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A nova geração ganhou mais um nome para todo mundo ficar de olho, mas quem acompanha o tênis italiano sabe que Luca Nardi é mais um daqueles garotos que Filippo Volandri, o capitão da Copa Davis e o responsável pelo programa de desenvolvimento nacional, tanto aposta há algum tempo. Aos 20 anos, o tenista de 1,85m e 123º do mundo explodiu nas manchetes na noite desta segunda-feira, ao se tornar o jogador de mais baixo ranking a derrotar Novak Djokovic em Masters 1000 ou Grand Slam.
Nardi começou a jogar tênis aos 7 anos, bem mais tarde do que a média, e isso explica o motivo de estar um tanto ‘atrasado’ em relação a nomes mais fenomenais, como Jannik Sinner ou Lorenzo Musetti. Ainda assim, ele decidiu se profissionalizar ainda em 2020, portanto aos 16, mas só foi obter sua primeira vitória em ATP ao furar o quali do 500 de Astana em outubro de 2022.
Francesco Sani tem sido seu treinador desde o primeiro minuto que empunhou uma raquete, porém nos últimos tempos agregou a experiência de Stefano Pescosolido. Tal qual Sinner, o garoto de Pesaro que não tem nenhum outro tenista na família prefere a quadra dura ao saibro e é fácil notar-se isso ao ver que seis de seus oito títulos de challengers vieram no sintético. Aliás, na terra lenta de Monte Carlo do ano passado, Nardi entrou no noticiário por motivo bem menos nobre: levou ‘bicicleta’ de Musetti em jogo de 50 minutos.
A façanha da noite passada em pleno estádio principal de Indian Wells aconteceu depois de Nardi perder na última rodada do quali em jogo de três horas contra o veterano David Goffin. Aí deu sorte e viu o argentino Tomás Etcheverry desistir do torneio por contusão. Aproveitou a chance para então derrotar o primeiro top 50 de sua jovem carreira, o chinês tudo-ou-nada Zhizhen Zhang.
Adaptado e sem qualquer pressão, Nardi fez uma partida muito sólida contra Djokovic, não tendo qualquer preocupação em alongar os pontos, cruzar backhands e buscar o ataque com o ótimo forehand. Mostrava também ótima cobertura de quadra e boa mão nos voleios e obviamente não encontrou o sérvio nos seus melhores dias. Nole parecia incomodado com a lentidão do piso e com as rajadas de vento, alternava demais e não estava nada à vontade nas trocas mais longas, em que por vezes parecia perder o fôlego. Avaliou depois que fez uma partida muito abaixo de sua capacidade.
O jovem italiano, por seu lado, fez sua parte e com máximo louvor. Foi sempre o melhor tenista em quadra no terceiro set, sem se assustar com a reação do adversário, e foi muito sóbrio ao obter a quebra e conservar seu serviço, tendo perdido apenas três pontos em seus dois games de saque finais. Entrava para a lista de nove italianos a ganhar de um número 1 do mundo – Corrado Barrazzutti, Adriano Panatta, Gianluca Pozzi, Filippo Volandri, Fabio Fognini, Lorenzo Sonego, Lorenzo Musetti e Jannik Sinner foram os outros, com os três últimos superando também Djokovic.
Fã de Roger Federer e com pôster de Nole na parede do quarto, Nardi demorou a acreditar no seu feito. “Acho que isso é um milagre”, foram suas primeiras palavras, depois de ir à arquibancada cumprimentar todo seu time. Também admitiu que o recente sucesso de Sinner tem sido inspiração, mas que jamais esperava vencer o recordista de Slam. Em sua primeira presença em oitavas de qualquer nível de ATP, enfrentará o dono da casa Tommy Paul já com vaga assegurada no top 100.
