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Por duas vezes, Novak Djokovic esteve com seu favoritismo seriamente ameaçado neste Roland Garros, em ambos os casos por tenistas com reconhecida preferência pelo saibro e com muitos anos de juventude à frente do veterano número 1 do mundo. Francisco Cerúndolo fez ainda mais do que Lorenzo Musetti, porque chegou a estar a dois games de serviço da inesperada vitória, diante de um adversário que aparentava estar avariado no joelho e sem a disposição física que sempre lhe foi peculiar.
Mas o argentino, que lutou bravamente e arrancou winners de todos os tipos, falhou nos momentos mais delicados. Pura questão emocional, e todos sabemos que isso sobra ao maior de todos. Quando agarrou a tábua de salvação, o sérvio se esqueceu da dor, de suas limitações e da maratona da madrugada ainda tão vívida. Voltou a mexer muito bem as pernas, acelerou os golpes e tentou cortar ao máximo o tempo do adversário. Poderia ainda ter simplificado a virada, não tivesse amolecido no terceiro game do quinto set, já com quebra à frente.
Djokovic fez um grande primeiro set, sem dar sinais do desgaste anterior, mas um desequilíbrio no começo do segundo set – a quadra se mostrava lisa demais – provocou algum desconforto no joelho, que persistiu pelos três sets seguintes, a ponto de vermos por diversas vezes a cena incomum de Nole desistir de ir na bola. Parecia abatido e irritado, porém jamais entregue. Fez opção corretíssima de ir muito à rede, maravilhando com voleios exigentes, porque felizmente a qualidade do primeiro saque se manteve alta o tempo todo. A rigor, foi o que o salvou durante os momentos em que Cerúndolo esbanjava confiança, porque apesar de tudo o sérvio evitou que o argentino disparasse ainda mais no placar.
Era como se esperasse uma chance derradeira, e ela veio quando o argentino não dominou os nervos, fez dupla falta e se mostrou precipitado ao sacar com 4/3 no quarto set. E por isso Djokovic mereceu demais a virada conquistada, ainda que tivesse de lutar por mais 10 games num quinto set apertado, em que a vantagem definitiva só veio a custa de grande esforço, aí muito mais por conta da evidente superioridade técnica e dos amplos recursos do número 1.
Assim, aos trancos e barrancos, com mais dois recordes espetaculares na coleção infindável, teremos a esperada reedição da final do ano passado contra Casper Ruud, outro saibrista de primeira linha. Mas será que teremos mesmo?
Em declaração muito preocupante, Djokovic afirmou na entrevista oficial que vinha sentindo um problema menor no joelho e que o escorregão sofrido pareceu maximizar o problema. Confessou ter tomado incontáveis analgésicos até enfim a dor desaparecer no quarto set, mas que não tem a menor ideia se conseguirá entrar novamente em quadra. Péssima notícia.
O norueguês perdeu os cinco primeiros duelos contra Djokovic sem jamais ter roubado um set, até que conseguiu a vitória de dois meses atrás na semifinal de Monte Carlo. Foi o melhor momento de Ruud no saibro até agora, com o vice em Mônaco e o título em Barcelona. Daí em diante, fracassou em Madri e Roma e precisou ir à Genebra para recuperar confiança.
Em Roland Garros, sofreu horrores diante de Alejandro Davidovich e viveu aperto de Tomas Etcheverry e agora de Taylor Fritz. O americano deixou escapar 5-1 no tiebreak inicial, levou o segundo set e abriu 2/1 e saque no terceiro. Por fim, se machucou e não foi competitivo no quarto set. De qualquer forma, é preciso enaltecer os elementos novos que Ruud tem colocado em seu tênis, como um saque bem mais afiado – fez 11 aces hoje – e subidas frequentes à rede (foi 21 vezes, mais do que o próprio Fritz).
A outra vaga na semifinal ficará entre Alexander Zverev e Alex de Minaur. O alemão superou mais um jogo em cinco sets, em que foi exigido o tempo todo por Holger Rune. Parece estar com a cabeça em ordem, apesar de tanta pressão dentro e fora das quadras, e tirou tudo que pôde do poderoso saque num jogo que, na verdade, poderia ter ido para qualquer lado. O dinamarquês fez um bom torneio, afinal das contas. O campeão de Roma entrará na quarta-feira com vantagem considerável de 7 a 2 no histórico diante de Alex de Minaur, que ficou tão feliz com a firme atuação em cima de Daniil Medvedev que até arriscou entrevista em francês. Uma coisa é certa: Sascha não vai ter ponto de graça.
