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Depois de ganhar o título na Austrália e fazer final em Roland Garros, o fortíssimo tênis italiano coloca agora dois nomes na semifinal de Wimbledon, ambos diante de grandes desafios. Lorenzo Musetti comemora a maior campanha da carreira e recoloca o backhand de uma mão na penúltima rodada do Grand Slam da grama, como Denis Shapovalov havia feito há dois anos após o final do reinado de Roger Federer.
Novak Djokovic nem precisou entrar em quadra, já que se confirmou a gravidade da contusão no quadril do australiano Alex de Minaur. Uma pena para ele, que vive o melhor momento da carreira. E isso coloca muita coisa contra Musetti, que irá pisar pela primeira vez na Central. Além disso, o histórico de confrontos é negativo, de 1-5, e ele soma apenas 2 vitórias nas 18 vezes que já enfrentou um top 5. Uma delas foi contra o próprio sérvio, em Monte Carlo do ano passado, sob condições radicalmente diferentes da grama escorregadia.
Com todos os olhares em cima de Jannik Sinner, a campanha de Musetti tem passado quase despercebida. Não fez qualquer jogo fácil e foi levado a cinco sets ainda na segunda rodada, quando o compatriota Luciano Darderi chegou a abrir 2 a 1. Tirou depois os inexperientes Francisco Comesana e Giovanni Perricard e assim era normal sua cotação inferior diante de Taylor Fritz.
E o norte-americano parecia em bom caminho, ao vencer o primeiro set e sair com quebra no segundo, muito agressivo. De repente, perdeu intensidade e, a partir dessa primeira quebra, o embalo diminuiu. O italiano passou então a impor seu estilo cheio de toques, slices e variações. Poderia ter vencido ainda no quarto set, caso Fritz não tivesse salvado brilhantemente 0-40 e outro break-point no quinto game. Isso o fez recuperar a confiança e todo mundo esperava um empolgante e tenso quinto set. Que nada. Musetti, que muitas vezes deixou escapar vitórias importantes por falta de pernas ou de coração, subiu muito de nível e esmagou o 12º do ranking.
O pessoal de boa memória sabe que essas falhas de Musetti lhe custaram duas amargas derrotas contra Djokovic, ambas em Roland Garros, uma em 2021 e outra um mês atrás. Na quadra dura, levou duas surras. Por fim conseguiu vitória de virada no saibro monegasco, que Nole vingou 12 meses depois. Então é óbvio que o heptacampeão de Wimbledon entrará com no mínimo 75% de favoritismo na sexta-feira.
Ironia do destino, Djokovic teve de abandonar as quartas deste último Roland Garros, vítima do joelho que tanto ameaçou sua presença em Wimbledon, algo que jamais havia acontecido a ele num Slam. Ao mesmo tempo, este é o terceiro Slam em que o sérvio se beneficia de um w.o., como aconteceu na segunda rodada do US Open de 2016 e nas quartas de Roland Garros de 2011. Vale lembrar que, em 2022, Nick Kyrgios não disputou a semi de Wimbledon com a desistência de Rafael Nadal.
Nole soma agora 13 semis em Wimbledon, igualando grande marca de Federer, e se torna o terceiro mais idoso a chegar lá, atrás de Ken Rosewall e do suíço. Desde a primeira semi, em 2007, o sérvio ganhou 9, tendo perdido em 2010 e 2012 e vencido as oito seguintes em que chegou lá, incluindo todas as cinco desde 2018.
Rybakina dá outro passo para o bi
Em sua melhor apresentação no torneio até agora, a cazaque Elena Rybakina deu um passo importante rumo ao bicampeonato de Wimbledon. E não apenas porque, é claro, restam agora mais duas vitórias, mas acima de tudo mostrou-se muito firme em todos os quesitos e dominou de forma assustadora a experiente Elina Svitolina, dando à ucraniana tão somente cinco games e ficando em quadra por meros 61 minutos.
