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Roma (Itália) – A temporada de saibro tem peso extra para Coco Gauff neste ano, já que conquistou Roland Garros e foi vice-campeã nos eventos de nível 1000 de Madri e Roma no ano passado. Ciente de que tem muitos pontos a defender, a norte-americana minimiza a pressão por resultados e garante que a prioridade é pensar em um torneio de cada vez.
A atleta de 22 anos caiu nas oitavas de final no evento espanhol na última semana, depois de competir combalida por conta de um vírus estomacal. Recuperada, ela estreou com boa vitória no Foro Itálico e agora enfrenta a argentina Solana Sierra, com uma vitória de vantagem no histórico.
Gauff garantiu estar mais preparada para lidar com as expectativas. “Internamente, a principal mudança é a parte mental. Percebi que defender um título, de certa forma, não significa nada. Cada ano é uma nova oportunidade para qualquer jogadora vencer.
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— Internazionali BNL d’Italia (@InteBNLdItalia) May 7, 2026
“Obviamente, espero que seja eu, mas não encaro mais como uma obrigação. Não vou conseguir defender esse título todos os anos. Não sou o Rafa Nadal. Talvez um dia eu chegue lá (risos)”, brincou.
A número 4 do ranking mundial disse que lidou com enorme pressão depois de surpreender o circuito ao ganhar o US Open em 2023. “Eu pensava o tempo todo: preciso defender, defender, defender. Agora, vejo apenas como mais um torneio. Ganhei no ano passado e vou tentar novamente este ano”, ponderou.
“Mudei a minha perspectiva para não carregar tanta pressão como aconteceu depois de vencer o US Open em 2023. É uma questão de maturidade. Não colocar peso demais sobre mim, porque preciso manter a estabilidade mental”.
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Sobre a vitória na estreia diante de Tereza Valentova, atual 48ª colocada da WTA, a norte-americana elogiou a rival e a escola tcheca. “Acho que hoje foi bom, mas preciso diminuir a tensão. Senti que precisava forçar muito para sacar com potência”, analisou a atual vice-campeã de Roma.
“A Tereza claramente elevou o nível em relação ao ano passado, quando jogamos em Paris. Ela tem muito talento. A República Tcheca realmente continua produzindo grandes jogadoras. Tenho certeza de que, na próxima vez que nos enfrentarmos, ambas estaremos ainda melhores”, destacou Gauff.
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Quando se tem uma compatriota como a Serena Williams, que foi multicampeã e dominou o circuito feminino até os 35 anos de idade, existe uma enorme pressão para que as jopgadoras das novas gerações consigam os mesmos resultados ou pelo menos resultados próximos ao que conseguiu a ex-jogadora. Isso é o que a Coco Gauff deve enfrentar perante o público de seu país. E ela está certa de aliviar a pressão sobre si mesma, e encarar cada torneio de forma individual, sem se obrigar a repetir o resultado do ano anterior.