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Paris (França) – A busca de Novak Djokovic pelo quarto título de Roland Garros e o 25º Grand Slam da carreira teve mais um capítulo nesta quarta-feira, quando o sérvio garantiu sua vaga na semifinal em Paris. Djokovic superou o alemão Alexander Zverev, número 3 do mundo, por 4/6, 6/3, 6/2 e 6/4 em 3h15 de partida.
Djokovic aumenta a vantagem para Zverev no histórico de confrontos, agora liderando por 9 a 5 e disputará a 51ª semifinal de Grand Slam da carreira, tentado chegar à 38ª final. Em Paris, ele alcança sua 13ª semifinal em 21 participações.
Recordista de semanas como número 1 do mundo, com 428 no total, Djokovic é o atual sexto do ranking e disputa o quinto lugar com o italiano Lorenzo Musetti. Ele pode terminar o torneio na quarta colocação, dependendo dos resultados da semana e já faz uma campanha superior à do ano passado.
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O adversário de Djokovic na semifinal da próxima sexta-feira será o italiano Jannik Sinner, líder do ranking mundial e dono de três títulos de Grand Slam, mas que ainda busca uma conquista inédita em Paris. O sérvio de 38 anos tem quatro vitórias e quatro derrotas contra Sinner. Mas o italiano venceu as três últimas. Aos 23 anos, o atual número 1 do mundo busca a quarta final de Slam.
5th one is the charm 💪#RolandGarros pic.twitter.com/gLPAiwwQG7
— Roland-Garros (@rolandgarros) June 4, 2025
Por outro lado, Alexander Zverev continua sem títulos de Grand Slam. O alemão de 28 anos já esteve em três finais, uma delas em Paris no ano passado. Mesmo com uma campanha pior que a da temporada anterior, ele não perde posições no ranking.
Alemão começou melhor, mas sérvio mudou a tática
A partida começou melhor para Zverev, que conseguiu uma quebra logo no game de abertura e vinha confirmando seus serviços sem maiores riscos. O único break-point que o alemão enfrentou no primeiro set foi no oitavo game da parcial, mas ele resistiu a um rali com 29 trocas de bola, e manteve o saque até o fim do set.
Uma das soluções encontradas por Djokovic foi usar bem as curtinhas para não dar ritmo ao alemão. Zverev até chegava na maioria das bolas, mas o sérvio encontrava espaços para definir seus pontos, principalmente com lobs e passadas. O único winner em 19 tentativas nas duas primeiras parciais foi justamente no set-point que igualou a partida. O sérvio conseguiu uma quebra logo cedo, aproveitando-se dos erros do alemão, abriu 3/1 e sustentou a liderança até o fim do set.
41 SHOTS RALLY TO SAVE A BREAK POINT 🤯#RolandGarros pic.twitter.com/jGhlFQ3qTy
— Roland-Garros (@rolandgarros) June 4, 2025
Djokovic foi amplamente superior no terceiro set, impulsionado por um ótimo desempenho no saque. Ele não enfrentou break-points e cedeu apenas dois pontos em seus games de serviço, além de conseguir duas quebras para vencer cinco games seguidos.
Em vantagem no placar e diante de um adversário cada vez mais entregue, Djokovic também quebrou cedo no quarto set e saiu vencendo por 2/0. Zverev teve uma oportunidade de devolver a quebra, mas foi extremamente passivo num rali com 41 trocas de bola, perdendo repetidas chances de definir a disputa com smashs. O sérvio não novamente fechou a porta. No fim do jogo, mais curtinhas com categoria, foram 35 tentativas em todo o jogo. Outro fator surpresa foi um saque e voleio para chegar aos primeiros match-points. Mas foram necessárias cinco oportunidades até chegar à vitória, novamente com uma curta, complicando a vida do alemão.












3h15 minutos de duração para o jogo das quartas de final foi um bom teste para o físico. O que eu mais estou gostando no Nole, é que ele me parece consciente da situação e dos seus limites e já deve ter pensado no que precisa fazer pra enfrentar o Sinner. Além disso, acho que a pressão maior estará sobre o italiano, por ser mais jovem, pela posição no ranking e por nunca ter sido campeão do torneio. Então, acredito que o Djoko tentará arrumar um jeito de explorar essa situação.
