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Djokovic vence 11ª contra Fritz e desafia Alcaraz em sua 53ª semi de Slam

Foto: Corinne Dubreuil/ATP Tour

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Nova York (EUA) – Assim como já havia acontecido em todos os outros dez confrontos anteriores, Novak Djokovic voltou a superar Taylor Fritz e garantiu vaga na semifinal do US Open. Tetracampeão em Nova York, o sérvio venceu o norte-americano por 6/3, 7/5, 3/6 e 6/4 em 3h24 de partida nesta terça-feira.

Djokovic disputará sua 53ª semifinal de Grand Slam da carreira. Isso já faz dele um recordista isolado entre homens e mulheres no tênis profissional, superando as 52 de Chris Evert. No tênis masculino, o segundo da lista é Roger Federer com 46. Outro recorde para ele é o de semifinais do US Open, 14 no total, empatado com Jimmy Connors.

Aos 38 anos e vencedor de 24 títulos de Grand Slam, Djokovic foi semifinalista em todos os quatro principais torneios da temporada. Esta é a sétima vez na carreira que ele consegue esse feito. O sérvio também mantém uma escrita de nunca ter perdido para tenistas da casa no US Open, agora com 16 a 0.

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Recordista de semanas como número 1 do mundo e atual sétimo colocado, Djokovic está voltando ao top 5 da ATP e enfrentará Carlos Alcaraz na semifinal da próxima sexta-feira. Ele lidera o histórico de confrontos contra o espanhol, número 2 do mundo, por 5 a 3. O sérvio venceu os dois últimos confrontos com Alcaraz, um deles neste ano no Australian Open. A última vitória do espanhol foi na final de Wimbledon do ano passado.

Já o eliminado Taylor Fritz não conseguiu repetir a campanha do ano passado, quando disputou a primeira final de Grand Slam da carreira. O norte-americano de 27 anos e número 4 do mundo voltou a uma semi de Slam neste ano, em Wimbledon, e foi superado por Alcaraz em quatro sets. Ele será ultrapassado pelo próprio Djokovic na próxima atualização do ranking.

Quebra logo cedo e chances perdidas por Fritz

A vitória de Djokovic começou a ser construída com uma quebra logo no início da partida, que permitiu ao sérvio sair vencendo por 3/0. E Fritz não pode reclamar das oportunidades que teve. Foram seis break-points ao longo do set inicial, cinco deles quando o tetracampeão sacava para fechar, mas ele não conseguiu devolver a quebra. Em um desses pontos, Djokovic sustentou um rali de 25 trocas de bola.

A vantagem de Djokovic aumentou no segundo set. Depois de salvar três break-points e escapar de alguns games longos no serviço, o sérvio aproveitou sua primeira oportunidade de quebra para abrir 5/3 no placar. Ele sofreu sua primeira quebra na partida justamente quando sacava para fechar. Mas o que poderia marcar o início de uma retomada para Fritz logo se transformou em frustração no game seguinte, quando ele perdeu o saque com uma dupla falta e não escondeu o incômodo com o próprio nível de tênis. Djokovic fechou o set e mandou um beijo para a torcida, respondendo a uma provocação do público.

Discussões com o árbitro e equilíbrio nos dois últimos sets

Os dois jogadores foram ao vestiário antes do terceiro set. Na volta, Fritz fez uma parcial impecável no saque. Ele disparou sete aces, não enfrentou break-points e cedeu apenas dois pontos quando colocou o primeiro serviço em quadra. Com apenas uma quebra, diminuiu a diferença no placar geral. O set também ficou marcado por uma discussão de Djokovic com o árbitro de cadeira, pedindo maior controle sobre barulho e movimentação do público no Arthur Ashe Stadium.

A intensidade do jogo baixou no começo do quarto set e os sacadores vinham confirmando sem maiores riscos. A partir do 2/2, já era possível ver novamente os ralis longos, mas tanto o sérvio quanto o norte-americano conseguiram manter os games com bons saques. Quando o placar estava empatado por 4/4, Djokovic fez um game rapidíssimo apostando no saque e voleio e com excelente desempenho junto à rede.

