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Roma (Itália) – Roma está pronta para receber de volta sua rainha. Jasmine Paolini está no Foro Italico há já alguns dias, reencontrando o saibro vermelho onde conquistou um feito incrível no ano passado, sendo campeã tanto em simples quanto nas duplas com Sara Errani. Ela se tornou, assim, a sexta jogadora na Era Aberta a ganha os títulos de simples e duplas do Aberto de Roma, depois de Billie Jean King (1970), Virginia Wade (1971), Chris Evert (1974 e 1975), Raffaella Reggi (1985) e Monica Seles (1990).
A primeira parte da temporada 2026 ficou bem abaixo das expectativas para a tenista de 30 anos, número 8 do ranking e nona cabeça de chave do WTA 1000 romano. Tanto que, por vezes, ela perdeu seu sorriso contagiante.
“Definitivamente, eu queria ter um desempenho melhor do que o que tive até agora neste ano. Estou tentando mudar as coisas, focar nos treinos e me sentir melhor em quadra “, disse “Jas” na coletiva de imprensa pré-torneio. “Elevar um pouco o nível: esse é o objetivo agora. Talvez começando com este torneio. Voltar aqui foi uma sensação maravilhosa: há tantas lembranças ótimas e emoções fortes, tanta energia positiva. O que aconteceu no ano passado, porém, ficou no passado. Tento não pensar muito nisso. A primeira partida será a mais importante, como sempre. Espero conseguir manter uma boa atitude. Estou tentando voltar ao meu melhor nível e me manter assim por mais partidas.”
Paolini afirma ter fé em toda a equipe. “No ano passado, durante a partida contra o Shnaider, a contribuição da Sara (Errani) foi crucial porque o jogo estava indo muito mal. Ela, assim como toda a equipe, estava lá por mim e me ajudaram. Inclusive a entender quando é hora de intensificar o treino ou, ao contrário, de fazer uma pausa.”
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Em vídeo de 12 minutos divulgado pela WTA, a Associação de Tênis Feminino, Paolini e Errani respondem perguntas e contam detalhes uma da outra. Como de costume, Paolini arranca risadas com seu jeito alegre de ser. Nenhuma das duas se lembra em que ano foi o primeiro jogo de WTA, mas ambas acham que foi em Roma. “Joguei contra Monica Nicolescu no Estádio Pietrangeli, a quadra mais bonita”, conta Jasmine. Qual a jogadora que admira mais? foi a pergunta seguinte. “Fácil, Sara”, diz rindo Paolini. ”Porque ela vai em todas as bolas, detesta perder e luta até o último ponto”, acrescenta. Errani por sua vez diz: “Você, claro, por causa de sua boa energia.” Jasmine comenta sobre a troca de gentilezas: “Não queremos problemas uma com a outra.”
Tanto Paolini quanto Errani são unânimes em apontar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris em 2024 como a conquista que lhes deu maior orgulho. “Era meu sonho, aquilo foi inacreditável”, disse Sara. A dupla italiana venceu na final de duplas de 2025 a parceria russa formada por Mirra Andreeva e Diana Shnaider, por 2/6, 6/1 e 10-7, garantindo um ouro inédito para o tênis italiano.
Um dos momentos mais engraçados é quando são perguntadas sobre coisas a respeito da rotina antes de uma partida que só elas sabem. Sara diz que sabe e entrega que Jasmine perde coisas o tempo todo antes de um jogo. Jasmine revela que Sara para de falar antes das partidas porque fica nervosa. Fale sobre como se sente de pé no túnel esperando ser chamada na quadra, é a pergunta seguinte. “É uma mistura de nervosismo e se sentir excitada”, disse Paolini. “Eu fico mais nervosa do que excitada”, afirma Errani. “Ela fica me pedindo para me focar, dizendo que não estou focada, fica me dizendo o que fazer. Então, ao menos, tento parecer focada”, conta rindo.
Elas acham muito bom o momento que vive o tênis italiano, em todos os torneios há vários deles em ação. Sobre o que admiram uma na outra, Errani é a primeira a responder. “Na quadra, sua força, sua boa energia porque a torcida está sempre com você e isso é inacreditável para mim. Fora da quadra, você é muito engraçada, me faz feliz o dia todo.” Por sua vez, Paolini elogia as táticas da parceira. “Você é muito esperta na quadra, então sei que tenho de te escutar. E fora da quadra, você não perde nada, é muito precisa. Eu sou uma confusão. Gostaria de ser como ela, mas não consigo.” Mais risadas das duas.
Quando foi a primeira vez que chorou? “Talvez sempre. Quando eu perdia quando tinha talvez uns 4, 5 anos”, diz Errani. “Talvez tenha chorado um pouco quando perdia, mas não spu uma pessoa chorona”, disse Paolini.