E a lógica prossegue no feminino
Ao que tudo indica, e para deleite de quem aprecia um tênis de alto risco, Aryna Sabalenka e Elena Rybakina seguem rumo ao cruzamento na semifinal da parte inferior da chave. As duas voltaram a esbanjar força e precisão nesta segunda-feira, lembrando os bons tempos em que Serena Williams e Maria Sharapova mostraram que era possível ter sucesso no saibro à base da bola forçada e reta.
Sabalenka foi tal qual um rolo compressor para cima de Emma Navarro, que pouco conseguiu respirar no primeiro set. Desta vez, a campeã do Australian Open venceu 36 de seus 64 pontos na base dos winners, o que incluiu sete aces. E olha que o acerto do poderoso primeiro saque nem foi tão alto, com 60%. Seguiu para o vestiário sorrindo e cantando, sem defender um único break-point.
Rybakina teve um pouco mais de trabalho com Elina Svitolina, principalmente no começo da partida, em que trocaram quebras e boas jogadas. A ucraniana ainda teve uma chance de reagir no 5/3 e endureceu na hora de a cazaque fechar, mas foi só. Depois, a número 3 disparou com 4/1, dando pouco ritmo, mas vacilou e perdeu um serviço de zero. Houve tempo de sobra para recolocar a casa em ordem. Venceu notáveis 62% de pontos de devolução do segundo saque e 39% do primeiro, um padrão que coloca insegurança em qualquer adversária.
Na quarta-feira, Aryna tenta a quarta vitória sobre a jovem Mirra Andreeva, que foi superior no duelo russo sobre Varvara Gracheva para a tristeza da torcida francesa. Partida um tanto fraca no primeiro set, em que Gracheva chegou a liderar antes que a 38ª do ranking achasse seu melhor ritmo. A italiana Jasmine Paoline levou um susto diante de Elina Avanesyan e só então atropelou para atingir seu maior resultado em um Slam. Ela empata por 2-2 contra Rybakina, mas ironicamente perdeu as duas justamente no saibro.










Neste torneio que o João Fonseca está participando onde acaba de vencer K. Edmundo que já foi número 1 britânico, nosso conhecidíssimo Shapovalov, colecionador de ursinhos de pelúcia, caiu na primeira rodada. Justamente ele que já fez semifinal em Wimbledom e foi grande esperança de uma grande torcida para derrubar Djokovic (em Wimbledom) naquele ano. Alguém sabe se Shapovalov fez cirurgia para corrigir a lesão que o tem incomodado a um bom tempo?
Então o Shapo já fez parte de sua lista de terceirizados também, meu caro Ronildo?
Vixe, comentei no post errado e fiquei procurandono mais atual. Só faltava reclamar com o Dalcim de que meus comentários não são postados kkkk
Li no Twitter q John McEnroe deu a entender ao Eurosport que o Aberto da França e o deep state do tênis conspiraram por meio de uma programação nefasta para condenar Novak Djokovic.
Será?
Quem acredita numa coisas dessas, acredita em tudo! Rsrs
Rsrsr
O tênis se torna mais interessante quando os dois jogadores q estão se enfrentando se odeiam.
Kkk
Dito isso, alguém no tour realmente gosta de Tsitsipas, exceto seu irmão?
Kkk
Tempo total como ATP #1:
1. Djokovic 8,2 anos
2. Federer 5,94 anos
3. Sampras 5,48 anos
4. Lendl 5,18 anos
5. Connors 5,14 anos
6. Nadal 4,01 anos
Uma das maiores e mais dominantes conquistas da história do tênis.
Novak Djokovic, o goat
Só tu mesmo. Dois anos sem Federer e Nadal atuando. No caso do Suíço, 3 anos. Djokovic já era N 3 em 2007. Com Federer e Nadal na ponta somente atingiu o N 1 em 2011. Acredito que já eras nascido… rsrs. Ps: Federer atingiu o N 1 em 2004. Em 2005 Rafa Nadal já assumiu o N 2 . Abs !
A realidade é terrível.
