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Não há pergunta que mais me façam nas últimas horas: será que dá para sonhar com uma final de US Open e quem sabe até mesmo com o título de Grand Slam para Bia Haddad Maia?
Primeira brasileira nas quartas do US Open desde Maria Esther Bueno, em 1968, e de Guga Kuerten no geral, em 2001, ela também escreveu seu nome na história do tênis continental, ao se tornar a primeira canhota sul-americana a ir tão longe no torneio. A destra argentina Gabriela Sabatini foi campeã em 1990, quando aliás era treinada por Carlos Kirmayr.
A resposta obviamente é complexa. Dentro da quadra, em termos técnicos, táticos, físicos e emocionais, Bia parece estar bem próxima do auge alcançado na semi de Roland Garros de 14 meses atrás, com a vantagem óbvia de estar mais experiente, tanto para o bem como para o mal. Sua instabilidade dos últimos meses são um amargo, mas inegável aprendizado.
As duas últimas atuações foram empolgantes, primeiro no domínio sobre a top 15 Anna Kalisnkaya, depois com opções muito acertadas para segurar a experiente, ex-número 1 e duas vezes finalista Caroline Wozniacki. Nos dois casos, foi agressiva na medida certa e se mexeu muito bem.
Os ralis contra a dinamarquesa nesta terça-feira foram exigentes e a exploração do lado direito, tática bem elaborada. O saque também fez bom trabalho, ainda que possa evoluir muito, e as devoluções fizeram um buraco na cabeça tanto da russa como de Carol pela profundidade e variação. Bia tentou se manter o tempo todo muito perto da linha de base e isso exige grande trabalho de pés.
Isso basta para segurar Karolina Muchova? A tcheca é reconhecidamente uma tenista de muitas habilidades e a maior delas está na facilidade em trocar ritmos, velocidades e efeitos, podendo bater pesado lá de trás ou se aventurar à rede. Se for o caso, chama a adversária para a frente. É um conjunto que demanda concentração e paciência da adversária. Muchova venceu os três duelos diretos contra Bia, mas o de Cincinnati do ano passado, em piso veloz como este do US Open, foram três sets equilibrados.
Com o retorno da confiança e do sorriso nos lábios, além é claro do alívio por obter um resultado tão expressivo em momento delicado da carreira, Bia precisará tirar um pouco mais do fato de ser canhota, abrindo a quadra para o backhand tanto no saque como nas trocas e quem sabe ousar ir à frente, pegar swing-volleys e encurtar o tempo de Muchova. No papel, parece mais fácil do que é, porém Bia tem todos esses recursos.
Se obtiver êxito, terá um páreo ainda mais difícil, seja Iga Swiatek, seja Jessica Pegula, uma campeã de 2022, a outra dentro de casa. Mas já venceu a polonesa na quadra dura e já vimos o quanto Iga respeita Bia e seu poder ofensivo. Pegula estará a partir daqui com pressão muito maior. Nunca passou das quartas, campanha que já obteve em todos os Slam, mas certamente uma vitória sobre a número 1 deverá enchê-la de perigosa confiança.
Eu particularmente gosto muito quando Bia joga de ‘zebra’.
Final antecipada em plenas quartas?
Jannik Sinner vai mesmo enfrentar Daniil Medvedev ainda nas quartas de final e há gente chamando, com certa razão, de ‘final antecipada’. O italiano passou por mais um teste emocional e tático difícil, agora contra o local Tommy Paul, um adversário que usa muito bem o peso da bola tanto no retorno como nas trocas. Não à toa, abriu 4/1 e saque. Vacilou, o número 1 reagiu, batendo cada vez mais forte, ainda que seu forehand estivesse menos calibrado do que o normal. A dificuldade seguiu num segundo set sem quebras e por fim Paul cedeu após o novo tiebreak.
