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Em um momento em que a altura se tornou um fator de grande vantagem no tênis profissional, chegar a uma final de Grand Slam com apenas 1,63m soa quase como uma ironia. Segundo estudos recentes, a média de altura das jogadoras da WTA é de 1,75m.
Jasmine Paolini entrou para a história nesta quinta-feira ao se tornar a segunda tenista mais baixa a atingir uma final de Grand Slam na chamada Era Aberta, superada apenas pela eslovaca Dominika Cibulkova, que media 1,60m quando decidiu o Australian Open de 2014.
Caso conquiste o título no sábado em cima da super favorita Iga Swiatek, a italiana de 28 anos baterá o recorde da multicampeã Billie Jean King, que ganhou 39 troféus de Grand Slam, sendo 12 de simples (nove na era profissional), com 1,64m.
A ascensão de Jasmine no circuito tem sido surpreendente. Há um ano, lutava para se segurar no top 50. Aí veio o título inesperado em Dubai, em fevereiro, onde tirou Bia Haddad e Maria Sakkari, e isso mudou sua vida. Curiosamente, perderia para Elena Rybakina nas quartas de Stuttgart e nas oitavas de Roma frente a Mirra Andreeva, justamente suas duas últimas adversárias neste Roland Garros. A jovem russa não soube o que fazer diante das bolas profundas, que abriram caminho para 13 winners. O 14º, acreditem, foi com um ace crucial num game apertado do segundo set.
Muito diferente de tantas outras, Paolini teve sua primeira chance profissional aos 19 anos, convidada para a chave de duplas de Roma. Demorou mais duas temporadas para ganhar um torneio mais expressivo, de US$ 100 mil, e só então fez sua estreia num WTA de simples. Em novembro de 2019, chegou enfim ao top 100. Seus dois títulos de primeira linha vieram na quadra dura, o primeiro na Eslovênia, em 2021. E o maior sucesso no saibro, o vice de Palermo no ano passado.
Ao entrar neste Roland Garros, Jasmine somava tão somente três vitórias no torneio e sete no total de Slam, vindo das oitavas em Melbourne, única vez que passou mais de uma rodada. De quebra, nunca havia ganhado mais do que dois jogos de duplas num mesmo Slam e agora está na semifinal, ao lado da não menos ‘baixinha’ Sara Errani, 1,64m, finalista em Paris em 2012, com quem Paolini venceu Roma há poucas semanas.
“Nunca sonhei em ganhar um Slam ou ser a número 1 do mundo, só pensava em me divertir. Preferi manter os pés no chão”, afirmou Jasmine, dizendo-se surpresa quando viu Novak Djokovic e agora Jannik Sinner dizerem que esta era a meta deles quando garotos. “Meu nível ainda pode subir. Agora, entro em quadra acreditando que posso ganhar qualquer partida”. Mas será que dá para superar Iga Swiatek? A futura 7ª do ranking diz ter muito respeito e que até troca palavras com a tricampeã em polonês. Afinal, sua mãe é descendente direta.
Iga perto de novos feitos
Com apenas três sets perdidos desde as campanhas vitoriosas de Madri e Roma – um para Bia, outro para Aryna Sabalenka e agora para Naomi Osaka -, Swiatek vai em busca de um raro terceiro titulo consecutivo em Paris, o que apenas Monica Seles e Justine Henin obtiveram desde 1937. O quarto Roland Garros a igualará a Henin, atrás somente de Chris Evert (7) e Steffi Graf (6). Por fim, o eventual quinto Slam a faria superar Osaka, Kim Clijsters e Hana Mandlikova e empatar com Maria Sharapova e Martina Hingis. Apenas outras 10 tenistas somaram mais que isso desde 1968. É um currículo excepcional para seus 23 anos.
Depois de oferecer poucas oportunidades mais uma vez à Coco Gauff e somar a 11ª vitória em 12 possíveis, a polonesa contou que a dura vitória sobre Osaka, salvando match-point, mudou tudo, principalmente a confiança, mas que o fato de o tempo ter ficado mais seco também tem sido fator importante. E voltou a falar da empunhadura extrema que usa, a Western, de onde tira o máximo dos topspins. “Com ela, me defendo bem e também tenho tempo de atacar”.
