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Charleston (EUA) – Um dia depois de ter vencido sua partida de estreia no WTA 500 de Charleston, Beatriz Haddad Maia se despediu nas oitavas de final do torneio que abre a temporada de saibro no circuito. A número 1 do Brasil e 13ª do mundo foi superada nesta quinta-feira pela russa Veronika Kudermetova, 19ª do ranking, que marcou as parciais de 7/5 e 6/1 em 1h37 de partida.
Com nove vitórias e dez derrotas na temporada, Bia tem como melhor resultado do ano a semifinal do WTA 500 de Abu Dhabi, em fevereiro. Mas ela não vence duas seguidas num mesmo torneio desde então. A paulistana de 29 anos foi eliminada nas estreias de Doha, Dubai e San Diego e parou nas terceiras rodadas de Indian Wells, Miami e Charleston.
O próximo compromisso de Bia será em São Paulo. Ela disputa o confronto entre Brasil e Alemanha pela Billie Jean King Cup, nos dias 12 e 13 de abril, no Ginásio do Ibirapuera. E depois jogará os WTA 1000 de Madri e Roma antes de Roland Garros. Como não está inscrita para o 500 de Stuttgart, torneio que chegou às quartas no ano passado, recebe 60 pontos na próxima segunda-feira, mas perde 100 pontos no dia 22 de abril.
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Algoz de Bia nesta quinta-feira, Kudermetova marcou sua segunda vitória contra a brasileira, repetindo o resultado de 2022 em Tóquio. A russa de 26 anos já foi campeã de Charleston em 2021 e enfrentará a vencedora entre a australiana Astra Sharma e a grega Maria Sakkari. Ela tem apenas uma vitória em quatro jogos contra Sakkari. Já um confronto com Sharma seria inédito.
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2021 champ Veronika Kudermetova defeats Haddad Maia 7-5, 6-1 to slide into the #CharlestonOpen quarterfinals! pic.twitter.com/XAOsV2rIFc
— Credit One Charleston Open (@CharlestonOpen) April 5, 2024
As quadras verdes de Charleston costumam ser um pouco mais rápidas que as dos demais torneios no saibro. Diferente do que havia acontecido na estreia, quando o piso estava mais pesado por causa da chuva constante, era possível jogar de forma mais agressiva e aproveitar a velocidade do piso. Kudermetova era quem tinha a maior iniciativa dos pontos na maior parte do jogo e colocou pressão constante nos games de saque da brasileira, com seis quebras em 11 break-points.
Bia chegou a liderar o set inicial por 4/2, depois de ter conseguido sua primeira quebra na partida. Mas na sequência, cometeu duas duplas faltas no mesmo game e permitiu o empate da russa. A canhota paulista seguia instável em seus games de serviço e permitiu duas novas quebras à russa, que definiu o primeiro set. Kudermetova também conseguiu quebrar no começo do segundo set e, após sair de um 0-40, ampliou a vantagem para 3/1. Ela ainda voltaria a quebrar em mais duas oportunidades para fechar o jogo.












Acho o problema da Bia mais físico que técnico,precisa de um preparador físico na equipe,dinheiro tem!
ela esta bem…..passou pra 2a rodada….
Que joguinho bizarro. A Kudermetova mega insegura, praticamente quis dar o 1o set. A Bia foi lá e conseguiu ser pior. Duas duplas faltas, bolinhas lentas no meio da quadra. Ela precisa urgentemente voltar aos ITFs pra recuperar a confiança.
A BIA, em maiusculo mesmo, não chegou até aqui a toa, muito pelo contrário, foram diversas e todos os tipos de adversidade, “doping” não provado, contusões , etc, ninguém chega aí e se mantém por mais de um ano. Brasileiro além de imediatista , ainda tem memória curta. Parabéns Bia pelo que já fez pelo tênis brasileiro. E fará mais. Hj é 27 na corrida , ou seja, tem gordura ainda. Agora concordo com a análise técnica dela e influencia o mental em jogo. Tá na hora de mudar de técnico e comissão, vários mudam. O Djoko foi um a semana passada.segue o jogo…
As vezes trocar de técnico faz toda a diferença. O tenista pode não estar mais motivado com técnico atual. A relação pode não estar saudável. Muitas vezes a mudança resolve. Tênis ela já provou que conhece.