Medvedev está um tanto fora dos holofotes e isso faz muito bem a ele. Anda é claro trocando farpas com a torcida americana, mas tudo faz parte do seu show. É bem verdade que ainda não cruzou com qualquer nome temeroso e a vitória sobre o português Nuno Borges beirou massacre. Descansado e calejado em Nova York, onde possui três finais e um título, o russo é um oponente extremamente perigoso.
Fato pouco usual, os dois vão se cruzar pelo terceiro Slam nesta temporada, com vitória de Sinner na histórica final de Melbourne e de Medvedev nas quartas de Wimbledon, o que interrompeu uma sequência de cinco triunfos do italiano que vinha desde outubro de 2023. Graças às seis vitórias no começo da rivalidade, quando Sinner ainda se desenvolvia, o Urso lidera por 7 a 5.
No frigir dos ovos, os dois se conhecem muito bem e a rigor será uma partida de poucas surpresas. A menos que Medvedev avance a posição de devolução, como fez na grama sagrada, e faça Sinner pensar bem mais.
E mais
– Luísa Stefani marcou o outro grande resultado brasileiro do dia, avançando pela terceira vez às quartas de duplas, agora ao lado de Demi Schuurs. Tenta repetir as semis de 2021 e 2023. O desafio é grande: Katerina Siniakova e Taylor Townsend, atuais campeãs de Wimbledon.
– Iga Swiatek só teve um set mais exigente contra Liudimila Samsonova, que não tirou proveito do piso veloz. A polonesa é favorita também diante de Jessica Pegula, contra quem tem 6 a 3 e vitória no US Open de 2022, que seria vencido por Swiatek.
– Pegula tem a sétima chance de enfim superar as quartas de um Slam. Ela vem do título em Toronto e da final em Cincinnati.
– Muchova ficou nove meses fora do circuito por cirurgia no punho direito. O retorno foi em junho, já na grama. Chegou ao US Open com apenas dois jogos na quadra dura em um ano.
– O sempre delicioso antagonismo de estilos marcará o reencontro entre Alex de Minaur e Jack Draper. Para dar mais molho ainda, nenhum deles fez semi de Slam até hoje.
– O australiano vem de quartas também em Paris e em Wimbledon, outra prova de seu melhor momento da carreira. Entra como favorito, já que venceu todos os três cruzamentos com o canhoto britânico. Mas Draper ainda não perdeu set neste US Open e deu um show contra Tomas Machac, enquanto De Minaur viveu altos e baixos diante de Jordan Thompson.











Jogo de uma tenista só.
Sabalenka acerta e erra. A adversária assiste kkkk
Grande partida da Bia. Ela se mexeu bem e foi agressiva. Além de acertar na parte tática.
Potencial e recursos pra ganhar um major? Sim, eu acredito que ela tenha.
Embora para alcançar esse feito precise daquele algo a mais que a Bia ainda não mostrou. É possível, mas ainda difícil.
O Zverev é um bom exemplo disso.
E depois da derrota diante do Fritz, eu, pessoalmente, já deixei de acreditar em título de Grand Slam para o alemão.
Terminará a carreira sem nem um…
Então Rodrigo. Que tal dar uma olhadinha no que disse Mestre Jonas mais abaixo…????. PS: Podes garantir que nenhum Norte-Americano da atual geração leve o seu? . Abs !
O que eu disse é óbvio, um jogador que não tem Slam dificilmente terá um currículo “muito superior” a outro jogador que já venceu 3 Majors.
Sinceramente não vi ninguém da WTA se aproximar do que está jogando Sabalenka em Nova York. Espero queimar a língua mas ela é favoritissima até mesmo contra a N 1 . A conferir. Abs!
Sim.mas mesmo assim vou torcer para Bia chegar a final
Muito tempo atrás, quando Bia começou a ter performances abaixo das expectativas de todos que torcem por ela ou estão envolvidos profissionalmente com o circuito, fiz um comentário aqui sobre acreditar que tudo que tinha levado nossa tenista número 1 ao top 10 continuava lá, pulsante, bem latente, era só uma questão de voltar a confiar em si mesma para que os bons resultados voltassem a aparecer.
