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A nova geração do circuito mostra força na chave masculina de Roland Garros e já coloca três nomes nas quartas de final. O trio tem a participação de João Fonseca, de 19 anos, além do espanhol Rafael Jodar, também de 19, e o tcheco Jakub Mensik, de 20 anos. Todos conseguem os melhores resultados da carreira em Grand Slam.
João Fonseca voltou a fazer história na quadra Philippe Chatrier neste domingo. A vitória em quatro sets sobre o norueguês Casper Ruud, ex-número 2 do mundo e duas vezes finalista em Paris, recolocou o Brasil nas quartas de final da chave masculina em Paris depois de 22 anos.
O resultado foi ainda mais especial por ter sido conquistado sob o olhar de Gustavo Kuerten, tricampeão de Roland Garros em 1997, 2000 e 2001, além de ter sido o último brasileiro a chegar tão longe, em 2004.
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A última semfinal de Guga em Grand Slam foi justamente na campanha para o terceiro título em Paris, mas o tênis brasileiro já teve um grande resultado recente com Beatriz Haddad Maia, também semifinalista em 2023.
Com a mesma idade de Fonseca, o espanhol Rafael Jodar disputa uma chave principal de Grand Slam pela segunda vez segunda vez na carreira e já está nas quartas de final. O atual 29º do mundo está se aproximando de uma entrada no top 20, sendo que um ano atrás ocupava apenas o 707º lugar do ranking profissional.
E com ele, o tênis espanhol consegue manter uma incrível escrita de ter um tenista nas quartas em 33 das últimas 34 edições, mesmo após a aposentadoria de Rafael Nadal e a desistência de Carlos Alcaraz por lesão no punho.
Dois jovens nas quartas em Slam é raridade
Nas últimas quatro décadas, é apenas a quinta vez que dois tenistas com menos de 20 anos chegam juntos às quartas de final de um Grand Slam, e a quarta vez que isso acontece em Roland Garros.
O brasileiro e o espanhol se juntam a nomes que depois marcaram época no circuito, como Andre Agassi e Guillermo Perez-Roldan em 1988, Michael Chang e Goran Ivanisevic em 1990, Hendrik Dreekmann e Andrei Medvedev em 1994, além de Carlos Alcaraz e Holger Rune em 2022. A única ocorrência fora de Paris neste período havia sido no Australian Open de 1984 e com três nomes: Boris Becker, Pat Cash e Stefan Edberg nas fases decisivas.
Mensik também faz sua melhor campanha
Adversário de Fonseca nas quartas de final, o tcheco Jakub Mensik também é um estreante em quartas de final de um Grand Slam. Até então seu melhor resultado era no Australian Open deste ano, em que chegou às oitavas. Já em Paris, ele só havia disputado uma vez e perdido na segunda rodada no ano passado. O tcheco se torna o jogador mais jovem de seu país a chegar às quartas desde Ivan Lendl em 1980.
O único duelo entre Fonseca e Mensik pelo circuito profissional foi na campanha do título do brasileiro no Next Gen ATP Finals em 2024. Eles poderiam ter se enfrentado no ATP 500 da Basileia no ano passado, mas o tcheco abandonou a competição por lesão no pé esquerdo e Fonseca terminaria a semana com seu segundo título na elite do circuito.
Por si só, o reencontro com Mensik, com um ano a mais de vivência na elite do circuito e um título de Masters 1000 na carreira, já atrairia enorme expecativa. Valendo uma vaga inédita em uma semifinal de Grand Slam, aí é que fica imperdível!










No live ranking,o João já é o melhor sulamericano, ultrapassando o Fran Cerundulo.
O Jodar não está convencendo muito ainda, usando o mesmo jargão do tio Nadal em cima João, pois não tem nada ainda em piso duro, diferente do João e do Mensik, e até do Tien.
Enfim, pode ser que faça algo mais em RG, espero que não enfrente o João, seria bom por um lado pela revanche, mas se o João perder a cabeça de novo querendo a revanche, pode não conseguir, terá que esquecer o que é difícil.
Me parece que o Jodar está ainda naquele torneio da vida que pode nunca mais repetir, além da dependência do saibro até agora e que pode talvez evoluir para os outros pisos, enfim tem chão também até os 21 anos!
Sofreu pra virar sobre Carrenho Busta. Na real João ganha do Jodar de boa 3×0 e 3×1 jogando o que jogou contra Djoko e Ruud. Jodar tem fome de bola mas igual o Tien vai cair na real logo logo. Quero dizer infelizmente não jogam como top 10 igualando a qualidade do João.
O Jodar fez em um ano o trajeto no ranking que o João, por si só fenômeno, demorou dois anos. Ou seja, de cerca de #700 para cerca de #25 do ranking (João era #685 no início e chegou em #145 no final de 2024 e, somente no final de 2025, chegou no #24). Embora reconheça como façanha ainda maior, não considero isso sustentável. Não passou por situações que levam ao amadurecimento e que não têm como “pular”.
Oh Céus!!! Tanto João quanto Jodar têm “apenas” 19 anos, enfrentando tenistas com vasta experiência no circuito e tendo resultados acima da média para a maioria dos jovens de 19 anos!!! Duvido que vocês, na suas áreas de atuação, estivessem entre os 30 melhores do mundo com apenas 19 anos… Então, menos cobrança com o João e o Jodar, por favor…