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Roma (Itália) – Semifinalista em Roma pela primeira vez aos 36 anos, Sorana Cirstea tenta alcançar a segunda final de WTA 1000 da carreira e a primeira desde 2013. E para isso, terá que superar Coco Gauff, atual campeã de Roland Garros, na próxima quinta-feira. Mas a experiente romena chega motivada por vitórias contra adversárias bem colocadas no ranking, incluindo Aryna Sabalenka, número 1 do mundo, na terceira rodada.
“Nessas partidas eu sinto que eu consigo exigir bastante das jogadoras top, mas para vencer eu preciso ser mais corajosa. Foi o que fiz contra Aryna”, disse Cirstea. “Eu me coloquei numa posição de poder lutar pelas minhas oportunidades. E não apenas esperar por erros dela. Tênis é sempre um aprendizado, não importa a sua idade. Você sempre pode aprender”.
A romena busca uma vitória inédita contra Gauff, que venceu os três duelos anteriores, dois deles neste ano, em Miami e Madri. “Acho que a Coco é uma lutadora e tenho muito respeito por ela. Jogamos duas vezes neste ano. As duas em três sets, e nas duas tive minhas chances, mas em ambas ela conseguiu vencer”.
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A vaga na semifinal veio com vitória por 6/1 e 7/6 (7-0) contra a letã Jelena Ostapenko nesta terça-feira. “Jelena é uma adversária dura, porque não é muito agressiva e não dá muito ritmo. As vezes você pensa que basta ser sólida porque ela comete alguns erros, mas se você baixar a intensidade em algum momento, ela controla o jogo e coloca muita pressão e bate muito forte na bola. Fico muito feliz por ter vencido em dois sets e não ter precisado jogar mais um set”.
Cirstea já anunciou que a temporada de 2026 será sua última no circuito profissional. Atual 27ª do ranking, a romena já está igualando a melhor marca da carreira, no 21º lugar, e se aproxima de uma inédita chegada ao top 20. “Sempre fui uma jogadora consistente entre o 20º e o 40º lugar, sempre fiquei nessa faixa. E sinto que neste ano eu pude melhorar o meu jogo. Eu amo o tênis, tenho muita paixão pelo esporte”.
“Não estou fazendo nada diferente, continuo trabalhando duro, focada no meu tênis, na preparação e recuperação física. Talvez, ao anunciar minha aposentadoria, eu sinta que não preciso provar mais nada e tenha tirado um pouco do peso nos ombros, mas não honestamente sinto nenhuma diferença”, relatou a romena.











O mundo, a vida, o tênis nem sempre são justos, seguindo seu curso inefável e não-linear.
Sorana Mihaela Cîrstea, a bela representante da tradição romena – onde o oriente encontra o ocidente, poderia postergar sua despedida neste ano, ainda mais quando grandes resultados estão merecidamente acontecendo.
Siga sabendo viver, não ligue para estas caras tristes (sorry Ostapenko) fingindo que a tua luz e alegria não existem.
Como bem emoldurou Caetano, você é “mais que demais” e continue nos fazendo felizes.
Ouça suas razões e seu coração mas, alvíssaras, por enquanto, a esperança vai vencendo a saudade!