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Novak Djokovic não poderia atingir sua 51ª semifinal de Grand Slam, e 13ª de Roland Garros, de forma mais exuberante. Apesar de ver Alexander Zverev se sair melhor no primeiro set, insistiu num plano muito bem traçado de jogo, executou golpes de base cada vez com maior perfeição, cobriu de forma notável a quadra em que pese seus 38 anos e por fim destruiu a cabeça do alemão com uma série de bolas anguladas, saques na linha, voleios ousados, curtinhas geniais e lobs milimétricos. Um conjunto de habilidades que lembram seus melhores tempos.
O sérvio segue em frente e fica diante de um dos maiores – senão o maior – desafios de sua carreira. Se quiser levantar o 25º Grand Slam, terá também de derrotar o número 1 do mundo Jannik Sinner na sexta-feira e, quem sabe, decidir o título contra o atual campeão e vice-líder Carlos Alcaraz. Esses dois adversários juntos somam 45 anos e estão avassaladores neste Roland Garros. Nos confrontos diretos com o italiano, existe empate por 4 a 4, mas Sinner ganhou os três mais recentes e quatro dos últimos cinco, tendo sua última derrota na decisão do Finals de 2023. Mas alguém aí duvida de Nole?
Não deveria. Ainda mais depois da forma com que reagiu em cima de Sascha. Enquanto o alemão conseguiu ser ofensivo, ele se saiu bem. Mas o sérvio soube inverter a situação e passou a distribuir as bolas por todos os lados, explorando, claro, o forehand em movimento do alemão, que segue como um buraco terrível em seu jogo. Num tênis que exige cada vez mais versatilidade, Djokovic deu aula para o terceiro do ranking, que vai sonhar com os 35 drop-shots que o fez sair lá da base e os 24 lobs que levou, alguns em cima da linha. Zverev teve uma chance de reagir no quarto set, quando conseguiu break-point no sexto game, mas falhou bisonhamente num smash fácil, fruto certamente de tanta dúvida que já estava plantada.
Sinner por sua vez continua destruindo adversários e chega à segunda semifinal consecutiva com apenas 36 games perdidos. Campeão do US Open do Australian Open, soma 19 vitórias em sequência e se torna o mais jovem a atingir isso desde Rafael Nadal no US Open de 2008. Aliás, é o primeiro jogador de seu país a somar seis semis de Slam e, junto a Lorenzo Musetti, marca somente a segunda vez na história em que dois italianos estão na penúltima rodada de um Slam, repetindo Nicola Pietrangeli e Orlando Sirola de 1960.
A grande surpresa Alexander Bublik só conseguiu equilibrar o segundo set, quando sacou com mais qualidade. Diante das bolas pesadíssimas de Sinner, ficou difícil até dar suas famosas curtinhas ou subir com mais frequência à rede e viu o adversário fechar a partida com 31 winners e meros 13 erros. No seu crescimento continuo no circuito, Sinner aumenta invencibilidade para 65 sobre adversários fora do top 20 desde que perdeu para Dusan Lajovic em Cincinnati de 2023.
Boisson faz outro milagre e encara Gauff
Lois Boisson deveria ter feito seu primeiro Roland Garros um ano atrás mas, uma semana antes de o torneio começar, foi obrigada a operar o problemático joelho esquerdo. Era então a número 152 do mundo e só voltou a pisar na quadra em fevereiro. Por isso, como 361ª colocada, precisou do convite nesta edição e aí realiza um torneio incrível. Derrubou duas top 10, algo que não acontecia para uma debutante desde Monica Seles em 1989, e está na semifinal, com direito ao prêmio de 690 mil euros. Até então, havia embolsado apenas 148 mil dólares nos quatro anos de carreira profissional.
A história de Cinderela teve outro capítulo espetacular nesta quarta-feira, quando barrou Mirra Andreeva, sexta do mundo e semi do ano passado. É bem verdade que a russa ajudou bastante. Abriu 3/1 e permitiu reação. Depois, Boisson escapou de set-point sacando com 3/5 na base de dois winners e um ace, portanto mérito total, mas em seguida Andreeva serviu para o set e mostrou toda sua tensão. Claro que a torcida se inflamou e por pouco a francesa não evitou o tiebreak. No desempate, outra vez Mirra largou na frente e teve set-point, mas novamente foi notável a frieza e a qualidade de Boisson diante do aperto.
O segundo set teve roteiro ainda mais duro. Andreeva abriu 3/0 e aí perdeu seis games consecutivos, muito disso fruto de seus 43 erros não forçados. Satisfeita? Apesar de preferir respostas sempre curtas, Boisson – que aqueceu para o jogo com Sinner – garantiu: “Meu sonho é ganhar, não fazer semi”. Já Andreeva reconheceu a pressão do público, mas não arrumou desculpas e admitiu ter feito “escolhas erradas”.