Djoko se contundiu, uma pena, embora na minha visão ele provavelmente perderia para Alcaraz ou Sinner numa eventual final, q estão jogando melhor e estão melhor fisicamente. A verdade é q este primeiro semestre marcou o início do final de carreira do sérvio, q é o GOAT inconteste…
Já Sinner venceu tranquilo e merecidamente assumirá o número um do mundo. Está em rota de colisão com Alcaraz, com o qual deverá dividir a primazia do número um e dos principais títulos no futuro…
Nesse momento espanhol vence o grego por 2×0, vai dando a lógica…
Em RG 2021 , Federer nas Oitavas sentiu desconforto no Joelho e não entrou contra Berrettini. O fanático Piloto da Kombi não só desconfiou da lesão, teve a cara de pau de afirmar que o Craque Suíço fugiu ( Italiano jamais o venceu ) . Insistiu com Halle ( caiu logo na segunda rodada ) e em Wimbledon foi aquela tragedia . Jogou mal todos os jogos até cair de vez para Hurkacz com direito a Pneu ( jamais entrou em quadra novamente) . A vida realmente dá muitas voltas … Abs !
O seu próprio post te desmente, já que desconforto é uma coisa e lesão é outra. Ele desistiu do torneio porque poderia detonar de vez o joelho e tinha Wimbledon como principal meta.
O fanático Sr. SR vive falando que Djoko, um heptacampeão de Wimbledon, fugia dos 500 da grama. Faz parte da guerra de torcidas, da qual você faz parte.
A vida realmente dá muitas voltas: um 1×16 em Slams virou 24×20.
A conferir, rsrs, abs!
“Desconforto ” e um mês depois jamais voltou a jogar ??? . O fanático sabe que Djokovic ao perder três FINAIS e não ganhar nenhuma, fugiu dos preparatórios pra chegar invicto em WIMBLEDON. Sem choro. Abs!
Não sei de nada disso, apenas que ele desprezava esses torneios. Já do Finals 2014 e do saibro de 2016 a 2018 eu não abro mão: fugiu mesmo!
A conferir, abs!
Arrogante mesmo o Piloto da Turbinada rs. Federer se não estivesse lesionado não entraria na FINAL milionária porque?. Disputou a FINAL da Davis na semana seguinte a meia boca e entrou normalmente na FINAL no ano seguinte ( 2015 ) contra o mesmo Djokovic. Conta outra que não cola …Abs!
Arrogante eu? Você quis dizer o sérvio, não? Ele confiava no seu taco e foi lá ganhar 7 Wimbledons e fazer mais 2 finais. São fatos.
Só ficou milionária nos últimos anos e de dinheiro ele já não precisava. Viu Djoko descansado atropelando Nishikori e sofreu pra ganhar do Wawrinka, daí fugiu.
Sem choro, rsrs, abs!
Fugir de 250 para ganhar 2000.
What a beautifull scape!
Se Djoko tiver que fazer uma artroscopia, acho que o ano já era, mas por enquanto só podemos aguardar e torcer para que não precise operar.
A lesão é de menisco medial, prezado tocaio, que tem uma recuperação bem mais rápida do que a do lateral.
Assim sendo, poderá até participar de Wimbledon se tiver uma recuperação favorável.
E tomara que sim, embora que a grama seja o piso que menos favoreça os joelhos…
Ele fará cirurgia? Isso vai contra tudo o que ele defende. psicologicamente ele lutou muito com a operação do cotovelo.
Ele tem menos de 1 mês, né?
Espero que dê tempo…
Novak Djokovic usando toda a sua experiência independentemente da gravidade. Vai pular novamente os preparatórios ( Alcaraz e SInner estarão presentes ) ,para WIMBLEDON, onde tentará o Octa . E na sequência o OURO OLÍMPICO. Vida que segue…Abs!
Djokovic se retira do torneio! Que pena! A ressonância deu “ruim” e RG se pronunciou oficialmente. Vai com tudo para as olimpíadas.
Tem Wimbledon antes e ainda não se sabe nada da extensão da lesão no menisco. Com a raiva que ele está da Chatrier, é capaz de nem querer voltar lá mais.
Penso que as olimpíadas sejam o principal foco dele, uma vez que lhe falta uma medalha. Porém, sei que jogará WB se estiver bem.
Sobre a chateação em relação à quadra, ela está ruim para todos. Chove, cobre. Para, descobre. Dinâmica infeliz. Vida que segue. Lógico, as críticas são válidas.