A temporada no geral é muito boa para Rybakina, tenista que somou até agora mais quartas e mais semis em 2024 (sete agora, empatada com Iga Swiatek), além de ter sido campeã tanto no piso duro de Brisbane e Abu Dhabi como no saibro de Stuttgart. Uma eventual conquista no All England Club a colocaria novamente em terceiro do ranking, menos de 600 pontos atrás de Coco Gauff.
Com mais 7 aces, que a colocam agora na liderança do quesito junto a Lulu Sun, ambas com 31, Rybakina nem precisou sacar tão bem – 51% de acerto do primeiro – para se impor a Svitolina, que raramente abandonou a postura passiva mesmo tendo obtido quebra valiosa logo no game inicial. Assim, o placar de winners foi uma goleada de 28 a 8.
O duelo contra Barbora Krejcikova já nesta quinta-feira reserva os melhores ingredientes. A tcheca, que não fazia semi de Grand Slam desde o título de Roland Garros de 2021, sabe mesclar efeitos e velocidades e não por acaso ganhou os dois duelos já feitos contra Rybakina, ambos na quadra dura e o mais recente em outubro de 2022.
Essa incrível qualidade técnica, pouco habitual no tênis feminino, tirou totalmente o ritmo de Danielle Collins nas oitavas e novamente nesta terça-feira diante da impetuosa Jelena Ostapenko. Muito experiente, a letã ainda reagiu e chegou a ter 4/1 no segundo set, porém nunca pareceu confortável na obrigação de acelerar a bola o tempo todo. Permitiu reação e Krejcikova fechou no tiebreak, finalizando a partida com 81% de pontos com o primeiro saque, o que é expressivo.
As duas semifinalistas passaram por dificuldades físicas ao longo desta temporada. Rybakina por exemplo ficou de fora de Indian Wells, Roma e Eastbourne, além de abandonar Dubai no meio, quase sempre com problemas gastrointestinais. Já Krejcikova chegou a ficar quatro meses sem vitórias, tendo um problema nas costas que a tirou de Indian Wells e Miami e depois complicou sua vida, com derrotas precoces em Stuttgart, Madri, Estrasburgo e Roland Garros.
A outra vaga na final será disputada na abertura da rodada desta quinta-feira entre Jasmine Paolini e Donna Vekic, as duas também de 28 anos, tal qual Krejcikova. Enquanto a italiana faz mais história e tenta a segunda final de Slam consecutiva, Vekic dá uma incrível volta por cima, tendo considerado a aposentadoria antes de Roland Garros. Paolini tirou do caminho nomes de respeito, como Bianca Andreescu, Madison Keys e Emma Navarro, e tem 2 a 1 no histórico contra Vekic, todos no piso duro. A croata é uma das quatro melhores sacadoras do torneio, com 28 aces, mas também a quinta em duplas faltas, com 23.










E se Carlos Alcaraz se juntasse ao clube exclusivo daqueles que conquistaram a dobradinha de Roland-Garros ➡️ Wimbledon no mesmo ano? Aos 21!
1962, 1969- Wash (aos 23 anos)
1978, 1979, 1980- Borg (aos 22 anos)
2008, 2010- Nadal (aos 22)
2009- Federer (aos 27 anos)
2021- Djokovic (aos 34 anos)
“Já trabalhei com muitos grandes campeões, mas um homem com tanta vontade, não sabia que existia. Com Novak (Djokovic), entrei em outra dimensão. – Jean-Georges Cellier, fisioterapeuta francês de Novak após cirurgia
Chrissie continua repetindo durante as transmissões que um saque é importante “porque você saca metade dos jogos que joga”. Que outro comentário mais patético. Ela está apenas explicando as regras mais básicas das básicas
Imagine se Nadal estivesse na posição de Djokovic, ouviríamos inúmeros comentários sobre como ele é “o maior guerreiro e competidor”.
