Deprecated: Using null as an array offset is deprecated, use an empty string instead in /home/httpd/html/tenisbrasil.com.br/public_html/wp-content/plugins/advanced-ads/includes/abstracts/abstract-group.php on line 658
Tenista de todo o circuito que soma mais vitórias no saibro desde 2022, o ‘baixinho’ argentino Sebastian Baez mostrou todas as qualidades de quem desafia a terra batida e chegou ao inédito bicampeonato de simples no Rio Open, um dia depois de o gaúcho Rafael Matos repetir seu título de 2024 nas duplas. Foi um final de semana de afirmações.
Jogador que sabe trabalhar pontos com paciência e aproveita as chances de atacar bolas curtas, Baez foi muito superior à sensação francesa Alexandre Muller, claramente esgotado da dura semana, e manteve a série de sucesso em finais alcançadas. Das últimas seis que participou, ganhou simplesmente todas desde 2023. Ele agora tem títulos em Córdoba, Rio e Santiago, faltando apenas Buenos Aires para completar a série possível no saibro sul-americano.
A fraca atuação brasileira na chave de simples – apenas Thiago Monteiro passou uma rodada – foi amplamente recompensada pela conquista de Matos e Marcelo Melo nas duplas, com direito a estádio principal lotado mesmo tão tarde da noite de sábado. Confiantes desde a dura vitória sobre Rajeev Ram e Austin Krajicek logo na estreia, o dueto brasileiro embalou no apoio da torcida e teve momentos brilhantes na boa final diante dos espanhóis Pedro Martinez e Jaume Munar.
Melhor duplista brasileiro das últimas temporadas, com competência ofensiva e defensiva cada vez mais apurada, Matos confirmou o título do ano passado. Particularmente, fiquei muito feliz por Melo, que permanece no circuito aos 41 anos e nesta segunda-feira será novamente o 23º do mundo, mostrando o quão injustas são as críticas que defendem sua aposentadoria. Daí as lágrimas incontidas depois de cravar o voleio definitivo – havia perdido um match-point fácil em circunstâncias parecidas minutos antes -, já que Girafa enfim realizou um de seus antigos sonhos.
Claro que Melo está tecnica e fisicamente um tanto distante do seu áureo momento de número 1 do ranking ou dos troféus erguidos em Roland Garros e Wimbledon, o que é absolutamente normal para duas décadas de carreira, porém a parceria com Rafa mostrou o quanto ele ainda pode ser útil e eficiente. Se o saque por vezes titubeia, seu trabalho junto à rede é espetacular. Os dois acabaram de ser vices em Buenos Aires, outro saibro muito lento, e portanto a conquista do Rio Open não foi acaso. E têm ainda Santiago a disputar na próxima semana.
A meta de se manter entre os top 8 da Corrida e assim mirar o Finals é justa, mas uma meta ainda muito precoce. Eles certamente conseguirão entrar em torneios maiores agora, principalmente alguns Masters e os Grand Slam, o que é imprescindível para somar pontos relevantes desde, é claro, que somem vitórias. A primeira boa chance será Miami.
E mais
– Subindo degrau por degrau, Mirra Andreeva chegou a seu primeiro título de 1000 e ao top 10 do ranking. A russa, ainda de 17 anos, tem muito a crescer ainda, principalmente na transição à rede.
– Bia Haddad caiu para 17º do ranking e tem chance de recuperação no WTA 500 de Mérida, onde sai diretamente nas oitavas e tem pela frente adversárias vencíveis. Desde que jogue bem, é claro.
– Muito bom também ver a recuperação de Andrey Rublev, campeão em Doha, único de seus 17 títulos em que foi bicampeão até agora. O melhor de tudo foi ver o russo com domínio dos nervos, mesmo tendo feito três jogos seguidos no terceiro set. Sem descanso, disputa Dubai.
– João Fonseca abriu mão de Santiago para iniciar já a preparação para o piso sintético de Indian Wells e Miami. Ele cairá para 78º do ranking, oito postos à frente de Thiago Wild, que jogará no Chile ao lado de Thiago Monteiro, Felipe Meligeni e Gustavo Heide.













