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Novak Djokovic, Stan Wawrinka e Marin Cilic, nomes muito bem conhecidos em Melbourne, transformaram o segundo dia do Australian Open numa celebração dos veteranos. Aos 38, Nole marcou sua 100ª vitória em exibição de gala, enquanto o campeão de 2014, chegando nos 41, esticou ao menos por mais um dia sua despedida definitiva do torneio e não conteve as lágrimas. Finalista oito anos atrás, o croata voltou a passar uma rodada no torneio depois de quatro temporadas.
Verdadeira vitória anunciada, Djokovic entrou para disputar seu 81º Grand Slam, mais um recorde para sua inigualável carreira, diante de um Pedro Martinez que buscava apenas a 16ª vitória desse nível. E Nole foi exuberante. Sacou com variação e profundidade, disparou golpes de notável potência e cobriu a quadra como se tivesse 25 anos. Um recado duro para o quali italiano Francesco Maestrelli, um grandalhão de 1,96m. Satisfeitíssimo com seu primeiro jogo da temporada, o sérvio reafirmou como se sente à vontade na arena Rod Laver.
Stan justificou o convite recebido de última hora e se tornou o segundo mais velho tenista a ganhar uma partida no torneio desde 1980. Fez uma batalha de golpes de base contra o sérvio Laslo Djere com toda a torcida a seu lado e agora faz um curioso duelo de gerações contra o garoto francês Arthur Gea, de 21 anos, que ganhou seu primeiro jogo de nível ATP em cima do forte tcheco Jiri Lehecka. Com 1,80m e firme na base, Gea já venceu nove jogos em 2026, incluindo um challenger e três rodadas do quali do Australian Open.
Por fim, Cilic aproveitou a péssima fase do alemão Daniel Altmaier, ganhou os 13 primeiros games da partida – duplo 6/0 só aconteceu cinco vezes nos Slam profissionais, o último deles em 1993 – e aos 37 anos mostrou que ainda pode ser competitivo se o saque e o forehand funcionarem a contento. O desafio agora é o canhoto Denis Shapovalov.
Swiatek e Andreeva levam sufoco
A irregularidade mostrada na United Cup voltou a complicar a vida da polonesa Iga Swiatek, que busca em Melbourne a única final de Slam que não participou até agora. Ela viu a chinesa Yue Yuan sacar para o primeiro set, mas arrumou uma série de winners para levar ao tiebreak e se safar. Viveu ainda um segundo set de altos e baixos até por fim manter a espetacular estatística de não perder set em estreia de Slam desde 2019.
“O difícil é ganhar partidas quando as coisas não vão bem”, filosofou a vice-líder do ranking. Iga tem 2 a 0 no histórico contra Marie Bouzkova e pode contar com uma torcida fanática outra vez.
A estreia também não foi fácil para a russa Mirra Andreeva. A campeã de Adelaide no sábado viu uma inspirada Donna Vekic no set inicial, porém teve paciência para buscar a virada e selou o jogo com ‘pneu’. Faz agora duelo inédito contra a grega Maria Sakkari.
Bem mais tranquilas foram as partidas de Coco Gauff, Amanda Anisimova e Jessica Pegula. Bom ver Gauff buscar maior variação de jogadas. A jovem Victoria Mboko venceu pela primeira vez em Melbourne e se aproxima de interessante duelo com Clara Tauson. A maior surpresa foi a vitória de Magda Linette, com virada em cima de Emma Navarro
E mais
– Djokovic tem agora marca centenária em três Slam: 102 em Wimbledon, 101 em Paris e 100 em Melbourne. Falta o US Open, onde soma “apenas” 95.
– Daniil Medvedev enfim voltou a ganhar uma partida de Grand Slam, 370 dias depois de passar uma rodada no Australian Open de 2025. Fez 47 winners para tirar o holandês Jasper de Jong e buscará a terceira vitória sobre o francês Quentin Halys, que gosta dos pontos curtos.