Mas porque é Novak Djokovic você não ouvirá nada disso.
Final Djokovic vs Alcaraz, espanhol é favorito, Dalcim?
E quanto você daria de favoritismo?
Se tem algo q Rafa nunca teve e nunca terá é… bom senso. Há pouco dizia que não conseguia se mover bem em quadra pelas restrições físicas, agora vai jogar simples e duplas kkk. Mas esse perfil sempre foi sua marca registrada, mesmo sendo totalmente incoerente com o q diz…
Djoko na capa da vogue deste mês com a manchete: the greatest of all times.
Viúvas, beijos de luz para vcs
Kkkk
Mas ele não fez mais winners naquela partida kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…
Mais um “papo de boteco”, por um cara que só é popular na Sérvia!
Pois é
Como se a Vogue fosse uma revista de tênis… Devem ter eleito um juri especializado para escolher o GOAT, kkkkkkkk
(o papo do boteco foi para o cabeleireiro)
O Vogue não é uma revista especializada, mas minha dúvida é: como ela chegou ao termo GOAT?
Será que seus redatores frequentam algum boteco de alguma esquina em Sampa?
LUIZ FABRICIANO, deve ser o Bar Brahma, o Riviera ou o Sujinho…
Boa Valmir, já estive no Sujinho, mas não se falava em GOAT lá não, rsss.
LUIZ FABRICIANO, ainda bem, porque conversa bêbado só aqui, nas dependências do limpinho…
Mas o assunto nao é sobre o termo GOAT, mas a forma como discutimos e escolhemos o GOAT.
Alias quem escolheu o GOAT na capa da VOGUE foi a Lacoste, que pagou bem caro pelas propagandas contidas nela. Aparece até o logo em uma das fotos.
Abs
Bom, se a Lacoste pagou, imagino eu que o cachê é justo para o retorno que seu garoto propagando gera.
Acho melhor tirar a peneira de sobre o sol. Economiza.
A Vogue não sabe que o quê importa é apenas o Legado!
Sei
A conferir
Rsrsrrs
Abs!
Kkkk
Será? Acho q sabe e mesmo assim cravou quem é o goat
Está atrasada minha cara . A revista de MODA Vogue em 2015, pos Djokovic na Capa ( tinha acabado de assinar com a Japonesa UNIQLO ) , já insinuando o mesmo. Federer foi substituí-lo ganhando o triplo e com contrato de 15 anos que ainda está em vigor . Moda , cultura, beleza , estilo de vida e PASSARELA, são as especialidades da Vogue internacional. Até aí morreu Neves…rsrs. Abs!
O fato de Federer ter assinado com a marca japonesa pelo triplo e com um contrato mais longo pode comprovar que o suíço tem agente, assessores financeiros e uma equipe de marketing que cuida muito melhor de seu dinheiro e imagem que o pessoal ligado a Djokovic. Tais questões me parecem nada terem a ver com a alfinetada de Letícia. Será que a Vogue, uma revista especializada em estilo de vida, moda e outras futilidades teria se informado sobre quem é o GOAT com os ocupantes da Kombi aqui no blog do Dalcim?
Perfeito
Existem revistas especializadas em Esporte inclusive Tênis, meu caro . Idem para diários como MARCA, Eurosport, que ainda não cravaram ” goat ” algum . Quem sabe Djokovic vencendo WIMBLEDON 2024 , não se animam e cravam como a Vogue ?. Abs !
Talvez por ser um jornalista não especializado em tênis, eu desconheça a existência de revistas e jornais dirigidos para esse segmento esportivo. Sou do tempo da revista Placar, lançada em março de 1970, que só vez ou outra trazia reportagens sobre os grandes embates entre os ídolos do tênis daquela época, e de lá para cá não me atualizei. Agradeço as dicas valiosas, Sérgio.