De cabeça quente, Djokovic chegou a colocar em dúvida se estará em Miami e admitiu que a longa parada desde a semi do Australian Open custou a perda de ritmo. E todo mundo sabe o quão difícil é se achar em Indian Wells, um torneio que o sérvio não vence desde 2016. Desde que deu o grande salto de qualidade em 2011, Djokovic só havia perdido seis vezes para alguém fora do top 100, casos de Juan Martin Del Potro (141 nos Jogos do Rio), Denis Istomin (117 em Melbourne-2017), Taro Daniel (109 em Indian Wells-2018), Martin Klizan (140º em Barcelona-2018) e Jiri Vesely (123 em Dubai-2022).
E mais
– Monfils é o outro não cabeça vivo na parte de cima da chave, depois de outra vitória espetacular sobre Cameron Norrie, em virada de 3 horas. Mostrando ótima forma, desafia agora Ruud.
– Medvedev e Dimitrov marca duelo de estilos bem interessante. O russo sofreu contra Korda na lentidão da rodada noturna e o búlgaro continua em grande momento, sempre agressivo.
– Ganhadores de Masters, Rune e Fritz se cruzam. Oportunidade para reagirem na temporada e ganharem novo ânimo.
– Na base dos winners, Sabalenka passou por Raducanu em exibição descente da britânica e encara Emma Navarro, que barrou Svitolina. Quem passar, pega Sakkari ou Parry. A grega trocou de treinador e parece mais sólida.
– Mertens impediu o aguardado duelo entre Gauff e Osaka, mas a belga fez excelente partida contra a japonesa, que ainda está longe do ideal.
– Yue Yuan, que vem do título em Austin, está embalada e já somou três vitórias no deserto, incluindo a compatriota Qinwen Zhang. Adversária é Kasatkina, em jogo inédito.
– Bia Haddad e Luísa Stefani estão nas quartas de duplas. A vitória de Bia e Townsend sobre dueto japonês foi irregular e sofrida e agora pega as cabeças 3. Luisa e Schuurs estão bem entrosadas e desafiam as favoritas Hsieh/Mertens.











Em 8 , Zverev tinha vencido 5 . Carlos Alcaraz realmente mostrou pela milésima vez pra que serve o h2h . Vence o que está melhor no momento . Tourinho fez o dobro de WINNERS e metade de ENFS . 6 x 3 , 6 x 1 no atual TOP 5 . Sacanagem repetir a Semi do ano passado , ele e JANNIK SINNER mereciam a FINAL. O jovem Italiano aos 22 aninhos sobra na Turma neste momento. E’ o favorito natural sem buracos no seu jogo . A conferir. Abs!
Com esta baixa abrupta de Djokovic, se Nadal conseguir se recuperar completamente da lesão no quadril poderia reiniciar seu reinado
no saibro vencendo mais 3 RG e 4 Master 1000 no saibro, fechando sua história no tênis com 25 slans, 40 master 1000 e zero ATP Finals. Naturalmente sabemos que Nadal não tem Finals porque jamais fizeram algum no saibro.
O que compromete toda essa sua narrativa é uma palavra de só 2 letras: SE.
Que atropelo o Zverev levou do “Tourinho”. Imperdível próximo jogo contra o Sinner!
Alcaraz vs Sinner tende a ser como a semi de RG 2013 entre Rafa e Djoko: uma final antecipada…
Incrível e inusitada, ao menos p mim, a historia das abelhas. E ainda foram atras do Alcaraz que teve q sair de toalha na cabeça kkk…
Iga começou mal e terminou melhor, mas ainda está irregular. Ainda mais irregular está Gauff, quanta dupla falta e ENF, mas venceu…
Zverev esta tendo um caminhão de ENF no FH, mas o jogo é longo…
Que chatice de torcedores! Vocês deveriam ser cheerleanding!
Aqui continua a mesma discussão Nole x Federer e com as mesmas pessoas.
Vi agora que tem 146 comentários!
Legal,feliz pelo dono da coluna.
Mas só tem comentários inúteis!
E isso é em todas as publicações do Dalcim.
E tem uns que acham ter nível superior aos torcedores de futebol.
Não têm!
Um saco isso!
Deve dar retorno pro Dalcim,mas é chato.
Repito, é muito chato.