PA meu nobre, cadê você?
Meu sonho é me aposentar e continuar exercendo minha profissão como faz esse aposentado mequetrefe tenista sérvio.
Agora, espero que ele tenha aprendido a lição e entrar mais ligado no jogo.
Se não tivesse tão relaxado no primeiro game, duvido que teríamos que jogar 4 sets.
A parada será outra agora. Parrudésima!
Mas vamos lá, porque medo, nunca foi nosso forte.
Kkkkkk, já comentei mais acima!
Poxa, onde estão Gilvan, Sérgio Ribeiro, André Borges, Rockton e cia? Estamos sentindo a falta de vocês!
Djoko jogou bem. 51º semifinal de Slam, 13 só em RG. Mas o desafio do Sinner na semifinal é altíssimo. Acho o italiano favorito. Djokovic terá que fazer milagre pelo que o italiano está jogando
É importante registrar que as pessoas o chamaram de ex-atleta, aposentado, decadente e de “medíocre” há poucas semanas atrás.
2º Grand Slam e 2ª Semifinal. O que querem de um vovó de 38 anos?
Faltam, no mínimo respeito. As pessoas deveriam fazer uma reflexão profunda para não escreverem comentários de ódio.
Se o seu objetivo é apenas de desmerecer um profissional dedicado ao esporte por mais de 20 anos e com excelência em todos os fundamentos, por favor, apenas morda o travesseiro, não precisamos ler sua inveja e ódio saindo pelos teclados.
PS: os prints estão salvos aqui.
Lembrando que ele só não chegou na final do 1º Slam do ano porque estava lesionado. E se tivesse chegado à final, vai saber o que poderia ter acontecido no torneio que é a sua “casa”…
Primeiro confronto foi em Monte Carlo e Djoko venceu por 6-4 6-2.
Realmente, ver um atleta de altíssimo nível como ele com 38 anos e esse desempenho é digno de aplauso e admiração, principalmente pelos que entendem do esporte e vivem nele. Aos que não entendem nada e gostam apenas de opinar, sem jamais terem empunhado uma raquete e muito menos disputado uma partida sequer, valem pelo divertimento que provocam e pelo ridículo que passam.
Djokovic é o maior de todos. E isso falado por um fã de Roger Federer. Não há argumentos que desmintam isso. Zverev nunca será! Fraco! Banana!
Bela vitória do Nole, mas o Sinner ganhará fácil na sexta.
Meu palpite, Sinner ganhará 6-0, 6-1 e 6-2 e o jogo não terá 2h de duração, acredito que o Nole vai se aposentar depois da derrota para o N° 1.
Uhum. Já anotei aqui o placar e vou apostar pesado.
Kkkkkkkkk, pena que você não está apostando dinheiro conosco.
Não tem como negar que o Sinner será favorito, mas o Djokovic pode engrossar o caldo e provou isso hoje, do jeito que jogou! Resta saber caso o jogo se prolongue muito, como ele se sentirá fisicamente! O Sinner precisa sair na frente nos sets e abrir vantagem, senão pode se complicar! Mas ainda acho que com o Sinner, o buraco será bem mais embaixo! O ritmo do italiano é mais puxado. Vamos ver!!!
Pensei, pensei, pensei. Como o Goldovitch poderá vencer o Pecador italiano? Em termos lógicos (idade, movimentação, potência dos golpes, precisão, etc) não há muitas chances para o sérvio, contudo, a mesma lógica serviria para a final olímpica no ano passado, onde Djokovic tinha há poucas semanas sido atropelado pelo Alcaraz em Wimbledon, mas o gênio dos Balcãs contrapôs todos os fatores lógicos e finalmente consagrou-se campeão olímpico em cima do fenômeno espanhol.
O que o Djokovic pode fazer contra o italiano? Ser mais agressivo (como nas Olimpíadas contra Alcaraz), ser impecável nas deixadinhas e não temer ir à rede para definir o ponto quando a oportunidade surgir. O Sinner é muito favorito, sobretudo se vencer o primeiro set. Então será absolutamente fundamental que o sérvio vença o set inicial para colocar uma pressão mental no italiano. Hoje, o Djokovic tem mais chances de vencer o Alcaraz (que parece ser mais “humano”, emotivo) pelas viajadas, do que o Sinner e o seu foco absurdo em cada ponto, em cada movimentação.