Só uma curiosidade: a tua indagação final indica que se Nole conquistar o oitavo título no All England Club pelo menos você também não terá mais dúvida?
Sharapova sempre ganhou mais dinheiro do que Serena.
Jamais, Paulo. Serena repetidamente foi a esportista, não apenas tenista, no mundo a faturar mais a cada temporada.
http://www.espn.com.br/noticia/525495_serena-massacra-sharapova-na-quadra-mas-perde-na-conta-bancaria#:~:text=Segundo%20a%20mesma%20lista%20da,O.P.I.%2C%20segundo%20o%20seu%20site.
Minha fonte está errada rs
https://www.google.com/amp/s/revistatenis.uol.com.br/amp/artigo/sharapova-e-atleta-mais-bem-paga-do-mundo-confirma-revista-forbes_10795.html
Se em 2015 só insinuou agora em 2024 afirmou. Então não to atrasada.
O gasto de energia que eu tenho para corrigir uma bobagem q vc escreve é muito maior do que a energia q vc gastou para criá-la. Sendo que no final, vc não quer ser convencido de nada.
Entao nem deveria ter te respondido. Mas respondi. Kkkk
Muito espirituosa e porque não dizer engraçada, caríssima Letícia. A Vogue não pode ser considerada especialista no assunto e a reportagem mostra o Sérvio dando uma de DJ , mostrando a seriedade. Bobagem é não ter noção de quais revistas especializadas no assunto, e que não puzeram até agora, NINGUÉM como ” goat ” . Deixe de tanta preguiça, meu anjo …Abs!
Muitas coisas são relevantes. Primeiro, a total falta de autoridade da Vogue para afirmar qualquer coisa sobre tênis.. essa é ótima, uma padaria anunciar que tem o melhor parafuso. E, segundo, como você acha que vão vender revista? Falando, “Djokovic, aquele que tomou pneu para o Federer em Cincinatti?”. Vocês comprariam? Melhor vender mesmo. Faria o mesmo, exageraria para vender. Parece aquelas lojas de “melhor bolo de chocolate do mundo…”
Vc leu a entrevista q o Djokovic concedeu à jornalista para afirmar isso? Vc leu a matéria? Vc sabe se quem a escreveu ou se quem escreveu a capa não tem autoridade para afirmar quem é goat ou não? Aliás, quem tem essa autoridade? Vc?
E, por fim, se vc considera a manchete “caça-clique”, tá no teu direito. Já eu reconheço os fatos.
Pior que eu li, Letícia. E aí fica feio, né? Nenad Janjatovic, sérvio, morador de Belgrado e que diz no primeiro parágrafo que Djok é seu jogador predileto, sendo obcecado por ele. Aí, você me diz, é uma fonte para você? Vamos dizer que um jornalista da Rolling Stone, suíco, morador da Basiléia, que se diz obcecado por Federer, dizer que Federer é goat, vale? Acho que não, né. Mesmo como torcedor do Federer, eu, pelo menos, daria nenhum valor a isso. Só uma questão de prudência em relação ao que viés de confirmação. Se não passamos para o tal “nossa, diz tudo que sempre acredito. Só pode ser verdade isso”. O Djokovic é o jogador mais bem sucedido, podem usar Goat, com certeza, mas não é por conta que você gostou do que o torcedor sérvio disse na Vogue né. Até porque, e aí veja porque é “caça clique” nos seus termos, a matéria é sobre a personalidade do Djokovic, o qual o jornalista considera fã, e no qual ele diz desde sempre, porque o Djokovic é “muito mais” do que o melhor de todos os tempos. É um ode a sua personalidade, tão admirada pelo fã. Então, a capa é sim para vender. A revista está certa, quer vender, a chamada é rápida, mas não tem nada a ver com algum argumento embuído de autoridade. E, não, Letícia, não sou autoridade, mas reconheço o Djok como o melhor. Acho melhor ir lá ler a revista. Qualquer dúvida é só falar.