Festa italiana só aumenta
Com sua primeira finalista em Paris desde 2012 – nos dois anos anteriores, Francesca Schiavone ganhou um título e fez outra final -, o tênis italiano continua em festa, um dia depois de comemorar a chegada inédita de um tenista da casa à ponta do ranking. E o próprio Jannik Sinner jogará às 9h30 desta sexta-feira contra o espanhol Carlos Alcaraz em busca de sua segunda final de Slam consecutiva.
Mas não é só. A parceria de Simone Bolelli e Andrea Vavassouri decidirá no sábado o título de duplas masculinas contra Marcel Granollers/Horacio Zeballos ou Marcelo Arevalo/Mate Pavic, enquanto a própria Paolini se juntará a Errani para fazer semi nesta sexta-feira diante de Marta Kostyuk e Elena Rose. E como se não bastasse tanta alegria, o garoto Lorenzo Carboni eliminou o número 1 do mundo Rei Sakamoto e está na semi juvenil, ou seja, é a mais nova promessa da Itália no circuito.
Sem dúvida, é o maior momento do tênis italiano desde a final toda sua no US Open de 2015, em que Flavia Pennetta derrotou sua amiga Roberta Vinci.
Em jogo, o sonho
Alexander Zverev tenta disputar em Roland Garros sua segunda final de Slam – dos quatro grandes torneios, é onde soma mais vitórias, agora com quatro semis seguidas -, quase quatro anos depois de ter falhado feio na decisão do US Open frente a Dominic Thiem. Seu adversário é outro que espera a sua vez. Casper Ruud perdeu os títulos de Paris para Rafael Nadal e Novak Djokovic, em 2022 e 2023, além de ter decidido o US Open de 2022 para Carlos Alcaraz.











Dalcim, seu palpite no Alcaraz, levou em conta o peso de ser e jogar qual N° 1 pelo Sinner, certo?
Agora, começa a pressão por resultados, algo com o qual o alemão não estava habituado, até então…
OLha, nem tanto. Eu apenas considerei que o Alcaraz tem mais jeito para o saibro, ainda que o piso parecesse um pouco mais rápido hoje.
Que desempenho do Zverev, fenomenal. Quando ele perdeu o set1 por 62 achei q ele ja era, não seria a primeira vez q ele seria vitima do fisico. Mas depois tudo mudou, ele ao final estava melhor fisicamente do q o Ruud e disparando aquele BH mortal, veloz, rasante, seja na paralela seja na cruzada. Ainda acho Alcaraz mais jogador do q ele e por isso mesmo favorito no domingo, mas creio q será uma final equilibrada, ao contrario do q seria se o finalista fosse o dinamarquês.
Gauff tinha razão na reclamação na partida contra a Iga. Como ela viu que a bola do saque da adversária tinha ido fora, e foi gritado fora pelo juiz de linha, tocou displicentemente na bola. Os juízes de cadeira parecem nunca ter jogado tênis e não entendem a psicologia do tenista. Qual a dificuldade em fazer o ponto ser jogado novamente. Alguém mais também entendeu que a juiza cometeu um tremendo erro?
Uma pena, Sinner esteve bem próximo de bater o tão “imbatível” ungido…
Não se preocupe. Carlos Alcaraz é invenção da mídia e será presa fácil para Sasha. A Turminha da Kombi já pode comemorar sem sustos rsrs . Abs!
Acho que o “advinhometro” do Dalcim é melhor do q o meu!!! Assim, deve dar Alcaraz 3×1 domingo, que foi o palpite dele…
Ilustres torcedores do tênis, como passaram o dia de ontem?!
O meu? Caos.
A garota recebe as bolas, as seleciona, ajusta as roupas privadas, ajeita o vestido, ajusta o cabelo, toca o nariz, limpa a mão em seus trajes. Déjà vu?
Adianto: tentamos de tudo! Disparamos mais aces, muito mais winners, mais pontos ganhos no 1º serviço, mais pontos à rede. Break points? Tivemos 4. Nada funcionava.