O Sr Sebastian Baez conseguiu ficar de fora dos 32 cabeças de Indian Wells. Este feito foi alcançado perdendo a FINAL do ATP 250 do Chile para Djere. Ou seja, como também não arrumou nada no de Buenos Aires, veio apenas tumultuar o RIO OPEN …rs. Abs !
Ao menos conseguiu este ponto incrível chegando numa curtinha e levando o maior tombo. Pra mim, candidato ao ponto do ano.
https://www.youtube.com/shorts/0MynH37oQ-w?feature=share
Dalcim, como a Bia ainda consegue ficar no top 20 perdendo tanto ?
Somando pontos ao longo de 12 meses.
Dalcin, por que o O Marcelo Melo não vai jogar IW com o Rafa Matos?
Porque no momento da inscrição o ranking dos dois não era sufixiente.
E olha os argentinos aproveitando o câmbio favorável novamente:
– estão prontos para colocar 3 dos 4 semifinalistas em Santiago.
Eu posso imaginar o que a BHM precisa essa semana:
– que deixem ela em Paz e não encham o seu saco.
Dalcim, o que achaste da decisão do JF e sua equipe de, após o Rio Open, não jogar mais nenhum torneio e só reaparecer em Indian Wells? Ela não se ressentirá de mais ritmo de jogos quando voltar a competir?
É algo que ele fez ao menos duas vezes no ano passado e deu certo, Paulo. Então temos de acreditar que foi o correto.
E, ademais, ele não precisa fazer dinheiro para custear as suas despesas, jogando muitos torneios.
Enquanto isso Piqué continua sua incursão mal sucedida pelo tênis.
O que chama a atenção é que
normalmente as pessoas vão “das palavras as açôes” ou “as vias de fato”.
Mas no cado do iqué, ele começou pelas vias de fato – vide Davis – e agora passou para o campo das palavras e elas mudanças que ele considera necessárias, não sei se ele captou a essência do tênis.
Mas de quakquer forma, ele colocou os pontos de “a mesa” para diacussão e eles estão repercutindo nos meios especializafos (inclusive no tênis brasil).
Dalcim, vc concorda com alguma das mudanças sugeridas
Não, nenhuma delas. O segundo saque não atrapalha em nada o andamento do jogo – parece que a única preocupação é o tempo – e jogar o “no-ad” torna uma partida profissional um tanto aleatória. A única coisa que eu mudaria no momento é criar a cronometragem entre o primeiro e o segundo saque, porque existem certos abusos.
Entendo e concordo com 99% dos pontos que vc colocou, exceto sobre limitar o tempo para o saque. Explico: como torcedor, a rensão que o saxador coloca naquela espera faz parte do tênis. Principalmente os tops quando estão para sacar num momento decisivo – seja contra ou a favor, e ao final isso ajuda a aumentar a expectativa do torcedor, e nao podemos transformar num esporte miito mecânico, pois isso tira a “magia” para quem assiste – na minha opiniao.
Em resumo, eu nao mudaria nada.
Única mudança que gostaria de ver implementada no tênis seria o serviço sem o let.
De resto, está tudo perfeito.
Quer dizer que um Serviço a 200 km / hora ainda poderia contar com a sorte ? . Uma Final de SLAM decidida com Let seria o fim . Na boa , caro Samuca. O talento tem que prevalecer sempre , ao menos a meu ver. Abs !
Parece que no volei a mudança deu certo, tornando o jogo mais dinâmico
Por que não no tênis, seria mais um ingrediente para apimentar o espetáculo.
O tênis tem que se modernizar, para não dar espaço para o beach tennis, pickleball e outros que estão de olho nesse mercado.
Como comparar esporte Coletivo com individual de altíssima precisão ? . De todo modo , o ATP FINALS Next Gen vem testando todas as possibilidades inclusive o ” Let ” . Abs !