Além da ascensão meteórica de quase 200 posições, indo provisoriamente para o 65º posto e se tornando da noite para o dia a melhor francesa do ranking, Boisson se torna a primeira tenista da casa na semi de Paris desde Marión Bartoli em 2011 e a segunda fora do top 300 a derrotar duas top 10 no mesmo torneio, desde Serena Williams, em Chicago de 1997. Ela ainda é a jogadora de mais baixo ranking na semi de um Slam em 40 anos e a primeira convidada a ir tão longe em Roland Garros. Para completar sua lista, realiza o feito inédito de chegar numa semi de Slam com apenas dois jogos de WTA vencidos anteriormente.
Gauff acha o caminho
Não foi fácil a vida de Coco Gauff nas quartas diante de Madison Keys, dona de um dos melhores forehands do circuito. A finalista de 2022 em Paris precisou compensar a debilidade do serviço – sete duplas faltas no primeiro set para um total de 10 no jogo e de 31 no torneio – com sua inegável capacidade de devolver bem. Foram 67% de sucesso nos pontos de retorno contra Keys, com nove quebras obtidas nos 15 games de serviço da campeã do Australian Open.
Coco virou a partida com 41 erros e somente 15 winners e isso só se explica porque Keys falhou ainda mais, em 60 vezes, apesar de ter cravado nada menos do que 25 winners com seu forehand. Semifinalista pela terceira vez no torneio e mais jovem a ganhar 25 partidas desde Martina Hingis, no ano 2000, a número 2 do mundo não perde um terceiro set no saibro parisiense há cinco anos, o que ajuda demais na confiança.
Gauff reconhece que ainda precisa de muitos acertos e, pior ainda, não vai ter muito tempo para isso, já que sua semi contra Boisson já acontece no final da rodada desta quinta-feira. Ela também sabe que vai ter a Philippe-Chatrier inteira a motivar a adversária e jura que vai conseguir suportar a torcida.
O adeus de Orlandinho e Victoria
Orlando Luz e o croata Ivan Dodig sentiram o peso de uma dupla extremamente entrosada, hábil no saque e esperta nas devoluções forçadas, e isso significou a derrota nas quartas de final de Roland Garros. A parceria do gaúcho não fez o melhor com o saque no primeiro set, mas depois se ajustou e chegou a ter um break-point no final da segunda parcial e abriu 2-1 com saque no tiebreak. No entanto, faltou a consistência que sobra para Marcel Granollers e Horácio Zeballos.
Os dois estão na quarta semi consecutiva de Paris e ainda sonham com o primeiro título de Slam, que escapou em duas decisões de Wimbledon e uma no US Open. Será que agora vai? Ao menos os dois principais cabeças caíram: os atuais líderes do ranking e campeões do ano passado Pavic/Arevalo e também Heliovara/Patten.
Já Victoria Barros não foi nada bem em seu jogo de simples, excessivamente defensiva diante de uma norte-americana um ano mais velha, que saca mal porém tem ótimos golpes de base. Logo depois, nas duplas, acabou eliminada num apertadíssimo match-tiebreak. Como ela definiu muito bem, o aprendizado continua.










Boa noite, Dalcim!
Em termos percentuais, quanto você coloca de favoritismo do Sinner nessa semifinal contra o Djoko?
Obrigada!
Eu cito isso no Blog de hoje, Deby. Coloquei 60-40 para o Sinner.
Vide a bula…
Dalcim, se Boisson fosse campeã, teria sido maior zebra que Raducanu?
Com certeza.
A propósito, após quase quatro anos sem um mísero troféu até em torneios de bolinha de gude, quando você acha que Raducanu ganhará o segundo torneio de sua carreira?
Teve também a Clijsters no US Open 2009 que derrotou 3 top 10 mesmo fora do top 300, Dalcim
É diferente, Victor. A Clijsters anteriormente já tinha sido número 1 do mundo, e estava sem ranking por ter se afastado por causa da maternidade. A Poison nunca sequer havia chegado ao Top 100.
Lembrei de “Boisson Heart”, do Ramones…
José Nilton, baseado em sua experiência de anos no mundo do tênis, via de regra, que tipo de coisa os tenistas( masculino e feminino ) dizem uns aos outros junto à rede, no final das partidas?
Geralmente é um “bem jogado”, “você mereceu” ou “você jogou muito”. Esse é o de praxe.
Obrigado…
“Apesar de ver Alexander Zverev se sair melhor no primeiro set, insistiu num plano muito bem traçado de jogo, executou golpes de base cada vez com maior perfeição, cobriu de forma notável a quadra em que pese seus 38 anos e por fim destruiu a cabeça do alemão com uma série de bolas anguladas, saques na linha, voleios ousados, curtinhas geniais e lobs milimétricos. Um conjunto de habilidades que lembram seus melhores tempos.”