– Mais cabeças se despediram cedo no masculino. Além de Lehecka, Félix Aliassime sentiu cãibra no começo do terceiro set diante de Nuno Borges e reconheceu nunca ter vivido esse tipo de problema num jogo de primeira rodada. Já Botic van de Zandschulp salvou set-point essencial no quarto set e barrou Brandon Nakashima, que vinha do vice em Brisbane, e Fabian Marozsan tirou Arthur Rinderknach, cabeça 24.
– Learner Tien esteve 2 sets a 1 e uma quebra atrás antes de virar contra Marcos Giron. Bem mais tranquila foram as estreias de Alex de Minaur, Casper Ruud – com 10 aces -, Tommy Paul, Alejandro Davidovich e Valentin Vacherot, que ganhou seu primeiro jogo de Slam.
– Jaume Munar, que escapou de 2/5 no quarto set, perdeu a paciência com o público: veja a cena.
– Duas cenas tristes de se ver: Marina Stakusic saiu de cadeira de rodas após cãibras e Marta Kostyuk confirma ruptura de ligamento na derrota do domingo.
– O lado inferior da chave masculina concluirá a primeira rodada, com João Fonseca entrando em quadra por volta de meia-noite para reencontrar o norte-americano Elliot Spizzirri, 85º do ranking e que o venceu no quali do US Open de 2024.
– Sinner e Fritz são amplos favoritos. As melhores promessas de bons jogos: Musetti-Collignon, Dimitrov-Machac, Mensik-Carreño, Hurkacz-Bergs e Shelton-Humbert.
– No feminino, estreiam Elena Rybakina, Belinda Bencic e Naomi Osaka, sem perspectiva de dificuldades.











Na torcida para que Stan vá o mais longe possível no torneio, para nos brindar com seu magnífico BH.
E o João Afobadão perdeu mais uma. Lembro de muitos ‘experts’ aqui do grupo vaticinando, já no início do ano passado, que Afobadão seria favorito em um confronto contra o velho Djokovic de então 37 anos.
Um ano depois, o nosso velho já quase idoso, n4 do mundo e atual semifinalista de todos os GS. Afobadão? O velhote, ainda um lobo corredor e lutador, voltou de mais de 3 meses sem jogar e, diferente do novinho Afobadão, não parece ter tido qualquer problema de “ritmo”. Aliás, diga-se a verdade: essa sempre foi uma marca dos maiores, Nadal e Djokovic: voltarem de lesão num ritmo muito acima dos meros mortais.
Que se honre e se respeite mais as lendas do tênis, incluindo o terceirão, ídolo de JF.
Boa rs
Bobagem sem tamanho. Federer voltou de Cirurgia em 2016 , já levando AOPEN 2017 de virada por 3 x 2 para cima de Nadal . De quebra levou também Wimbledon 2017. Se liga ,cara !!! rs. Abs !
Ele também perdeu para Elliot nas qualificatórias da USO de 2024.
Fonseca perdeu para um cara pior que o adversário do Djoko de ontem. Um 3 x 1 indiscutível.
O caminho é longo. Evidente que o brasileiro apresentou falta de ritmo e talvez a preparação não tenha sido ideal, mas hoje é gritante a diferença dele para os melhores.
Djoko consegue ficar 2 meses sem atuar em alto nível e retorna com uma movimentação absurda, coisa que o João não está sequer próximo de fazer, mas já vi entendido tentando comparar ele ao sérvio. João ano passado levou duas aulas do Draper…
Em condições normais vejo que ele tem uma direita muito acima de média, que assusta mesmo, mas a movimentação e o backhand são bem abaixo. Claro, a longo prazo tende a melhorar, precisa.
Dalcim, houve também um duplo 6-0 na final do US Open de 2004 – Federer x Hewitt (6-0; 7-6; 6-0). A não ser, é claro, que você tenha se referido a sets seguidos de 6-0.
Exatamente, a dois eeguidos no começo da partida.