É verdade que uma nova grande campanha pode ter demorado um pouco mais do que ela e nós gostaríamos, afinal, as cobranças em cima de nossa única jogadora top são proporcionais às expectativas, mas a conquista do Elite Trophy no final do ano passado e as seguidas alternâncias entre um e outro bom desempenho no primeiro semestre eram lampejos sempre animadores.
Diante de Muchova, contra quem tem retrospecto tão negativo, vejo a Bia atual teoricamente com 40% de chances. No entanto, se ela mantiver a mesma pegada e o nível de confiança que foram determinantes em momentos decisivos dos últimos jogos, dá para surpreender a adversária e todos os prognósticos. E aí, o céu será o limite e, improbabilidades de lado, nem Swiatek e nem Pegula serão sinônimos de céu…
BOMBA! BOMBA! As Olimpíadas não passam de um torneiozeco amador! Alcaraz está totalmente devastado mentalmente até hoje porque perdeu numa brincadeira boba para Djokovic!!!
Que bobagem, Piloto. Alcaraz está devastado sozinho???? . O ” goat ” também não jogou absolutamente nada no USOPEN desde a primeira partida. Devastado está o cara que levou Roland Garros e deu uma Surra no Sérvio em WIMBLEDON ? . As vezes os Kombistas abusam da …deixa pra lá. Rsrsrs, Abs!
Você nem sabe do que eu estou falando. Vá lá na notícia da vitória do Fritz e veja quem proferiu essa pérola de que Olimpíada é torneio amador.
De qualquer forma, Alcaraz ainda não superou a medalha de prata, o que ficou claro nas suas quedas precoces em Cincy e USO. Golden GOAT, pelo contrário, ficou foi comemorando o OURO além da conta e não se preparou pro evento.
A conferir, abs!
Kkkkk. O sujeito que postou isso ficou 1 mês sumido. Nesse tempo, criou uma realidade paralela onde os jogos olímpicos não têm valor.
Alcaraz estava inconsolável ao ficar com a prata e ter perdido em sets diretos para um ‘quarentão’. Confessou ter sentido a pressão (realmente foi engolido nos tiebreaks) e não se recuperou até hoje. Não devia valer nada pra ele mesmo, rsrsrs, abs!
É óbvio que Carlitos não se recuperou até hoje . Venceu DOIS SLAM e na sequência foi PRATA na sua primeira Olimpíada. Daí estar junto da ” ARMADA ” na Copa Davis…Abs!
Pois é, ele mesmo admitiu que anda abalado.
Pois é….
Mais uma realidade paralela, assim como a insistência na história da Copa Davis. Esse sofre demais.
Djokovic além da SURRA pra SINNER no AOPEN, levou outra em WIMBLEDON. ZERO Conquistas em 8 Torneios ( não tem nenhum ATP desde Dez/ 2023 ) . Levou as Olimpíadas e ” recuperou” toda a sua confiança? … Sei . O fanatismo exacerbado é que leva a uma realidade paralela. Abs!
Eu não falei nada disso. Você pra variar com dificuldades de interpretação respondendo B quando eu e Jonas falamos A.
Sobre o fanatismo exacerbado levar a uma realidade paralela, você está coberto de razão, já que também é um bom exemplo disso, não aceitando de jeito nenhum o GOATismo de Djokovic.
Abs!
Ah, ele disputou apenas quatro 4 ATP’s (Indian Wells, Monte Carlo, Roma e Genebra) e uma mescla com WTA que foi a United Cup. Davis, Slams e Olimpíadas são ITF, só para reforçar.
Dalcim, pq o US Open se tornou um slam tão difícil de defender título?
No feminino a última foi Serena em 2014 e no masculino foi Federer em 2008.
Além disso, é o slam com maior variedade de campeões na era BIG3, e nenhum dos 3 conseguiu estabelecer um novo record de títulos, como aconteceu nos outros slam.