Não precisa da medalha de ouro para ratificar sua condição de GOAT. Se a lesão for grave, creio que não haverá tempo hábil de recuperação pra Wimbledon e Olimpíadas.
Para ele não é só chateação: ele se retirou do torneio porque se machucou nela.
Não há nada sobre isso na minha fala. Não falei que ele precisa de ouro, tampouco questionei o fator “GOAT”. Somente falei que a medalha olímpica é um foco dele, ele sempre foi aberto quanto a isso.
Poderia ter ocorrido em qualquer quadra, com qualquer jogador. Ele não é criança para ficar de birra com uma mera quadra, vai jogar tudo para ganhar se estiver saudável.
E quando digo “tudo”, me refiro aos objetivos dele: WB, Olimpíadas, US Open, alguns Masters 1000, etc. Não todos os torneios menores. Enfim, espero que ele fique bem para jogar.
Não há, mas eu já emendei que não precisa do ouro por via das dúvidas. E não lhe falta uma medalha, uma vez que possui o bronze de Pequim 2008. Isso está na sua fala, rsrs.
A minha frase ficou dúbia, realmente, deu a entender que ele não tinha nada. Erro meu. O correto seria no plural: faltam-lhe medalhas. A de 2008 eu lembrava, o Nadal levou essa. Li uma reportagem dele na BBC em que ele fala das olimpíadas como prioridade para este ano. Então penso que ele vai se poupar para elas, nem que pule WB. Mas tomara que jogue ambos.
P.S. Achei o link: https://www.bbc.com/sport/tennis/68750705
Sim, nem eu e muito menos ele negamos que ele não quer o ouro. Já saiu chorando no Rio e altamente frustrado em Tóquio. Só reitero que as Olimpíadas, um Big Title, não têm peso de Slam, mas de um ATP Finals, pelo menos na minha visão.
Rapaz, tive que pular 31 reportagens para chegar nesta rsrs. Tá faltando tempo no dia para ler tudo.
Desde os Jogos Olímpicos do Rio 2016, a participação não rende pontos aos rankings da ATP e WTA. O ranking segue usado como forma de classificar tenistas para a competição, né?!
Então sendo otimista, “valeria” tipo um Finals. E olhe lá!
Hoje está complicado mesmo: gente demais postando devido à saída do Djoko do torneio.
Sim, vale apenas para classificação. Então, é apenas minha opinião por ser um torneio disputado de 4 em 4 anos e anteriormente com final em 5 sets, mas concedia apenas 750 pontos ao campeão. Deveria valer pelo menos 1200…
Abs.
Pronto, a mentira, o teatro, a milonga foi agora concretizada com sua retirada oficial do torneio!
Poxa, tá fingindo bem ele né?
E onde eu falei que ele tá fingindo?! Releia o texto e me mostre aqui onde eu digo isso.
Ironias Marcelo, ironias…
Desde o início do torneio que os seus fiéis perseguidores vêm dizendo que ele finge para dar o bote nos adversários. Ontem foi o ápice das críticas.
Talvez você não leia muitos comentários, senão, veria isso.
Eu leio sempre que posso. Mas o ruim é ter que ficar voltando em postagens antigas para saber se há debate. Por isso perguntei ao Dalcim sobre um app para o Tênis Brasil. Ele disse que é caro, uma pena. Resolveria isso facilmente e ainda ampliaria o alcance, em especial para os jovens conectados que curtem o esporte.
Sobre a lesão, ninguém sério finge uma coisa dessas. Não há lógica por trás de uma ação assim. Uma ação que só prejudica a pessoa?! Não faz sentido. É preciso ser muito i***** para achar que é fingimento. E olhe que nem gosto do Djokovic, só o admiro como atleta. Tampouco sou cego, sei que é um gênio. Vá entender essa galera maluca!
Dalcin, sempre usei as informações do site ultimatetennisstatistics como fonte de informações estatísticas, porém infelizmente parou de ser atualizado em 18/12/2023.
Você sabe se tem algum site parecido de acesso livre ao público?
Também achei muita falta dele, Joselito, espero que retomem o trabalho, porque ajuda muito a basear nossas pesquisas. Existem claro muitas páginas de recordes e estatísticas no Wikipedia, mas muitas carecem de conferência apurada. Então sugiro sempre cruzar os dados com ATP, WTA e ITF.