JF perdeu, nada inesperado face a contusão nas costas e as desistências dos eventos q ela gerou. Como ele mesmo disse, faltou ritmo, algo que se adquire na quadra, o que foi impossibilitado…pelas constas. E aqui menosprezavam isso, gente arrogantemente e que acha que sabe tudo…
Ninguém menosprezou coisa alguma. Se não fosses preguiçoso, e lesse os comentários, veria que cravei JF como Zebra depois que desistiu também de Adelaide. Larga o Insta e se ligue nas bobagens que postas diariamente… Rsrsrs,Abs !
Nos comentários li q foi fácil para o Djoko ganhar a primeira rodada pq o adversário era fraco e já entrou derrotado e a o Djoko é sempre favorecido nas chaves. Fonseca perdeu na primeira rodada… o adversário tb era fraco, entrou derrotado e o Fonseca foi favorecido na chave?
Ambos fora de ritmo. Djokovic com 38 para 39 anos . JF e seu oponente de hoje , não fariam 6 games com o Sérvio ( sacando barbaridade) , idem para a movimentação.
Vi os dois jogos , e não tenho medo de estar cometendo nenhuma injustiça. João Fonseca tem um longo caminho pela frente. E vai chegar ao Top 10 no máximo em ano e meio . Aguardemos. Abs !
Estou vendo o jogo entre Leilah Fernandez x Tjen, no momento vai dando zebra, e o que me chama atenção, é como a canadense não evoluiu, na decisão entre ela e Emma, via nela um potencial.
Mas passado, alguns anos, é evidente que ambas, cairam muito, uma começando a se reeguer, a outra pelo visto, não suficiente.
Vendo o tiebrake, a Tjen só nos slices, e Leilah sem saber o que fazer, resultado 6×1 e matc point, acabou o jogo, perdeu feio a canadense.
Por não ser tão jovem ainda, espero que ela possa evoluir, o problema é por onde começar, agregar mais no staff, mexer no treinador, ou ao menos tentar se reiventar algo, por que essa dvoluçaõ dela que vi hoje, misericórdia, tã ruim, mas muito ruim.
E Jakub Mensik aparece – até o presente momento – como o maior expoente da nova geração.
Aos 20 anos já venceu Masters 1000 e provisoriamente lidera a corrida.
A verdade é que apesar do João Fonseca ser ” O cara do momento” e ter um início promissor, não há garantias nem favas contadas em qualquer esporte, muito menos no tênis.
E João fonseca vai precisar apresentar muito mais do que apresentou até o presente momento se quiser se juntar aos Tops, superando suas limitaçôes com o tema da lombar.
Com relação a estréia de logo mais, poderemos ter uma grande vitória ou uma grande frustração, dependendo basicamente da condição física do nosso prodígio!.
A se ver…
E conforme o jogo de 5 sets se alongou, João foi perdendo “energia” até finalizar em 1×6, 2×6…
Lembra o Guaga após a prótese.
Pelo fato do problema ter sido declarado como congênito, seria o fim da linha???
Então, se Sinner e Novak conseguirem chegar ao final da semana, um deles receberá uma sessão diurna de 35°C
Gostaria de saber qual deles
Qual é a sua aposta?
Talvez ambos tenham sessões noturnas, em arenas diferentes?
É o mais sensato.
Nobres amigos, antes de tudo, desejo que 2026 seja um grande ano de tênis para todos nós acompanharmos e, no plano individual, que também seja um ótimo ano para cada participante aqui do espaço.
E, nobre Dalcim, para você que gosta de títulos com referências, acho que hoje dava até para ir de “Os velhinhos se divertem”.
Verdade, Helena… rsrs…
Ao ser perguntado o que achava do novo saque de Alcaraz, Djokovic respondeu que era preciso falar sobre direitos autorais e que ele queria uma porcentagem de seus ganhos, além de esperar uma homenagem sempre que Alcaraz acertasse um ace!
Djoker está de volta, muito engraçado
Imagino o que pensaram os adeptos ao legado, quando leram que Alcaraz disse que seu novo saque teve o sérvio como inspiração.
