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Cleveland (EUA) – A preparação de Beatriz Haddad Maia para o US Open terminou com o vice-campeonato do WTA 250 de Cleveland. Principal cabeça de chave do torneio em quadras duras nos Estados Unidos, Bia foi superada na final deste sábado pela norte-americana McCartney Kessler, 98ª do ranking, com parciais de 1/6, 6/1 e 7/5 em 2h06 de partida.
Bia tentava conquistar seu quarto título de WTA e o primeiro desde o Elite Trophy, em outubro do ano passado, na cidade chinesa de Zhuhai. A paulistana de 28 anos e número 1 do Brasil também ganhou dois torneios nas quadras de grama de Nottingham e Birmingham em 2022. Ela ainda tem dois vices, o primeiro ainda em 2017 em Seul e o segundo no WTA 1000 de Toronto em 2022. As algozes nas finais foram duas tenistas de destaque, Jelena Ostapenko e Simona Halep.
Nas três primeiras rodadas em Cleveland, Bia não perdeu sets. Superou na estreia a suíça Viktorija Golubic, em jogo que fez sete games seguidos e salvou seis set-points na segunda parcial. Depois, duas vitórias tranquilas contra a espanhola Cristina Bucsa nas oitavas e a francesa Clara Burel nas quartas. Já na sexta-feira à noite, venceu uma difícil semifinal contra a tcheca Katerina Siniakova, 36ª do ranking, em três sets. Ela agora segue para o US Open, onde será a 22ª cabeça de chave e estreará na terça-feira contra a armênia Elina Avanesyan, 51ª do mundo.
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O torneio de Cleveland deu US$ 35.250 para a campeã e US$ 20.830 para a vice. Bia iniciou a semana como 23ª do ranking e, com os 163 pontos conquistados na semana, ganha duas posições. Ela poderia voltar ao top 20 em caso de título. Já a campeã Kessler, de 25 anos e recém-chegada ao top 100, soma 250 pontos e se aproxima do top 60. Vinda do circuito universitário norte-americano, ela jogou sua primeira final na elite do circuito. A tenista da casa disputou seu primeiro Grand Slam como profissional no início deste ano, na Austrália, depois de ter vencido um playoff promovido pela USTA. Já em Wimbledon, passou pelas três rodadas do quali.
McCartney Kessler wins her first Hologic WTA Tour title 🏆#TennisInTheLand pic.twitter.com/oguQzoa3UI
— wta (@WTA) August 24, 2024
Kessler também recebeu convite para a chave do US Open. A semana da norte-americana em Cleveland começou com vitória sobre a também convidada local Katrina Scott. Depois, passou pela chinesa Xinyu Wang, quarta cabeça de chave e 35ª do mundo. Já nas quartas, eliminou a holandesa Arantxa Rus, 75ª colocada, antes das vitórias sobre a russa Anastasia Potapova na semi e contra Bia na final.
Roteiros invertidos nos dois primeiros sets
Bia foi dominante no primeiro set e não enfrentou break-points. A brasileira colocou 86% de primeiros serviços em quadra e vinha confirmando seus games sem correr riscos. Além disso, jogou de forma sólida do fundo de quadra, com apenas dois erros não-forçados na parcial. Com duas quebras e quase o dobro de pontos da adversária, 28 a 15, e fechou a parcial em 28 minutos. Ela fez 5 a 2 nos winners e contou com 8 erros de Kessler.
Haddad Maia dominates the first set 6-1 💥#TennisInTheLand pic.twitter.com/qITfhn2Lww
— wta (@WTA) August 24, 2024
Ainda que a brasileira tenha conseguido uma quebra no início do segundo set, o roteiro se inverteu completamente e Kessler chegou a vencer seis games seguidos, com três quebras. A norte-americana conseguiu alguns winners de devolução, deixando Bia mais pressionada em seus games de saque. Foram três duplas faltas. Além disso, a brasileira cometeu 10 erros não-forçados contra apenas 5 da rival e cada jogadora fez quatro winners. No total de pontos, 28 a 13 para a tenista da casa.
Terceiro set definido nos detalhes
Depois de dois períodos de alternância na partida, o terceiro set foi o mais equilibrado deste sábado e definido nos detalhes. Bia foi a primeira a quebrar e fez 3/1, mas Kessler devolveu a quebra na sequência. A brasileira lamentou uma bola que saiu por pouco quando tinha 30-15 e que poderia colocá-la em situação confortável no game. Já a norte-americana se livrou de um game longo quando perdia por 3/4. Com o placar empatado, Bia fez um ótimo game de serviço, mas Kessler reagiu da mesma forma e confirmou com ótimos saques.
