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Se dois dias atrás sobrou sorte para João Fonseca, que se aproveitou da queda física vertiginosa do top 20 Alejandro Davidovich, na noite desta segunda-feira faltou mesmo jogo para o carioca, totalmente envolvido pelo estilo quase kamikaze do francês Terence Atmane, 136º do ranking.
Não é exatamente uma novidade vermos Fonseca tendo muita dificuldade contra jogadores que sacam bem, cortam o ritmo e jogam de forma agressiva. E para piorar, Atmane é canhoto, o que dificulta a leitura do saque – não foram poucas as vezes que vimos o brasileiro tentar adivinhar onde viria a bola e ser pego no contrapé – e o controle do efeito invertido.
Mas se o adversário fez tudo certinho, impondo desde o início um opção tática de pressão total, devolvendo muito atrás da linha com a meta de colocar a bola em jogo e com ótimos golpes de preparação e definição, Fonseca pareceu perdido na estratégia. A solução quase sempre foi bater muito forte e isso gerou 24 erros, sendo 14 deles de forehand. Ao mesmo tempo, cravou apenas 7 winners contra 29. Diferença muito grande.
Para piorar, trabalhou com apenas 57% de primeiro saque e nem mesmo seu bom ‘kick’ incomodou muito o francês. Vimos poucas vezes Fonseca obrigar o oponente a trabalhar a bola – e isso veio lá no 4/0 do segundo set – e foi fácil perceber que Atmane tem certo desconforto com o backhand quando bate em deslocamento.
Nem mesmo a nova ascensão do ranking – deverá sair de Cincinnati como 44º colocado – serve de consolo para as exibições muito irregulares de Fonseca nestes dois Masters 1000. Foram raros os momentos em que mostrou um tênis leve, plástico ou eficiente como no primeiro semestre, parecendo sempre estar muito pressionado por resultados.
Ninguém contesta a qualidade de seus golpes ou o potencial que tem pela frente, principalmente porque há muito tempo para correções adequadas. Não seria nada ruim pedir um convite para o ATP 250 de Winston-Salem para buscar melhor ritmo e chegar mais confiante ao US Open. Ele está precisando muito das duas coisas.











E o Atmane fez outra vítima. Vencer o Fritz me pareceu muito mais relevante, pois o americano é um tenista muito mais profissional do q o sucessor dinamarquês do Kyrgios, mas foram vitórias marcantes.
Sábado ele vai encarar um dos dois pesadelos de qualquer tenista na atualidade, vamos ver como se comporta. A lógica aponta vitória do italiano, mas com o serviço e a potência dos golpes q o francês tem demonstrado creio q pode dificultar muito a vida do número um do mundo.
As contusões e abandonos continuam crescendo, e como comentei com o Dalcim o USO, com jogos de 5 sets no calor de NYC, tende a repetir isso.
Por fim JF, aqui alguns cegos continuam confundindo potencial com momento. E este último não tem sido favorável ao brazuca, ponto final. Quem sabe um dia o bom senso não dá as caras em algumas cabecinhas ocas, afinal a fé remove montanhas…
Mas não esqueça que Fonseca perdeu para o mesmo tenista que Fritz e Rune perderam. Porém com uma marcante diferença: Fonseca tem apenas 18 anos.
Mas Ronildo, pela lógica e pela projeção aritmética, JF não deveria perder para o Atmane, por vários motivos.
Aliás, JF já deveria ter perdido para o Fokkina.
Nunca soubestes de potencial de quem quer quem seja. JF já mostrou dentro de quadra, o que o rapaz não sabe discernir ( golpes espetaculares) . Todos os Tenistas do Big 3 ou não, enquanto imaturos , oscilaram bastante, um mais outros menos . O cara que diz que trabalha muito rs , somente sabe olhar o celular e o resultado. Não teve olhos pra ver qualidade alguma no carrasco de João. Repito, já demonstrastes que somente sabe repetir a mesma ladainha. Reis Magos , medíocres , eterna nexten gen , vexame ,e por aí vai . Nada acrescenta um sujeito que despeja ” o que vale é a vitória” , em todos os Esportes. Sabes nada sobre nenhum deles ” diversão garantida” kkkkkkkkkkkk. Abs !
