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Beatriz Haddad Maia e João Fonseca caminharam por estradas diferentes, mas obtiveram o mais importante: vitórias na estreia de Madri. Para ela, um alívio depois de três meses de frustrações e atuações ruins. Para ele, a quinta vitória em nível Masters 1000 e o recado claro aos favoritos de que é bom tomar cuidado.
A partida de Bia no saibro veloz da Caixa Mágica não começou bem. Perdeu logo seu primeiro game de serviço e, apesar de fazer alguns bons pontos, a coisa não encaixava. Até que finalmente as bolas forçadas passaram a entrar, a confiança cresceu e Bernarda Pera entendeu que estava diante de uma tenista superior.
O terceiro set foi especialmente importante. Bia não se mostrou afobada, trabalhou bem o saque e deixou a adversária na defensiva o tempo todo. Seria um domínio normal diante da número 81 do ranking, que entrou na chave principal de última hora, mas na atual fase da brasileira isso mostra mudança clara de comportamento tático e emocional. Será suficiente para segurar a muito mais gabaritada Belinda Bencic e suas variações de ritmo? Veremos no sábado.
Fonseca por sua vez agiu da maneira esperada, ou seja procurou comandar os pontos o tempo inteiro e abusou de seus golpes muito pesados e profundos. Num saibro um tanto veloz, tirou o tempo do dinamarquês Elmer Moller que, apesar dos três anos a mais de idade, ainda é bem menos experiente. Ficou perdido e tentou competir na força, o que obviamente não era o indicado.
Com vitória de estreia nos quatro Masters 1000 disputado até aqui, Fonseca terá um teste bem mais interessante no sábado, quando enfrentará o norte-americano Tommy Paul, um jogador cheio de recursos, capaz de jogar firme tanto com o saque como na base, mas que definitivamente não anda em momento iluminado. De suas 15 vitórias na temporada, nenhuma aconteceu diante de um adversário top 50, ainda que tenha feito quartas na Austrália.
O saibro está longe de ser um piso confortável. O único resultado expressivo foi uma semi em Roma no ano passado, quando derrotou Daniil Medvedev, porém em Roland Garros tem saldo negativo de 5 vitórias em 11 partidas. Na única experiência sobre a terra nesta temporada, perdeu de Jenson Brooksby em Houston. Vale lembrar ainda que Fonseca já teve oportunidade de treinar com Paul. Então, há de se acreditar ao menos num confronto parelho.
Como é sempre válido manter o otimismo, Coco Gauff está no caminho de Bia em eventuais oitavas de final e a número 4 vive instabilidade alarmante, tanto no saque como no forehand. A estreia de hoje contra Dayana Yatremska foi uma montanha russa. Já Fonseca poderia encontrar na terceira fase Karen Khachanov, que ainda espera Reilly Opelka concluir sua tarefa.
Ah, e Carlos Alcaraz confirmou a expectativa e desistiu de buscar o terceiro título em Madri, já que não se brinca com uma contusão na virilha. Com duas semanas de recuperação, é possível estar pronto para Roma e se focar no objetivo maior que é o bi em Roland Garros.
Recomendação: o duelo desta sexta-feira entre o atual campeão Andrey Rublev e o espetacular Gael Monfils é imperdível.










BEM RESSALTEI OUTRO DIA que esse papo de “alegria” inerente ao jogo de Beatriz era( e é ) conversa fiada. Vide sua partida contra Belinda, que jamais foi uma bocó do tênis, pelo contrário. Beatriz perdeu, mas fez um jogo parelho. Se estivesse triste teria feito um jogo apenas tão disputado, é isso? Belinda venceu em razão de sua alegria ter sido maior que a de Beatriz? O que quero dizer é que Beatriz tem é que jogar mais bola, o resto é analogia furada de quem quer passar pano a fórceps. Claro que um profissional sem alegria pode comprometer a produção, no entanto, não é para pseudos analistas abusarem da ideia, ok? O pião de obra brasileiro que não produza direitinho, estando alegre ou triste, para ver se não recebe bilhete azul, como consequência de seu desserviço. E tenho dito!!