JN Dalcim.
Não vi nada que combine com mediocridade nesse texto. Pensando eu naquele grande treinador francês.
Na verdade, talvez possamos transforma- lo todo numa palavra só: completo.
Então Luiz Fabriciano, temos que analisar as palavras de Patrick Mouratoglou dentro do contexto falado. Ele não chamou o tênis de Djokovic de medíocre. Isso seria loucura. Ele apenas disse que “comparado com o tênis de Roger Federer e Rafael Nadal o tênis de Djokovic é medíocre”. Talvez no português brasileiro a palavra medíocre receba uma percepção um tanto negativa, como se fosse algo pequeno, sem valor, inferior. Porém medíocre contextualiza mais corretamente com mediano.
Ele falou dos golpes apenas.
E onde que o tênis de Djokovic é mediano, caríssimo Ronildo?
Veja o texto do Dalcim novamente e sinta o quanto e o tamanho do tenista que o sérvio sempre foi.
Nole vinha em marcha-lenta até RG, mas agora apertou o botão do turbo. Seguuuura o ‘hómi’!
Outro que também apertou o mesmo botão é o Alcaraz.
Sinner vem vindo super bem, mas no lugar dele, eu colocaria a barba de molho contra o sérvio. O recordista de Slams tem desde o plano A até o plano Z se precisar.
Não vi a partida, mas pelo resultado acho q a Iga está no caminho da recuperação, embora esse 60 do set 3 seja terrível. Aryna será favorita sábado contra qualquer adversária…
kkkkkkkkkkkkkkkk, Esse vulgo “sasha ou sacha”, muito fraco, nunca vi eloe de fato ser, o que fala dele, já vi jogos dele, e não me empolga, fato. Além das escohas de jogo ruins, so sabia empurrar a bolinha, enquanto que o magistraL Djkoller, hahaha, só na maciota, que nem lobo velho, deixando nas curtas…
Ahhh sashinha ou sachinha, tadinho, deve ter ficado tonto, com tantas deixadinhas magistrais e pura técnica, do maior jogador de tenis que já se viu, acho que nem dormiu o coitado.
Não torço pelo sérvio, mas acompanho a carreira dele e de outros há tempos, o cara é fera mesmo, a primeira que o vi, não sei quem era o adversário, ele bem novinho, mas quando vi o nome dele, Djokovic, falei, esse nome é forte, ele ganhou no dia, e hoje, está ai aos 38 anos, jogando muito bem, parabéns nolista, agora vem o vulgo Cenourão, kkkkkk, cada apelido.
“Ahhh sashinha ou sachinha, tadinho, deve ter ficado tonto, com tantas deixadinhas magistrais e pura técnica, do maior jogador de tenis que já se viu, acho que nem dormiu o coitado.”
Kkkkkkk, muito bom!
“o cara é fera mesmo, a primeira que o vi, não sei quem era o adversário, ele bem novinho, mas quando vi o nome dele, Djokovic, falei, esse nome é forte”
Eu torço por ele desde essa época, quando ele era Terceirão. Comecei a torcer por ele em 2007 ou 2008. Imagine a sorte de ver o predileto se tornar o maior da História e o único a vencer todos os grandes títulos kkkk.
Saba, saba, saba, saba, saba, saba, saba, saba, saba, Sabalenka!
O sinner é o Djokovic 2.0 ,a semelhança de jogo é absurda , principalmente na base .
Dalcim ,dos 4 que sobraram,a ordem de favoritismo seria alcaraz, sinner,Djokovic e musetti ?
Dalcim, isso do Djoko começar com baixa intensidade e ir melhorando progressivamente seria parte de uma estratégia para quebrar o psicológico do adversário ?
Pergunto por que, no caso das olimpíadas, por exemplo, Djoko partiu para cima desde o início.
Já em jogos de 5 sets contra adversários fortes, ele começa de um jeito estranho, muitas vezes perde o set, mas depois vai melhorando e pressionando. Isso acaba com o mental da maioria dos adversários.
Nesse contexto, Sinner seria o adversário mais forte do sérvio, visto que parece mais sólido mentalmente que o Alcaraz ?
Não, não acredito que seja uma estratégia. Ninguém faria isso de propósito, nem mesmo sendo super favorito de um jogo. Acho que é uma questão de “esquentar” mesmo, pegar o ritmo do jogo.
Uma certeza: Zverev nunca ganhará um slam. Com esse forehand pífio, passividade que causa sonolência e suas amareladas, tornam a missão impossível. Comparando atualmente com Sinner, parece que Zverev joga em câmera lenta.
Ele tem um problema de saúde crônico (diabetes) que talvez impacte o jogo dele. O tênis hoje é uma atividade física de altíssima performance.
Sabalenka curte fortes emoções também.
