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São Petersburgo (EUA) – Depois de conquistar o maior título da carreira no WTA 1000 de Madri, Marta Kostyuk também garantiu seu melhor ranking. A jovem ucraniana de 23 anos saltou 8 posições e aparece agora como número 15 do mundo.
Vice-campeã do torneio, a russa Mirra Andreeva recuperou uma posição e agora é a sétima colocada. A jovem de 19 anos está a dois postos da melhor marca da carreira.
O top 10 do ranking teve outras mudanças, com Iga Swiatek ultrapassando Coco Gauff para reassumir o terceiro lugar. Além disso, a ucraniana Elina Svitolina, que defendia semi, caiu do sétimo para o 10º lugar, permitindo avanços não só de Andreeva, mas também de Jasmine Paolini e Victoria Mboko.
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Já na disputa pelo número 1, a diferença de Aryna Sabalenka para Elena Rybakina caiu de 2.395 para 1.555 pontos. A atual líder do ranking era a atual campeã em Madri e caiu ainda nas quartas, defendendo apenas 215 dos mil pontos que tentava manter.
Semifinalistas saltam no ranking
Destaque também para a norte-americana Hailey Baptiste, semifinalista em Madri e algoz de Aryna Sabalenka. A jogadora de 24 anos avançou sete posições e atingiu o 25º lugar. Já a austríaca Anastasia Potapova, que também fez semi em Madri, saltou 18 posições e agora é a 38ª do ranking. Seu recorde pessoal é a 21ª posição.
A queda mais acentuada de todo o top 100 da WTA foi de Donna Vekic. A croata, que defendia oitavas em Madri, perdeu 23 posições e caiu do 66º para o 89º lugar. Ela busca a recuperação no WTA 125 de Istambul, torneio que conta com a brasileira Laura Pigossi.
Entre as campeãs de torneios da série 125, a australiana Daria Kasatkina saltou do 75º para o 66º lugar após o título em La Bisbal, enquanto a polonesa Katarzyna Kawa saltou 25 posições e foi para o 138º lugar depois de vencer em Hangzhou. Já a japonesa Moyuka Uchijima, campeã em Saint Malo, não conseguiu defender a totalidade de pontos que precisava e saiu do top 100. Ela era a 94ª do mundo e agora ocupa o 109º lugar.











favor, parem de chamar a Potapova de austríaca !
Caro Lucas (e demais que também comentaram aqui), desde dezembro de 2025 Anastasia Potapova passou a defender a Áustria, conforme noticiado aqui no site (https://tenisbrasil.uol.com.br/potapova-e-mais-uma-a-deixar-a-russia-e-defendera-a-austria-na-wta.html). Portanto, embora tenha nascido na Rússia, como agora defende a bandeira da Áustria no circuito, como está no próprio site da WTA (https://www.wtatennis.com/players/325601/anastasia-potapova), não há motivos para não chamá-la de austríaca. É o mesmo padrão que utilizamos com diversas outras jogadoras nascidas na Rússia, mas que mudaram de nacionalidade, como a francesa Varvara Gracheva, a australiana Daria Kasatkina e a cazaque Elena Rybakina.