A um game da vitória, o sérvio já começou pressionando com uma ótima devolução e ainda aguentou duas longas trocas para chegar a dois match-points. Mesmo sem colocar os primeiros serviços em quadra, Fritz conseguiu se salvar duas vezes. E por muito pouco, o norte-americano não confirmou o saque em uma tentativa e lob, que chegou a enganar o público. O game seguiu e Djokovic teve mais uma chance de vitória. E uma dupla falta de Fritz definiu a disputa em quatro sets.

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Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
8 meses atrás

Tem gente que gosta de colocar comentários falsos aqui neste espaço. Um dos comentários falsos é falar que o ranking de determinado tenista é fake ou inflado. Para alguns comentaristas que colocaram que o Djokovic está com o ranking inflado, sinto informar que ele vai melhorar a sua posição no ranking. E o motivo da melhora é que o Nole está fazendo campanha melhor no US Open 2025 do que fez no mesmo torneio do ano de 2024. Em 2024 o Djoko ganhou 90 pontos porque caiu na terceira rodada para o australiano Alexei Popyrin, enquanto que em 2025, como se classificou para a semifinal, já garantiu 720 pontos. Então na pontuação acumulada das últimas 52 semanas, serão retirados os 90 pontos conquistados em 2024 e substituídos pelos pontos conquistados em 2025 que, no mínimo, será 720. Portanto, antes de afirmar que determinado tenista está com o ranking inflado ou fake, favor estudar as regras de cálculo dos rankings.

José Afonso
José Afonso
8 meses atrás

Carlos Alberto Ribeiro da Silv, quem fala isso são só os provocadores baratos, conhecidos no mundo da internet como “trolls”.

VERA BARCELOS
VERA BARCELOS
8 meses atrás

38 anos e estar na semifinal de todos os GS. Bizarro. Privilégio em assistir enquanto há tempo.

José Afonso
José Afonso
8 meses atrás
Responder para  VERA BARCELOS

Ele é impressionante, Vera! Baita privilégio mesmo

Vera Barcelos
Vera Barcelos
8 meses atrás
Responder para  José Afonso

Nole é de longe o maior e melhor tenista a pisar em uma quadra não desmerecendo os outros dois do big three que contribuiram servindo de parâmetro para Djoko ser o que é. O último da era big three. Seus feitos ficarão para sempre na hisória do tênis e esporte de um modo geral.
Alcaráz e Sinner são sem dúvidas, favoritos. Djoko Ganhando ou perdendo é um privilégio em assistir. Já proporcionou alegria ao longo dos 20 anos principalmente após 2011. Sua inspiração vai para além das quadras.
Idemo Noole!

Gisele Matias
Gisele Matias
8 meses atrás

Não ganha do Alcaraz.

Victório Benatti
Victório Benatti
8 meses atrás
Responder para  Gisele Matias

O Dojokovic só ganha do Alcaraz se entrar em quadra armado! Kkkk

José Afonso
José Afonso
8 meses atrás
Responder para  Victório Benatti

Falaram o mesmo nas últimas duas partidas (Olimpíadas e Australian Open 2025). E o resultado? Mais duas touradas em que El Torero saboreou fígado bovino. Kkkkk

Victório Benatti
Victório Benatti
8 meses atrás
Responder para  José Afonso

Kkkk
Aquele resultado das Olimpíadas foi uma piada…

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
8 meses atrás
Responder para  Victório Benatti

Entrará armado com a raquete assim como fez no AO 2025. O Alcaraz é o favorito como foi na final de Wimbledon 2024, na final das Olimpíadas 2024 e nas quartas de final do AO 2025. Desses três jogos que entrou como favorito, perdeu dois.

Victório Benatti
Victório Benatti
8 meses atrás

Alcaraz em franca ascensão e Djokovik em franca decadência!
Vai faltar água no US Open.
Djokovik vai tomar uma lavada!
Kkkkk

José Afonso
José Afonso
8 meses atrás
Responder para  Victório Benatti

Já ouvimos isso antes, kkkkk. E deu no que deu.

