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O herdeiro Alcaraz e um título para ninguém esquecer

Foto: Corinne Dubreuil/FFT

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Não sei se é possível jogar melhor, com maior intensidade física e controle emocional do que Carlos Alcaraz e Jannik Sinner fizeram durante 5h29 de uma final de Roland Garros que viveu inúmeras reviravoltas sem jamais perder qualidade. Foi talvez o jogo que fez grande parte dos fãs do tênis esquecer por um bom tempo do Big 3, porque os dois jovens líderes do ranking não deixaram nada a dever, do primeiro ao último ponto.

Espancaram a bola desde o primeiro game, correram tresloucadamente, viram o adversário pronto para encerrar a partida e nunca desistiram de encontrar soluções. E no meio desse turbilhão, realizaram lances espetaculares das mais variadas exigências técnicas. Um tremendo espetáculo para marcar o primeiro confronto direto entre eles em finais de Grand Slam, nos deixando a deliciosa impressão de que cada um pode fazer ainda muito mais.

Alcaraz, que já venceu todos os Masters do saibro além do bi em Paris, é definitivamente o herdeiro de Rafa Nadal, a quem lembrou por sua recusa em perder, tendo agora vencido todos os quatro jogos em que foi levado ao quinto set em Roland Garros. No geral dos Slam, aliás, venceu 13 das 14 partidas que foram ao último set. Ao mesmo tempo, vence seu quinto e mais difícil Slam, já que nunca havia saído dois sets abaixo numa final.

A primeira parte do jogo deste domingo esteve nas mãos de Sinner. Apesar dos games e pontos muitos longos – já haviam decorridos 45 minutos e ainda estava 3/3 -, o número 1 não dava muito espaço para as variações conhecidas do espanhol devido à profundidade e peso de suas bolas. Frente a um número expressivo de erros não-forçados de Alcaraz, que se via na obrigação de ser ainda mais ofensivo, Sinner teve 6/4, 5/3 e saque. O guerreiro espanhol ainda reagiu, mas voltou a ser dominado no tiebreak e de repente a vantagem do italiano era muito grande.

Tudo parecia caminhar de forma rápida quando Alcaraz ainda começou o terceiro set com saque perdido, mas pouco a pouco ele foi reduzindo os erros e usando melhor o forehand. Ainda assim, falhou na hora de fechar a série com o saque a favor e então devolveu de forma assustadora para diminuir o placar.

Mas estava difícil superar a solidez de Sinner lá da base. Nenhum dos dois teve índice aceitável de primeiro saque – terminaram abaixo dos 60% – e isso levava a um jogo de gato-e-rato nas devoluções, Alcaraz buscando mais as paralelas e Sinner, as cruzadas. Com 3/5, o defensor do título se viu com 0-40. Era o fim? Que nada. Encheu-se de coragem, disparou o forehand e escapou. Ainda saiu 0-2 no tiebreak, mas aí ele já estava cheio de confiança.

Não havia o menor sinal de cansaço, mas o italiano perdeu a intensidade, talvez ainda chocado com a chance perdida, e ainda via o espanhol pela primeira vez disparar curtinhas desconcertantes. Foi então a vez de Alcaraz sacar para a vitória. Como um digno líder do circuito, Sinner se agigantou e impediu a derrota, com bolas incríveis na linha e um esforço hercúleo para chegar numa curtinha que parecia mortal.

A decisão só poderia acabar mesmo no supertie-break e então o espanhol deu um show, vencendo os sete primeiros pontos com precisão e ousadia. Concluiu a tarefa com mais uma notável paralela de forehand, seu 70ª winner do dia, 17 a mais que o adversário. A estatística ainda reservou uma curiosidade: Sinner foi mais para os voleios do que o próprio adversário.

Carlitos chega ao quinto troféu de Grand Slam com diferença mínima de idade para Bjorn Borg (29 dias) e Rafael Nadal (1 dia), que eram apenas pouco mais jovem ao atingir essa galeria com os mesmos 22 anos. A diferença a favor de Alcaraz é que ele não perdeu ainda qualquer uma final de Slam disputada, façanha que só é superada na Era Profissional por Roger Federer, que venceu suas sete primeiras decisões.