Já no 5/5, Kessler voltou a pressionar o serviço de Bia. A norte-americana soube aproveitar o momento de maior passividade da número 1 do Brasil e tinha maior iniciativa nos pontos. Quando Bia tentou um saque e voleio no 40-iguais, levou passada e permitiu a quebra no ponto seguinte. A tenista da casa, assim como havia feito dois games mais cedo, confirmou o serviço de forma tranquila e consolidou a virada.
A partida terminou com estatísticas equilibradas. Kessler fez mais winners, 16 a 13, e cometeu 22 erros não-forçados contra 16 da brasileira. A norte-americana fez só cinco pontos a mais, 79 a 74, e conseguiu uma quebra a mais, 5 a 4, em 16 break-points disputados entre as duas jogadoras.












Não ia postar mas … Assisti ontem jogo da Linda Noskova vs Lulu Sun em Monterrey WTA 500, às duas fizeram um jogo muito bom, Linda Noskova apesar da pouca idade 19 anos é gelada fria iceberg igual Elena Rybakina – impressionante como R.Tcheca, USSR, Ucrânia (praticamente Russas) e China estão dominando tênis feminino. Mirra Andreeva ganhou seu primeiro WTA 250 e revelação do ano batendo Noskova, Noskova seu primeiro WTA 500, BHM pela experiência tinha que ganhar esse WTA 250 Cleveland, mas não, mais um título inédito McCartney Kessler NCAA…. Nova geração não está de brincadeira e físico e mental puro, muito bem preparadas. Mas apesar da derrota da BHM ela teve um 3×1 e saque pra matar jogo no terceiro set, faria 4×1 e assim contra Siniakova ganharia com certeza, mas cedeu 3×2… Logo perdeu a confiança e aos poucos idade e vontade de vencer foi predominante até o fim. Olha que BHM lutou e muito, mas infelizmente fez escolhas erradas dentro do jogo. Uma pena. Avanesyan é uma promessa. Vamos ver o que BHM tirou de positivo da competição. Olha Garbine Muguruza é diretora do Finals em Rhiat, debutou ontem em Monterrey WTA 500, foi uma festa, conta direito a tudo, mariachis e drones que foi espetacular. Organização estava um nível acima dos EUA, eles sabem prestigiar e festejar o povo Mexicano. Sobre BHM tem fazer uma loucura que nem Rybakina, senão caí na primeira fase, infelizmente e lamentável. Muitos patrocinadores e dinheiro, mas não está sabendo usar. Desejo tudo bom para BHM no Usopen 2024.
Jogar com a Bia, virou sonho de qualquer jogadora de nivel universitario ou ate mesmo colegial. Eh vitoria certa!
Que pena perder essa final. Não estava difícil. Mas acho que a Bia está muito passiva, jogando no erro da adversária. Precisa mudar de atitude
“Ela tem que se recusar perder”. Meligeni, Fernando.
Ela faz exatamente o contrário, por isso acho ela medíocre. Ela nem se esforça pra encontrar uma marcha a mais, mesmo que não tenha.
Outra coisa que incomoda é torcedor ter esperança com ela, e achando “craque”. Ela é mediana, é isso aí. Não esperem mais…
A verdade é que a Bia é uma jogadora que não se afirma, oscila demais, vai de oito a oitenta no mesmo game… ou seja, não passa confiança aos que torcem por ela.
“Terceiro set definido nos detalhes” ou “A tenista da casa, assim como havia feito dois games mais cedo, confirmou o serviço de forma tranquila e consolidou a virada”…as duas informações no mesmo parágrafo são conflitantes…
Bando de urubus, chacais, hienas, corvos e mortos-vivos que só se alimentam da desgraça alheia. Bia estava vivinha até ontem e alguns de vocês (nos quais a carapuça irá servir) só davam um bater de asas ou uma cheirada por aqui para soltar um ou outro comentário agourento disfarçado de torcida. Agora é hora de bicar, de rir e de refestelarem-se na carne ainda fresca antes de voltarem para seus ninhos, esconderijos, covis e tumbas, cambada de frustrados, de mal-amados e de invejosos fod… e mal pagos.
Que pena, perdeu um título mamão com açúcar. Quando ela começa a balançar muito a cabeça pode saber que o mental já foi. A Americana mostrou mais coragem de arriscar na reta final e levou o caneco. Segue o jogo Bia.
Me parece ser um problema de autoconfiança, ela não pode para cada jogada conversar com o técnico. E tem horas ainda parecem que um esta um contando piada para outro, dando risada.
OK, melhor jogada da América do Sul, mas tem vezes que é mais gratificante torcer para um 200, 300 do ranking quando este demonstra seriedade e amor ao esporte.
O importante é o legado e bom mocismo. Títulos são secundários. Descansar agora para o próximo torneio.