Dalcim, vc não acha um tanto arrogante Alcaraz falar que para ele só interessa o título ? Vc não vê ninguém falando isso , podem até achar .
Acho total direito dele. Entrou para ganhar o torneio. Acho que o mesmo se passa na cabeça do Djokovic e do Sinner.
Isso é comum, Sandra. O Boris Becker também é outro que nunca primou pela modéstia. O Holger Hune há pouco tempo disse que num futuro próximo se via como um Big 3.
SANDRA, você acha que um menino que está apenas iniciando a carreira deveria achar que o mais importante é participar? De todo modo, e você, o que acha? Alcaraz foi arrogante, ao declarar que a “ele só interessa o título”? Você não tem opinião a respeito?
Fale, Dalcim! Bom dia!
Não sei se você vai se lembrar, mas já tem tempo que tenho uma birra sobre o dado de break points convertidos. Sempre achei que se um jogador tivesse 5 break points em um game, mas ao fim conseguisse quebrar, isso seria um índice de sucesso em quebras, por mais que ele tenha batalhado mais no game. No fim, o que importa é o resultado do game em termos de aproveitamento de quebra. Estávamos na situação que se um jogador tivesse 1 chance de quebra convertida e outro quebrasse 3 vezes em 10 oportunidades (em pontos), teríamos 100% contra 30%, sendo que quem teve 30% teria sido muito melhor em quebrar o saque do adversário.
E parece que com a evolução no tratamento de dados, hoje cada vez mais completos com matchbeats e dados de precisão, também evoluíram nesse conceito. Perdemos o histórico, mas acho que podemos caminhar para um conceito mais interessante a meu ver: a razão entre o número de games que você quebra o adversário pelo número de games em que você teve qualquer número de breakpoints
Hoje no stats oficiais de RG :
NUMBER OF GAMES WITH BREAK POINTS TO BE CONVERTED
Apenas para concluir, acho que o número de break points deve existir como dado estanque como winners ou ENF, para medir quantas vezes você criou a oportunidade, mas não em termos de conversão, pelos motivos que defendi.
Abraços!
Concordo plenamente com você, tanto que raramente uso percentuais de break-points. Até porque existem break-points que um tenista salva e outros que o adversário é quem perde. Isso aliás aconteceu ontem naqueles 11 breaks que o argentino teve antes da primeira quebra, onde a meu ver apenas em dois ele realmente teve chance. Abs!
Fala Julio, beleza?
“Estávamos na situação que se um jogador tivesse 1 chance de quebra convertida e outro quebrasse 3 vezes em 10 oportunidades (em pontos), teríamos 100% contra 30%, sendo que quem teve 30% teria sido muito melhor em quebrar o saque do adversário.”
Mas nesse caso, o primeiro teve apenas uma e fez, então, o percentual de 100% realmente não indica um aproveitamento melhor?
No outro caso, como o Dalcim respondeu, entra a análise dos motivos pelos quais, seu percentual ficou abaixo da média, mas aí, os sistemas de dados não contam e nem apresentam isso.
Abraço.
Fale, Luiz!
Beleza?
Matematicamente seu ponto está perfeito, quem fez 1 em 1 tem 100% e pode-se dizer que aproveitou bem a chance que teve (vamos tirar aqui do contexto se mereceu ou não, se o adversário jogou bem ou não). Mas aí, você considera que ele teve um break point no jogo, quebrou e depois perdeu por 6-1, 6-0. O adversário, que o massacrou, o quebrou 7 vezes, mas para isso criou 20 chances. Aproveitou 7, mas perdeu 13. Ele terá 35% de aproveitamento em termos de ponto. Matematicamente perfeito. Mas, por outro lado teve 100% em termos de “todo game que tive chance quebrei o adversário”.
A questão que coloco é que esse segundo dado é bem mais relevante. Afinal um jogador que quebra 7 vezes o adversário e toma 1 quebra não pode ter alguma estatística que faça ele parecer que foi menos eficiente quebrando o saque do adversário.
Então, minha ideia é que o percentual não seja por ponto, mas por game. Se você quebrou, o fato de você ter gastado um, 2 ou 3 pontos não parece tão importante para mim.
Abraços!
Valeu Julio.