Sinner não escondia a decepção por ter deixado escapar tamanha chance de somar o quarto Slam e o primeiro fora da quadra dura, tendo perdido também a sequência de 20 vitórias e 31 sets nesse nível de torneio. Pior ainda, a meu ver, é sofrer a quinta derrota consecutiva para Alcaraz, que agora lidera os confrontos por 8 a 4 em nível ATP. Desde agosto do ano passado, Sinner chegou a final de todos os oito torneios que disputou e as únicas três quedas foram justamente para aquele que está hoje logo atrás de si no ranking.

Alcaraz ao mesmo tempo dá uma excelente resposta a quem andou criticando seu possível comportamento mais relaxado fora das quadras, que foi tão explorado pelo documentário da Netflix. A conquista histórica deste domingo inesquecível em Paris mostrou o tamanho de sua motivação e entrega, ao mesmo tempo que deixou claro o quanto ele sobra em termos atléticos dentro de uma quadra de tênis.

Não dá mesmo para discutir sobre sua aptidão. Alcaraz é para mim o tenista mais talentoso e completo que apareceu no tênis pelo menos nos últimos 20 anos. E, se não se acomodar e descuidar do corpo e mente, terá um currículo digno de um Big 3.

E mais

– No século 21, apenas Guga Kuerten, Nadal e agora Alcaraz obtiveram títulos consecutivos na chave masculina de Roland Garros.
– O espanhol marca outro feito imponente de precocidade: é o mais jovem desde Borg a ser bi consecutivo tanto em Paris como em Wimbledon.
– O tênis italiano não saiu sem títulos de Roland Garros e Sara Errani teve papel fundamental. Ganhou duplas com Jasmine Paolini, o primeiro Slam do dueto, e também faturou as mistas, junto a Andrea Vavassouri.
– Já a final de duplas masculinas premiou outro espanhol, Marcel Granollers, que enfim ergueu seu troféu de Slam ao lado do excelente canhoto Horacio Zeballos.
– O argentino, até hoje o único jogador de seu país a ser número 1 de um ranking profissional, venceu o primeiro Slam para a Argentina desde Juan Martin del Potro, em 2009.
– Apesar das chaves muito pequenas, merece destaque mais dois títulos conquistados por Vitória Miranda em nível Slam, repetindo as simples e as duplas juvenis da Austrália entre os tenistas com cadeira de rodas. Luiz Calixto, também mineiro, foi vice nas duplas.

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valmir da Silva batista
valmir da Silva batista
11 meses atrás

Não sou um robô…

Maurício Luís Sabbag
Maurício Luís Sabbag
11 meses atrás

Em Wimbledon, agora os favoritos tem + uma pedra no sapato pra se preocuparem: Taylor Fritz. Não digo que vá ser campeão, mas pode complicar a vida de qualquer um.
Aliás, já complicou antes de começar o torneio. Tirou Jack Drapper do quarto lugar.

Paulo A.
Paulo A.
11 meses atrás

Dalcim, uma dúvida me assola: por que as nossas jogadoras não conseguem sacar bem? Mesmo a Bia, com seus 1,85m, não tem um saque contundente, pelo contrário.
Comparativamente, a veteranissima Tatjana Maria, mesmo com 37 anos, “apenas” 1,72m e mãe de 2 filhas, deu um show no saque contra a Madson Keys, fazendo além de aces muitos winners com o serviço.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
11 meses atrás

Difícil escolher quem amarela mais: Zverev ou a camisa dele. Pneu no tiebreak, um cara q tem o serviço da qualidade do dele, na grama, leva de zero. Que piada…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Aproveite e elogie o nível apresentado por Taylor Fritz na superfície. Melhor em Todos os fundamentos que Zverev. O público Alemão não ajuda em nada o Tenista da Casa …rs. Mas Norte-Americano surpreendeu e recebeu o devido reconhecimento. Zverev está com a confiança totalmente em baixa. Até mesmo no Backhand. Abs !

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
11 meses atrás

Dalcim,

Tem algum jeito da gente inserir a nossa foto acima do nosso nome?

Se tiver, me ensine, por gentileza.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
11 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Obrigado.

