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Estoril (Portugal) – Eliminado na estreia do challenger do Estoril, João Fonseca avaliou seu desempenho na partida desta quarta-feira em Portugal. O número 1 do Brasil e 65º do mundo entende que não fez uma partida ruim diante do holandês Jesper de Jong, 93º do ranking, e valorizou a atuação do algoz, que surpreendeu na rodada.
O carioca de 18 anos disputou apenas seu segundo torneio na temporada de saibro na Europa, depois de ter atuado no Masters 1000 de Madri na semana passada, e sente que ainda precisa de ritmo na superfície. Seu próximo compromisso é o Masters 1000 de Roma, que será disputado nas duas próximas semanas, concluindo a preparação para Roland Garros.
“Não joguei mal, mas também não joguei muito bem”, avaliou Fonseca, após a derrota por 6/2 e 7/5 nesta quarta-feira. “Preciso de um pouco mais de ritmo no saibro, estou muito com a cabeça na quadra rápida ainda. Gosto muito de jogar no saibro e venho fazendo bons treinos, mas preciso ter mais paciência e sei que mais jogos e a experiência vão me ajudar com isso”.
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Durante a rápida partida de 1h16, De Jong conseguiu impor um tênis agressivo, tirando o tempo do brasileiro, mesmo nas condições mais pesadas da quadra no Estoril, além de ter sacado muito bem, especialmente no primeiro set. Depois de estar perdendo o segundo set por 3/1, o carioca conseguiu buscar o empate comandando os pontos com seu forehand, mas não teve novas chances de ameaçar o serviço do rival, que voltou a quebrar no fim do jogo.
“Acho que ele entrou muito solto, fazendo saque e voleio, drop shots… Fiquei um pouco surpreso e mais tenso que o normal. Tive chances de retomar a partida, mas acabei falhando um pouco mais e não deixei ele ficar com aquela dúvida de ‘será que ele vai me pegar?’. Foi total mérito dele, mas quero mais”, acrescentou o jovem tenista. De Jong fez 17 a 11 nos winners e cometeu 14 erros não-forçados contra 25 de Fonseca.
Apesar da grande expectativa do público da casa e também dos vários brasileiros que vivem em Portugal, Fonseca mais não passou da rodada de estreia no Estoril. Ano passado, quando o torneio era um ATP 250, o carioca recebeu convite e foi superado pelo britânico Jan Choinski em três sets. “Gosto de jogar aqui e é triste ter perdido duas vezes na primeira rodada, mas sei que essas experiências vão me fortalecer. Agora é seguir focado na minha preparação para Roma”.











Brasileiro perde primeiro pra ele mesmo. Começa ganhar uns jogos e já tira um mês de férias. Perde o ritmoe e perde os jogos quando volta.
Quando o fonseca saiu de uma grande semana de miami e descansou por um mes, eu fui contra, e muitos falaram que eu estava exagerando, agora que perdeu em Portugal falam que foi errado em ter ido treinar no Rio. Imediatismo kkkkk.
É simples… o garoto já está sendo estudado… o caras vão lá nas partidas perdidas e analisam pra quem ele perdeu e como perdeu! Não assisti, mas provavelmente deve ter usado a mesma tática do americano que venceu dias atrás.
Bora João! É isso mesmo, tem que criar casca. Humildade e trabalho. Suar, sujar as mãos, cair e levantar. É assim que o cérebro aprende e o físico cresce. Ganhar resistência, desenvolver potência, ganhar volume de jogo. A confiança virá. Só o talento não dá. Vai ser um grande jogador. Bora João!!!
Muitas férias, está sem ritmo de jogo…
Não se sabe até que ponto essa badalação excessiva – mídia intensa, jogos na quadra princiipal, horário nobre – está afetando a cabeça do garoto.
Ele usou a palavra certa,’paciência”, é disso que o Fonseca precisa no saibro, não dá pra resolver em 1 ou duas bolas,por isso o alto índice de erros não forçados, quando ele encontrar esse equilíbrio, poderá almejar coisas maiores e com certeza conseguirá seus objetivos,vamos pra próxima Fonseca,o Brasil está com você.
Interessante
Olha quantos entendidos de tênis que nas vitórias desaparecem e nas derrotas se deleitam em criticar
Eu achei a derrota um resultado absolutamente normal dentro da curva de aprendizado de um jovem de 18 anos..
Dito isso, fica feio demais o João querer colocar na conta da “falta de ritmo no saibro” qnd essa falta de jogos na superfície foi exclusivamente uma escolha dele/do seu staff.. fez a escolha de não jogar pra descansar, ou pra tirar férias, ou pra trabalhar em aspectos físicos e técnicos do seu jogo, ok, assuma o ônus da sua escolha e bola pra frente, sem esse tipo de desculpinha sem fundamento..
