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Munique (Alemanha) – Um dos quadrifinalistas no ATP 500 de Munique, o italiano Flavio Cobolli teve a quinta-feira de descanso e só voltará a jogar na sexta, quando enfrentará o tcheco Vit Kopriva. Em entrevista ao Eurosport, ele falou sobre o grande momento do tênis em seu país e destacou a importância de Jannik Sinner.
“Li uma entrevista ontem mesmo em que Lorenzo (Musetti) disse que isso tira um pouco da pressão de nós porque, com Jannik, temos alguém que ganha um torneio quase toda semana. Mas há outro aspecto também. Hoje em dia, chegar às quartas de final de um torneio do Grand Slam é considerado normal no nosso país”, ponderou Cobolli.
Além de tirar a pressão por resultados dos compatriotas, Sinner também serve de inspiração. Questionado sobre os seus objetivos no circuito, Cobolli usou o compatriota como referência. “Quero melhorar para ficar assim como o Jannik”, disse o italiano rindo.
“Tento me tornar um tenista melhor a cada dia, seguindo meu próprio método. Simplesmente gosto de estar no circuito, jogando torneios, treinando. É importante para mim não perder de vista a diversão, porque a temporada é longa e as competições são difíceis”, acrescentou o atual número 16 do mundo.
Final da Davis ficou marcada
Responsável por anotar o ponto decisivo contra a Espanha na final da última Copa Davis, ele revela que a vitória de virada sobre Jaume Munar ficou marcada. “Sempre que jogo uma partida, na noite anterior revejo o vídeo que gravei durante a final da Copa Davis”, contou o tenista de 23 anos.
“Quando revejo aquelas imagens, ainda me arrepio. Fizemos história para o nosso país, mesmo sem a presença dos nossos dois melhores profissionais (Jannik Sinner e Lorenzo Musetti)”, acrescentou Cobolli, destacando também a importância de Matteo Berrettini naquela campanha da Itália.
Cobolli não esconde que o saibro é sua superfície favorita, mas garante se sentir bem em todas as demais. “Cresci jogando no saibro, mas também sempre treinávamos em quadras duras para nos tornarmos mais completos. Deu certo. Mesmo assim, me sinto mais confortável no saibro, embora também goste de quadras duras, até porque 70% da temporada é disputada nesta superfície”.












É claro que o grandioso Sinner serve de escudo para os mortais.
Bonita essa harmonia entre esses atletas, ainda que rivais na quadra. O tênis italiano está, definitivamente, no caminho certo..