Sergio
Sergio
11 meses atrás

Concordo plenamente caro Dalcim. Foi um jogo “maluco “, simplesmente espetacular. Imprevisível até a última bola. Dois grandes tenistas que apresentaram uma intensidade de jogo poucas vezes vista até hoje. Me lembrou um pouco a final também épica do Australian Open de 2022 entre Nadal e Medvedev.
Parabéns pelo artigo.

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
11 meses atrás

Comparar o 24 GS da Novak Djokovic com os 24 GS da Margaret Court me parece complicado, visto a gritante diferença de competitividade das épocas. Atualmente jogam a chave principal com 128 tenistas mais 128 tenistas no quali. Na década de 1960, os torneios tinham menos de 50 jogadoras, chegando a menos de 30 em algumas edições. Ela venceu 11 vezes na Austrália, em chaves com 80% a 90% de compatriotas, ou seja, o melhor é não comparar.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás

Com pouquíssimas partidas disputadas na ano , Djokovic poderia no mínimo, fazer como no Saibro, pulava Halle e Queen’s , e se preparava no ATP 250 de Stuttgart. Ficaria longe de SInner e Alcaraz, e a preparação possível contra Sasha ( já está na final) , acrescentaria muito . Vida que segue…Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Claro, faz uma semana que ele jogou uma partida e entraria no evento da semana seguinte com 38 anos pra ficar mais 2 parado. Só faria sentido jogar Mallorca ou Eastbourne se ainda precisasse do 100° título, como já dito.

“Brilhante”, Sr. SR! Rsrs, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Tudo agora a idade é desculpa. O mundo dá mesmo muitas voltas. É óbvio que somente iria estrear na Quarta. ” goat ” não foi novamente Finalista em RG . E na Grama em 3 Sets , nenhum problema. Pelo menos não teve revanche com Sasha rs. Que alívio para os Kombistas, Sr, SR Paulo Almeida.Rsrsr, Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Desde 2010 Djokovic não disputa os preparatórios para Wimbledon, salvo 2017 e 2018. Fez semi em 2010 e 2012, final em 2013, 2023 e 2024 e foi campeão em 2011, 2014, 2015, 2019, 2021 e 2022. Só deu ruim em 2016 quando perdeu pro Querrey na terceira rodada.

O sérvio vem de 3 semanas seguidas em quadra e o Sr. queria que jogasse esses primeiros 250? Nem se fosse novo.

Zverev nunca provou nada na grama. Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Em 2008 perdeu a FINAL de Queen’s para Nadal . Pulou para Halle em 2009, e Tommy Haas também o bateu na decisão. Em 2018 foi a vez de perder para Marin Cilic na FINAL. Sua opção de pular os preparatórios ATP 500 , tens seus motivos muito claros . Daí com apenas 8 Títulos na superfície, tem que se contentar em ser o Rei somente do AOPEN, com 10 a 6 pra cima do Craque Suíço. Daí os 24 a 20 em número de SLAM …Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Teria ganhado um bocado desses 500 se tivesse disputado na sua melhor versão e o Sr. sabe bem disso. Sempre se dedicou exclusivamente a Wimbledon e foi muito bem sucedido.

Djokovic é rei de Australian Open, Indian Wells (empatado), Miami (empatado), Pequim, Xangai, Paris-Bercy e ATP Finals, além de príncipe de Roma e Canadá. Na soma, é rei absoluto do hard court, do tênis e dos esportes em geral.

Sem choro, rsrs, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Choro de rir , rsrs. O melhor é o tamanho da Lorota ! . Hard Court : 1. Federer 71 Títulos ; 2 . ” goat ” 71 ; 3 . Agassi 46 . Roger Federer, o único Pentacampeão Consecutivo do USOPEN . Número de Vitórias na Carreira: 1. Connors 1256 V ; 2 . Federer 1251 V ; 3 . ” goat ” 1136 V . Que Rei Sou Eu ???. Rsrsrs, Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

14 Slams, 7 Finals, 29 Masters 1000 = 50 Big Titles no duro. Quase pega o total de 54 do suíço.

Rsrs, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Ia me esquecendo. Como a Turminha da Kombi sacaneava os 109 ATPs de Jimmy Connors, devido as ATPs250tinhas. Como do nada, o poderoso ATP 250 de Genebra, passou a um de extrema ” necessidade” ….rs. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Mas é óbvio: a conquista do centésimo era um pequeno fardo; não é mais.