Victório Benatti
Victório Benatti
8 meses atrás
Responder para  José Afonso

Alcaraz e Sinner estão em outro patamar.
Acima de Nadal, Federer e do próprio Djokovic.
Jogo por jogo, Djokovik não ganha nunca deles…

CCC
CCC
8 meses atrás

Pois é… com o Fritz teve sorte, se perder com Alcaraz vão dizer que está acabado… enfim… não joga nada. Até à data teve uma carreira só de sorte, tendo provavelmente enfrentado adversários sempre diminuídos física e psicologicamente (e com rankings da treta, como é o caso do Federer e do Nadal, só para citar 2 deles).
Aos que não gostam dele: tudo bem, mas tenham dó! Tem vindo a ser difícil e continuará a ser daqui para a frente, mas é óptimo que continue a jogar. Não sou fanático, nem fã n.º1, mas gosto e prefiro – é que sou pelos vintage, estão a ver (devem ser questões de nostalgia). Como a palavra tem algia no seu final, deve ser uma espécie de inflamação que tenho, que pelo andar da coisa já se terá tornado crónica.
Até ao próximo jogo. Que seja emocionante. Usufruam.

José Afonso
José Afonso
8 meses atrás
Responder para  CCC

Boa

JClaudio
JClaudio
8 meses atrás

Impressiona como Novak Djokovic, mesmo com todos os títulos conquistados, recordes empilhados…não consegue ser amado pelo público do tênis (não são todos, mas a maioria).
Até acho que foi falta de educação do público americano, mesmo assim, fica aquele sentimento do popular ‘nao te suporto”, “não gosto de vc”.
A falta de “sintonia” entre ele e o público é algo notório, existe um desejo que ele fracasse, como se não estivesse à altura da posição de ídolo.
Djokovic parece aquele transatlântico que saiu da Europa em direção a Nova Iorque, apenas esperando o encontro com um iceberg
No momento temos dois iceberg, um espanhol e outro italiano…
(Enquanto Afonsinho e amigos tocam Nearer My God To Thee, o capitão Paulo Almeida, com seus binóculos, tenta localizar os icebergs, o naufrágio é iminente).

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
8 meses atrás
Responder para  JClaudio

Voltou a desculpa do amor do público rs.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 meses atrás
Responder para  JClaudio

Ontem enquanto assistia ao jogo, algo me incomodava e logo descobri o que era.
Me lembrava de você, vendo o sérvio “capengando” em final de carreira.
Será que tu, em seu final de carreira, seja ela qual for, capengará da mesma forma?
Como disse antes, sua paixão por ele está precisando de cuidados.
E, alguém me ajude a lembrar, qual foi a última vez que o Big2 (Fedal) fez semi de todos os Slams no ano, por favor?

JClaudio
JClaudio
8 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Olá Fabriciano.
Fico lisonjeada, num momento tão emocionante de sua vida, assistindo o intrépido sérvio, num descuido, vc lembrou de mim.
Fiquei comovido com a lembrança, hoje posso dizer que estou em seus pensamentos.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
8 meses atrás
Responder para  JClaudio