Mas é aquilo: o tênis não tem lógica, não é matemática.
Vamos Djoko!
Perfeito comentário!
Hoje tive absoluta certeza do motivo de Zverev não ter haters.
Será que Mouratoglou apostaria uns milhões na vitória do Sinner contra o ” medíocre” Djockovic?
Djokovic nao precisa mais provar nada. Mesmo assim o homi ainda faz questão kkkk
Novak Goat Djokovic. Um cara de 38 que vence um de 28, como se a idade dos dois fossem invertidas! O cara venceu até a pandemia, com as suas convicções e foi impedido de provavelmente ganhar mais um AO, pelos hipócritas metidos a politicamente corretos. Não estou aqui dizendo que ele estava certo ou errado, pois cada um tem o direito ao livre arbítrio, e ninguém é dono da verdade, na face da terra. Só digo que ele provou que se lá estivesse teria uma chance enorme, no auge dos seus 33, 34 anos, de conquistar mais um GS, na sua incontestável e vitoriosa carreira. A pessoa pode até não simpatizar com o cara! Mas admitir que ele é o melhor de todos, dói bem menos do que se frustrar com as conquistas dele.101 e contando!
Excelente comentário. Vou printar pra ler novamente. Onde assino?!
Bela Vitória.
É isso aí, continuar acrescentando seus números, recordes.
Força Djokovik.
Na boa, Zverev nunca será. Ele é um Berdich alemão. Como disse o Rafa sobre o Berdich ganhar um slam: “só acredito, vendo.” Vai tremer assim lá longe. Djokovic não tem nada com isso. Monstro que é, finalizou mais uma vez.
Nunca será e fato.!! Paz
Nunca será sem atp finals. Fato. Paz!!!!
E por aí meu amigo.
O sérvio pode ter tudo, mas jamais terá o que mais vocês desejam kkkkk
Nunca jamais será….Paz
A comemoração continua, após a vitória no “disputadíssimo” 250 de Genebra, onde até o caminhão de bombeiros foi acionado (não tinha espaço no caminhão).
Hoje vemos uma comemoração de arromba (que não tem hora para acabar, tem até globo no teto) pela vitória nas “quartas” de um slam, uma conquista jamais vista no tênis (quartas???)
Zverev foi visto sentando no meio fio, com os olhos cheio de lágrimas, perguntando para todos que passavam…”eu sou um bom tenista?”
(O que faço com vc Zverev? Como vc pipoca…)
E você chorou no 40-15?
Ex-jogador em atividade dá show assim?
Mais uma planilha/lista pra atualizar: não vence um top 10 desde Alcaraz no Australian Open.
Olá Paulinho.
Hoje foi o clássico dos afogados…
Zverev não vence um top 10 desde AOpen (adivinha quem ele venceu?)
Djokovic fez pior, não jogava com um top 10 desde o AOpen (adivinha contra quem?)
Nem vou me alongar, não quero atrapalhar a festa pela passagem das “quartas” para a semi.
(Saindo do caminho, o caminhão dos bombeiros está incontrolável, enquanto Galvão grita…”é semi, é semi”)
Num slam entram os 128 melhores tenistas do mundo (salvo um ou outro contundido, suspenso ou o que for). Quartas? Não! Quartas era antes do jogo, agora é semi. Ficar entre os 4 melhores da atualidade não é algo novo, todo ano vão aparecer os tais 4 melhores, mas pra um cara com 38 anos que já foi campeão de slam dezenas de vezes (mais que qualquer outro tenista que já existiu) isso é muito impressionante e motivo de “festejar” pra quem torce. Eu não costumo concordar com pessoas que dizem que não se pode criticar um atleta ou profissional quando ele fica abaixo do esperado, usando o tal argumento do “você não faz melhor”. Mas nessa ocasião, caro JClaudio, onde você, através desse comentário bizarro, tenta tornar isso algo banal, fica a pergunta: o que você é capaz de fazer que fique entre os 4 melhores do mundo? Será que tem algo que você fique entre os 4 melhores da sua rua? Aos 38 anos (se já passou dessa idade) você conseguia ficar mais de 3 horas correndo de um lado pro outro? Ou será que subia dois lances de escada e ficava ofegante? Antes da gente banalizar ou reduzir as conquistas alheias, é legal ver o quão infinitamente abaixo disso estamos pra não ficar muito vergonhoso.