Seu desconhecimento sobre psicologia esportiva é assustador. Faz um curso, ainda dá tempo!
VOCÊ TEM TODA RAZÃO, eu realmente não estudei “psicologia esportiva”…
Será Dalcim que o Fonseca vai salvar a pátria hoje ?
Oremos.
Ah ,Djokovid
Sem o físico privilegiado
Jogadorzinho normal
Jogador normal = 24 slam
Jogador fantástico = 20 slam
A conta não bate rs.
Meu sonho é algum dia, algum torcedor, do bloco do Bruno, Ma Long, Realista, Marquinhos, Rockton etc dizer ou analisar alguma coisa baseada em realidade.
Mas, acho que será só um sonho…
É uma seita. Adicione o JClaudio também e o Sr. Ribeiro
Esses ao menos, dão as caras com seus nomes e respeito isso.
Por isso, preferi me abster de menciona-los.
O velho Djoko não voltará mais, acho.
DEIXA SÓ O SRDJAN ler isso, ele faz um intensivão com Neymar pai e te senta o pau…
Que modo peculiar, que estilo bonito tem a russa Diana Shnaider…
não entendi esse look da bencic uma coisa meio avental de cozinha?
Fiquei um bom tempo tentando entender se era shorts, saia, vestido…
Ainda não vi.
Mas, não posso ignorar sua opinião.
Dalcim, tenho reparado que o saque do Fonseca tem chegado a 230kmh em quase todos os jogos, superando a velocidade de jogadores mais altos e fortes como Zverev, Perricard, Dialo e até Opelka…. Não tenho a informação exata, mas creio que ele está entre os cinco(ou até três) que sacam mais forte no circuito).
Mestre Dalcin, bom dia!
Eu não estou vendo no “placar” os jogos de duplas masculino. O que está havendo?
Não há jogos de duplas masculinas neste sábado, só do feminino, Luiz.
Dalcim, quanto aos efeitos da altitude, se a medida da velocidade do saque é feita no momento do contato da bolinha na raquete até a mesma tocar o solo, então há sim mudanças na velocidade da bola no ar está rarefeito, fazendo-a viajar mais rápido … concorda ? Gosto muito do seus comentários!!!
Não, Pedro, a velocidade é medida quando a bola sai da raquete. E obrigado!
O ilustríssimo João Fonseca no horário noturno, na central, horário de maior apelo enquanto o sérvio de jogo chato e sonolento joga a tarde, já que não dá muita audiência.
Faz sentido? Sim!
Apenas um comentário Anônimo!
Anônimo, mas verdadeiro.
Oi Marquinhos “Anônimo”!
Prezado C. Kano,
Se para você Martina é, como para mim e para o Dalcim também, então ela é. Mesmo que o mundo inteiro diga o contrário. O importante é o que nós sentimos. E no que acreditamos. para mim, Michael Jordan é o G.O.A.T. do basquete, assim como Muhammad Ali é o do boxe.
Abs cordiais,
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Sobre verdades absolutas (e não valores): Sim, a gente muda de opinião. E não há vergonha nenhuma em admitir isso.
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Sobre Nadal: é verdade que o “SE” não existe. Mas e daí? Não faz sentido supor que se Nadal não tivesse sofrido com tantos problemas físicos ao longo da carreira (aliado à sua postura de “guerreiro”, que muitas e muitas vezes extrapolou os limites da razão) ele teria ganhado muito mais títulos do que ganhou?
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Sobre Federer: é absurdo supor que se tivesse tomado a decisão de trocar a cabeça da raquete antes, poderia ter sido mais competitivo e teria ganho ainda mais do que ganhou? O que Federer fez (apesar de teimoso) é espetacular, literalmente. Era um espetáculo vê-lo jogar.
