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Depois de um início de temporada cheio de tropeços, dúvidas e muitos resultados negativos, o tênis profissional brasileiro parece viver uma repentina e muito bem-vinda fase de notícias animadoras.
A primeira delas veio de Beatriz Haddad Maia, que finalmente mexe no seu time depois de um período de baixa que se prolonga há sofridos meses e torneios. Não se trata de culpar diretamente o técnico Rafael Pacioroni por isso. Afinal, é essencial reconhecer que ele pegou Bia num momento delicado da carreira e a fez acreditar que podia chegar muito longe. E conseguiu. Colocou a canhota paulista no top 10 de simples e de duplas, o que é para muitos poucos.
Mas é óbvio que as coisas pararam de funcionar e só quem esteve muito próximo ao fechado grupo tem o direito de dizer o motivo. Houve todo tipo de tentativa, porém Bia perdeu a confiança no seu jogo, parou de progredir e dolorosamente passou a sofrer em quadra. Fez uma parada prolongada para tentar recolocar a cabeça e o tênis no lugar, sem atingir a meta neste começo de 2026. Assim, aconteceu o lógico: mudar a equipe de trabalho para buscar ideais e motivações novas.
Tomara que dê certo. E o primeiro sinal de que a ficha caiu está no novo calendário que Bia deve fazer. Ela desistiu de tentar o 1000 de Dubai e recomeça na próxima semana no 500 de Mérida, seguindo depois para o 1000 de Indian Wells. Mas, prevendo uma semana ruim e a necessidade de recuar para as vitórias aparecerem novamente, inscreveu-se no 125 de Austin. Ela será 66ª nesta segunda-feira e segue sem resultados a defender até o final de março.
A lista das notícias positivas aumentou neste domingo com a rapaziada. E, claro, com o segundo título de ATP e do saibro da promissora parceria de Rafael Matos e Orlando Luz. Tiveram momentos difíceis em Buenos Aires, tendo pouco tempo de readaptação ao piso lento, já que foram do Australian Open para a Copa Davis em superfície coberta veloz. Essa não é uma transição simples de se fazer.
Bicampeão do Rio Open, primeiro com o colombiano Nicolas Barrientos e depois com Marcelo Melo, Rafa Matos se torna uma das grandes atrações do ATP 500 carioca. Ele e Orlandinho não entram como cabeças e terão caminho exigente, a começar pelos terceiros favoritos Guido Andreozzi e Marcel Guinard e, quem sabe, fazer semi contra os principais inscritos, Sadio Doumbia e Fabien Reboul. Aliás, a chave de duplas está cheia de especialistas de respeito.
Neste fim de semana, no qualificatório para o Rio Open, excelentes e importantes vitórias de Igor Marcondes e Thiago Monteiro. O canhoto paulista sobe de nível a cada semana, não perdeu set diante de dois adversários de ranking superior e deu sorte ao ser designado para enfrentar o peruano Ignacio Buse, bom tenista de 21 anos mas de pouca experiência em ATP. O experiente cearense terá missão muito mais dura e talvez aquela que nenhum quali gostaria de encarar: João Fonseca, em jogo já marcado para a terça-feira à noite.
O tênis brasileiro tem mais três nomes na chave, todos na condição de franco atiradores, o que necessariamente não é mau negócio. O juvenil goiano Guto Miguel terá pela frente o quali lituano Vilius Gaubas, 127º do ranking, enquanto Gustavo Heide deve ter trabalho com o tcheco Vit Kopriva e João Lucas Reis encara o versátil Yannick Hanfmann. Em semana de calor e umidade fortes no Carnaval carioca, tudo pode acontecer.
Por fim, vale manter a torcida para Luísa Stefani na retomada no dueto com a canadense Gabriela Dabrowski. Assim como aconteceu no Australian Open, elas foram até a semi de Doha e outra vez perderam para Anna Danilina e Aleksandra Krunic, que acabaram ficando com o título.
O desafio agora é Dubai. Que venha logo o primeiro título da temporada. O momento está propício para isso.











Vi agora que Fonseca levou a virada a despeito de ser melhor e ter mais potência do q Buse. Claro que perder faz parte do esporte, mas perder uma chance como essa de título no próprio país dói muito. Mas o cara vem sem ritmo, deve estar longe da melhor forma física, apesar de lamentável melhor parar por aqui…
Derrota tranquila do JF, conforme esperado em algum momento Acho incrível alguns comentaristas julgarem o Buse Zebra contra ele, será que não conhecem o potencial de ambos?