É capaz de eu escrever um texto sobre invasão alienígena e ainda estarem discutindo isso… rsrs…
E tu quando apareces não acrescenta nada , nem no futebol e muito menos no papo de Tênis . Muito chato !!! rsrs
“Aos 20 anos, o tenista de 1,85m e 123º do mundo explodiu nas manchetes na noite desta segunda-feira, ao se tornar o jogador de mais baixo ranking a derrotar Novak Djokovic em Masters 1000 ou Grand Slam.”
Dalcim. José N.
Incrível como locutores e comentaristas da ESPN, de muita bagagem ficam repetindo várias vezes que o ranking do italiano era ALTO, só porque é 123 em relação ao 1 do sérvio.
Eles ainda não entenderam que é o inverso, que o ponto mais alto do ranking é justamente o #1?
Dá até dor nos ouvidos…
Incrível, hj tudo q o Meligeni fala ocorre o contrário…
Acho que Djokovic teve uma noite ruim aliada à priorizaçao dos slams como há anos ele já faz. M1000 é torneio para ele manter o ritmo apenas.
E o garoto jogou muito, é claro.
Abs
Dalcim, estou vendo o jg do Medvedev e prestando muita atenção no q vc comentou sobre o BH dele. É bem mais regular, mas menos agressivo do q o do Zverev, talvez isso explique aquela sua visão de equivalência entre os dois nesse golpe. Agora não sei se vc concorda, mas não acha q o jogo do russo está ficando cada mais defensivo, jogando muito no erro do adversário?
Pois é, acho que a diferença entre os backhands é justamente a agressividade, Luiz. Medvedev se propõe muito mais a colocar a bola em jogo, principalmente quando joga lá atrás. Já o Zverev sabe de sua mobilidade mais limitada e busca definir mais. Eu ainda prefiro o backhand do alemão e você?
Somos 2!!!
Belo presente de 20 aninhos pra Gauff: uma atuação bem mais consistente do q aquela q vi inicialmente. Torço muito por ela!
No momento jogam o russo chato pra caramba e o búlgaro. Medvedev é muito competitivo e regular, venceu o primeiro set e acho bem improvável q não vença a partida, infelizmente…
Depois que li e que vi que Gauff é uma cristã devota passei a gostar muito mais dela.
Fiquei impressionado com alguns Nolistas do blog e em outras plataformas já dando como certo a “decadência” do sérvio. A justificativa seria principalmente o fator idade.
É óbvio que é normal o rendimento físico de qualquer atleta com quase 37 anos fique prejudicado, principalmente nos esportes individuais. Mas será que o seu físico mudou tanto em 4 meses ? É claro que não !! Em novembro sérvio venceu Paris e o Finals. Na reta final deste último vimos o sérvio cobrindo a quadra de forma impressionante contra Alcaraz e Sinner.
Penso que a fragilidade do Djokovic decorre de alguns fatores combinados que não lembro de ter presenciado em outras temporadas:
1) pré-temporada prejudicada;
2) diminuição da frequência dos treinos;
3) e ausência nos torneios preparatórios (ATPs 250/500).
Quem acompanha o Djokovic nas redes sociais e sites sérvios, sabe que ele tem dado maior atenção a família.
Por mais que o sérvio seja fora da curva, com um mental e físico ímpar e tenha aperfeiçoado alguns fundamentos (saque, voleio e forehand) nos últimos anos, ele não está blindado de cair de produção pelos motivos expostos acima.
Ficou nítido nos dois jogos que fez em IW as seguintes FRAGILIDADES:
– dificuldade de cobrir a quadra. Lentidão no deslocamento;
– falta de potência do forehand que ano passado talvez tenha alcançado seu auge de contundência;
– várias bolas curtas tanto no backhand quanto forehand;
– insegurança em mudar a direção da bola, principalmente na paralela de backhand;
– oscilação do 1º serviço. Em uma das parciais do 3º set o sérvio estava colocando apenas 41% do 1º serviço;
– muitas decisões equivocadas (golpes). Pareceu precipitado em vários momentos, seja espancando a bola seja com deixadinhas descalibradas e inoportunas.