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Sobre o tênis: Djokovic finalmente admitiu em público o que já se percebe há muito tempo: “O circuito está em transição’. O jogo mudou. Mesmo um Djokovic mais “jovem” teria mais dificuldades em amealhar tantos títulos como fez durante tantos anos. Quase todos batem (muito) mais forte na bola, deslocam o adversário melhor e muitos sacam muito melhor, seja aberto, fechado ou de qualquer forma. O que isso diz sobre Djokovic? Não muita coisa. Ele é o tenista mais vencedor de todos os tempos, isso é inquestionável. E é admirável que ainda esteja em 5o. lugar no ranking frente a todas essas feras. Porém, assim como Federer e Nadal “criaram” o monstro Djokovic, este último inspirou grande parte de uma nova geração a jogar como ele – só que ainda melhor.Mesmo assim, ele ainda consegue vencer e fazer frente a grandes nomes, e mesmo com a idade que tem e as limitações que ela traz. Por outro lado, perde para tenistas bisonhos. Mas não posso cobrar mais nada do meu G.O.A.T., ele já fez muito, muito mais que eu esperava que fizesse. Se vier algo daqui para a frente, será um bônus, se não, está tudo bem também.
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Por fim, sobre o tempo: É o ativo mais valioso que possuímos, e é um recurso que, a cada dia vivido, torna-se mais escasso. Quando olhamos para trás e vemos que temos mais tempo vivido do que tempo a viver, percebemos as coisas sob uma perspectiva diferente: É como diz o ditado: viva cada dia como se fosse o último de sua vida; um dia, será.
Pois é, mas Ali tem 2 derrotas na carreira, enquanto Floyd Maywaether nunca perdeu….. Terminou a carreira invicto.
Caro Rafael,
Sobre o tempo (II): o outro C. Kano saiu de casa em 1 de julho de 1.996, um dia antes de embarcar para os Estados Unidos. Mas para ele o tempo parou naquele dia… ali entre a João Dias e a Morumbi.
Como o tempo nâo tem tempo para nossos pequenos dramas, 9 dias antes nascia no Rio um menino, cujos pais decidiram dar-lhe o nome de Hugo….
Fala galera, alguns detalhes interessantes:
“Recomendação: o duelo desta sexta-feira entre o atual campeão Andrey Rublev e o espetacular Gael Monfils é imperdível.”
Essa última frase do texto do Dalcim reflete o quanto perdemos tempo projetando coisas nas vidas dos tenistas…
Assisti um vídeo com os match-points dos primeiros torneios ATP vencidos pelo top 30 da época e dois são curiosos:
O grande sacador John Isner venceu seu primeiro torneio fazendo, no match-point, um winner de devolução. Logo ele.
O espanhol Roberto B. Agut, do tradicional pais saibrista, venceu seu primeiro torneio na grama.
Assisti outro vídeo, da vitória de Roger Federer sobre Pete Sampras em Wimbledon e que jogo feio, para não dizer horrível. Não que ambos não fossem excelentes tenistas e coisa e tal, mas não havia trocas de bolas: saque e voleio e só.
Antes de mais nada, é apenas minha opinião e ponto final.
Curtam à vontade, quem gosta.
Graças ao bom Deus foi justamente Roger Federer ums dos que mais ajudou mandar o horrendo saque-e-voleio para as trevas e espero que de lá esse terrível estilo nunca retorne.
Achei que tivesse sido a opção feita por materiais que tornassem as quadras mais lentas… mas se vc diz q foi o Federer quem sou eu para duvidar…
Federer, Guga, Safin, Hewitt….
Os finalistas de MC machucados e desistiram do M1000 seguinte. Já o campeão de Barcelona jogou um set e abandonou com dores
O calendário a ser copiado é o do Djokovic. Técnicos: vejam os caminhos dele no auge e COPIEM
Como disse Djokovic, o Circuito mudou. Uma pancadaria desenfreada , causando um desgaste absurdo. Federer ao vencer o LAUREUS 2017 (melhor retorno) e reassumir o N 1 aos 36/meio , em 2018 , mostrou que no máximo 17 Torneios era suficiente, imediatamente copiado pelo Sérvio. A Temporada insana de 2016 com 20 Torneios, disputando cabeça a cabeça com Murray, acabou praticamente com a carreira de Andy. Alcaraz não atingiu nem os 17 nas últimas , Temporadas . E óbvio que tudo isto está no Insta rsrs. PS: A coletiva de Alcaraz em Madri tinha gente pendurada no lustre, caríssimo ” jovem ” Gustavo … Abs!