JClaudio entrou em um nível hard de haterismo. Antigamente, a desculpa era o legado e bom mocismo. Depois da queda de Djoko em 2024 começou a analisar o desempenho dentro de quadra e a contabilizar o tempo sem títulos de torneios promovidos pela ATP. Após a vitória no Genebrão começou a desdenhar de toda e qualquer vitória do maior de todos. Se o goat vencer RG, a minha previsão é que ele voltará a falar de legado e de bom mocismo, como nos velhos tempos. É uma verdadeira alma sofredora e atormentada por WB 2019, entre outras derrotas.
Vc está parecendo o Mutler….(Medalha,medalha,medalha)
Olá, caro Lucena…
Desenvolva o raciocínio do “entre os quatro melhores do mundo”?
A questão não é ser melhor, a questão não é comparar alhos com bugalhos (os degraus foram golpe baixo).
O problema da devoção é o contraditório, vc gostaria que eu (JClaudio) tivesse uma opinião que deixasse confortável sua admiração por Novak Djokovic, não vai rolar, caro Lucena, sou um cético de carteirinha, não acredito em “anjos”.
Comesana venceu Zverev (no saibro), o alemão está tendo um dos piores início de ano da carreira, ganhou um 500 em Munique (que parecia um 250 de Genebra).
Não vence um top 10 desde o abandono de Djokovic no AOpen.
Nem comentei, muito, o clássico dos afogados antes da contenda, até porque não vejo muito sentido no escalão de baixo do tênis atual.
Djokovic é um ex tenista em atividade, tem lampejos de uma época gloriosa, hoje depende contra quem joga.
Hoje Novak Djokovic se juntou a Comesana, Griskpoor, Tien, Muller e o decadentes Barretini, tenistas que venceram com certa folga em 2025 nosso “possante” Zverev.
(Desculpe por ter tirado vc do alto do carro de bombeiros…afinal… é semi, é semi, diria Galvão)
Caro JClaudio, vou repetir algumas coisas que disse pro outro devoto, Gilvan, uns dias atrás: qualquer um aqui pode dar uma passada pelas notícias do Djokovic neste blog, verificar quantos comentários meus existem (e de qualquer outro torcedor do Djokovic) e comparar com os seus. Não engane a si mesmo, o maior devoto, o mais obsessivo, é você. Você acorda pensando em Djokovic, dorme pensando em Djokovic. Se postarem 10 notícias elogiando ele, nas 10 estará você derramando sua frustração. De certa forma eu entendo o trauma de ter torcido pra 3ª força do tênis e ver ele se aposentar, depois de muito ter apanhado, sem qualquer chance de superar quem está no topo, o que te sobra é cruzar os dedos e torcer contra. Deve ser difícil mesmo, como diria o Drew (Todo mundo odeia o Chris), “ainda bem que não sou você”. O carro de bombeiros é seu, você está dirigindo ele de cara amarrada, guiando a procissão. Deixa de graça e para de mandar os outros descerem, deixa o pessoal ser feliz. Quanto a sua opinião, realmente não tem qualquer relevância pra mim ou qualquer outro daqui, assim como a minha não tem pra você. Não espero que mude (é direito seu) e seguimos assim, não espero e nunca esperei ouvir de você algo que corrobore o que penso. A gente só retruca seus surtos que te tiram da realidade e te fazem orbitar, como dizer que ouro olímpico (cujo a 3ª força jamais foi capaz de conseguir) não é “big title”, dizer que estar entre os 4 em um slam é algo banal ou que o atual top 5 e top 3 são o baixo escalão do tênis. Sinto em te dizer que isso não é opinião, é surto mesmo.
Caro Lucena…
Vc está com muito rancor, trabalhe isso não deixe a raiva dominar alguém com potencial de ser um bom interlocutor (a citação do Drew foi o ponto alto da manifestação).
Nas entrelinhas do que escrevemos (ou falamos) está nossa visão de mundo.
Vc pode não ter percebido, num momento de “revanche, se tornou alguém preconceituoso contra pessoas com deficiencia (hoje chamamos de capacitismo), algo ruim (precisa trabalhar isso, caro Lucena).