Espero estar errado, mas creio que mesmo que o Djokovic venha a se dedicar mais nos próximos meses e alcance novamente o alto nível, ele ainda assim terá dificuldade de se impor como fez na última temporada. Essa novíssima geração tem um estilo de jogo que incomoda muito o sérvio. A garotada consegue de forma impressionante replicar com regularidade a consistência do jogo de fundo de quadra que Djokovic e Nadal se destacavam, e ao mesmo tempo executam golpes contundentes dos dois lados, sem contundo abrir mão dos drops e subida à rede.
Djokovic por décadas enfrentou adversários que se destacavam pela postura mais defensiva, como Murray e Nadal, e outros com estilo de jogo mais ofensivo como Federer e Stan que buscavam definir os pontos. A nova geração consegue unir os “dois mundos” e eles ainda vão evoluir muito.
Eu só espero que Djokovic volte a ser competitivo e nos proporcione jogos inesquecíveis contra a nova geração. Se vier alguns títulos melhor ainda. Porém, caso não venha a vencer nada na temporada, não tenho do que reclamar como torcedor. Ele já entregou muito mais do que imaginava quando comecei a torcer para ele no final da década retrasada.
Saudações Tenísticas !!!
Como é bom termos comentaristas como você neste espaço, Danilo!
Obrigado mestre !!
Perfeito comentário, Danilo! Os próprios torcedores do Djoko duvidando da capacidade dele me surpreendeu também. Acho que, além de tudo que você listou, tem o fator de ele não ter uma concorrência clara esse ano. Quando Alcaraz estava voando, e caiu no erro de ficar o tempo todo falando que queria bater Nole, o sérvio foi lá e o superou, mostrando que ainda era o melhor. Esse ano temos o Sinner, mas esse é muito mais discreto e ainda precisa emendar uma sequência maior para ser considerado o cara a ser batido. Então acho que falta essa motivação de ter com quem concorrer para o Djoko voltar aos cascos.
E aproveitando teu excelente comentário sobre os estilos de jogo vou deixar uma opinião polêmica: falam tanto do legado do Federer (de quem fui torcedor), mas quem realmente está legando todo um estilo de jogo é o sérvio. Essa mescla de ataque e defesa, com regularidade e contundência, é marca registrada dele. E, ao que tudo indica, continuará a ser a tendência por um bom tempo.
Esse legado de ser consistente não cabe nem de longe a Novak ou Nadal, creio que quem conseguiu levar a plenitude essa forma de jogar foi Borg, que saia do saibro ia pra grama jogando do mesmo jeito e vencia, ele é pra mim o responsável pelo tênis que até hoje perdura.
O legado do suíço é extra quadra, trouxe fãs não praticantes e uma legião de admiradores
Eu espero que possamos manter esse tipo de conversa no blog, parabéns
Fala, Marcelo! Infelizmente não peguei a era do Borg mas não tenho dúvidas da sua importância histórica. Além de pop star, sei que seu estilo de jogo baseou muito do que veio depois. Nadal se destacou pela garra e consistência, mas, veja, seu backhand é bastante inferior ao forehand, de modo que não vejo muitos paralelos com o jogo do Djoko, que é bem completo dos dois lados. Como, aliás, é o de vários caras hoje em dia: Zverev, Medvedev, Rublev, Sinner (Rune?)… Antes do Djoko tínhamos caras consistentes, sem dúvidas, mas não com toda essa intensidade de jogo. Se isso é fruto da evolução do esporte, pode ser, mas que o sérvio foi um divisor de águas nesse sentido, não tenho dúvidas.
Quanto ao legado extra quadra de Federer, estou contigo, ele foi o maior embaixador que esse esporte já teve. E isso tem muito a ver com a plasticidade do seu jogo, que sim, tem uma importância altíssima e, ao contrário do que dizem os “numerólogos”, acho que vai perdurar para sempre! Prazer trocar essas palavras contigo, abs!
Concordo com tudo, inclusive refutei a análise do colega PA sobre declínio físico, no outro post, alegando justamente que 5 meses atrás, ele fechou mais uma temporada de forma brilhante. Não dá, para decair assim imediatamente após.
