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Roma (Itália) – O início de trabalho com Francisco Roig é muito bem avaliado por Iga Swiatek, que tem valorizado a consistência apresentada em quadra. Depois de dominar a partida desta segunda-feira contra Naomi Osaka pelas oitavas do WTA 1000 de Roma, a tricampeã falou sobre a solidez apresentada do fundo de quadra e a redução no número de erros, destacando a rotina de treinos com o novo técnico espanhol.
“Foi uma grande partida. Desde o começo até o fim eu sabia o que precisava fazer e executei isso muito bem. Estava bastante confiante com o meu jogo”, afirmou Swiatek, satisfeita com a atuação após a vitória por 6/2 e 6/1 sobre Osaka.
Mesmo com as condições de vento, a polonesa terminou o jogo com 26 winners e apenas 18 erros não forçados. Segundo ela, a sequência de partidas em Roma tem ajudado a recuperar ritmo e confiança. “Com certeza o número de jogos ajuda muito, porque eu não consegui disputar tantas partidas antes. Então o objetivo aqui é jogar o máximo possível”.
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Swiatek também destacou que lidou melhor com as condições em comparação à estreia contra Caty McNally. “Não senti que estivesse tão ventando assim. Contra a Caty estava muito pior. Hoje fui bastante paciente e tomei boas decisões em relação ao risco, sem forçar demais quando não era necessário”.
A número 3 do mundo explicou que a sensação de segurança do fundo de quadra, algo que vinha buscando nas últimas semanas, apareceu de forma mais clara nesta partida. “Hoje eu realmente senti isso. É justamente por isso que treinamos dessa maneira com o Francis. Essas semanas de treino ajudaram muito. Foi um passo importante adiante”.
Swiatek também elogiou a forma de trabalho de Roig e disse que a adaptação ao novo treinador aconteceu de maneira natural desde o início da parceria. “Senti que entendi o Francis desde o começo. Acho que isso também depende da relação específica que você constrói com o técnico”.
A polonesa destacou principalmente a capacidade do espanhol de ajustar os treinamentos às necessidades do momento. “Todo jogador quer um técnico com boa visão de jogo e um plano claro sobre o que fazer e como alcançar isso. O Francis tem uma sensibilidade muito boa para adaptar os treinos ao que a jogadora precisa naquele momento. Ele também está atento a todos os fatores envolvidos. Tudo acaba se encaixando nos treinos: a parte física, mental e técnica. Você percebe que ele está atento a tudo isso, e isso é muito bom”, acrescentou.
Em tom descontraído, ela também comentou sobre a recuperação de Roig após a ruptura no tendão de Aquiles sofrida durante uma atividade promocional em Roma. “Ele está usando aqueles carrinhos de golfe para chegar às quadras de treino, o que tem ajudado muito. No primeiro dia não conseguimos um e ele precisou fazer todo o caminho até as quadras. Foi bem difícil”, contou. “Mas a cada dia ele está andando melhor com as muletas. Está aprendendo uma nova habilidade”, brincou.
Duelo com Pegula nas quartas
A adversária de Swiatek nas quartas será a norte-americana Jessica Pegula, número 5 do mundo, que superou a austríaca Anastasia Potapova, 38ª colocada e semifinalista em Madri, por 7/6 (8-6) e 6/2. A polonesa lidera o histórico de confrontos por 6 a 5, mas a norte-americana venceu os dois encontros mais recentes. Iga levou a melhor no único duelo disputado no saibro.
“Vamos ver primeiro em que horário será a partida, porque as condições também dependem disso”, comentou Swiatek sobre o confronto. “A Jess é sempre uma adversária muito dura. Ela é extremamente experiente, muito calma e joga de maneira sólida. Vou precisar estar preparada e assistir aos jogos dela no saibro, porque faz tempo que não nos enfrentamos nessa superfície”.