O primeiro ponto é que o US Open é uma competição esportiva e não de popularidade, ou seja, o objetivo principal é ganhar o torneio e não agradar ao público. O segundo ponto é que sua análise fica distorcida se considerarmos que o Djokovic enfrentou um norte-americano nos Estados Unidos, o que faz com que o apoio da torcida seja, em sua maioria, para o tenista local, e que o adversário desse representante local seja vaiado, e isso é perfeitamente normal. A questão do Nole não ter popularidade ao redor do mundo acho que é uma constatação equivocada porque dá pra perceber em jogos em que o adversário não é local, que a popularidade do sérvio é enorme mas ele não é uma unanimidade e isso tem uma importância totalmente secundária, porque existem muitos fãs do Rafael Nadal e principalmente do Roger Federer que têm antipatia pelo Nole e ainda não se conformaram pelo fato dele ter superado seus ídolos nas estatísticas da história do tênis masculino. Por último, desde o início do torneio, todos os fãs do Djokovic têm consciência de que Jannik Sinner e Carlos Alcaraz são superiores ao sérvio no momento e que tanto o italiano quanto o espanhol serão favoritos num eventual confronto com o Nole. Então, a sua afirmação de que a derrota do Djokovic para um dos dois é iminente é uma coisa óbvia que todo mundo sabe, inclusive você, e todo mundo tem dúvidas quanto ao resultado final do jogo, inclusive você. Se você tivesse certeza de que o Nole vai ser eliminado do torneio teria afirmado “o naufrágio é certo” e não “o naufrágio é iminente”. Então, você escreveu um grande texto pra mostrar impressões pessoais suas, não necessariamente verdadeiras, e no final do texto fez uma afirmação óbvia que todos sabemos desde antes do início do torneio. Se o favoritismo do Sinner e do Alcaraz fosse uma garantia de vitória para ambos, poderiam organizar o torneio apenas com a final entre o italiano e o espanhol. No entanto, como muitas vezes os favoritismos não se confirmam, todos têm que jogar as partidas para conquistarem o direito de passar para a próxima fase e o campeão tem que ganhar a final para conquistar o direito de levantar a taça.

JClaudio
JClaudio
8 meses atrás

Olá, caro Carlão.

Vc deve ser um “péssimo” amigo de cerveja, caso eu conte uma piada no sábado, vc só vai rir no domingo…
O naufrágio e o iminente é apenas para deixar mais leve o espaço…
Vc anda muito sisudo, já pensou na terapia do sorriso (se vc falar que é banguelo, encerrou o assunto aqui).
Um sorrisinho pra lá, um sorrisinho ho pra cá…(Estou entrando em contato com o sérvio, quem sabe ele acompanha vc nessa terapia, todos vão gostar de vcs).
Abs

José Afonso
José Afonso
8 meses atrás
Responder para  JClaudio

Opa, “Afonsinho” na área o/

O espanhol, de fato, é franco favorito, porém… também era nas últimas duas partidas (Olimpíadas e Australian Open 2025). E o resultado? Mais duas touradas em que El Torero saboreou fígado bovino.

Acredito firmemente que será um jogaço cheio de emoção e pontos espetaculares, independentemente de quem vença. Que seja o melhor em quadra.

Quanto a ser amado ou não pelo público, Claudinho, não preciso dizer mais nada, pois o Carlos Alberto Ribeiro da Silva deu aula, não foi mesmo? Rsrs, abs!

JClaudio
JClaudio
8 meses atrás
Responder para  José Afonso

Não estou conseguindo ler o nome dele inteiro (deve ser advogado), imagina o tratado.
Sexta feira irei ajuda-lo, a juntar os cacos de Nova Djokovic…rs

José Afonso
José Afonso
8 meses atrás
Responder para  JClaudio

Caso seja necessária essa ajuda, agradeço, rs.

Por outro lado, se for dia de almoçar fígado bovino, eu ajudo a desossar o boi, rsrs.

Victório Benatti
Victório Benatti
8 meses atrás

Quero ver o Djokovik fazer a dancinha depois do jogo contra o Alcaraz… kkk…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 meses atrás
Responder para  Victório Benatti

Alcaraz não permite dancinha não.
O argumento de vocês é volátil demais, Nunca se sustenta.

Victório Benatti
Victório Benatti
8 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

kkkk
Ninguém tá argumentando nada!
Só estamos nos divertindo.
Já você… pelo jeito tá nervoso!
Relaxa…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 meses atrás
Responder para  Victório Benatti

Não, só contente mesmo.´
É porque não torço por uma derrota a cada jogo. Só isso.