Fonseca fez 6 games contra Atmane, Rune fez 5. Ainda há tempo para retratação.
De que tipo?
Se até o Monteiro já venceu Holger Rune.
Rapaz….
Esse Atmane , é bom tenista, se mantiver os pés no chão vai longe hein, até o momento Rune passando sufoco, mas o set com certeza o francês leva, aguardamos.
E de pensar que aparece novos talentos, os caras chegando, vão subindo, vão se destacando, temos bastantes jovens na crescente.
Sacanearam o excelente sacador que bateu Rune mais fácil que JF . A quadra rápida permite o surgimento destas autênticas Zebras. A diferença é que o N 1 devolver melhor que JF , Fritz e Rune . Daí que boto 70 % a 30 % para Jannik Sinner. Este joga muito tanto no Saibro lento , quanto na rápida Cincy. Abs !
Dalcim, acredito que os jogadores são uma soma de diversas habilidades diferentes, entre elas, tecnica, cabeça, estratégia, físico, movimentação etc. A impressão que sai do jogo foi que o Fonseca tem:
um talento/tecnica nota 10
Muito boa cabeça
Movimentação pode melhorar bem,
mas a estratégia-tática está perto de zero!
Não só dele, mas da equipe. Dos 4 baloes que ele deu, o frances errou todos, das 5 bolas baixas o frances errou 4, a única curtinha que o Joao fez deu certo. Não fez mais nenhuma mesmo com o frances jogando a um kilometro fora da quadra..
Para melhorar, quando estava perdendo de 4×0 Joao resolveu recuar, o que também foi uma alternativa que deu certo, trocava 5 bolas e o frances errava, conseguiu 4×3, mas voltou a avançar, especialmente nos primeiros saques do adversário que era inteligente e mandava muitas vezes no corpo. Desculpe a indignação, mas acho que está na hora do Joao adicionar alguém com estratégia e experiência internacional no time dele. Você não acha?
Mas eles agregaram o Franco Davin, que é um treinador de excepcional currículo, Luís.
Poxa, então não entendi, quem sabe o Davin deveria ir aos jogos (não sei se estava lá) para ajudar durante as partidas.
É bem comum treinadores agregados não ficarem o tempo todo viajando o circuito, mas aparecer em alguns determinados torneios.
Luis, dentre seus pontos positivos para JF está a “muito boa cabeça”.
Mas os defeitos listados também por você, no jogo, tipo: uma curtinha só, poucos balões etc, que são falhas estratégicas, não advém de uma cabeça não muito boa assim?
Uma vez que um tenista entra em quadra com um plano, só vai mante-lo se estiver dando certo, certo?
E para mudar, precisa antes de tudo de cabeça boa.
Foi o que ele teve para dar um salto tão grande no Ranking ( 646 para 44 ) , e bater 4 Hermanos em sequência no lentíssimo Saibro de Buenos Aires. Tu confessastes que dormia na hora dos jogos de JF . Assim como LF 1 , vives de comentar resultados de momento. É como se ambos vivessem num vácuo de Tempo . JF quando jogando muito , LF 2 caladinho durante os vários Posts dedicados ao Brasileiro. Lamentável!!!. Abs !
Lamentável mesmo são somente suas réplicas.
Oi Luiz, tudo bom? Quando digo boa cabeça me refiro mais a parte de ficar positivo, sem se frustrar de mais e buscando voltar para o jogo indepenede do placar. Nisso acho que o JF é muito bom.