Ok
Mais uma derrota da Bia na estreia. Isso mostra algo óbvio: não devemos confundir grandes tenistas com grandes vencedores, são coisas bem diferentes…
No caso, Beatriz nunca foi nem uma coisa nem outra…
Conte mais sobre seus 4 Wtas e sua semi de Roland Garros
Exato. Daí o Sr jamais confundir o dono de 103 ATPs, com qualquer outro. Inigualável o grande vencedor e grande Tenista … rsrs. Abs !
Dalcim Tiago Monteiro nunca ganhou um atp 250 ?
Não.
Ele é fraquíssimo…
Fazia tempo que não se tinha um princípio de temporada tão ruim dos primeiros colocados do ranking, tanto no que diz respeito ao masculino quanto ao feminino…
E o saudoso Gene Hackman e esposa, são encontrados mortos em sua casa nos EUA…
Entre outros, atuou em O Júri, Inimigo do Estado e Maré Vermelha… filmes onde brilhou e, em muitos casos roubou a cena…!
To achando que tem a ver com a lista do Epstein que dizem q está para sair hj…
Aliás, se sair, o Oscar vai pegar fogoooo pq o que tem de celebridade em Hollywood envolvida….
E o icônico Lex Luthor?
Eu creio que, suspender por 1 ano seja pouco ( quase nada…!)no caso do técnico de Rybakina, Vukov…a WTA devia ser mais contundente e bani-lo de vez do circuito.
Só assim, outras tenistas que sofram algo do tipo, teriam coragem de denunciar os abusos
Prezado Dalcim, vendo em dois posts seguidos opiniões diversas sobre torneios, pisos, datas, continentes etc, pintou-me uma curiosidade:
Miami era considerado, no auge da era Guga, o 5º GS, portanto, o mais importante dos M1000.
O que fez ele “perder” esse status?
A elevação dos outros ou um desinteresse natural?
Valeu!
Certamente, a ascensão de Indian Wells, que despejou muito dinheiro e caiu na graça dos tenistas.
Achei corretíssima a escolha do Fonseca de priorizar a preparação para o piso duro americano. E o Rio Open, sabendo da importância do Fonseca para aumentar a arrecadação, deveria em contrapartida mudar realmente para o piso duro.
Que bobagem. Se cada país que, por conta da boa fase de seu principal tenista, trocar seu piso e, com isto, as tradições do clube, vários torneios acabariam se transformando ciranda financeira, o que não garantiria o sucesso dos mesmos. “importância do Fonseca”? Que importância é esta, se o menino conta apenas dezoito anos? Acha justo, com tal idade, que seja colocado em suas costas o peso dessa tolice de troca de piso? Que importância é esta que, em razão de tal idade, pode nem se configurar? Torço para que se configure, mas e se não ocorrer? Ou seja, a ideia da troca do piso do Rio Open, tornar-se-ia a coisa mais bisonha da paróquia. João tem jogado bola com talento e eficiência há apenas uns quatro meses, o que faz crer( um ou outro ) que não é hora para estultices como troca de piso e “furacão”, numa pressa tão estabanada por parte da maioria, que mais parece coisa de infantes…
Valmir, se eles cogitam a alguns anos a troca de piso, o fator Fonseca se tornou um motivo a mais para o fazerem. Porém além de trocar de piso, seria importante eles fazerem o Rio Open semanas antes do US Open, talvez na semana que é disputado o torneio de Atlanta. Combinaria muito mais com o clima de Rio de Janeiro.
“Fator Fonseca” que nem meio ano de história bem sucedida tem. Cara, eu gosto muito da sua pessoa, mas… e mais: “se eles cogitam a[ sic ] alguns anos a troca de piso”, não houve, há alguns, outros fatores no mínimo no mesmo patamar( histórico ) de Fonseca, que se aproveitasse como ensejo de uma possível troca piso? E o pneu de Thomaz contra o sérvio? E Beatriz, ainda que não haja Rio Open no feminino? A propósito, que grosseria. Por favor, amado, não me faça passar vergonha…
em* ciranda financeira
Mudar o piso sem mudar a data vai continuar não atraindo os tops, a meu ver. Todos sabem que jogar no Rio em fevereiro é insalubre. Além disso, para os europeus, Doha é mais perto do que o Rio. Talvez, pela distância menor, atraia alguns estadunidenses que morem na Flórida. Mas a maioria desses, ainda vai continuar dando preferência à sequência Dallas, Delray Beach e Acapulco, pulando a semana de Rio/Doha.