Estou ficando velho? Talvez. Como aposentar o que é “inaposentável”? Sofro. Um momento! Chego à terrível constatação: o imponderável se sucedeu contra mim.
E o último jogo? Profeta, não sou. Vidente, pior ainda. Mas bem que eu avisei. De um lado, uma garotinha; do outro, também. 17 anos e quer ganhar RG? Não pode, é “de Minaur”. Asinhas cortadas. Fica a lição!
E hoje?! O jogo está bisonho …
Atenciosamente,
Sobrenatural de Almeida.
2 a 2, vamos o quinto set. Era realmente jogo para a final. Mas tomara que o Zverev seja campeão. Ele realmente merece.
Ainda que é um desejo e não uma previsão, aí o alemão ainda tem chances…
Kkkkkk
Estou começando a acreditar que nenhum desses caras é capaz de vencer o Zverev na final.
Na verdade, com esse nível eles tampouco vencem o Ruud.
Alcaraz- Sinner jogando deveria ser como se fosse o jogo 7 de uma série da NBA
Mas até agora tá bem mais ou menos
Falando nisso, vamos Mavericks!! Ontem o Boston varreu mas vcs vão reagir.
Meu caro Dalcim:
Nada como um trabalho bem planejado, caprichado e executado.
Então muito justo e merecida a colheita que a Itália está começando a ter com seu exemplar trabalho e com esmero no tênis.
Sem dúvida alguma, Paulo.
LEMBREI DO ICÔNICO “O Apanhador no Campo de Centeio”, de J. D. Salinger…
Dalcim, como a Paolini sendo tão pequena consegue gerar tanta potência em seus golpes e, inclusive, sacar bem e fazer aces?
Tudo faz parte a biomecânica, Paulo, algo muito estudado e uma prioridade no tênis.
ASSIM SENDO, SÃO CABÍVEIS um clichê e um esporro, ou seja, além de tamanho não ser documento, há aqui um preconceito implícito( ? ). Como pode uma coisa dessa em pleno 2024, né?
Valmir, ela tem 1,63 m. Portanto, é sim pequena. De modo contrário, Ivo Karlovic e seus mais de 2 m de altura pode ser chamado de grande, ou não?
É espantosa a tua capacidade de problematizar tudo o que se escreve por aqui. Onde o Paulo foi preconceituoso? Dizer a obviedade que Paoline é baixa soa como ofensivo para você?
ANDRE EDUARDO, sei muito bem que Jasmine Paolini tem estatura “pequena”. O que não pode é um certo fisiologista relativizar seu “1,63 m” com a capacidade de “tanta potência em seus golpes”, sugerindo a ideia de fatores irreconciliáveis. “Onde o PAULO foi preconceituoso?”. Justamente onde se mostra em outrem a dificuldade de interpretação de texto…
E TOME BULLYING À DISTÂNCIA…
Virei fã de última hora da Paolini, mesmo ela tendo tirado a Rymáquina do torneio. Gosto demais de seu estilo de jogo, além de ter beleza e simpatia.
Dalcim, penso que as bolas pesadíssimas da italiana, velocidade de pernas e excelente cobertura de quadra poderão ser problemas para a Iga. O que você acha?
Acho que dá para ser competitiva, mas dependerá muito do emocional. Tomara que ao menos seja um bom jogo, André.
PARECE COISA DAQUELAS pessoas interesseiras, que só fica a fim da outra quando do sucesso desta…
Valmir, é sério mesmo que você inferiu isso do comentário que fiz? Será que não passa pela sua cabeça que, apesar dos 28 anos de idade, só mais recentemente a italianinha vem obtendo resultados de destaque, e consequentemente, tornou-se mais conhecida, e POR ESSA RAZÃO, certamente terá “fãs de última hora”, como eu?
Assim como você, tenho Rafael Nadal como um dos meus tenistas preferidos, e tal preferência teve início em algum momento e poderia ter mudado. Quer dizer que, se por algum motivo eu deixasse de torcer para o espanhol e “adotasse” outro tenista como preferido, seria eu, nas suas palavras, “interesseiro”?
