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Paris (França) – Uma das revelações da temporada, o espanhol Rafael Jodar se mostra cada vez mais um grande especialista no saibro. Em seu primeiro Roland Garros, onde já entrou como cabeça de chave, ele estreou com vitória fulminante em cima do norte-americano Aleksandar Kovacevic, 67º do mundo, anotando as parciais de 6/1, 6/0 e 6/4, em partida de apenas 1h36 minutos.
Jodar, de 19 anos e um mês mais jovem que João Fonseca, começou a temporada no 168º posto, mas logo em março já estava entre os top 100, avançando à faixa dos 50 primeiros em abril ao ganhar o 250 de Marrakesh. Entra em Roland Garros como 29º colocado, depois das semifinais em Barcelona e quartas de final em Madri e Roma. Venceu 16 dos 19 jogos feitos na temporada de saibro até agora.
Este é apenas seu segundo Slam, tendo vencido uma rodada também no Australian Open. Para tentar avançar no ranking, ele precisa de pelo menos mais uma vitória e não teve ter trabalho para isso na quarta-feira, quando enfrentará o australiano James Duckworth. Se avançar, enfrentará então quem passar do duelo norte-americano entre Nishesh Basavareddy e Alex Michelsen.
O espanhol ganhou os dois primeiros sets com facilidade, ambos em 24 minutos, e precisou salvar o primeiro break-point no terceiro game da terceira série, quando já tinha 2/0 de vantagem. e outro no oitavo game. Ganhou 81% dos pontos com o primeiro serviço, incluindo quatro aces, totalizando 26 winners e 20 erros.
De Minaur avança e Carreño surpreende
Treinado por espanhol, o australiano Alex de Minaur passa muito tempo na Espanha e por isso a adaptação ao saibro tem sido cada vez melhor. O número 7 do mundo já fez quartas de final em Paris há dois anos e começou bem sua campanha nesta edição, ao superar o qualificado Toby Samuel, 159º do ranking, por 6/4, 6/4 e 6/2. Seu desafio agora é o belga Alexander Blockz, que tem somado resultados importantes no saibro.
Boa surpresa causou o veterano espanhol Pablo Carreño, que já fez duas quartas de final em Roland Garros, em 2017 e 2020, mas não vencia um top 20 no saibro há seis anos. Ele se impôs sobre o cabeça 12, o tcheco Jiri Lehecka, por 6/3, 7/6 (7-3) e 6/3, e terá pela frente o australiano Thanasi Kokkinakis ou o local Terence Atmane.
Rinderknech enfrenta Berrettini
Uma das poucas esperanças francesas, Arthur Rinderknech confirmou a condição de cabeça 22 e eliminou o qualificado Jurij Rodionov, por 7/6 (7-5), 6/2 e 6/3. Esta no entanto foi apenas sua terceira vitória em sete participações no Slam caseiro, onde nunca passou da segunda rodada.
Seu adversário de quarta-feira será o italiano Matteo Berrettini, que virou em cima do húngaro Marton Fucovics, por 6/7 (2-7), 7/5, 6/1 e 6/2, marcando sua primeira aparição no torneio desde 2021, quando fez quartas.












Calma com o Jodar que ele ainda é muito jovem…
Jodar é muito bom, mostra que será talvez um dos melhores no saibro no circuito atual, mas também tem uma sorte tremenda. Ele dá sorte já no sorteio das chaves e depois elas ainda se abrem mais ao longo do torneio. Tá louco.
Tem q saber aproveitar a sorte qnd ela aparece né, por exemplo, a chave do Fonseca em Roma também se abriu: não enfrentaria nenhum cabeça de chave até as QF but, o BR já caiu logo na estreia..
É vdd. Mas ele sempre tem bons sorteios e quase sempre a chave abre. No AO, sendo um cara 150 do mundo, estreou contra o Rei Sakamoto, então 200 do mundo. No Master de Miami, furou o quali, e sendo na época o 109 do mundo pegou o Hanfmann, então 64 do mundo na 1º rodada e depois o Vukic, 94 do mundo, na segunda. Poderia ter pegado cabeças de chave antes, mas não pegou. Foi campeão em Marrakech, seu 1º ATP, sem pegar um único TOP50 e fazendo a final contra um cara 117 do mundo. Em Barcelona teve que passar pelo Norrie, até ali seu maior advesário no ano em termos de ranking. Em Madrid, aí sim teve que passar por De Minaur e Fonseca, mas também enncontrou na chave De Jong e Kopriva. Chegou as quartas em Roma enfrentando um único TOP50, Tien. Ele tem sorte. E competência também.
Eu já disse aqui que esse moleque é o grande jogador da geração dele, e está a alguns ajustes no serviço de ser um jogador muito dominante.
No saibro sim, como será o desempenho nos outros pisos?
Veremos nos próximos meses. Estou curioso em saber, como ele vai desempenhar nas outras superfícies.
Pois é, a temporada dele em quadra dura nesse ano foi bem morna, para não dizer outra coisa, pode ser que a confiança adquirida na temporada de saibro o ajude, ou então, ainda não se fazia presente naquele período, mas é aguardar e ver como ele jogará nas quadras ultra velozes da américa do norte.
A chave abriu pro espanhol.
Jodar >>> Fonseca
Jogando como o João do Velho Testamento jogava . Caminho livre até a semi.
Rodar deve ir mais longe que o John Fonseca, tanto pelo maior nível como pela chave
Chave aberta mesmo.
Não de acordo com o Rafasinner kkk
Pode ser, mas pode não ser. O que eu vejo é que essa geração (Jodar, Fonseca, e outros na mesma faixa etária), parece mais promissora que a geração do De Minaur, Casper Ruud e outros, caras na faixa dos 25 a 27, que até figuram no top 10 mas não incomodam (não muito) Sinner ou Alcaraz. É esperar para ver.
Fonseca tem chave fácil até a 3ª rodada (pega um croata desconhecido e depois um velho moribundo semi-aposentado), mas não deve passar da quarta rodada.
O croata vai ser um grande desafio, ele é um jogador que se da melhor no saibro tendo inclusive ganhado o RG juvenil. Mas se chegar contra o semi aposentado, vejo como um jogo mais fácil para ele avançar.
Jamais terá a carreira do velho moribundo. Talvez nem vença slam.
Croata desconhecido? O Prizmic é um dos maiores jovens prospectos do circuito. Era visto como mais promissor que o Mensik uns anos atrás, mas teve o início da carreira atrapalhado por lesões. Parece ter se recuperado e está jogando muito. Jogo bem complicado pro João, ainda mais nesse momento.
Kkkkkk o croata e muito favorito amigo. Fase e bem melhor que a do fonseca
A chave foi muito generosa com o Jodar. Na realidade, tem sido assim nos últimos torneios…
Futuro top 5 com certeza esse da foto.