Bia é uma vencedora mesmo perdendo. Imagino a pressão que ela sofre do técnico, família, patrocinadores, torcida e dela própria. O tênis é um esporte muito difícil (falo com conhecimento de causa pois tenho um filho que tentou profissionalizar). Parece-me que descarregamos nela nossas próprias frustrações.
Podem acreditar, a vontade dela de ganhar é a mesma que a nossa vontade de vê-la ganhar. Mas neste esporte não tem empate, chave de grupos, repescagem. É ganhar ou perder, pois é disto que se trata afinal, é todos querem ganhar. Parabéns Bia e siga em frente sem medos. O tempo cura tudo.
Pressão do técnico !!!!!???? Os dois ficam dando risadinhas o tempo todo.
6×1 e quebra no primeiro game do segundo set. Mesmo com todo o histórico era difícil crer em derrota.
Kessler nunca tinha vencido uma Top 25, inacreditável essa derrota.
Haddad Mais fez um torneio muito bom até sumir durante a final, mas cabe lembrar que essa edição em Cleveland teve mais cara de 125 do que de 250.
Ela já deu várias entrevistas e foi muito arrogante criticando os fãs, dizendo que não adianta ficar criticando , que ela não vai trocar de técnico. Então toma tiro, bomba e porrada , não adianta ficar chorando ou arrebentando a raquete !!!! Está pagando pelas suas escolhas. Deveria estar melhor se agisse com a razão não com sentimentalismo. Bora lá pro US OPEN , sofrer mais um pouco !!!
Ela podia continuar jogando,depois do US Open, apenas ATPs 250 pra retomar a confiança. Casper Ruud se sustenta no ranking porque ele tem vários títulos de ATPs 250. Pode ser uma saída pra reencontrar a confiança.
Para né, Ruud se sustenta no ranking com vices/SF/QF em GSs e M1000..
Essa turma que vem do universitário americano está ainda com ranking mediano, mas são muito bons, vide o americano que eliminou o Fonseca no quali. Mas também parece claro que a Bia hoje está mais para um top 50 que para um top 20.
Não queria estar na pele dela para tomar decisões, diante de tanta insegurança e derrotas ela já deve ter pensado em mudar de técnico mas deve ser uma amizade tão duradoura que a colocou no topo e se uma nova equipe não der certo ? Ela já está com 28 anos. Difícil …
Onde está meu comentário? Vou postar de novo .foi bom a Bia ter chegado a final. Perdeu para uma top 100.a americana não é boba Vamos Bia. Torço por você no usopen para que tenha ótimos resultados. Vamos brasil
A BHM hoje não vence nem o torneio de veteranos do country Club do Tatuapé…
Quanta inércia. Tem que aprender com a Rybakina: ter coragem de demitir o técnico qdo nota que não dá mais. Bastante normal nessa profissão. Aliás, demitir tb a psicóloga, se é que tem uma.
E do jeito que jogou hoje, já é prévia pro “saco de pancada” pra 1a rodada do US Open, cuja oponente é muito melhor do que a vencedora de hj, mera jogadora de college tennis em seu primeiro WTA. Affff
Um jogador/jogadora de tênis tem que ter autonomia em quadra. O técnico está ali apenas para ver o resultado de seu treinamento, dar apoio quando necessário, se o atleta realmente estiver precisando porque usou todos os recursos e não consegue superar o adversário, que por sinal deve tê-lo estudado muito bem. No caso da Bia quem joga é o técnico, ela está ali apenas como parte física. E não estou dizendo isso para desmerecer o trabalho dela. Eu assisto muito tênis, gostaria de ter jogado… Mas… Bem ficando apenas na observação podemos ver que os jogadores/jogadores tem autonomia em quadra, mas a Bia parece uma criança. A cada novo golpe uma olhada do lado de fora para ver o que técnico quer que ela faça. Esse ano tem sido confuso. Foi triste a derrota de hoje porque o jogo tava na mão dela sim. Não adianta falar que a adversária foi superior porque não foi, Bia perdeu para si mesma mais uma vez. Ainda torcendo, mas sabemos que sem mudanças não haverá evolução. Se está bem para ela, aceitemos e continuamos na torcida. Ela chegou longe. Foi bom comemorar com ela as vitórias. E se elas voltarem será bom também. Duro é ver essas derrotas sem explicação. Força Bia.
Acho estranho quando falam esse papo de “perdeu para si mesmo”, se parar pra pensar não faz o menor sentido. No jogo de hoje, Bia venceu o primeiro set porque foi superior, mas da metade em diante o jogo mudou. Bia não teve um apagão, a americana que foi mais agressiva, arriscou mais, acertou bolas incríveis e venceu a partida. Não acho que alguém “perde para si mesmo” quando o adversário saca melhor e faz winner. A americana jogou melhor, independente de ter ranking ruim ou ter vindo do universitário…
Perfeito. Acho que ela é a única jogada que faz isso com esta frequência absurda de coaching.