Filho, estamos falando aqui de torcida por algum atleta, não de relacionamento entre pessoas. Você não me conhece para chamar-me de interesseiro. Guarde tais “elogios” para os seus, ok?
“SÓ MAIS RECENTEMENTE a italianinha vem obtendo resultados de destaque, e consequentemente, tornou-se mais conhecida”. Vamos lá, ANDRE EDUARDO: o “tornou-se mais( ! ) conhecida” aqui significa que ela já era conhecida antes e, por conta de os resultados não virem, você, de forma negligente, preferiu ignorar um fator importante, que é o jogo jogado de Jasmine Paolini, ou se o mesmo era provido de qualidade ou não, até porque, ela já está no circuito profissional há pelo menos dez anos. Juntando os cacos do seu parecer refutável, ANDRE, há no teor do mesmo a reiteração da ideia de pessoas interesseiras, que só ficam a fim da outra, quando do sucesso desta. A outra, no caso, tem conseguido “recentemente resultados de destaque”, caso contrário, você seria um dos muitos desavisados que avalia a questão apenas por um lado, ou seja, não se importaria com Jasmine. “Será que não passa pela sua cabeça”, que mesmo sem resultados expressivos o ideal a um amante do tênis é se ater também ao tenista que não é coberto de diamantes? Jasmine Paolini estava morta e apenas eu não fui ao cerimonial do enterro, é isso?
só ficam*
Dalcim, boa noite.
Vi a Paolini jogar e ser campeã de um ITF aqui em Curitiba em 2018 ou 2019. Lembro que o técnico dela tava na minha frente na arquibancada e ele anotava no papel cada ponto. Muito legal ver onde ela chegou!!
Abs
Sim, levantamos esse fato ontem e daremos uma relembrada nessa passagem dela aqui pelo Brasil.
É VERDADE, JOÃO CARLOS, Jasmine Paolini chegou onde chegou, porque seu técnico “anotava no papel cada ponto” seu. É incrível como muitos fatores são correlatos e a humanidade não vê…
Só foi uma curiosidade cara…
TUDO BEM, CARA…
Estou chateado com esta lesão no joelho de Djokovic. Isto porque desde 2016 com a gravíssima lesão de Murray, espero uma espécie de Vingador para vencer sistematicamente à Djokovic. Mas o que sucedeu-se foi o seguinte cenário: Djokovic colocou-se de frente para uma fila de oponentes e eliminou-os um a um. Com alguma dificuldade com os últimos, Alcaraz e Sinner. Eis a lista:
1- Dimitrov – seus golpes foram ineficáveis e sempre perdeu por pontos.
2- Thiem – debilitou-se
3- Nishikori – não materializou-se
4- Raonic – implodido
5- Shapovalov – vítimou-se pela terapia de colecionar ursinhos de pelúcia
6- Aliassime – foi tanta a expectativa em torno dele e o impacto disto tão profundo e poderoso em seu ser que sua alma, corpo e mente separam-se quando entra em quadra. Na verdade o corpo sempre está presente, porém a alma e a mente revezam-se em arrebatamento, retornando logo após a partida. Não vejo solução para este fenômeno que lhe acomete.
7- Medvedev – apanhou 4 vezes mais do que bateu
8 – Zverev – o que mais parecia habilitado, venceu torneios importantes contra Djokovic, mas não conseguiu tirá-lo do número 1
9 – Tsitsipas – está a 6 anos planejando como vencer Djokovic. Se encontrou a fórmula ideal, creio não haver mais tempo hábil para a prática.
10 – Sinner – Apanhou, apanhou, apanhou até vencer uma. Agora Djokovic não está mais no cenário.
11 – Alcaraz – Entrou numa espiral de dar um golpe e receber dois de Djokovic.
Creio que o melhor tenista para vencer Djokovic era mesmo Roger Federer, desde que tivessem a mesma idade e igualdade de condições em todos os outros fatores.
La vem a balela da idade, se só isso bastasse Zé Verev, o grego Rublev e cia limitada teriam vários GS na carreira. Junte todos esse caras sem 30 anos completos tem UM GS vencido, será que o fator idade, a não ser no caso das discrepâncias absurdas, faz tanta diferença assim?