A parte tática e capacidade de achar soluções acredito ser algo diferente. O Fonseca entrou com um plano na cabeça e não soube analisar / adaptar as oportunidades que foram aparecendo. Essa é minha modesta interpretação.
João Fonseca carrega nos ombros mais do que raquetes e bolas: carrega expectativas, frustrações e carências de um país inteiro. Ainda em fase de desenvolvimento, com talento evidente, ele já é visto por muitos como a “nova salvação” do esporte nacional, um símbolo de esperança em meio a um cenário marcado por crises políticas, divisões sociais e uma constante necessidade coletiva de heróis instantâneos.
Mas existe um problema que raramente é debatido: a positividade tóxica. A mesma torcida que o enche de elogios e hashtags motivacionais nas vitórias, é a primeira a se afastar, ou a criticar de forma feroz, nas derrotas. É um amor condicional, embalado por uma narrativa de “sempre acreditar”, mas que na prática só é sustentado quando o resultado final é favorável. Essa positividade superficial mascara uma cobrança sufocante: o atleta não tem espaço para errar, amadurecer ou simplesmente ser humano.
Em um país onde o esporte frequentemente é usado como válvula de escape para problemas maiores (da corrupção à polarização política), João corre o risco de ser transformado em escudo nacional. Um rosto jovem e sorridente para projetar um “Brasil que dá certo”, ainda que isso signifique ignorar a complexidade de sua trajetória. A vitória dele vira vitória coletiva. A derrota, fracasso pessoal.
O perigo é claro: sem um ambiente emocionalmente saudável e com suporte verdadeiro, e não apenas likes e aplausos em dias bons, qualquer promessa pode se perder. Positividade verdadeira não é dizer “você vai vencer sempre”, mas sim oferecer apoio genuíno quando o placar não é favorável. Se o país realmente quer ver João Fonseca crescer, precisa aprender a celebrá-lo não apenas como um resultado, mas como um ser humano em processo.
No fim, talvez a maior vitória de João seja resistir a esse ciclo e construir uma carreira sólida sem se tornar refém da torcida imediatista e da necessidade nacional por heróis-relâmpago.
Nossa, mais que perfeito. Concordo plenamente. O João tem que estar preparado e se imunizar dessa torcida afoita e imediatista, desesperada por ídolos.
Excelente comentário. Infelizmente são poucos. A maioria gosta de ficar discutindo quem é o seu melhor tenista de estimação. Outros ficam denegrindo os tenistas brasileiros. Pobre povo brasileiro!
Rodrigo, discordo um pouco de sua opinião.
Não acho que brasileiro denigre tenista brasileiro só pelo prazer de denegrir ou para se sentir superior.
Claro que há exceções, como em tudo.
Mas, o maior destaque nesse assunto da atualidade do tênis brasileiro é Thiago Monteiro.
É batalhador, é gente boa (não sei), é esforçado, é respeitador, mas como tenista profissional, é abaixo da média e muito.
Aliás, assisti a final do tênis olímpico ano passado na Cazé TV e o Monteiro foi o comentarista. Na minha opinião, foi excelente.
Dalcim, ainda que pela idade o João esteja muito bem, o que acha dele participar em breve da Laver Cup? Creio que ele seja o convidado menos consolidado que foi escalado, e a falta de resultados mais robustos por parte dele pode deixa-lo meio desconfortável com outros tenistas que performaram melhor, ou seja, uma pressão que ele mesmo pode se colocar. Por outro lado, se conseguir aproveitar o ambiente de tenistas tão bons, inclusive Agassi, pode acrescentar muito. Há o cachê tb, mas pensando apenas no aprendizado e possibilidade de evolução como tenista, e ainda que dependa muito da cabeça dele na hora, acha positivo a participação do João na Laver Cup?
Bom, o chefe Federer o escalou… rsrs… Acho a experiência muito válida. Treinar e conviver com a nata do tênis. É uma experiência ímpar. E os jogos da Laver, apesar de tudo, são levados a sério, então pode ser considerado também um bom treinamento. Pressão? Sempre vai existir, seja Grand Slam ou challenger.
