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Madri (Espanha) – Arthur Fils segue em alta e anotou a sétima vitória seguida para alcançar a fase de oitavas de final do Masters 1000 de Madri. Após derrotar o norte-americano Emilio Nava, o francês exaltou o trabalho de sua equipe e comparou as condições da capital espanhola com as de Barcelona, onde foi campeão.
Na estreia diante do peruano Ignacio Buse, o tenista de 21 anos precisou virar a partida e destruiu uma raquete após o primeiro set. Desta vez, ao triunfar em duas parciais, Fils acredita estar mais adaptado ao saibro veloz da Caixa Mágica. Ele agora enfrenta o argentino Tomas Etcheverry.
O francês vem embalado pelo título do ATP 500 de Barcelona e espera manter o ritmo. “Acho que fui muito bem em por lá e aqui também está funcionando. Fui mais exigido na primeira rodada, precisei buscar mais no lado emocional. Hoje fui bastante constante, o que é muito positivo”, disse.
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“Especialmente em condições como estas, com mais velocidade, é importante manter a paciência. Hoje meu adversário estava sacando muito bem, disparando verdadeiros ‘mísseis’. Então tive que focar no meu serviço e tentar ser sólido quando os ralis começavam. Estou satisfeito com a forma como me reencontrei e fechei o jogo”, celebrou.
O parisiense ainda destacou as diferenças entre as condições de Madri e Barcelona. “É tudo bem diferente. Prefiro Barcelona, com 100% de certeza. Lá consigo controlar melhor a bola, posso bater o mais forte que quiser. Aqui, às vezes, preciso ser mais contido, não bato a direita tão forte quanto poderia. É outra forma de jogar, estou tentando me adaptar e fazendo isso bem”, garantiu.
Fils valoriza trabalho da equipe e exalta Ivanisevic
O atual número 25 do mundo está provisoriamente subindo três posições, sendo que já foi o 14º da ATP. Após perder boa parte da temporada passada com uma grave lesão nas costas, Fils destaca o trabalho de sua equipe. “É muito importante contar com esse suporte, por isso tento me cercar de pessoas muito honestas. Quando algo vai mal em quadra, eles são diretos e sinceros. Falam claramente comigo e isso me ajuda. Não adianta dizer que está tudo bem quando não está”, salientou.
“Confio nessas pessoas e sei que eventualmente serão duras comigo. Preciso ter maturidade para aceitar, isso me faz evoluir. O Goran (Ivanisevic) é bastante honesto. Mas meu preparador físico, Lapo (Becherini) é ainda mais duro. Então até fico feliz quando quem fala comigo é o Goran”, explicou.
Fils ainda fez uma análise sobre a evolução técnica. “Trabalhamos muito o backhand em movimento. Não é que fosse um golpe ruim, mas eu não me sentia confortável com ele. Gosto de deslizar com a perna esquerda e foi algo importante durante os oito meses parado, hoje me sinto bem mais confiante. Às vezes, sinto o tornozelo virar, mas faz parte do processo”, concluiu.
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