Isso aí, vc tem tempo, step-by-step. Não ligue pros comentários dos apressadinhos. Ontem o cara jogou melhor que vc, amanhã será outro dia.
Impressionante a falta de noção dos haters deste muleke. João é 65° do mundo, sabem a posição do 2° melhor ranqueado com a mesma idade dele? 300°. Fonseca já ganhou atp, já ganhou de top 20, de top 10, não achava que com essa idade, meros 18 anos, ele já estaria nesse nível.
Guga nos dias atuais sofreria uma pressão enorme dos haters, pois com 18 anos não era nem 400° do mundo. É preciso ter paciência, assim como o próprio Fonseca precisa abaixar um pouco a bola e entender que apesar do grande potencial, falta muito p/ ele sentar na mesa dos melhores tenistas da atualidade.
No mais, a galera precisa parar de acompanhar tênis como se fosse futebol, as derrotas são normais, acontecem quase toda semana. Vejam o Mensik, ganha o masters de Miami, depois caiu na 1a rodada num atp 500 p/ um cara fora do top 100, hj é quadrifinalista em Madrid, e vejo ele no atual momento mais pronto que o Fonseca. Vamos aguardar pessoal, João é diferente, muito talentoso, mas ainda é verde e tem muita coisa a ser aprimorada.
É um jogador muito agressivo.
Joga perto da linha.
No saibro precisa aprender a defender um pouco atrás da linha.
Com certeza o João vai conseguir ter aquela semana que tudo entrar,aí depois ninguém segura o menino.Pontos fortes saque acima da média e a direita mortal.
O DNA do João é espancar a bolinha o tempo todo, então o treinador terá trabalho pra ennsiná-lo à ter mais paciência! Os frutos serão colhidos daqui uns anos
Se todo jogo ele fica mais tenso que o normal, então mais tenso que o normal passa a ser o normal, não?
Entendo que o JF tem potencial, assim como diversos outros atletas do circuito, que não viraram grandes campeões. Vide Dimitrov, Aliassime, Shapovalov, e outros tantos. Chegar ao top ten, ganhar slams, envolve muito mais do que só potencial. Eu acho que ele teria que mudar de técnico, desenvolver novas estratégias de jogo, técnicas, etc… Se ficar apegado ao staff que o trouxe até aqui, pode ser que só fiquei na promessa. Guga e Larri Passos são lendas do esporte. Hoje o tênis é muito físico, muita técnica e muita cabeça. Só na emoção não é suficiente.
Pronto, agora parem de falar que é o “novo guga”. Quanta bajulação. Tem MUITO chão pra andar fiote. Menos…bem menos.
O cara fala de si mesmo na terceira pessoa eu já fico com pé atrás. Tem ficar 1 ano sem pisar no Rio pra baixar a bola e trabalhar.
O nivel de comentário nesse site está se superando, pronto agora o garoto já não presta, não joga nada!
Querem o cara ganhando todos os jogos na temporada, sem perder, sem errar nada, jogos perfeitos 100% do tempo.
O garoto tem 18 anos está no segundo ano circuito profissional, jogando de igual pra igual com muito cara grande, conquistando challengers, e até mesmo um ATP 250 aos 18 anos, mas isso não está bom, TEM QUE GANHAR e jamais pode ocilar já querem alimentar expectativas fora da realidade.
Tem pontencial para ser um grande jogador, porque não ao invés de curtir a jornada do moleque o crescimento e evolução e olhar as coisas por esse prisma, Mas não é sempre esses comentários de gente sem noção, que se quer saber pegar numa raquete e bater um forehand, bachand ou fazer uma cruzada , se quer vence algum campeonato de nivel amador, e se sente no direito de simplesmente de escrever com o figado e odiar por diar, Procurem um terapeuta ou piscologos vão se tratar e aprender a lidarem com vossas frustrações.
A semana está sendo dura. Derrota atrás de derrota, suor desperdiçado em quadras que passamos a acostumar. Hoje, enfim, deu pro gasto. A vitória veio, mas sejamos honestos: os adversários também estavam no mesmo barco furado — aquela turma esforçada, porém meia boca, como a gente. É bom aproveitar enquanto dá. Porque uma hora a conta vem. E não vai fechar com saldo positivo. O físico cobra, a técnica entrega, e o ranking não perdoa. Tô quase desistindo de acompanhar Tênis.
Com a sucessão de derrotas, daqui a pouco a mídia para de bajular. E então talvez aperfeiçoe o jogo. Tênis não é só meter a mão na bola. Se fosse assim, Fernando Gonzalez teria sido número um do mundo. Reitero que o Fonseca precisa investir pesado no físico. As curtinhas têm sido fatais contra ele. Só tem 18 anos. Dá tempo de melhorar.