Acho que, pelo tanto que ele é aplicado em estudar e se aprimorar, desde que a prioridade suba, teremos mais fortes emoções ao longo desse ano ainda.
Luiz,
Acabei de ler sua resposta na pasta passada, o comentário do Danilo e posso e espero ter me precipitado mesmo. Peguei 11 jogos e 8 foram muito ruins. Vamos aumentar a amostra então com o tempo.
Abs!
Nunca imaginei Aryna perdendo hj. Ainda mais numa quadra dura…
Digo , uma jogadora top
Dalcim , quanto a Bia , não está sendo muita novidade para ela ! Muitos patrocínios , muitas fotos , tudo que uma tô costuma ter ? Isso não acaba afetando ?
Sem dúvida, ela está tendo muitas experiências novas, Sandra, e a pressão por resultados, mesmo que indireta, certamente pesa.
Oi Dalcim, o que tem achado do jogo do Sinner? Impressinante o segundo set contra um sacador como o Shelton, não é?
Ele se enrolou um pouco no primeiro set e correu até risco de perder a série, mas no geral acho que ele está jogando muito solto e continua mostrando bem mais versatilidade do que antes. Gostando muito.
Dalcim , vejo os jovens , mas não consigo achar que eles vão chegar aonde chegou Federer, Nadal e Djokovic , minha pergunta, sera que o físico deles aguenta essa batida do tênis ? Ontem vi o Sinner balançando o braço direito , minha torcida agora e para o Fonseca , me enchi de torcer para o Nole rssss, espero não secar o garoto, ontem já perdeu !!!!
Ah, o Big 3 foi alto muito, muito especial. Não acredito que se repita e nem há como fazer comparações.
Bom, eu gostaria que Djokovic ganhasse mais um GS para se isolar em qualquer aspecto como o maior vencedor de GS e que conquistasse a sua medalha olímpica de ouro.
Mas, se ele entrou no ocaso de sua carreira, que assim o seja, ninguém é eterno e fomos felizes e privilegiados em sermos testemunhas, do início ao fim, da maior era da história do tênis.
Sinner já conta e contará com a minha torcida, pois surgiu para evitar uma nova entressafra que favorecesse o craque da mídia Beiçola.
Eu lembro que após a conquista do USO, escrevi aqui que queria “apenas” que ele fechasse a carreira com 25 Slams, 400 semanas #1, 8 temporadas #1, 7 Finals, 40 M1000 e 1 ouro olímpico.
Falta 1 Slam e a medalha, mas se não der, paciência, caro tocaio; a carreira já é fabulosa ao extremo.
Paulo creio o número de GS vencidos já está garantido, não consigo ver Rafa vencendo mais nada relevante, sendo franco. Agora pra conquistar a medalha de ouro o Djoko terá q voltar ao nível do ano passado. Será q ele é capaz disso? Creio q sim, ainda o vejo candidato aos grandes títulos, mas também o vejo na descendente. Vamos aguardar os próximos eventos…
Como é bom ter comentaristas como tu neste espaço, como diz o outro. Beiçola da mídia ? . Excelente. Abs!
Estou esperando alguém vir falar, sobre o jogo do Djoko, o que sempre dizem quando alguma top da WTA é eliminada: “Como o tênis feminino é instável” !!!
No feminino, quase nunca se analisa o jogo em si e a top que perdeu, mas generaliza-se a análise com “o tênis feminino é instável”.
E o tênis masculino, quando acontece o mesmo? É zebra? É instável?
Menos generalização com a WTA, por favor…
Concordo. Até que enfim apareceu uma mulher pra defender as meninas tenistas. O preconceito faz com que alguns julguem com 2 pesos e 2 medidas.
Sinceramente os caras pouco assistem . A WTA tem um maior equilíbrio, mas Iga já lidera a 94 Semanas e Sabalenka sempre na cola . A renovação é constante e temos meninas como Gauff sempre aprontando. Com a presença de SINNER e Alcaraz, teremos também na ATP uma maior alternância inclusive no TOPO. Ao menos a meu ver . Abs!