E aí Sérgio Ribeiro, com esta vitória do Atmane sobre o Fritz, você acha que os imediatistas chatos impertinentes farão algum retoque em seus comentários sobre o João Fonseca? Ou vai ficar por isso mesmo? Tipo: Fritz perder para Atmane está tudo normal, mas João Fonseca, 18 anos, primeiro ano como profissional, perder para Atmane é tremendamente péssimo!
Tô nem aí pra esta turminha, caro Ronildo. Faço minhas as tuas palavras e a do nosso caro Rodrigo Borges, mais acima. ABS !
Torcendo novamente para Fonseca pegar Djokovic na primeira rodada do US Open. Então finalmente ele jogaria sem pressão e desenvolveria seu melhor tênis. Creio que venceria facilmente em 3/0.
Nossa!!!Delirou legal….
Se Djokovic pegar um tenista da qualidade do Fonseca na primeira rodada, dificilmente conseguirá vencer um set. Mas há outros candidatos à vitórias espetaculares sobre o ex número 1 do mundo na primeira rodada do US Open.
O cara perdeu sendo dominado pelo 136 do mundo e vc acha q ele venceria o Djoko sem perder sets? Boa, conta outra…
Eu já vi Djokovic voltar muito mal depois de longas paradas. E isso dpguns anos atrás…
Ele não é ex número 1 do mundo, ele é o maior número 1 da história com 428 semanas.
Mas hoje é número sete… então é ‘ex’ , sim.
Mas não é qualquer “ex número 1”.
O problema é que ele não passa da terceira rodada com 18 anos e Djoko em fim de carreira sempre chega nas semifinais. Nem vou falar da quantidade de Big Titles para não parecer ofensa de minha parte.
A fase dourada de Djokovic já passou Paulo. Porém o cara é tão sortudo que certamente seu primeiro jogo será contra um veterano das antigas como Adrian Manarino ou algum outro sérvio.
Já passou mesmo e tenho consciência disso. Foi o João que disse que quer enfrentar o sérvio.
Que loucura! rs
Até eu que torço sempre contra o Djoko sei que isso é simplesmente delirante kkkkk
O Fonseca só tem dado vexame, enquanto o sérvio, apesar de velho, ainda chega em semifinais de Grand Slam.
Em que mundo então vc acha que o Djokovic perderia fácil para ele?
Fonseca só tem dado vexame? Em que mundo você está no momento Rodrigo? Kkkkk
Vexame é o que o Kyrgios fazia às vezes: desistia do jogo. O João perdeu lutando. Onde está o vexame nisto?
Perfeito, caro Maurício. Abs !
Concordo! Todas as vezes que o Nick entregou o jogo, sem luta, foi ridículo mesmo. Um papelão.
Meu compromisso é com a verdade, e não com a minha simpatia por determinado tenista.
Mas agora o Kyrgios está lesionado. Não dá pra cobrar nada dele.
Nunca mais ele conseguiu jogar em alto nível. E as poucas vezes que tentou voltar, ele não conseguiu.
O que é normal, já que ninguém consegue atuar bem, sentindo dor.
Mas as últimas atuações do Fonseca foram bem ruinzinhas sim. Vamos combinar. E também torço por ele.
Djokovic em GS neste ano, aos 38 anos, só caiu fora por lesão e em semifinais para o excepcional número 1 do mundo.
Seria barbadinha pro João Fonseca sim, Ronaldo, pode confiar.
Como pode um ser humano ser tão chato e com tanta vontade de ser bobo?
O João tem que largar mão de conversa, colocar a “faca nos dentes”, sangue nos olhos, vai para cima p…. Larga mão de tanta psicologia e saúde mental e joga o jogo. Foco, treino, treino, jogo, treino, jogo, e muita vontade. Quer ser profissional tem que encarar as dificuldades, as críticas, os mimimis, tudo isso mistura com sal e pimenta e manda pra dentro. Vamos garoto, larga mão dessa conversa pós anos 2000 e vamos pra cima que você é bom.