Sim, concordo com você André.
Jogar em SP e em vários outros lugares tb está insalubre. Esse tempo de calor anormal acaba com a disposição, pelo menos a minha. Está um inferno, sem data para acabar e com tendência a piorar. Odeio calor.
Em outra nota, vejo alguns comentários falando de um novo BIG 3, com Sinner, Alcaraz e Rune/Zverev. Acho que o pessoal ou não viu ou não sabe o que é BIG 3. Não basta serem os 3 primeiros colocados do ranking. Serão apenas p 1o., o 2o e o 3o. Precisa conquistar o mesmo ou mais do que o BIG 3 conquistou.
Rafael você tem toda razão, e vou mais além: esses aí por você citados sequer alcançaram o mesmo patamar qualitativo do big-2, formado por Pete Sampras e Andre Agassi nos anos noventa, eles que não ficaram a dever essa enormidade toda de tênis jogado ao big-3…
Rafael,*
Devido ao recente sucesso de João Fonseca, falamos muito do Brasil aproveitar a oportunidade, se o menino confirmar o que apostsm nele, e fazer o tênis um esporte com mais apelo popular.
Considero que o esporte esbarra em alguns impecilios que tornará a tarefa difícil. O tênis sofre um preconceito muito forte de ser esporte de rico (o comportamento de muitos jogadores também leva a isso),que afasta totalmente o interesse das classes menos favorecidas.
Na realidade é bem caro praticar o esporte, considerando preço do equipamento, pagamento de mensalidade em clube social ou aluguel de quadras em academias, considerando a quantidade pequena de quadras públicas (cerca de 400 em todo o país, número ridículo). Acredito que uma família com pai, mãe e dois filhos que pratiquem tênis, em uma cidade média ou grande teria que ter renda de no mínimo R$ 8.000 a R$ 10.000 por mês, o que afastaria a maioria absoluta da população brasileira.
Comparei a popularidade de atletas e ex-atletas de três modalidades, sendo que o tênis, provavelmente, tenha mais exposição na mídia em relação ao outros, e, mesmo assim, nossos tenistas são bem menos populares que os outros atletas, em uma das principais redes sociais, o Instagram. Vejamos os números de seguidores:
Ginástica:
Lais Souza 1.200.000
Daiane dos Santos 1.300.000
Flavia Saraiva 5.400.000
Daniele Hypolito 856.000
Diego Hypolito 1.000.000
Arthur Zanetti 509.000
Rebeca Andrade 11.100.000
Arthur Nory 1.300.000
Jade Bardosa 2.000.000
Lorrane Oliveira 1.800.000
Júlia Soares 2.500.000
Tênis:
Beatriz Haddad Maia 459.000
Gustavo Kuerten 626.000
João Fonseca 945.000
Fernando Meligeni 213.000
Flávio Saretta 203.000
Bruno Soares 73.000
Marcelo Melo 85.000
Luisa Stefani 123.000
Laura Pigossi 120.000
Surfe:
Gabriel Medina 14.000.000
Ítalo Ferreira 3.000.000
Tatiana Weston-Webb 1.200.000
Filipe Toledo 1.300.000
João Chianca 350.000
Caio Ibelli 130.000
Yago Dora 334.000
Miguel Pupo 313.000
Samuel Pupo 152.000
Como podemos observar nossos tenistas perdem feio, e, portanto, existe muito trabalho a ser feito.