O problema disso é que exigiria uma programação PARRUDA para o sistema rodar direitinho. Veja por exemplo o último jogo do próprio Djokovic em que ele saiu vencedor com % de aproveitamento de breaks infinitamente maior que o Cerúndolo. O analista de sistema iria fritar a cabeça para colocar isso coerente com a realidade, rsss.
Talvez seja melhor confiarmos nos locutores/comentaristas mesmos (nem todos).
Dalcim, você acha que o correto seria todas as quartas no mesmo dia e semis também?
Claro que oq o AO fazia era um absurdo, mas acho que quartas em dias diferentes também favorece quem joga antes
sim, terão um dia a mais de descanso, mas não acho que seja tão fora do normal.
Novak Fraudovic – o rei das lesões de mentirinha.
Pois então… escreveu como se fosse uma verdade absoluta. E agora, como ficamos? Quer dizer que Vossa Senhoria erra, não é mesmo?
Desiste desse Rodrigo, pois é um caso perdido.
Esperar o quê da torcida que já vibrou com a apendicite do Rafa?
Zero surpresa este tipo de comentário.
Novak Fraudovic é o rei das contusões “mandrake”. Curioso é que em 110% desses episódios ele volta do atendimento médico voando e domina o adversário. Acredito mais em “Branca de Neve e os Sete Anões” do que nas lesões dele…
Se é do jeito que está falando, desta vez ele arriscou demais, né? 2 sets a 1, 4-2 contra no quarto.
Então ele pode ser considerado também o GOAT do entretenimento – Rocky Balboa do tênis.
Começa batendo, apanha e apanha e apanha mais, e, depois como um herói, renasce das cinzas e vira o jogo para o delírio dos seus fãs.
O título desse post do Dalcim certamente fez você se morder de raiva, kkkkkkk. E já é o segundo assim.
GOAT, GOAT, GOAT. Fraude como maior de todos a gente sabe quem é.
Sim, ele voltou do atendimento médico muito pior, perdeu 2 sets e esteve por um triz no quarto. Nem viu o jogo e quer falar do que não sabe.
24 >>>>> 20
428 >>>>>> 310
O sérvio tem recursos + que suficientes no jogo dele – plano A, B, C…Z – e portanto não precisa fingir nada. Alguns ‘haters’ dele não sabem o que falam.
Ainda mais agora, depois dessa lamentável desistência, ficaram parecendo a Ofélia. ” – Eu só abro a boca quando eu tenho CERTEZA! ”
Pros torcedores dele, claro que é triste. Mas o lado bom é que prevaleceu o bom senso e ele fez o certo: a saúde vale mais do que qualquer dinheiro – que ele tem de sobra – ou pontos no ranking.
Não sou ‘Nolete’, mas desejo a ele pronta recuperação.
Abr.
Dinheiro, semanas como número 1ou outro Slam, pois ele já tem mais do que o suficiente.
Que bom que você deseja o bem para o sérvio, Maurício.
Abs.
Pode colocar mais um na lista dos que você acredita: “Roger Federer, o maior de todos”!
Excelente.
Dalcim, apesar da derrota me animou o torneio do Rune dessa vez. Controlou muito os nervos e foi frio nos momentos de pressão, até mais que o alemão durante os 4 primeiros sets. Mas tive a impressão que novamente o físico é seu maior inimigo, chegou no quinto set exaurido tentando encurtar os pontos. O que você acha, seria o físico seu maior problema? também acha que ele parece ter maior dificuldade pra melhorar o físico que seus contemporâneos? Eu acompanho bastante ele nas redes sociais e ele parece ser bastante focado na evolução física, mas no caso dele ela parece vir bem mais lenta que no caso do Sinner, por exemplo.
Verdade, Marcos. Ele parece sempre estar um pouco mais cansado do que seria de se esperar. Já foram vários jogos mais duros em que perde intensidade no final. É algo definitivamente a ser trabalhado.
Mas o que está pegando aqui?!
Sem discussão, é Vovô Nole campeão. Ponto.
e chega de conversa!
Eu gostaria muito de conhecer o médico que tratou do Djokovic no intervalo entre os sets. Ou pelo menos, saber o nome do remédio que ele tomou. Porque operou um “milagre “. O cara machucou joelho. Se arrastou por praticamente dois sets. Nem corria atrás das bolas mais longas. De repente, do nada, toma um remedinho e começa a voar em quadra.
Ah, me ajuda aí…
Djoko é um monstro, não resta dúvida.