Dalcim vendo a Iga jogar agora vejo que hoje em dia ela erra muito mais , o que acontece com os jogadores , que passam a errar mais que no começo da carreira ?
Porque ela está tentando jogar de forma mais agressiva, Sandra. E ao optar pelo risco – de forma correta, aliás – é natural que venham mais erros.
Uma referência em relação a se João tem que jogar ATPs 250 ou 500: em 2008 Del Potro, com 19 anos, ganhou os torneios de Stuttgart, Kitzbuhel, Los Angeles e Washington ( ATPs 250 e 500). No ano seguinte ganharia a final do US Open de Roger Federer.
Em 2008 o Del Potro fez 20 anos. Portanto, aquela campanha deverá ser comparada à que o João fará no ano que vem, quando espera-se que jogue mais torneios 250/500.
De todo modo, tomar o início da carreira do Del Potro como exemplo (em termos de número de torneios/partidas disputadas) não é boa coisa, tendo em vista o grande número de lesões colecionadas pelo argentino ao longo da carreira, sendo algumas bastante graves, como as ocorridas nos dois punhos que o afastaram do circuito por mais de um ano e mais tarde a do joelho, cuja gravidade acabou por abreviar a sua carreira aos 30 anos. A equipe do João já declarou estar planejando um calendário menos sobrecarregado, sobretudo nesse início de carreira, quando ainda está em desenvolvimento físico e, portanto, mais vulnerável a lesões. O objetivo é capacitá-lo para uma carreira o mais longeva possível.
Andre, não deixa de ser uma referência.
Embora muita gente com décadas de tênis tente insistir e acreditar que o jogo dele já é de top 20 ou 15, ele ainda é um top 70 razoável e nem tão perigoso. O que nos dias atuais não é nada ruim.
Sinceramente não sei o que se passa com a cabeça do João e de sua comissão técnica. Tenho notado a quantidade ” absurda” de pontos em que o João Fonseca procura o forehand dos adversarios em detrimento de procurar o back de vários jogos ultimamente. No caso deste último da terceira rodada de Cincinatti, o agravante é que o oponente é canhoto e ainda assim o João procurava majoritariamente seu forehand, que é bom, ao contrário do backhand visivelmente pior. O ponto forte da imensa maioria dos tenistas é o forehand. Zverev me parece uma exceção a esta regra.
Ademais o João favorece, com esta jogada frequentemente errônea, de ibs jogos pra cá, meu ver, uma vantagem aparentemente inexplicável ao oponente.
E a comissão tecnica concorda com este erro sistematico?
Tampouco vejo os comentaristas, ao menos da Espn, abordarem sobre esta sistematica incongruência. Será que por serem, na maioria, ex jogadores profissionais se sentem melindrados em apontar erros táticos importantes? Abordar taticamente o jogo também é sua funçao importante, talvez a principal.
Concordo em número, gênero e grau, Dalcim!
Desta vez faltou jogo!? Ele não tem jogado nada! Só avançou em Wimbledon porque o Huracz estava bichado! Ganhou de um Zé ninguém na primeira rodada, teve sorte na segunda e perdeu pra outro Zé ninguém agora.
Está tendo muita sorte ultimamente, pois não tem jogado nada no segundo semestre.
Ele foi tão elogiado- imprensa e algumas estrelas do esporte – que criou-se uma expectativa exagerada nos torcedores afoitos. Os quais querem um novo Guga e uma nova Maria Esther Bueno pra ontem.
Da minha parte, o que importa é ver que ele está trabalhando duro e dando o melhor de si. Dinheiro ele não precisa, que a família tá bem neste aspecto. Então se ele joga porque gosta, uma hora os resultados aparecem.