Se ele quisesse inflar o currículo com small titles, iria para o Hertogenbosch e depois pra Mallorca. Porém, ele ainda é o terceiro melhor tenista da atualidade e quer dar (talvez) a última cartada em Wimbledon. No final, é o rei absoluto de Big Titles com 72 (e exatamente 72% do total).

Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Correção: little titles kkkkkkk

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Como o Alessandro disse, ‘little’ dá um tom irônico maior, rsrs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Bigtitles criados somente em 90.? . E Torneios WCT em 5 Sets na Época de Laver , Borg , Vilas e o próprio Connors, caracterizados como ATP 250 pela entidade rival ? . A mesma que diz que Ouro olímpico é bigtitle com zero ponto? . Sampras somente levou 11 Masters 1000 e foi considerado GOAT na sua Época. Djokovic jamais quis inflar nada na Grama . Simplesmente optava pela invencibilidade antes de Wimbledon. Quando esteve em Mallorca somente se arriscou nas Duplas…rs.Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Títulos passados foram reconhecidos como Big Titles e Connors tem apenas 31. É só conferir no link: https://www.ultimatetennisstatistics.com/goatList

As Olimpíadas valeram 750 pontos em 2012, mais do que 250 e 500 (obviedade). É um Big Title inconteste.

O oráculo Sampras definidor de entressafra teve de fato um desempenho pífio em Masters 1000 para quem tem 14 Slams. Chega a ser uma pedra no sapato, assim como nunca ter vencido Roland Garros.

Sim, Golden GOAT nunca quis inflar nada na grama, senão já teria mais de 109 títulos.

Abs!

Paulo F.
Paulo F.
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Nem tu acredita que alguém que tenha 7 Wimbledons e que nunca perdeu finais por lá pro Federer é ruim de grama, Ribeiro.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Quem disse que é ruim ? . O ” Rei da Grama” possui 19 Conquistas seguido por Pistol Pete Sampras com 10 . O bom Terceirão tem 8 ( 1 ATP 250 ) . Mesmo caindo para Federer por 3 x 1 em 2012 na Semi , e para Murray em 2015 por 3 x 0 na FINAL. Acho que ” goat ” não cai mais , devido a Alcaraz e Sinner não permitirem, SR P.F. …rs. Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Federer perdeu 3 finais em WB.
Sobre Alcaraz e Sinner: sorte deles enfrentarem Djoko em final de carreira. Sinner apanhou até os 36 anos do goat. Alcaraz apanhou até os 37 e não houve confronto com os 38 anos do goat.

Paulo F.
Paulo F.
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Somando todos os pisos, pois o tênis não é somente grama, djokovic é o primeiro e possui todos os títulos de maior grandeza.
Conferido!
Sem chorto
Rsrsrsrs abs!

valmir da Silva batista
valmir da Silva batista
11 meses atrás

Quanta admiração eu sentia pela Folha de S. Paulo a partir do final dos anos 80, quando o jornal decidiu abraçar o providencial posto de ombudsman, tendo à frente de tal ofício figuras muito bem discernidas. Nomes como Renata Lo Prete, Caio Túlio Costa e Júnia Nogueira de Sá, me fizeram crer que era possível a existência de um jornalismo desprovido da seara corporativista à moda tupiniquim, como diria a genial Barbara Gancia( não tem acentos ). O principal interesse ali era, obviamente, o senso de isenção e imparcialidade, visão crítica que falta a muita mídia por aí, cujo renome não merece o alcance desfrutado. A Folha já não ostenta o mesmo posicionamento sério dos tempos idos, mas segue com a presença de uma ombudsman em suas fileiras, sendo sua atual chefe de analogia e auto-analogia Alexandra Moraes( rsrsrsrsrs ). O jornal da família Frias de Oliveira foi o primeiro veículo de comunicação brasileiro a adotar um profissional para fazer-lhe a autocrítica, bem como a avaliação dos demais veículos de comunicação. A partir de seu pioneirismo, outros periódicos resolveram deixar à parte o atraso de vida e também adotaram seu ombudsman. O sábio e ex editor-chefe da Folha, Boris Casoy, diria que “É uma vergonha!” não fazê-lo…

