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Paris (França) – Após Juan Manuel Cerúndolo alcançar a maior vitória da carreira sobre Jannik Sinner, foi a vez de seu irmão mais velho Francisco Cerúndolo avançar à terceira rodada em Roland Garros. O cabeça de chave 25 eliminou o local Hugo Gastón de virada, ao anotar as parciais de 2/6, 6/4, 6/2 e 6/1, após 2h46 de batalha.
O resultado marca a terceira vez que dois irmãos atingem a terceira rodada em Paris simultaneamente. Eles igualam os norte-americanos Gene Mayer e Sandy Mayer, em 1979, e os alemães Alexander Zverev e Mischa Zverev, em 2018.
Porém, a classificação de irmãos para as oitavas de final seria um feito inédito no circuito masculino. A forte campanha argentina colocou nove nomes na segunda fase do segundo Grand Slam da temporada.
All-court coverage?
Francisco Cerundolo is on it 🫡#RolandGarros pic.twitter.com/9ZabQ1Am1z
— Roland-Garros (@rolandgarros) May 28, 2026
Com o triunfo, Francisco Cerúndolo se credenciou para enfrentar o surpreendente Zachary Svajda, número 85 do mundo. Mais cedo, o norte-americano acabou com a festa do convidado australiano Adam Walton, que havia derrotado o russo Daniil Medvedev na estreia. Svajda venceu por 3 sets a 1, com parciais de 6/3, 6/4, 6/7 (4-7) e 6/2, em 2h48 de partida.
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Cerúndolo e o norte-americano de 23 anos vão se enfrentar pela terceira vez, com um resultado positivo para cada lado. O argentino prevaleceu no US Open de 2023, e levou o troco no ATP 250 de Winston-Salem na temporada seguinte. Quem vencer, encara quem passar entre o canhoto Learner Tien e o italiano Flavio Cobolli, décimo pré-classificado.
O tenista de Buenos Aires ganhou um título em 2026, jogando justamente o torneio em sua cidade natal. Atual número 26 do ranking mundial, Cerúndolo tem como melhor marca o 18º posto de maio de 2025. Ele fez oitavas de final em Roland Garros em 2024 e 2023, e caiu na estreia no ano passado.










E segundo alguns os Cerundolos não passam de baloeiros, principalmente o mais novo
Taí a diferença entre os hermanos e os tupiniquins
Ponto de Reflexão:
Juan Manuel Cerundolo, Vallejo, Burruchaga, Jaime Faria; há meses atrás estavam ralando em challengers aqui no Brasil. Vallejo enfileirou troféus aqui entre 2025 e 2026. Esse ano a Bolívia, eu disse Bolívia, teve 2 jogadores na chave principal de Roland Garros. Enquanto isso, muito dos nossos jogadores tem no momento boa estrutura, patrocínio e não conseguem furar a bolha: Reis, Heide, Puccinelli, Alves, Boscardin, fora a queda gigante de Wild, Monteiro, Felipe Meligeni…..
Qual jogador que tem boa estrutura e patrocínio que eu nao to sabendo?
Quem mais se aproxima desses SulAméricanos citados é o Heide, porém ele não tem disposição para encarar o circuito,vive dando out dos torneios em que está inscrito, é algo inexplicável