Brasil , Oitava Economia do Planeta , com 3 vezes o PIB Argentino ( 22 * economia) . A exposição de JF na mídia, em 3 ou 4 anos , vai leva-lo lá pra cima no Insta . Até quem não é filhinho de Papai, tende a tentar umas raquetadas. GUGA pegou apenas um pouco do Auge das redes sociais, meu caro Samuca . Abs !
Samuel, não gosto muito do Instagram como medidor de popularidade. Há um público nada desprezível entre as pessoas que gostam do tênis, de mais idade, que não seguem ninguém a não ser seus filhos.
Também creio que comparar atletas medalhistas olímpicos recentes com outros que não atingiram tal patamar (no tênis) distorceria nossa análise.
Acredito que o Fonseca seria realmente uma oportunidade se ele atingir um nível de fama mundial e bons resultados. Daí acho válido comparar a popularidade entre estes que vc apontou. E, conforme a popularidade dele aumenta, claro que o esporte também será mais praticado e mais seguidores teremos. Uma coisa puxa a outra.
E, com mais praticantes, temos mais escala e tudo fica mais barato.
De qualquer forma, acho o debate bem valioso para saber o que fazer para aproveitar o “Momento Fonseca”. Já perdemos o “Momento Guga”.
Abs
A população exige de seus representantes a construção de quadras públicas?
Nós devemos lutar pelo direito de termos quadras para jogar, é o mínimo que se espera, agora nos elitizamos o esporte justamente pra segregar mesmo, afinal não é bom a população invadir o espaço deles.
Resido em uma cidade relativamente pequena, pouco mais de 400 mil habitantes, tida como uma das melhores do país nesses rankings publicados pela imprensa. Por aqui, tênis somente em clubes chiques, cota de 30, 40, 50 mil reais, mensalidade de 300, 400, 500 reais. Locação de quadras em academias 100 ou 150 reais por hora, para aprender decentemente precisa de professor, que não é barato, então, concluímos que é coisa para a elite, infelizmente.
Daí vemos lógica do povão se identificar com a Rebeca, que para treinar precisava caminhar ou deslocar de bicicleta por horas, do que com a bonitinha que tem condições de treinar no exterior, afinal, eles veem a Rebeca e suas colegas, muito menos famosas como uma personificação de suas vidas.
Como escrevi, os tenistas sofrem um preconceito gigantesco por parte da maioria da população, infelizmente.
Gostaria que fosse diferente, mas não é.
Então moro em uma cidade com 500 mil habitantes com 6 quadras públicas, as últimas 3 recém construídas qdo inauguraram um parque novo, a população gerou demanda, cobrou e o resultado veio todas quadras vivem cheias.
O que aconteceu com a Luisa Fullana?
Jogou machucada?
Perdeu por 60 60 para uma juvenil belga.
Pediu uma bicicleta emprestada com a Beltrana e a Sicrana, que, de pronto, negaram… Mas a belga não negou…
Dalcim, mesmo voltando de lesão a temporada do Wild está sofrível, qual a sua opinião sobre o jogo dele?
Ele não se achou ainda. Fez um ou outro bom jogo nesta temporada, mas está faltando pegar ritmo. E sem vitórias, a confiança vai caindo. Mas ele tem repetidamente caído muito no segundo set, pode haver algo físico ou emocional aí.
Lastimável! Mas torço para que se recupere o quanto antes.
Mesmo sem ver todos os jogos, creio que Matos (poderia) deveria tentar uma parceiro que dê um up em seu futuro nas duplas. Parece que não tem alternativas ao ficar com Melo.
No hard, não vira ! Muitas poucas chances, creio eu !
Seria interessante se algum dos nossos maravilhosos jornalistas especializados em tênis, perguntasse ao Baez o que ele acha de mudar o Rio Open pra quadra hard… No ATP 250 de Buenos Aires, os argentinos com trocentos tenistas no top 100, nem cogitam essa mudança.
Girafão calou a minha boca kkkkkkkkkkk
A minha também. Após a derrota para a França na Davis, cheguei a pedir aqui a sua cabeça (não mais ser convocado). Humildemente, dou a minha mão à palmatória.
Parabéns à dupla pela brilhante conquista.