Uma das coisas que logo me chamou atenção quando comecei a acompanhar o João, até nas vezes em que ele atuou bem foi a pouca variação de jogo.
Um tenista que joga sempre do mesmo jeito, invariavelmente será lido e neutralizado pelo seu adversário.
Mas quando ele joga mal, como foi o caso de ontem, acho que isso fica ainda mais nítido. Escancarado…
Para mim, o ponto negativo que acendeu uma luz amarela e já faz tempo, foi depois de ter ganhado seu primeiro ATP, perder na primeira rodada no Rio.
Demonstrou que o foco ficou desfocado.
Foi apenas a sensação que tive.
Olha, nesse ponto até que não…
Acredito que vemos muitos episódios assim.
Ou seja, tenistas que vão muito bem numa semana e depois caem precocemente no torneio seguinte.
Acontece demais.
Concordo também, mas eu destaquei o fato, que é o motivo que vem gerando todas essas críticas de Buenos Aires até hoje.
Até lá, era uma ascensão meteórica.
Sem noção pra variar pois ” dormia ” nos jogos de JF segundo tu mesmo. Buenos Aires foi em fevereiro, sabe quantas belas partidas contra TOP 10 ele fez até atingir o TOP 44 de lá pra ca’ ??? . Terceira Rodada em RG e Wimbledon, não assististes ? . Somente uma dica : Guga venceu RG 1997 ( já aos 20 ) , e não passou de nenhuma segunda rodada de Slam em 1998 . Perdeu ao todo 25 partidas em 45. Em 1999 pediram a cabeça de Larry Passos. Mas não tinhamos estas irritantes mídias sociais, com seus ridículos ” treinadores” de ocasião. Abs !
Essa pesquisa foi árdua, pois, demoraste bastante para vir à sala de aula.
Só não entendi o que tem a ver Guga com João, ou Angu com Feijão.
E segundo eu mesmo, nunca dormi em jogo de ninguém.
Correção : Foram 41 v e 25 d em 1998 já aos 21 anos . Abs !
Daria para o Sr Rodrigo S. Cruz , dizer quando começou a acompanhar J.F. ? . Abs !
Confesso que acompanho há pouco tempo. Desde o fim de 2024.
E está tranquilo você discordar de mim. Mas seria bom você explicar a razão.
Se você acompanha ou não, JF varia mais ou menos?
Reformule a tua pergunta, Fabriciano.
Não entendi muito bem.
E L.F.2 sabe reformular uma pergunta tão abrangente, caro Rodrigo? Rsrs, Abs !
Minha pergunta foi uma crítica às milhares de intervenções de SR, querendo sempre ser o dono da banca.
Se você acompanha JF ou não, faz diferença se ele varia o jogo ou não?
Porque ele sempre vem com aquele papo de quem não assiste o jogo, não pode opinar, sobre uma coisa que, assistindo ou não, o resultado é imutável.
A diferença é que quem acompanha tende a entender o processo. E comparações, quando pertinentes, colocam as coisas em perspectiva. Você implica com o Sérgio, mas ele já trouxe duas comparações muito boas: com o Sinner na mesma idade (que também ganhou “somente” um ATP 250 e ficou na mesma faixa de ranking atual do João) e com o Guga, também no começo da carreira (que, mesmo tendo levado um GS, foi mal nos demais). Perceba que são comparações válidas e nos mostram que mesmo grandes campeões iniciaram de forma inconsistente. De pouco adianta falar em resultado se não contextualizar.
Prazado Vitor, não vou me abster de concordar contigo sobre minha implicância com SR, que aliás, nasceu da falta de polidez dele com quem o contrapõe, mas, confesso também, que eu não deveria me abalar com isso e simplesmente, ignorar. Ou seja, apesar de começar nele, deveria terminar em mim.
