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Toronto (Canadá) – Surpresa no quali de Wimbledon do ano passado, batendo favoritas para disputar sua primeira chave principal de Grand Slam, a canadense Carson Branstine aproveitou o tempo fora das quadras para criticar a forma como os casos de doping são tratados.
“Ela testou positivo, mas é a número 1 do mundo, precisamos dela. Ela é a 300ª no ranking e testou positivo para carne contaminada, vamos puni-la com uma suspensão de quatro anos. Não precisamos dela”, disparou Branstine em vídeo nas redes sociais.
No processo de recuperação após sofrer uma lesão no ombro durante a disputa do Australian Open, se retirando na segunda rodada do quali, a canadense de 25 anos não apenas criticou as penas diferentes para doping, mas também a falta de apoio para tenistas lesionadas.
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“Sentimos muito por sua lesão, você não vai ganhar um único dólar por oito meses. Nós até temos um seguro, mas é claro que é o mais caro possível”, falou Branstine em tom bastante irônico.
A canadense também reclamou da falta de apoio para as tenistas no decorrer da temporada e criticou o apertado calendário. “Claro que há uma pré-temporada, jogamos de dezembro a novembro”, alfinetou a atual número 291 do mundo, que já foi 172ª em outubro de 2025.
Carson Branstine got injured in Australia and is currently rehabbing for her return to the tour. (Get well soon!)
But, while she’s got some down time, she’s got some thoughts, y’all. 🤣 pic.twitter.com/1KTxBLSF5I
— Tick Tock Tennis (@TickTockTennis) April 27, 2026











Reclamou de várias coisas ao mesmo tempo:
– quer ser remunerada sem jogar e sem pagar o seguro
– reclama do calendário
– critica as punições por doping.
Ou seja, quer ser remunerada sem risco. Quem não quer, né?
O problema é que no tênis (e em qualquer profissão no setor privado), funciona mais ou menos assim:
– produz melhores resultados → ganha mais.
– não joga (lesão) ou tem fase ruim → não ganha ou ganha menos.
Não é diferente de outras profissões.
Sobre as punições por doping, até pode existir diferença de tratamento mesmo – mas aí ela mistura isso com outras reclamações e o argumento perde força.
Mas enfim, se ela acha o “pacote” do tênis é tão ruim assim… por que continuar?
Ninguém é obrigado a jogar no circuito profissional. É duro, é arriscado e é competitivo.
Exato
Pior do que sanções leve são os casos de jogadores consagrados que fugiram do teste antidoping e nunca foram punidos por isso. Teve até recordista de títulos nesse meio.
*leves