Atilio
Atilio
8 meses atrás

Taylor foi Frito pelo Djoko, sacou mal nos dois primeiros sets e entregou pontos importantes em duplas faltas. E eu que pensei que ninguém ganhava do Fritz mais do que 10 vezes seguidas. Mas td bem, a décima segunda é que é a boa…

Luciano
Luciano
8 meses atrás

O cara tá jogando bem. Vamos ver contra o Alcaraz, porque o garoto se precisar jogar 5 sets com intensidade e em alto nível ele tá preparado. Tem muito físico e recursos pra muita coisa. Será um jogão!

Odir Cunha
Odir Cunha
8 meses atrás

Só para lembrar…

Odir Cunha
Odir Cunha
8 meses atrás

Dó para lembrar que, somando-se simples e duplas, a brasileira Maria Esther Bueno conquistou oito títulos no US Open, metade deles em simples, mesma quantidade do sérvio.

André Borges
André Borges
8 meses atrás

3 opções para o confronto de semi finais

1- vai desistir antes do jogo alegando contusão
2- vai abandonar no meio alegando contusão
3- vai correr como um louco, levar uma surra e alegar que perdeu por estar contundido

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
8 meses atrás
Responder para  André Borges

4 slam de diferença é muito cruel né?

André Borges
André Borges
8 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Que tem a ver isso? Não entendo porque vcs insistem em trazer aposentados pro circuito….

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
8 meses atrás
Responder para  André Borges

Você torce para o aposentado rs.

Andre Borges
Andre Borges
8 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Segue não tendo nada a ver pra quem eu torço ou deixo de torcer. A realidade eh q o “jogo” na sexta vai se desenrolar em dos três cenários q falei.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 meses atrás
Responder para  André Borges

Eu te explico: na falta de para quem torcer, torce-se contra alguém que é um fenômeno.
E eu te entendo. Isso dói!

Tribunal do US Open
Tribunal do US Open
8 meses atrás

Se Djokovic entrasse em quadra com 80 anos de idade e Fritz na idade atual, Djokovic venceria sem problemas. Fritz é o GOAT da freguesia….

rockton
rockton
8 meses atrás

Fritz já entrou em quadra derrotado. Deu para ver isso no rosto dele durante o Toss. Freguesia falou mais alto, assim como acontece com Iga X Ostapenko e Bia X Sakari.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 meses atrás
Responder para  rockton

Será que a bandana com a marca BOSS pelo avesso indicava isso?
Na ida ao banheiro, ele endireitou ela. Ganhou o terceiro set.
Mas o sérvio percebeu seu avanço e tratou de se aprimorar mais.

Paulo Revero
Paulo Revero
8 meses atrás

Djoko é brabo demais. Dito isso, só ele se sacar e devolver, mas assim, como nunca o fez na vida, que ele tira um set do Alcaraz. Em normalidade, 3×0 protocolares pro espanhol.

Guilherme ES Ribeiro
Guilherme ES Ribeiro
8 meses atrás

Que jogaço. Os dois em alto nível. Fritz exigiu o máximo do Djokovic, que cresceu demais nos pontos importantes. Não sei se é o suficiente pra vencer o Alcaraz, mas ele é o único capaz de enfrentar o espanhol e Sinner. Tem 5 a 3 no H2H contra Alcaraz, com 3 a 0 no hard. Ou seja, Alcaraz tentará vencer Djokovic pela primeira vez no hard. 53 semifinais de Slam, 14 só no US Open, agora junto com Wimbledon o Slam que ele tem mais semifinais. Tem outras 13 em RG e 12 no AO. E toma o 4° lugar do Fritz no ranking, ficando atrás apenas de Zverev, Alcaraz e Sinner, podendo assumir o número 3 em possível título. Bora Djokovic

Guilherme do E.S. Ribeiro
Guilherme do E.S. Ribeiro
8 meses atrás
Responder para  Guilherme ES Ribeiro

E complementando, agora Djokovic e Alcaraz terão se enfrentado em todos os GS. Até aqui foram 4 confrontos, com as 2 vitórias de Alcaraz em Wimbledon e o Djokovic vencendo em RG e no AO deste ano.