Set1 equilibrado, diria que mais pela falta de ritmo do JF, set2 um domínio total do Buse… Set3 sem comentários.
Enquanto isso Mensik e Tien seguem voando e com muito espaço para evolução.
O título desse post envelheceu rápido, infelizmente.
Mais um jogo que vão inventar que o adversário jogou como nunca mas é só o João jogando o que vem jogando ha algum tempo.
Nunca tinha visto o Buse jogar, mas me pareceu um bom jogador. Nesse set1 vencido pelo JF a diferença foi o peso da bola, que é claramente favorável ao brazuca.
Enfim, começa a ficar claro qual tenista da nova geraçâo fará parre do ‘Superbig 3’.
Mensik chega devagar e lentamente vai se unindo aos demais Superbigs.
Os Superbigs são tenistas mais fortes, mais ágeis e com preparação claramente superior aos agora anitquados/ultrapassados ‘Bigs’. Praticam um tênis.moderno e versátil, adaptados a todos os tipos de pisos.
Alcaraz e Sinner que se preparem, pois assim como a ‘dupla Fedal’ em algum.momento teve que dividir o reinado com Murray e Djokovic, os novos postulantes estão chegando, apesar de alguns internautas de ‘visão mais curta’ e idéias idem – e que insistem na presença de um estranho amigo imaginário – não enxergarem o desenho que se forma neste novo topo do ranking vindouro da ATP.
O problema dele me parece a regularidade, potencial ele tem de sobra, e, ao menos no momento, me parece ser um tenista superior ao JF, que tem um ano a menos do que ele…
Acho muito precipitado declarar isso. Foi apenas uma vitória isolada, até agora. E ele só ganhou um mísero torneio grande (Miami), mas que é um baita jogador, isso é indiscutível.
Carlos V.W, o Lupin, deve estar triste com a derrota de um dos Superbigs rs
Alcaraz perdeu o set1 no tiebreak mas se recuperou, o Cx9 além de lento é bem inferior a ele.
Sinner também perdeu o set1 no tiebreak… e acho q terá muito mais trabalho pra virar, o tcheco é muito mais perigoso do que o russo…
Meu Deus, que queda do Mensik no set2, nem parecia o mesmo jogador, entregando 4 games seguidos, e os breaks com 0-40. Vamos para o set3…
É que recuperação do Mensik, inclusive demonstrando ótima força mental, pois esqueceu a queda do set2 e frente a um fora de série como o italiano, que pra mim e para o mundo era favorito a vencer a partida. Esse tcheco com sua grande potência e seu ótimo serviço é um osso bem duro de roer…
Com a eliminação do Francisco Cerúndolo, só restaram:
– dois cabeças de chave: João Fonseca (3) e Tomas Etcheverry (8).
– apenas um top 50: João Fonseca.
Considerando ainda que o brasileiro joga praticamente no quintal da sua casa, não haverá oportunidade maior para ele faturar o seu segundo título de ATP 500.
Dalcim,
Uma pergunta fora do tópico deste post, e ha 1 ou 2 anos atrás, não sei vc irá recordar desta pergunta.
Quais os modelos de tenis, que possa ser usado em quadras diversas, sendo elas (Saibro/Indoor/Dura/Ráída e Sintética, e para a grama ?
Lembro de vc ter me respondido, mas esqueci de anotar, e só agora, é que vou realmente passar a jogar tenis, inclusive já agendei no CT Thalita Rodrigues, no Clube da Portuguesa, na semana que vem.
Pesquisei alguns, e vi esse Al Court, seria tanto para quadra dura, quanto para o saibro, Dalcim ?
Sim, Evaldo, esse tipo All Court serve para os dois pisos. Mas se você está começando, não precisa ainda ficar tão preocupado com o calçado ideal para cada piso, já que o processo inicial de aprendizado certamente não vai incluir o deslizamento em quadra.
Perfeito mestre, obrigado pela dica, abraços.
É muito difícil engatar duas boas semanas em Buenos Aires e Rio. Calor e umidade lá no alto, viagem, adaptação. João passou por isso ano passado e Fran Cerundolo ontem. Se João continuar evoluindo, creio que tem boas chances de chegar à final, não o vejo por exemplo perdendo novamente pro Tabilo que ontem contra o Passaro fez um jogo bem mais ou menos, quase perdendo para o lesionado italiano.
João tem que ir em busca desse título em casa, passaria a régua no início de ano fraco – muito pela lesão – e o encheria de confiança para os Masters americanos.