O fato de eu ironizar as comparações, é que há anos, toda vez que alguém diz o contrário dele, do tipo, JF perdeu para Atmane e foi um vexame, mesmo que realmente seja, SR vem dizendo: há quanto tempo você ver tênis?
Putz, eu vendo ou não, o cara perdeu mesmo.
E vou considerar sua dica implícita em não implicar tanto.
Agora entendi
kkkk
Verdade. O Sérgio sempre faz isso mesmo. Mas eu, particularmente, acho graça.
Tirando o Alcaraz, cite por favor algum tenista do top 10 que se destaca pela variação de jogo.
Será que e equipe técnica e ele terão essa humildade, de participar de um atp 250? Esse é o ponto, tratando ele como se fosse top 10, escolhendo torneios e deixando de lado o ritmo necessário para entrar em quadra e pelo menos disputar o primeiro set. Lento demais no momento.
Dalcim, ele estava indo tão bem ! Qual a razão dele ter caído tanto de produção ?
Há mil motivos. Pressão, perda do ritmo de competição, adversários mais bem preparados para enfrentá-lo e até mesmo dias que você joga mal mesmo.
Oi, Sandra. Sabe… vendo aí o que você escreveu, lembrei do Sandoval Quaresma: ” – Tava indo tããão beeem…” rs
Muito contente que finalmente apareceu um brasileiro para jogar os grandes torneios e encarar os melhores do mundo de igual para igual. Para o tênis no Brasil, onde estes casos são raríssimos, é fantástico!
Onde assino , caro Ronildo ? . Abs !
E quem seria esse jogador? Se está se referindo ao JF ele sem dúvida tem potencial pra isso, mas até o momento isto não aconteceu meu caro, mas torçamos pra q de fato ocorra…
Ué, mas ele não está jogando os maiores torneios do circuito? E não tem se revelado um jogador difícil de ser batido? Até o De Minaur precisou suar muito para vencer o João.
O 136 do mundo, q o bateu anteontem, também está, não? Vc está confundindo o potencial dele, q é imenso, com a realidade, na qual ele vem sendo derrotado precocemente nos eventos, se vc acha q isso é disputar com os principais jogadores do mundo eu só posso respeitar a visão, mas não concordo com ela…
Sim, Luiz Fernando. Ele está jogando de igual para igual com os 100 melhores tenistas do mundo. Perder ocasionalmente para alguém de fora deste grupo que porventura jogue sem pressão, é normal. O João, por outro lado, tem jogado todas as partidas com enorme pressão desde que foi campeão de um título de primeiro nível.
Exato. Não jogou de igual com Rublev , Fritz e Draper. Foi Guga , o mesmo que levou RG 1997 , e não passou da segunda rodada em nenhum SLAM em 1998. Abs !
Ele está jogando muito bem, vencendo o 136 do mundo com facilidade, indo longe em quase todos os torneios. Maior do q sua infantilidade em comentar é apenas a sua humildade! Abs
Também acho, Ronildo. Gostei da lucidez.
Parece que todo mundo esqueceu que ele só tem 18 anos ainda!
O lado ruim da expectativa é justamente a frustração. O garoto está em seu primeiro ano de torneios de alto nível, com todo o circuito de olho nele, estudando seu jogo, mas insistimos em cobrá-lo como se já fossse um tenista estabelecido e de alto nível. João nem mesmo rompeu a barreita do top 30, mas já há quem cobre atuações constantes de um veterano. Infelizmente a evolução nem sempre (quase nunca) vem na velocidade desejada pela torcida, o que é absolutamente normal. O guri tem muito campo para evoluir, basta sermos um pouco mais pacientes, o que também não significa que atingirá as metas definidas pela torcida e pela expectativa inicial. Espero (sem tanta esperança) que as críticas construtivas se mantenham e que não percamos a paciência como aconteceu com o vitorioso Thomaz Bellucci ou como tem acontecido com a nossa ainda mais vitoriosa e ex-top 10 bia Haddad.