Estava amassando Iga no primeiro set e só acabou levando-o no tie-break.
Ali!s, Boisson pode ser a melhor história de Paris?
Já que parte do público que comenta no blog não permite que mulheres possam deter recordes no tênis (alegam quenos recordes e feitos que elas alcançam no wta valem menos que os da atp pois elas naondisputam 5 sets, nem se candidatar a goat (numa espécie de Idade Média contemporânea, Talibã ou Primavera Árabe – que de Primavera não teve nada), e vamos testar até onde o machismo leva alguns destes… elegendo Boisson como a maior surpresa de Paris
Tu acha Marta melhor do que o Pelé, Carlo VW?
Outra coisa:
A ginástica é um esporte tanto feminino quanto masculino.
Mas quando se fala de GOATs, citamos apenas mulheres: Nadia Comaneci, Olga Korbut, Simone Biles, nossa Rebeca e etc.
Os homens, são esquecidos por esse “femininismo terrível” na ginástica como GOATs, Calo VW…
Que baboseira. Não há porque comparar jogadores do masculino e do feminino, você só começaram a fazer isso porque era o último refúgio para desmerecer os feitos do Djokovic. Em nenhum, absolutamente nenhum esporte a discussão sobre os “maiores” e “melhores” é feita misturando homens e mulheres. Não se compara Giba com Mireya, nem Marta com Pelé ou Messi.
Aliás, isso faria tanto sentido quanto discutir quem é melhor: Sabalenka ou Sinner? Federer ou Serena? Percebem o absurdo? Agora parem de passar vergonha.
Exatamente Rodrigo, antes não faziam comparação do Federer com Serena, Martina ou Graf.
“Coincidência”, não…?
Toma seu biscoito, feministo.
E Djokovic retoma sua melhor forma não antes nem depois, mas na hora exata.
De quebra, o melhor tenista de simples de todos os tempos, páea um degrau abaixo de Alcaraz e Sinner na lista de favoritos e vai testar seus “super poderes” primeiro contra Sinner e “se passar”, os testará contra Alcaraz.
Musetti vai de Zebea e azarão, com meros 10% de chance de ser xampeão, na minha opinião.
Enquanto isso do lado de cá os minions vibram com a vitória do seu malvado favorito, enquanto seu Gru ruma para a semi-final deste French Open e Boisson desbanca Bublik para se transformar na Melhor história de Paris.
Amanhã ficará indelevelmente cravada a certeza de que Sinner e Alcaraz estão em nível muito superior ao restante do circuito. Deixadinhas e lobs não fazem cócegas em Sinner. Aliás os rivais ficam tão sufocados que não conseguem efetuar este tipo de jogada nele.
A respeito dos dois principais candidatos a substitutos do big-3 há cerca de cinco ou seis anos, outro dia chamei um de molenga, por ter sido eliminado pelo inexpressivo Matteo Gigante, em Roland Garros/2025. Quanto ao outro, que está no auge de sua forma, ontem foi defenestrado por um Novak Djokovic, ultimamente em versão Beatriz Haddad e caindo os pedaços, no mesmo Roland Garros/2025. Juntando os cacos dos dois pretensos candidatos a big-3, minha avaliação é que tanto o grego mimado quanto o alemão amarelão vieram ao mundo do tênis a passeio, sobretudo por sua aversão ao número dois mil. Sobre Stefanos Tsitsipas, verdade seja dita, ele está aposentado há cerca de dois anos. Já Alexander Zverev, se não tem atuado como beneficiário do INSS da ATP, já deve ter requerido a mesma condição de seu colega Tsitsipas. Enquanto isso, caretas como Carlos Alcaraz e Jannik Sinner devem estar rolando de rir, por terem pulado etapas e atropelado o heleno e o tedesco, quando estes ainda eram os substitutos da santíssima trindade do tênis masculino. Do jeito que a coisa anda, logo logo até João Fonseca será capaz de tirar onda pra cima de ambos os moleirões…
Zverev é o tenista mais covarde da história. A passividade dele é absurda.
Novak Djokovic é o melhor jogador da história, e não resta mais qualquer dúvida quanto a isso. Porém, as chances contra Sinner são muito remotas. O condicionamento físico certamente pesará. Além disso, Zverev oscila muito e comete erros incomuns para seu ranking. O italiano é uma máquina, uma fortaleza mental absurda, que só duvida um pouco diante de Alcaraz, seu maior rival. Minha aposta é uma final entre Sinner e Alcaraz, com vitória do italiano.
É esse Djokovic que o entendido Mouratoglou disse que não tem grande talento nem golpes marcantes. Os inúmeros drop-shots, lobs e os mais diversos voleios aplicados em cima do 3o. do ranking ontem devem ter sido obra do acaso.
Eu também gostaria que o gênio Mouratoglou respondesse como alguém medíocre consegue ter tantos planos táticos.