Christian Miola
Christian Miola
11 meses atrás

Dalcim, tenho uma curiosidade. Brasileiro tem uma paixao especial por Roland Garros obvio pelas 3 conquistas do Guga e ser nosso “habitat natural” no tenis. Sendo assim, qual momento o site Tenisbrasil tem mais audiencia? Roland Garros, US Open ou Wimbledon? Nao creio no AUS Open pelo fuso. Grande Abraco, acompanho aqui desde os tempos do Guga (muiiiiiiiiiiiiiiiiiiito tempo kkkkkkk)

valmir da Silva batista
valmir da Silva batista
11 meses atrás

É sério, gente, dá até vontade de chorar, é muita injustiça…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás

No USOPEN 2018 , Serena repetiu a dose com Carlos Ramos , perdeu ponto e no segundo Set , um game inteiro. Levou um chocolate de Osaka , perdeu o Título, mas mesmo pedindo desculpas ainda em quadra , ofuscou a jovem Asiática na premiação. Big Mac afirmou que deveria levar um gancho e não outra multa ridícula. Fez uma Carta aberta a Naomi Osaka em julho de 2019 , pedindo desculpas novamente, que foi muito bem recebida pela Nipônica. O mundo dá muitas voltas, e Naomi foi a única Tenista a receber $$$$$$$ mais que Serena, numa Temporada , segunda a Forbes . Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás

O fanatismo faz comparar os fatos de Djokovic e Serena no USOPEN . A desinformação faz que os sabichões do Site TênisBrasil, não percebam , que as tretas de Willians , foram de linguajar baixíssimo, com arbitra(o) do Torneio . Kim Klijster ( a primeira Mamãe sem ranking convidada ) , experiente, não deu a mínima para Willians e bateu em Sets diretos, Serena e Wozniak (Final ) , levando o Caneco . No ano seguinte em Bruxelas , bateram o recorde de público pagante ( + 32000 ) que perdurou até 2019… PS : Realmente a multa foi ridícula, próxima a 10000 dólares. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
11 meses atrás

Que pena que o Medvedev perdeu, será q eu consigo dormir???

Raducanu ainda procurando pelo tênis q a fez campeã do USO. Ainda é muito jovem, mas me parece mais franzina do q a maioria das adversarias de ponta, será q dá tempo de encontrar????

Djoko não disse nada q já não seja do conhecimento geral: começou como patinho feio mas depois superou os outros dois do Big3, ou alguém discorda? Ele sempre se deu melhor com Rafa do q com Federer, inclusive parece ter havido rusgas entre os pais. Por fim, ele sempre teve a maioria da torcida contra, algo agravado por algumas posturas equivocadas, opção dele…

Dalcim, por favor e com todo o respeito, faz outro post, esse está muito carregado. Bom FDS!

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
11 meses atrás

“Nunca fui tão amado quanto Federer e Nadal porque não era pra eu estar lá”.

“Eu agi e ainda me sentia como criança indesejada. Eu me perguntava por quê. Isso me doía. Depois disso pensei que os fãs me aceitariam se eu agisse diferente. Mas não foi o caso” explicou o tenista de 38 anos.

E depois ainda tem gente que diz que carisma não é importante.

Ansioso pra ver qual será o “chololô” do Paulo F. agora. Quando se fala de jogar bonito ele diz que esporte não é ballet.

Acho que agora vai dizer que esporte não é disputa de Miss Simpatia kkkkkk

Última edição 11 meses atrás by Rodrigo S. Cruz
Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Carisma não é importante para o esporte. A técnica é importante.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Quem já decidiu qua a GOAT é Margaret Court ????. Para a maioria é Serena Williams . Até Steffi Graf aparece ( para muitos ) a frente de Court . É óbvio que para o Kombista Sr Paulo Sérgio, o mundo do Esporte está errado. E Legado não existe… rsrs. Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Court obteve boa parte dos slam na Era Amadora. Isso é meio óbvio.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Vencer 5 Laureaus não é reconhecimento? Apresentação do Laureus de 2025 e entrega da taça na final da Libertadores. Opiniõrs de Nadal e Mouratoglou não importam.Não acompanha os eventos esportivos e as premiações? Falta mesmo reconhecimento? Ou você só menciona o que é conveniente para você?

