estaria ganhando de todo mundo…
Espetacular o torneio do Shelton.Grande jogador,muita garra.Merece mesmo ficar no top 5.Está na porta!!
6⁰ título de um estadunidense nesse torneio,primeiro desde 1993 com Ivan Lendl
4⁰ vice italiano aí,o último havia sido em 2019 com Matteo Berretini
Em nenhum documento do Ben Shelton está escrito “estadunidense”, mas sim “american”, não existe o termo “estadunidense” dentro dos EUA em documentos “americanos”… Nenhum cidadão nascido nos EUA tem a nacionalidade “estadunidense” em seus documentos, mas sim “american”…
Estadunidense é o termo mais preciso. Americano pode se referir a qualquer cidadão nascido nas Américas (Norte, Central e Sul). Já Norte-americano abrange os cidadãos no Canadá, México e EUA.
Uma coisa é a realidade “american”, outra coisa é a ilusão/fantasia “estadunidense” que ninguém usa em documentos de nacionalidade dos EUA…
Perfeito, Sandro
O que mais deu trabalho pro campeão foi o brasileiro. A evolução dele é nítida, como se vê.
Título merecido.
Bateu o João com autoridade e tudo ficou mais fácil.
Ficou fácil quando zverev caiu, não por ter derrotado o João.
Errado: Zverev estava completamente sem pernas . Levou quando bateu JF no Terceiro Set . Somente cego para não ver que jovem Brasileiro foi quem mais o exigiu . A inveja é sério problema, meu caro…rs. Abs !
Concordo.
O que Shelton jogou nesse torneio foi barbaridade.
Shelton foi muito dominante nesse torneio! A evolução dele no saibro é gritante! Tá muito consistente nas trocas! Foi bonito de ver!
Também acho que ele se preparou muito mais do que o torneio exigia e isto normalmente só acontece com atletas que estão perto ou no topo do ranking.
Aliás, o Shelton tem tudo pra ser top 3, tem 1,90 metros, é canhoto, saca a mais de 220 no primeiro e enche a bola de efeito no segundo serviço e tem boa movimentação
Concordo totalmente!!
Kkkkkk
Onde está a notícia do magnífico Sinner confirmando sua presença no masters de madrid?
Ainda acho q este título poderia ter ficado nas mãos de um brazuca. Ficou perto.
Se o João tivesse o caminho do Shelton, seria ele na final. Não venceria (ainda) mas estaria na final com certeza.
Não ficou perto não… Achar é uma coisa, a realidade é outra totalmente diferente…
Exatamente. O problema é o fanatismo de alguns.
Perto onde?