Não sei se existe uma resposta correta, Valdir. Acredito que o fato de ser o último Slam, portanto na reta final da temporada, reflete maior desgaste dos jogadores. Mas até essa argumentação é frágil, não acha?
Com Big 3 e tudo, STANIMAL conseguiu levar seu primeiro SLAM próximo aos 29 . O currículo de Zverev é bem superior ao de Stan que ficou com apenas 1 MASTER 1000. E o Alemão levou até OURO OLÍMPICO pra cima do ” goat “. Idem para ATP FINALS não cedendo Sets para Federer e Djokovic . Somente encontro explicação na teoria de seu Staff nada acrescentar . Realmente os Papais no Tênis somente atrapalham. Taylor Fritz da tal ” eterna Next Gen” , melhorou barbaridade depois dos 25 . Abs!
Discutível hein… 3 Grand Slams contra zero…
Zverev tem 2 Finals, é campeão Olímpico, tem mais masters 1000, maior constância no ranking…
Acho que Zverev pode até ser maior, mas “bem superior” é exagero. O alemão, embora tenha nível pra isso, nunca venceu Slam e ao que parece, não vai vencer.
Quando toca no ” goat ” Mestre Jonas não consegue ler direito rs. Stan chegou aos 3 SLAM depois dos 29 . E possui em TODA a carreira 16 ATPs . Compare com o currículo de Sasha aos 27 . 22 ATPs , com direito a Ouro Olímpico, 2 ATP FINALS e SEIS MASTERS 1000 . Atingiu o N 2 aos 25 anos . STANIMAL atingiu o N 3 também aos 29 . Um currículo muito superior do Alemão ANTES de conquistar seu primeiro ( ainda tem dois anos ) SLAM . Possui 1 FINAL e 4 SEMIS . Ninguém pode cravar que não vai conseguir. Até porque venceu TODO o Big 3 e SInner e Alcaraz. Pela teoria da Kombi, STANIMAL era um amarelão antes dos 29 anos…rs. Abs!
Nunca disse que Stan era amarelão.
Zverev é novo, mas eu não acho que vai levar 3 Slams.
De qualquer forma, não tem como o currículo de Zverev ser muito superior, porque ele tem 3 Slams a menos. Quem garante que levar ao menos 1?
Meu Deus, cara . Sasha tem 27 anos . Não consegues entender um comentário mesmo desenhado??? . Abs!
Pode ter 50, 20, 25 anos. Sasha, enquanto não tiver pelo menos 1 Slam, no comparativo com Wawrinka não terá um currículo “maior com folga”.
Ele fez a comparação aos 27 anos de ambos. Wawrinka não tinha Slam ainda. Ele usou essa comparação pra dizer que acredita que Zverev ainda pode chegar ao título de Slam.
Ele pode vencer Slam, eu acho difícil, mas pode. 3 Slams? Improvável.
Sim, aos 27 anos não tem comparação, Zverev muito superior.
Só uma correção, Zverev não venceu Ouro Olímpico em cima do GOAT, salvo engano eles fizeram a SF do torneio.
No fim isso foi bom porque motivou o sérvio a vencer o Ouro aos 37 anos. Não poderia haver cenário melhor.
Deixa de lorota Mestre Jonas. Ainda bem que o caro Rafael desenhou novamente. O Sérvio ficou motivado as 5 Olimpíadas que disputou. Chorou aqui na Rio 2016 ao perder de cara pra Del Potro. Teve ao menos a lucidez de afirmar que Alcaraz leva mais de uma . Já começou bem com a Prata na primeira…Abs!
No fim das contas o GOAT tem um Ouro e um Bronze, nada mal não acha? Rsrsrs, abs!
Dalcim ,
E o Dimitrov ?
Será que há alguma chance?
Seria um sonho o back de uma mão e classe voltar a ganhar us open
Se ele passar pelo Tiafoe, acho que tem maior chance de ir à final.