Mas esse teatro (que não é novidade) é ridículo.
O cara foi minando mentalmente o argentino, que passou a errar bolas fáceis.
E já deu uma declaração pra bagunçar a cabeça do Ruud.
Por números, Djokovic já o GOAT.
Mas como atleta, no conjunto da obra, está a anos luz de Federer e Nadal
ANTÔNIO CARLOS, e o curioso é que outro dia Djokovic fugiu do exame antidoping, inclusive Gabigol deve ter feito um intensivão com ele…
Não VALMIR, ele não fugiu.
LUIZ FABRICIANO, outra hora você me arranja outra nomenclatura…
Pode ser agora.
Ele, DENTRO DA REGRA, submeteu-se ao exame depois do jogo.
O nome do remédio é: Supercampeaoniol !
É, PORQUE O IMUNIZANTE contra a covid que é bom, ele não tomou, inclusive até organizou o Adria Tour, de tão saudável que o mundo estava em meados de 2020, quando o nó cego organizou o infame torneio. Juntando os cacos farmacológicos do poderoso chefão da moribunda PTPA, eu diria que ele é o goat também em medicina, de tanto que manja do riscado. Como formador de opinião, considero sua vivência um grande desserviço…
VALMIR, o Adria Tour foi uma tentativa frustrada de trazer um pouco de vida à vida.
A Sérvia registrava pouco mais de 200 casos em todo o país. Um número irrisório.
O governo apoiou o evento, fato que nem ele ou nenhum outro ser de uma país faria sem essa autorização. Teve apoio de vários companheiros de trabalho, como Dimitrov, Thiem e mais.
Se não houvesse o caso durante o Adria, ninguém o condenaria;
Se não houvesse liberação do governo e a notícia saísse na mídia que houve uma tentativa de realização de um evento, mas foi barrada, aí sim que o massacrariam mesmo.
Eu, não teria essa coragem de fazer aquilo.
Saudações.
LUIZ FABRICIANO, em se tratando da covid-19, “A Sérvia registrava pouco mais de 200 casos em todo o país” em meados de 2020, mas não era e nem é o centro do universo, ok? O nó cego do Djokovic nunca foi o paladino da justiça, como você quer fazer crer, e, portanto, ele não tinha nada de querer “trazer um pouco de vida à vida”, baseado nos dados por você citados, se é que ele se baseou em algum fator que não fosse ele mesmo, no que se refere ao infeliz Adria Tour, até porque, o corona-virus se espalhou pelo planeta a partir de um primeiro caso na China, segundo se noticiou ao final de 2019, ou seja, se de uma única fonte se sucedeu toda uma tragédia, imagina a partir de duzentas outras, não é mesmo? Juntando os cacos da tal odisseia sem cabimento, ao querer proporcionar “um pouco de vida à vida”, o reizinho dos balcãs assumiu, conscientemente, o risco de que pessoas adoecessem e, por conseguinte, viessem a óbito. Em outras palavras, ele proporcionou foi um pouco de vida à morte, isso sim. Já o que você nos traz com esse parecer sem pé nem cabeça, LUIZ, é só uma tentativa, mal sucedida, de defender o indefensável…
Fechado!
Pois é, por isso Federer é considerado o melhor de todos depois do Sampras.
Considerado por quem? Pelos seus torcedores?
Cite algum nome importante do tênis ou analista sério que coloque Sampras, Federer ou Nadal acima de Djokovic. Leu o título da pasta?
Ele tomou quatro (isso mesmo), QUATRO analgésicos durante a partida. E não foi de repente: o remédio demora pelo menos meia hora pra fazer efeito. Está tudo bem explicadinho na página de notícias.
Boa noite Dalcim
Seria essa uma das piores participações brasileira em um grand slam? Todo mundo em simples, duplas e até no juvenil perdendo na primeira ou, no máximo, na segunda rodada. Ainda teve as desistências da Luísa e do Wild nas duplas. Terrível!
Abs
Olha, não saberia te dizer em todos os Slam, mas é um dos mais fracos Roland Garros, sem qualquer dúvida.
E hoje a promessa Luiz Miguel saiu de bicicleta de seu jogo de 2a rodada. Que coisa!
O maior de todos foi o Sampras que venceu sua última partida profissional numa final de Grand Slam, depois vem a turminha do big 3. O Djokovic ainda tem chance de ser o maior de todos. Veremos!