Abraço.
1. Feio por q? O mínimo q espero é que vc tenha lido para falar o que falou;
2. Quem questionou a autoridade da Vogue foi vc;
3. Se eu tiver dúvida falo direto com a redação da Vogue.
1) Se esperava que eu tivesse lido, por que perguntou então? É pegadinha? Mas você não leu, porque se não teria apostado tão alto na autoridade do entrevistador/fã.
2) Sim, questionei e, de fato, não há, porque não é pessoa isenta de estatuir algo sobre o tênis, afinal, ele mesmo, se disse enviesado.
3) Imagina que vá mesmo, é viés de confirmação.
Abraço.
Prezado Julio, quem você qualifica com autoridade para afirmar qualquer coisa sobre tênis?
José Nilton Dalcim seria uma?
Seria, claro, Luiz Fabriciano. Sem dúvida. Resposta dada. Mas entao, me responda, seria um entrevistador sérvido da Vogue, Nenad Janjatovic, que no primeiro parágrafo diz: “Novak Djokovic is my favorite tennis player. Actually, this might be an understatement in my case. To be completely honest, I’m more obsessed with Novak.”? Resposta simples, acha uma boa fonte ou não? Já que estamos na Q&A, você me viu falando que o Djok não era o Goat ou eu estava questionando a fonte enviesada?
José Nilton Dalcim já é o suficiente para mim.
Quanto a Vogue, não ligo se tem autoridade ou não. Apenas achei legal ela dar essa moralzinha ao sérvio sem carisma e que possui apenas meia dúzia de fãs na Sérvia.
Obrigado pela resposta.
Nadal tem autoridade? Ele afirmou que Djoko é o goat.
Claro que tem. Mas o torcedor da Vogue, não, né? Sérvio, obcecado como disse. Virou argumento para você? E já viu eu falar o contrário, Paulo, que ele não é Goat?
Pode vender assim: aquele que venceu 4 finais de slam e 3 de atp finals contra o ex-goat, Federer.
Título longo. Mas de toda forma funcionaria. Quando o pessoa ver Federer escrito, sai clicando mesmo.. na pressa de hoje, vai até ler que ele é o goat e gostar.
Onde está a resposta a este comentário ??? . Não existe nenhuma ofensa ou agressão a esta Sra . Que critério é esse ?????
Até a Vogue acha que Novak é o maior de todos os tempos. Nossa, o amor entre Anna Wintour e RF acabou…
Helena:
Com relação à pasta passada:
Eu considero o segundo serviço de Pete Sampras o melhor de todos os tempos.
Também acho, Paulo.
Eu acho que também acho isso.. rsrs.. mas eu acho que o Kyrgios também poderia pleitear o posto. A questão é que ele é um tenista muito menos relevante na história e aí fica até difícil fazer uma comparação possível. Por isso, ainda fico com Sampras, mas me impressionava muito com a capacidade (velocidade de braço) do Kyrgios no 2° saque. Pena que um jogador tão talentoso (daqueles que você não vê fácil) teve uma mente perturbada por tanto tempo e quando ficou mais profissional, foi acometido por uma lesão séria.
Eu realmente sinto que Daniil Medvedev precisa ser creditado por sua capacidade de superar a derrota na final do Aberto da Austrália. Esse título estava ali mesmo para ser conquistado e não ter vencido deve ter sido esmagador.
E ainda assim aqui está ele, nas semifinais de Wimbledon. Coisas de campeão.
O Russo já tem um jogo que incomoda demais o Sinner. Na final do AO Medvedev vinha numa sequência brutal de jogos e o físico acabou pesando.
Musetti tem feito um belo torneio, mas com grande esforço físico também. Não vejo ele sequer tirando 1 set do sérvio, que, por sua vez, está mais motivado do que nunca! Do outro lado, eu já acredito que o malvadão dificultará a vida do Alcaraz que leva certo favoritismo.