Em 2023, Alcaraz e Norrie fizeram a final em ambos os torneios.
Em BA deu Alcaraz e no Rio, Norrie.
Há cobranças e “cobranças”.
Entendam que a cobrança não é minha (e eu sequer tenho esre direito).
Mas se você está num torneio, bem fisicamente – como cabeça 3 – e o único remanescente mais próximo é um ‘Cabeça 8’ e do outro lado da chave é natural que o favoritismo recaia sobre o local ‘cabeça 3’.
Vamos ver como o JF reage a pressão que com certeza virá – se bem ou se mal.
Alcaraz tem por hábito pegar no tranco ( ao contrário de SInner) , até mesmo nos SLAM . No 2 x 5 de hoje , abusou de jogadas extraordinárias para virar para 7 x 5 , levando o Francês a sorrir em alguns momentos, devido a grande imprevisibilidade das mesmas . No cumprimento final na rede , parecia que ele é que tinha vencido , os dois as gargalhadas. Mensik sacou barbaridade na Final de Miami 2025 , levando em dois Tiebreaks para cima de Djokovic. Já aos 20/21, somente mais um ATP 250 , decepcionado nos SLAM . Somente com estes 70 pontos de Doha , finalmente saiu do TOP 17. Talento não lhe falta , mas veremos como se sai com os mísseis de Jannik Sinner inclusive nas devoluções. Aguardemos. Abs !
Correção: Decepcionando nos … Caiu também Cerundulo, vencedor de Buenos Aires…Abs !
Dalcim,
Quais os canais que estão transmitindo o ATP 500 de Doha ?
Por gentileza, e obrigado.
Todos os eventos ATP e WTA da temporada, incluindo os Slam, passando no aplicativo pago da Disney Plus. Alguns são mostrados a cabo pela ESPN. Você pode conferir tudo isso em nossa página especial: https://tenisbrasil.uol.com.br/onde-assistir
Dalcim, o evento Rio Open, mesmo sendo ATP, não está na Disney. Esse está no Sportv3 e também na GETV.
Ao menos tentei na Disney e não encontrei, para ver o jogo do JF com o Monteiro.
RIO OPEN desde sempre no SporTV. Ao ” canal ” do Tênis , sobrou apenas dividir USOPEN. E os ATPs 500 da Disney e ESPN , estão bem mais concorridos pelos Tops. Abs !
Alcaraz, com susto, e Sinner passaram em sets diretos! Nova final no horizonte?
Certamente. Com esse duopólio presente, os demais limitam-se a disputar o direito de perder para eles nas semifinais.
Com as eliminações do Darderi e do Baez, o lado de baixo da chave abriu e a final caiu no colo do Etcheverry, único cabeça de chave restante ali, que provavelmente disputará o troféu com o Fonseca, Cerúndolo ou Berrettini.
No clássico dos magistrais, o grego eliminou o russo…
Vitoria não foi tranquila do JF, conforme esperado. Acho incrível alguns comentaristas não julgarem o TM favorito contra ele, será que não conhecem a situação física de ambos?
Set1 equilibrado, diria que mais pela falta de preparaçào de JF, set2 um domínio total do JF…
Veja bem:
– Deu um jogador Top40 com potencial e que almeja ser Top10 ou número 1 do mundo esperava-se que ele passasse o trator num jogador Top250 em idade próxima a aposentadoria.
Mas não foi o que se viu.
Fosse um Baez, um Cetúndulo ou um Tabilo (ou mesmo um Navone numa noite inspirada no saibro lento) e a coisa toda teria se complicado.
JF confirmou seu enorme favoritismo, com Serviços em média, acima dos 202 km/h . Ou seja , não se poupando em coisa alguma, como o fez em Buenos Aires. Fora ainda de ritmo, continua pecando principalmente na movimentação lateral. Chances de levar RIO OPEN 2026 com as presenças de Cerundulo e Baez ???. Difícil mas não impossível. Grandes golpes marcaram presença na quadra Guga Kurten…Abs !
Baez caiu . Lutava pelo Tri e vinha de Semi em Buenos Aires, caindo para Darderi. Este foi pelo mesmo caminho. Basta alguns alienados aparecerem falando de barriga de JF , que outros que nada assistem , caem no ato …rs. Abs !
Vitoria tranquila do JF, conforme esperado. Acho incrível alguns comentaristas julgarem o TM favorito contra ele, será que não conhecem o potencial de ambos?
Set1 equilibrado, diria que mais pela falta de ritmo do JF, set2 um domínio total do JF…