Dalcim será que fizeram esse piso rápido para algum americano levar o Us Open ?
E você tem alguma dúvida?
Kkkkkkkk
Mas isso não está certo ! Sempre achei tênis um esporte politicamente correto , agora mais essa , já não basta aquele escândalo do Sinner ?
Como assim não está certo, Sandra? O torneio está usando superfície aprovada pela ATP e WTA, com bolas oficiais aprovadas pelas entidades. Todo jogador tem uma semana de treinamento pelo menos garantida.
Completando a explicação do Dalcim, como funcionava a Copa Davis, lembras?
Cada país sede construía sua quadra da forma mais apropriada para atender seus tenistas.
Certa vez o Brasil sediou uma sessão, não me lembro contra quem, abrindo mão do piso de saibro. Não porque o Brasil deixara de ser melhor no saibro, mas apostou que seu adversário, saibrista também, se daria mal em outro piso.
Claro que o tiro saiu pela culatra.
Lembra-se desse caso Boss?
SANDRA, há muito tempo você não se valia da sua principal marca, ou seja, a teoria da conspiração…
É, Zverev, nem com a chave aberta dessa vez…
Fritz virou definitivamente pedra no sapato do alemão com sua direita devastadora. O GOAT Djoko venceu, além dele, De Minaur e Alcaraz de top 10 em 2024, lembrando que perdeu vários break points por mérito do americano no Australian Open.
Dalcin, qual a idade para o next gen? O Fonseca tem alguma chance de entrar neste ano?
Não pode ter 21 anos completos. Fonseca está muito bem cotado, no momento em sexto lugar. São sete que entram pelo ranking da temporada e um convidado. Mas duvido que Fils e talvez Michelsen joguem o Next Gen.
Zverev vc da os teus pulos pq eu nao vou ver Fritz vs De Minaur
Eu nao paquei 136€ pra isso
De Minaur está do outro lado da chave. Você verá Fritz X Grande Inimigo.
Valeu
Eu creio que a Bia ganha este jogo!
ONTEM SONHEI QUE Kamala Harris será a próxima presidente dos EUA, vencendo a eleição de 05/11/2024. Ao menos em meu sonho, gente como Pablo Marçal e Donald Trump não passarão, aliás, raquetada neles!!
COLEGAS DE CONFRARIA, eu não escrevi meu comentário dessa forma aí acima. Eu jamais cometeria a falta de sentido que há entre a primeira e a segunda oração. Entre uma e a outra, há uma sequência em que me refiro ao pleito em São Paulo, no próximo dia seis de novembro. Não é possível que agora sofrerei também sanções políticas, por parte da administração desta confraria, e olha que nem declarei meu voto…
havia* uma sequência
Boss, me tire uma dúvida:
O saque que concretizou o match-point à Bia, mascou, certo?
Primeiro porque a Wozniack ficou tão surpresa que chegou atrasada na bola, não conseguindo rebate-la e segundo, a cara da própria Bia, como se dissesse: foi sem querer, mas ganhei o jogo.
Foi uma grande dose de sorte, Luiz… rsrs… Sim, ela errou o lançamento e pegou aparentemente atrasado, saindo um saque muito curto e cheio de efeito. Nós, os domingueiros, sabemos bem como isso acontece! A Carol não ficou nada feliz.
Por q “boss”? O Dalcim é teu chefe?
Talvez eu não devesse perder esse tempo ou talvez não esteja ainda claro para você, que ele é o Chefe do Blog e do excelente TenisBrasil, só isso.
GUILHERME, parabéns pela coragem, pelo discernimento, pela avaliação equilibrada e pelo não puxasaquismo…
Não considero, infelizmente, a nossa campeã como a favorita amanhã contra a Muchova, mas sei que ela terá suas chances se continuar jogando bem como vem fazendo. Palpito que será uma batalha de três sets. E que a Bia vença!
Barbaridade, que pipocada gigante da Badosa.