Quando vc usa ternos como surfo, vc banaliza algumas condições, cria estigmas que não ajuda muito a civilidade (olho nessa palavra).
Além de “surtado”, “fingir demência”, “retardado”, “lunático”, “esquizofrênico”, a popular frase “parece normal”.
São coisas que devemos cuidar, garanto para vc, com todo respeito a sua devoção, são coisas que agregam mais do que “santificar” ou fazer de um assunto banal algo extraordinário.
Foi apenas um apontamento que não te faz menor ou maior…
Apenas melhor, trabalhe isso…
Abs
Então você é o Gilvan disfarçado? Sempre soube. Desculpe pela palavra ofensiva, “surto” é muito pesado mesmo. Pelo que você fala, imaginei que tivesse mais idade que a geração “palavras machucam”. Aliás, você escreveu “surfo”, mas também é bom observar que falar sobre “surfar” é demasiadamente ofensivo, já que é um tanto capacitista falar de um esporte que precisamos ter as duas pernas saudáveis pra praticá-lo. Também disse que uso “ternos”, mas nunca me orgulhei disso, pois é preconceituoso com as pessoas que não atingiram condições financeiras pra comprar um. Eu prefiro não “santificar” ninguém, meus comentários são sempre coisas óbvias (se subir um pouco já cantei a pedra que é bem provável que o Djokovic vá tomar uma sova do Sinner e cravei até um 6/1 no primeiro set). Aliás, “demonizar” alguém também não me soa muito cético, no plano dos “santos” e “anjos”, também estão os “demônios”.
Caro Lucena…
Ladeira abaixo…existe um termo chamado falácia ad hominem, vc acabou de usá-lo no seu contraditório, algo que diz muito sobre alguém (pode parecer uma bobagem, mas não é).
Como vc bem escreveu, pouco importa minha opinião sobre vc…e suas “infelicidades textuais”.
Não fiquei com uma boa impressão sobre o Rafael Lucena (acontece).
Se vc reparar, raramente comento a opinião de alguém por aqui, independente de concordar ou discordar.
Nunca ofendo ninguém, nem tento ser agressivo, na maioria das vezes levo na esportiva, principalmente com aquelas pessoas com um certo nível de agressividade (vc), disfarcado de “opiniões”.
Sinto que tenha causado um certo desgosto, em relação aquilo que penso.
Como alguém (eu) centrado e respeitoso no trato com o outro, aconselharia a não responder minhas elucubrações, não desejo ver (ou ler) o pior de alguém em respostas tão frágeis.
Vc não é óbvio, os óbvios são mansos, vc não é manso.
Da próxima (caso tenha), tente um “desculpa” pela derrapada preconceituosa ou volte para as ruas de Belgrado, quanto mais vc se mexe nessa areia movediça, mais afunda, não é algo bom.
Espero que as letras esteja de uma forma que vc consiga compreender sem necessitar ofender ou ser agressivo com alguém.
Aquele abraço, caríssimo Lucena.
Parabéns Rafael.
Claudinho, ex-jogador em atividade derrota o atual vice-campeão, nº 3 do ranking, medalhista de ouro, campeão de ATP Finals e M1000 e segundo maior campeão em atividade (em número total de títulos) em quartas de Slam?
Olá, caro Afonsinho (homenagem ao meia carioca da década de 70).
“Ex jogador em atividade, derrota o atual vice-campeão, nº 3 do ranking, medalhista de ouro, campeão de ATP Finals e M1000 e segundo maior campeão em atividade”
Belo currículo…faltou o Comesana, para deixar o currículo mais “pesado”.
Meu amigo Claudinho, faltou apenas responder a pergunta, rsrs. Abs!
Sem resposta vc não fica, meu caro Afonsinho.
Norrie é um ex jogador em atividade, ele venceu o russo Medvedev (tem um currículo melhor e conquistas maiores) na primeira rodada, chegou nas oitavas.
A questão aqui é até onde um ex jogador em atividade consegue chegar…
Estranho ninguém vence, só há perdedores, Mira tremeu, Bulbik morreu fisicamente e sascha se acovardou, não foram os adversários que foram melhores.
Mérito de quem venceu