Dalcim , vc já havia escutado essa história do Alcaraz dormir às 7 da manhã ? Cá pra nós , ele com 21 anos , anormal se não quisesse farra , rsss , se nós simples mortais e sem a dinheirama dele na idade dele fazíamos o memo rsss
Pois é, não tinha…
EIS UMA PERSEGUIÇÃO sistêmica a Carlos. Outro dia mesmo você sugeriu que a ausência dele no mil de Madri não foi por conta de lesão. Como mente esse Carlos, e justo na sua terra natal…
Dalcin, hoje teve uma reportagem interessante sobre as altitudes dos torneios com referência a Madri por ser o mais alto dos M1000. Minha pergunta é, se jogassem em altitudes como as dos estádios da Bolívia, Peru, Equador, teríamos saques a 250Km/h?
As altitudes no Grand Slam*
Australian Open: 31 metros (Melbourne)
Roland Garros: 35 metros (Paris)
Wimbledon: 24 metros (Londres)
US Open: 10 metros (Nova York)
As altitudes o Masters 1000*
Indian Wells (EUA): 27 metros
Miami (EUA): 2 metros
Roquebrune-Cap-Martin (França): 0 metro
Madri (Espanha): 657 metros
Roma (Itália): 140 metros
Toronto (Canadá): 76 metros
Cincinnati (EUA): 226 metros
Xangai (China): 4 metros
Paris (França): 35 metros
* Os números são aproximados…
É fácil perceber que a maciça maioria dos grandes torneios são bem próximo do nível do mar, Joselito, o que não surpreende. Quanto à altitude, não faria diferença na velocidade do saque, já que as medição é feita no momento de contato da raquete com a bola e não considera a trajetória, resistência do ar e nem o atrito no solo. Abraço!
Jogo de ontem totalmente controlado, apesar do backhand do adversário andar significativamente, mostrou uma diferença técnica a favor do João bem acentuada, porém ainda continuo.a bater nessa tecla, já que os erros em dois smash e de um swing volley me deixou a impressão mais clara, que uma preparação mais intensa nesses dois pontos poderia ocorrer no seu jogo, fator que pode ser priomordial mais a frente e com mais experiência em jogos decisivos com grandes adversários, isso para que não seja fatal em uma partida disputa e muito apertada, vamos torcer que sua evolução seja precisa nesses dois aspectos, pois tenho certeza que seu Staff deve já deve ter identificado tais circunstâncias, é simples assim.
Decisão acertada a do Alcaraz. E espero que continue nesta mesma linha quando se tratar de contusão. E não como o seu compatriota Rafa Nadal, ou mesmo Djokovic, que tomam meio balde de analgésicos pra abocanhar títulos .
” As pessoas perdem a saúde pra ganhar $$$$, e depois gastam $$$$ pra recuperar a saúde”.
Poxa que poxa João, “mais experiente?
Não..não, e não garotão de ouro, vamosassim dizer, kkkkk, esta com uma maturidade a mais, pricipalemte em relação ao ano passado, isso sim Hombreeeee. e T.Paul, é carne de pescoço e olho nele.
Se JF jogar um pouco mais cadenciado e agressivo no momento oportuo, mesmo sabendo que o americano tenha um bom saque e sabe variar, mas acredito que JF leva, e se figurar na tericeira rodada, sei não hein, JFonsec tem tudo para fazer um bom torneio em Madri.
Dalcim, na verdade o Alcaraz buscaria o terceiro título em Madri. Ele ganhou em 2022 e 2023.
Dois vitórias importantes!!!
Vamos Bia e João!