Ontem o homem teve 5 pontos perdidos com o saque em 2 h de hoje.
Ahh, mas o adversário foi um pangaré…
Se não me engano, Guga meteu 6/0, 6/0, 6/3 na estreia de RG/2001.
O único e inigualável, Novak Djokovic
Boas análises. Obrigado pelo texto.
Como é agradável vê o Stanimal jogar. A melhor esquerda do circuito por anos e um estilo de jogo muito agressivo. Djokovic sempre muito forte em slam, principalmente contra um banana como esse. A propósito, o Sérvio está com um caminho repleto de bananas até as oitavas, daí teremos jogo caso esteja lá o Mensik ou o Bergs. Qualquer outro será varrido pelo Sérvio. E quem sabe não teríamos um deliciosos milagre “Djokovic x Stanimal” pra encerrar a carreira no AOpen de um dos dois. Contudo, independente do adversário, Djokovic é favorito pra chegar nas semifinais. E aí meu amigo, se for o Sinner, será só poupa tempo. Outra surra! Mas será uma despedida digna!
Dos três, Djoko está mais inteiro, o ranking responde por si, mas ver Stan e Cilic jogarem com um geração bem mais jovem, e soltos, é relembrar um pouco do quanto foram incríveis esses jogadores, Djoko dispensa comentários, Stan é o melhor backhand de mão trocada da história, a campanha de Rolland Garros que levantou o troféu fala por si, e Cilic têm um temível forehand, que o levou a levantar o único Slam da carreira, o US Open.
Djokovic deu um verdadeiro show e será um Leão nas rodas iniciais, mas deve ter trabalho a partir das 4as. e não passa nem perto do favoritismo para a semi.
No entanto, acidentes acontecem e caso um dos Superbigs caia antes da semi, “Nole” (que apelido prá lá de esquisito…rs) passa a ter chances de seguir a final ou mesmo ser campeão, dependendo da combinação de resultados.
Assim como MCEnroe perdia a calma, Nole perde a compostura. Estou sentindo falta dele “cometer uma presepada”. Além do mais, assim ele vira notícia e pode se sentir amado…
Wawrinka:
– “Quem viu, viu. E quem não o viu, jamais vai conseguir entender o porque de tanta admiração por parte de alguns”. Diferente de “Nole”, Wawrinka passa longe – mas muito longe – da lista de favoritos, embora fosse bem interessante vê-lo nas rodadas finais. “Stan” não é candidato as rodadas finais, mas também não é candidato a cometer nenhuma “presepada” daqui até o final do torneio.
Talvez Caio seja um apelido esquisito em sérvio também…rs
Fico imaginando como se fala “Os três Estarolas” na língua local.
E também como o próprio Nole (e também o Federer) devem se referir a sua torcida formada basicamente por “fanáticos com QI reduzido” (no caso do Djoko) ou por “Fanáticos gourmet” no caso do Federer…
Devem se divertir a beça..
Lupin anda numa vibe agressiva ultimamente.
Quem tem intelecto elevado sabe que QI não tem validade científica e nem ofende os outros gratuitamente em todos os posts.
Você é muito frustrado, Carlo VW.
Concordo com vc.
Cuidado para não se afogar no próprio fel, Lupin-Carlo VW.
Nole é esquisito para quem não tem familiaridade com a língua que se fala na antiga Iugoslávia. Nole é para Novak, como Pedrinho é para Pedro, cá entre nós.
Problema desses caras é físico, muito comprometido pela idade avançada. Cilic e Wawrinka iriam mais longe não fosse esse aspecto.
Já o GOAT continua impecável na parte técnica, mas conseguir se manter preparado fisicamente aos 38 e por duas semanas será um desafio e tanto. Caso consiga pode bater qualquer um.
Hoje ele disse que fazer história é uma motivação, então vem mais recorde de longevidade a ser batido por aí. Antes eu achava impossível ele alcançar o recorde de 109 títulos do Connors… agora não duvido de mais nada.