Ele não deixou de estar motivado nunca . Principalmente perto do SLAM 25 , que ninguém possui . Estava jogando muito mal , agora voltou a jogar bem . É sem dúvidas favorito para a FINAL , meu caro . Abs!
“Com mais 7 aces, que a colocam agora na liderança do quesito junto a Lulu Sun, ambas com 31, Rybakina nem precisou sacar tão bem – 51% de acerto do primeiro – para se impor a Svitolina, que raramente abandonou a postura passiva mesmo tendo obtido quebra valiosa logo no game inicial.”
Isso aqui é apenas um pequeno detalhe para termos noção do que seria, aventado aqui, por muita gente, um embate sério entre homens e mulheres. Não daria nem para o começo.
O próprio Chefe já disse que uma top não tiraria nem um set de um top 500 do ranking.
E pelo amor de Deus, estou me referindo apenas aos aspectos físicos dos dois sexos. Para deixar isso bem claro. Rsss.
Somente agora? . Um TOP 200 ( ou mais) , bateria na N 1 sem problemas. Veja a batalha dos Campeões entre Connors e Navratilova valendo US $ 1000.000,00 na Época. O Cara somente tinha direito ao primeiro Serviço. E Martina podia atacar na área de duplas . Jimmy venceu em Sets diretos. Abs!
Não SR, desde sempre.
Somente agora estou trazendo uma mostra da diferença, no quesito aces.
Jogadores masculinos, bons sacadores, fazem 20 por jogo.
Apenas isso.
Dalcim, ano passado o Alcaraz chocou o mundo (esse sim, chocou) ao quebrar a hegemonia do Djoko e vencê-lo em uma final de Wimbledon. Feito que nem Nadal e nem Federer conseguiram.
Para você quais foram as estratégias que o espanhol adotou para sair com a vitória?
Acho que o aspecto mais fundamental foi manter um padrão ofensivo e usar bem a paralela de backhand, já que o contrapé é um golpe geralmente fatal na grama.
Foi um jogo de muito vento, se não me engano.
Se tem coisas “fora o adversário” que interferem no jogo do Djokovic são vento e calor excessivo. Reduz significativamente a sua precisão.
Exatamente
Alcaraz adora vento e calor intenso. Pelo amor… rsrs. Abs !
Estou reconhecendo que ele é muito inferior quando está ventando como foi naquele dia ou muito calor como acontece quando joga na rodada diurna com incidência de sol.
Para mim não é surpresa ele perder nessas condições.
Eu ia fazer um julgamento por toda essa situação peculiar mas por questões de “foro íntimo” não o farei.
Na entrevista pós partida, foi feito uma pergunta ao Musetti relacionada ao próximo jogo com Djokovic e na ocasião teve o nome vaiado por alguns, mas Musetti meio que deu um tapa de luva mostrando também que tem uma boa relação com o GOAT.
“Ele provavelmente conhece melhor a superfície e a quadra do que eu. Piadas à parte… ele é uma LENDA. Em todo o lugar, mas também aqui em Wimbledon. Nos últimos anos ele tem feito coisas impensáveis”.
Dalcim, me dói ver tantos fãs do tênis, que provavelmente eram torcedores da dupla Federer e Nadal, não reconhecerem o que o Djoko tanto fez e faz pelo esporte. Já passou dos anos que ao invés de ele receber humilhação, deveria receber reconhecimento.
Reconhecimento será muito difícil de acontecer. Imagina uma torcida dividida por alguns anos: Sei lá, 60% para um e 40% para o outro. Vem um cara e chuta os dois tenisticamente falando para escanteio. Passa-se 10 anos, mas o público que acompanha hoje “in loco” é o mesmo.
A popularidade de Djoko é imensa extra quadra(vide Instagram, Twiter e facebook) e até as notícias aqui no site, mas aqueles que tem condições de ir assistir aos jogos é muito pequena. Isso não vai mudar nunca, eu acho.