Quanto a igualdade de todos os outros fatores, são justamente as diferenças em um ou outro fator que fizeram com que um preponderasse em um piso e não em todos. Talvez vc quisesse “empates” em todas as partidas se eles fossem absolutamente iguais em tudo.
Melhor vc opinar sobre o futuro…
O futuro está muito incerto ultimamente Luiz Fernando. Mas realmente, nesta lógica o fator idade desencadeou todas as outras condições à favor de Djokovic. Se eles tivessem a mesma idade Federer estaria atento à várias questões profissionais e tomaria várias decisões acertadas em sua carreira. Igualando as condições de treinamento, táticas, de instrumentos, sem favoritismo nem pressão para defender um legado, a genialidade, técnica e a habilidade natural de Federer decidiriam as partidas em sua maioria à seu favor. Ficaria no mínimo uns 70% para Federer.
Ficaria porque queres.
Quem perdeu a final de Toronto em 2007, foi a idade?
Federer teve inúmeras chances de vencer Djokovic, mas sucumbiu com os tais “vacilos” do Daniel BT. E nem foram “apenas” o 15-40 do USO 2010 e os dois 40-15 não, pois houve também os 4 ENF’S em WB 2014, os 3/24 BP convertidos no USO 2015, o 4-1 e 0-40 e depois 5-3 e quebrado de zero no AO 2020, aquele 40-0 no 1° set de Montreal 2007 etc etc.
Enfim, o GOAT dos esportes sempre foi mais jogador mesmo na hora da onça beber água.
Ahh, PA, tudo isso porque é 6 anos + velho!
RONILDO, você sim enche linguiça com maestria, sem se ater a coisinhas bobinhas, como a maioria dos nossos pares nesta confraria…
Hã?! Obrigado Valmir!!!
DISPONHA, MEU QUERIDO, sobretudo porque sua inteligência é fascinante…
Torcendo muito pelo título do Casper Ruud.
Eu tb. E espero que a jasmine tb ganhe
POR QUE, JOÃO?
POR QUE, LUIZ?
Boa noite Dalcim,
Parece que o Alcaraz alcançou a 50 ª vitória em Slam agora em Paris. Recebi uma estatística de que ele seria o 4º mais jovem, junto com Nadal (empate em nr de anos e dias) a realizar tal feito , e que o mais jovem a atingir essa marca teria sido o fantástico Borg, é isso mesmo ? O 2º e 3 º seriam Becker e Edberg (ou Wilander, sei que era sueco). Borg também deve ter sido o que mais ganhou Roland Garros e Wimbledon no mesmo ano, ou teria sido outro ? Mudava da terra pra grama em poucos dias e ganhava os dois. Acho que ninguém do Big 3 fez isso tantas vezes. Considerando que ele não jogava na Austrália, só faltou mesmo um US Open para abrilhantar ainda mais carreira dele.
Isso mesmo, Marcelo, Borg chegou a 50 vitórias de Slam durante o US Open de 1976, pouco depois de completar 20 anos (junho de 76). O sueco fez a dobradinha RG-W por três anos consecutivos (78 a 80), façanha só repetida finalmente por Nadal em 2008. Na verdade, ele só jogou Austrália uma vez, logo em 1973, no início da carreira.
Amanhã acho que dará Sinner e sobre o Zverev, sei não. O Ruud pode dar muito trabalho. Vamos ver!
os templos japoneses falarao a verdade
É bem difícil, de há muito, se sobressair no tênis tendo baixa estatura. Embora isso seja muito mais conclusivo entre os homens, não deixa de ser entre as mulheres. Parabéns para essa menina.
Acredito que ela não vai chegar a ter muito destaque na carreira. Mas se ela conseguir será admirável…
Acho que a final masculina será Zverev X Alcaraz. E o Alcaraz vence apertado essa final. Ainda assim parabéns ao Zverev pela excelente campanha.
Quanto ao feminino gostei muito desta final. Duas jogadoras em excelente momento. Além disso as duas são bastante humildes e simpáticas. Acho que prevalece a polonesa, conquistando o tetra de Roland Garros.
Agora, realmente, uma festa italiana incrível em Roland Garros. Parabéns ao tênis italiano.