Pode receber patrocínio da Pinduca, Zaelli, Yoki…
Dalcim,
Recentemente fiz uma pergunta que passou batida. Então, me permita indagálo novamente.
Quem voleia melhor, Luisa Stefani ou Karolina Muchova?
Se fosse para incorporar ao seu jogo, qual você pegaria?
Acho que a Luísa voleia melhor, mas estamos falando de duas modalidades bem distintas. O voleio das duplas acontece muitas vezes com pouquíssimo deslocamento, enquanto as simples exigem construção do ponto e muito mais perna e cobertura dos ângulos.
Ok
O problema principal da Bia é a cabeça, o controle emocional. Tênis ela tem de sobra. Mas, quando fica tensa, o braço pesa, o corpo fica duro. Aí vira presa fácil para as adversárias. Se controlar a cabeça, pode ir muito mais longe.
Incrível a fase e a carreira da Bia. Ela só tem que se orgulhar em ser a melhor tenista do Brasil desde Maria Ester Bueno. Evidentemente que como todo e toda tenista, ela sonha em conquistar um slan. Já não lembrava mais que Gabriela Sabatina tinha sido campeã do US Open. Como ela conseguiu sendo contemporânea de Martina Navratilova e Steff Graff? Foi um feito extraordinário!
Estou sentindo falta de Djokovic no torneio. A emoção de torcer contra, (à favor dos oponentes) rodada a rodada é bem melhor. A adrenalina fica alta por mais tempo e na grande final há um superavit de emoções. Claro, se Djokovic vence, há uma espécie de bug psicológico, reconheço. Mas é temporário, acredito. Só espero que de bug em bug nestes anos todos, não tenha havido um efeito cumulativo, porque isso criaria um hiperefeito colateral irreversível. Alô, você aí está se achando normal? De boa? Tudo belezinha?
Então há mais este paradoxo de difícil resolução para os torcedores contra Djokovic: torcemos contra, mas se Djokovic perder no início do torneio, acaba a graça!
Preciso me concentrar mais na frase de Rafael Nadal: “O tênis é maior do eu, Federer e Djokovic”. Creio que por meio destas palavras Rafael Nadal explicou como fazer expiação com o fim de alcançar a purificação espiritual-tenística para quem precise.
Como não gosto das atitudes dele dentro e fora das quadras por mim ele poderia perder nas rodadas iniciais como aconteceu nesse usopen
Você é um dos maiores filósofos e pensadores vivos, Ronildo. O mundo ainda vai te descobrir
O negócio é que em meu comentário Gabriela Sabatini virou Gabriela Sabatina! Vixi!!!
ADAMASTOR, o RONILDO é brilhante, a grande mente pensadora desta confraria…
Kkkk. Muito bom, Ronildo.
Você acabou de criar um ótimo paradoxo:
Torcer para Djokovic perder as partidas ao mesmo tempo que torce para ele vencer, para poder torcer para ele perder na próxima.
Kkk. Sensacional!
Sentirei saudades dos jogos com Djokovic quando ele se aposentar Rafael. Kkkk
Sim, é.
A grande maioria de nós, torce por um tenista favorito. E quando ele perde antes de uma final, é como se o torneio acabasse também.
O nobre Ronildo tem seu favorito para torcer e Novak Djokovic para zicar, então, sempre são mais longos os torneios para ele, exceção óbvia esse US Open.
Estranho, Ronildo. Até pouco tempo atrás você secava Djoko até em par ou ímpar e queria que ele perdesse sempre pro primeiro adversário. O que mudou?
Rsrs, abs!
É a sensação de que uma Era está acabando Paulo. Temos que aproveitar enquanto Djokovic ainda está no circuito!
Ele disse que quer ficar até os 40. Então não se preocupe, que você ainda vai ter muito o que secar.
Seguindo essa linha de raciocínio, o ideal seria ele perder na final… Kkkkk, muito boa.
Sim. Neste caso 1 SATISFAÇÃO, que seria ver ele perder na final, suplantaria as 6 frustrações anteriores!