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
11 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Pena que o Djoko discorda

kkkkk

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Acho bobagem da parte dele. Não julgo quem conheço apenas publicamente.
A relação entre atletas e público deve ser apenas de admiração, ou seja, você se espelhar no tenista que você mais se identifica em termos de jogo. Acho até brega alguém dizer que ama algum famoso sem conhecê-lo pessoalmente. Essa é minha opinião.

Última edição 11 meses atrás by Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

*espelha

Paulo F.
Paulo F.
11 meses atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Djokovic sempre foi carismático, extremamente divertido inclusive com suas imitações. Mas cometeu o pecado de se intrometer e superar a dupla queridinha do establishment e tentaram e tentam destruí-lo por isso. Fora que sempre foi um homem de convicções, algumas muito erradas como no caso das vacinas.

Maurício Luís Sabbag
Maurício Luís Sabbag
11 meses atrás

Sobre a entrevista que Djokovic concedeu ao programa Failures of Champions, não dá pra saber por que ele não é o + amado do Big 3..
Não dá porque cada um dos milhões de torcedores tem seus próprios motivos e pontos-de-vista. Então a resposta + plausível é: trata-se de um conjunto de motivos.
Só que eu, no lugar dele, não me preocuparia com isso. É multi-recordista, é quaquilionário…
Não só ele, mas ninguém deve viver em função da opinião alheia.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 meses atrás
Responder para  Maurício Luís Sabbag

Onde assino?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 meses atrás

Um dia 12 não muito” simpático” para os Kombistas. Se não bastasse Big Mac com o ” só pagaria pra ver jogo do Alcaraz” . O Ex Boris Becker: ” Alcaraz atingiu um nível , que nenhum outro jogador chegou até hoje ” . Fonte : T News. Já Djokovic, revelou para imprensa Sérvia , que comunicou a família e empresário, que chegou a largar em 2018 , após cair cedo em Miami. Não satisfeito repetiu o famoso” era a criança feia. Nunca fui amado como a Fedal . Mas no final, sou o que mais conquistou”. Tenho a sensação que Novak Djokovic, não tem a menor noção do que fará daqui pra frente. Mas não larga o osso antes do AOPEN 2026 . Ao menos, a meu ver . Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
11 meses atrás

Vi hj cedo q Djoko não participará de nenhum preparatório pra W. Ele já fez isso antes e por sinal se deu muito bem, sendo campeão. Mas, sempre temos um “mas”, era uma outra época, um outro momento. Apesar de ainda estar em muito boa forma, e de ser no momento o mais experiente jogador de grama bem ranqueado, sinceramente não acredito em título do sérvio. Acredito em boa campanha, segunda semana me parece algo certo, mas em título não creio…

valmir da Silva batista
valmir da Silva batista
11 meses atrás

Se no masculino é natural qualificar um tenista com determinado adjetivo, quando ele é ruim de bola, minha avaliação, até por equiparação de gêneros, é que Beatriz é grossa….

valmir da Silva batista
valmir da Silva batista
11 meses atrás

“Apesar da dura derrota na final de Roland Garros, o italiano Jannik Sinner não saiu da partida de mãos abanando. Além do troféu de vice-campeão, ao abrir 2 sets a 0 sobre o espanhol Carlos Alcaraz, ele igualou um recorde do norte-americano Pete Sampras. Assim como Sampras, o atual número 1 do mundo conseguiu vencer 11 sets seguidos em finais de Grand Slam, a maior sequência na história da Era Aberta”. Mas ô conversinha fiada, não? Chega a ser melancólico o fato das mídias especializadas em tênis se valerem de invencionices a nível de recordes até como quanto tempo o tenista ficou sentado enxugando “as fuça” na toalha, no instante da parada para a virada de lado na quadra, e o que é pior, até jornalistas conceituados caem nesta esparrela, haja vista um veículo de comunicação dito sério se prestar a produzir a matéria em questão. Juntando os cacos do que se pretende senso de pesquisa, cujo tema é supostamente relevante, minha avaliação é que caras feras no que fazem não precisam desse tipo de bobagem, afinal de contas, o mote não passa de encheção de linguiça….

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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