Ricardo
Ricardo
8 meses atrás

Djoko genial. Mas venhamos e convenhamos: Fritz é um dos mais limitados top4 da história recente. Isso só demonstra, mais uma vez, a razão do Sinner e Alcaraz dominarem o circuito. Já não existem saibristas do nível de um Ferrer, Verdasco, Almagro, Agut… Já não existem sacadores do nível de Karlovich, Isner, Anderson, Roddick…

Olhemos para o top10 atual… Excetuando Djoko e o novo Big2… Todos apenas bons jogadores. Não à toa Dimitrov, o velhinho que era no máximo top10 no auge do Big3, só não eliminou o Sinner pq se machucou em Wimbledon…

Realist
Realist
8 meses atrás
Responder para  Ricardo

Exatamente. Tirando o Sinnaraz, dá uma tristeza ver a fragilidade dos outros tenistas

Roger Porciuncula
Roger Porciuncula
8 meses atrás
Responder para  Ricardo

A parceria do atual Big2 é muito fraca. Na era Big3, tínhamos excelentes tenistas como Andy Murray, Stan Wawrynka, Dominic Thiem, Marin Cilic, Del Potro (todos ganhadores de GS). Além destes que citei, tinha Kevin Anderson (finalista de Wimbledon 2018), Roberto Baustista Agut, Davi Ferrer, Milos Raonic e etc.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 meses atrás
Responder para  Ricardo

Ricardo, vou tentar colaborar com você, o Agut é melhor nas duras que no saibro.
E sacadores apenas, não basta.
O Domingos Venâncio (que bom que o Sportv cobre o US Open – só vejo lá), tem falado em todos os jogos do Djokovic: fulano é o sacador, mas é Djokovic quem mais está ganhando pontos com saque.
Ontem, por exemplo, o primeiro set terminou com 6×0 em aces para o sérvio.
Ou seja, quando o cara é só sacador, como Karlovic, ao final de uma carreira de + de 10 anos, o que ele conquistou? 1 ou 2 ATP 250.
Isner e Anderson até fizeram mais, mas, comparando aos tenistas completos, são como moscas esperando uma sobra de açúcar para lamber na padaria.
E olha que catástrofes acontecem também, de vez em quando. Karlovic vence Djokovic por 2×1 e Isner já faturou sobre Mr. Federer no saibro.
Abraço.

Julio Marinho
Julio Marinho
8 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Concordo muito, mesmo porque contra um bom sacador, basta achar o saque e o jogo fica mais controlado. E esses tops sempre acham a devolução. E se o saque não estiver bem no dia?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 meses atrás
Responder para  Julio Marinho

Pois é.
No primeiro confronto entre Andy Roddick e Djokovic no US Open, sei lá de que ano, o americano só fez o primeiro ace na metade do segundo set.
Resultado: perdeu o jogo.

Mauricio
Mauricio
8 meses atrás

Simplesmente incrível esse Senhor!!!

João Silva
João Silva
8 meses atrás

É isso. Missão cumprida. 38/39 anos, o resto é lucro.

Realist
Realist
8 meses atrás

Seguramente Fritz deve ser um dos piores top4 da história.
Saudades do bons tempos do tenis americano. Nem precisa contar com Agassi e Sampras, mas Roddick, Blake, Fish ou mesmo Isner dão muitas saudades em relação ao momento atual do tenis americano.

Guilherme do E.S. Ribeiro
Guilherme do E.S. Ribeiro
8 meses atrás
Responder para  Realist

Roddick realmente era outro patamar em relação ao Fritz, mas os demais que você citou não foram ou são melhores que o Fritz.

Realist
Realist
8 meses atrás

Depende do que critério que vc quer comparar. Meu contexto é sobre serem melhores tecnicamente, como jogam dentro de uma quadra, não falando de números e conquistas que deve ser o que você imaginou. Em números, talvez o Fritz seja melhor que alguns desses. Mas há de se considerar que agora é muit9 mais fácil conquistar numeros pela padronização do circuito e adversários mais frágeis.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 meses atrás
Responder para  Realist

São somente os números que indicam os melhores.
Mesmo que você se agonize, não tem outra fórmula.
O melhor ginasta é o que tira nota 10.