Chutou Federer e Nadal para escanteio e ficou como N 3 de 2007 a 2011 . Deu tempo do Suíço ficar 237 Semanas CONSECUTIVAS no TOPO , atingir 8 WIMBLEDON e 5 USOPEN consecutivos. Nadal incríveis 14 RG , 8 x 2 nos confrontos em Paris e OURO OLIMPICO . Sei …rs. Abs!
Paolini tem todos os méritos, sem dúvida. Mas só chegou onde chegou graças à lesão da Madison Keys, que fatalmente ia vencer aquele jogo.
Dalcim,
“… torna o terceiro mais IDOSO a chegar …”
Agora me peguei imaginando o sérvio com 83 anos jogando rsrs. Que tal “mais longevo”? Rsrs
Apenas para reflexão, se escrever que um menino de 7 anos é mais velho que um de 4 anos, você associará o menino de 7 anos a um idoso?
Não.
As palavras “velho” e “idoso”, que podem ser sinônimas a depender do contexto, possuem uma carga semântica distinta nesse seu exemplo. Ninguém associa “criança” a “idoso”, mas entendemos que uma pode ser mais “velha” que a outra.
Ribakina parecia uma jogadora de categoria diferente da Svitolina. Era como se fosse uma profissional contra uma amadora ou aposentada. Fiquei espantado pela enorme diferença no nível entre as tenistas
Dalcim, não sei o que está acontecendo, mas toda vez que tento curtir alguma postagem acaba diminuindo o número de likes quando clico no joinha. Outra coisa, alguém já venceu os três primeiros do ranking em um mesmo torneio assim como Medvedev pode fazer?
David Nalbandian fez isso para vencer o Masters de Madri de 2007, então em quadra dura coberta, vencendo Nadal (2), Djokovic (3) e Federer (1) sucessivamente.
Uau, taí um título parrudo para valer!
Considero esse o feito mais extraordinário da história como recorte isolado de desempenho em um torneio.
em 2007 Federer e Nadal já eram consagrados. Djoko ainda estava na crescente. Mas isso não diminui o feito do argentino nao é?
É um baita feito, mas creio que o do Medvedev será maior caso consiga (bem difícil).
Isso ocorre comigo com muita frequência. Ao invés de dar um like, aparece um dislike. Já quase abdiquei de clicar.
Comigo também já aconteceu diversas vezes. Ao invés de aumentar o número de likes, diminui. Aí é preciso clicar de novo para voltar ao estado anterior. Também já apareceu a mensagem “Você não tem autorização para votar nesse comentário”, em caracteres vermelhos, quando tentei dar likes em alguns comentários nada polêmicos ou que tenham conteúdos que pudessem justificar tal impedimento. E ontem, pela primeira vez, ao dar um like em um comentário que já tinha outros cinco, o número subiu para nove em vez de seis, que seria o correto.
As duas coisas também já conteceram comigo. Só nao aconteceu isso de aumentar mais que um.
Abs
Depois de tirar Zverev da disputa, eu esperava mais do Fritz no jogo de hoje. Musetti mostrou qualidades contra o americano, mas será surrado impiedosamente pelo Djokovic na semi.
No feminino, Rymáquina é favorita e terá minha torcida. No outro confronto, veremos um duelo interessante entre a italianinha sensação da temporada e uma renovada Donna Vekic. À propósito, como é bonito o sorrisão da Paolini ao conquistar uma vitória…
Fritz só ganhou do Zverev porque o alemão se lesionou e estava com dificuldades na movimentação. Não fosse isso, aquela virada seria absolutamente improvável. Além do sorrisão da Paolini, aprecio muito também o sorriso, e a beleza como um todo, de outra italiana baixinha, Martina Trevisan.
Rodrigo, e não nos esqueçamos da mais bela das tenistas italianas: Camila Giorgi.