Realist
Realist
8 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Como são tenistas de gerações distintas, não jogaram entre si, ficamos só em especulação. Mas se pegarmos 20 anos atrás comparando com a epoca do Roddick, Fritz não seria nem top30 com toda certeza.

Guilherme do E.S. Ribeiro
Guilherme do E.S. Ribeiro
8 meses atrás
Responder para  Realist

Mesmo nesse seu critério é bastante questionável. E essa coisa de que hoje é mais fácil, antes foi mais difícil. Vamos aos números.
Fritz – melhor ranking – Nº4, 10 títulos, com 1 Master, 322 vitórias em ATP com 61% de aproveitamento, 31 vitórias contra TOP10 com 41% de aproveitamento. 7 participações em quartas de Slam, com uma final, 14 participações em quartas de Master1000, com uma final e uma final de Finals.
Blake – melhor ranking – Nº4, 10 títulos, 366 vitórias em ATP com 59% de aproveitamento, 19 vitórias contra TOP10 com 26% de aproveitamento. 3 participações em quartas de Slam, 11 participações em quartas de Master 1000, com 2 finais e uma final de Finals.
Fish – melhor ranking – Nº7, 6 títulos, 302 vitórias em ATP com 58% de aproveitamento, 24 vitórias contra TOP10 com 32% d eaproveitamento. 3 participações em quartas de Slam, 9 participações em quartas de Master 1000, com 4 finais.
Isner – melhor ranking – Nº8, 16 títulos com 1 Master, 489 vitórias em ATP com 61% de aproveitamento, 29 vitórias contra TOP10 com 27% de aproveitamento. 3 participações em quartas de Slam, 19 participações em quartas de Master 1000, com 5 finais.

Ou seja, Fritz não fica atrás desses que você mencionou, até melhor que alguns.

Tom França
Tom França
8 meses atrás

O “triturador” de recordes, realmente é fora do comum. Quando o mental está em jogo, contra o único “et” restante, não existe favoritismo. Se o GOAT estiver bem fisicamente, não duvidem da sua performance. Chegando na final, digo a mesma coisa. O jogo é jogado, e o Fritz vinha sendo implacável contra todos os seus adversários, até encontrar o Nole no meio do caminho. Pois é, no meio do caminho tinha um Nole!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 meses atrás
Responder para  Tom França

A vitória dele em 3×0 sobre o Machac deve ter dado uma injeção de ânimo gigantesca.
Ele até deu uma entrevista falando do h2h e qual seria sua postura para esse jogo.
Mas, o outro, é o outro.

Julio Marinho
Julio Marinho
8 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Sim, pai que bate em Machac não bate em Nole. A grande diferença do Nole, para início de conversa, é a capacidade de sacar. E não é o saque em 0-0, 15-0, é nos 30-30, 30-40, break contra e momentos agudos do set. Isso muda tudo. A outra coisa nesse jogo contra o Fritz é que eu não me recordo de alguém ter jogado tipo uns 8 breaks seguidos de maneira tão perfeita. O Fritz demorou 11 breaks para quebrar e claro que em um ou dois ele poderia ter feito algo diferente, mas na grande maioria deles o Sjok jogou de forma tão absurda que era até constrangedor para o americano não ter nada o que fazer.

Julio Marinho
Julio Marinho
8 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Aproveitando só para colocar um pensamento aqui dos match ups entre Nole e Alcaraz e Nole e Sinner. Hoje, claro que o Djok prefere enfrentar o espanhol, porque entre os dois jovens é o que oscila mais, dá mais brechas e pode tornar o jogo mais mental. Mas se o Djok fosse mais novo, eu acho que ele preferiria enfrentar o Sinner, porque com mais pernas para aguentar o ritmo, imporia uma variação capaz de tirar o italiano do deixo, como o Alcaraz faz contra ele. Mas é preciso ser mais jovem para aguentar aquela bestialidade que o Sinner pratica, com apelido de tênis.

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