Eu não entendo porque a Bia jogando dupla todo esse tempo ainda não melhorou o saque, a devolução e as bolas aéreas tipo voleios e smaches, tudo bem que ajuda financeiramente mas tecnicamente não vejo nenhuma evolução, aliás acho que até prejudica, lembram Wimbledon onde ela teve que abandonar?
Ela é muito fraca. A NANA de 14 anos acho que ganha. Ela chegou a esse patamar porque jogou com jogadoras pior que ela.
Não seria nenhuma novidade, a Bia perdeu ano passado para uma Juvenil.
Clr q tem a galera q passa do ponto na frustração e começa com previsões infundadas: “Bia vai sair do top 80 ao final do ano”, completamente improvável, msm só contando os resultados desse ano, ela ainda estaria no top 40..
Mas, igualmente equivocada é a galerinha q acha absurdo criticar pq “é de longe a nossa maior tenista desde a MEB”, oras, no dia q a Bia anunciar aposentadoria, vai ser tratada com toda a reverência por ter conquistado esse posto na história mas, enquanto ainda está na ativa, acho salutar q se aponte onde se veja equívocos e se opine onde se veja soluções.. tá bem óbvio há algum tempo q o buraco mais passível de correção no jogo dela é o saque pouco contundente e, tá óbvio tbm q o seu time atual n enxerga esse problema ou n tem a capacidade de trabalhar melhor esse fundamento, logo, se impõe ao menos a contratação de um profissional pra trabalhar esse fundamento específico.. ela está faturando como nunca no extra quadra, n penso q seja uma questão financeira a n contratação desse profissional.. se o técnico atual n aceita uma adição desse tipo ao time, dae sim, vai ter q se pensar em trocar o próprio técnico ..
Eu acho que a Bia poderia tentar trocar de técnico, pq ela parece não evoluir nunca, só fica no mesmo. Desse jeito não vai ganhar mais nada
No jogo ela demonstra estar completamente presa, zero soltura nos golpes e na movimentação. O saque é simplesmente tenebroso. O buraco está crescendo, tem que promover alguma mudança se quiser sair dele.
A coisa pode complicar se ela não conseguir defender a semi de RG-2023… aí pode cair muito
na vitoria contra a Dolehide, 18 comentarios; na derrota 65 !!! KKK
É porque nem mesmo os torcedores furiosos que chamam os realistas de haters estão aguentando esta série de derrotas e decepções e estão metendo o pau.
Mudanças geram crescimento, não é só o físico, é preciso pensar na saúde mental também
Não há discussão que a Bia está entre as melhores do mundo em termos de qualidade de tênis. Mas sabemos também que todo mundo aprendeu a bater na bola assim como entenderam que o nível físico tem que estar em dia, senão entra em outro patamar.
A minha questão quanto a Bia é técnica mesmo.
Ela já chegou ao seu ápice?; por que está tão fácil derrotá-la;? ela está mesmo num ranking virtual que não representa sua verdadeira posição?; dentre outras …
Não entendo pq as pessoas se frustram tanto com a Bia. Na verdade ela ter chegado tão perto do top 10 foi acima das expectativas, seu nível é claramente entre top 30 e 50. Acima disso é só lucro. Nitidamente tem limitações no mental e um jogo sem variação. Mas o pessoal, só pq ela chegou a uma final de 1000 e semi de Slam, fica idealizando que chegou a nova Maria Esther Bueno, e quando vê que a realidade não é bem essa, fica revoltado com a moça. Nem tanto ao mar, nem tanto a terra. O nível real da Bia é este que estamos vendo esse ano, não temos que tomar a exceção como regra. A regra é a Bia oscilante, com momentos de brilhantismo. As grandes semanas de Montreal e RG foram as exceções.
Perfeito.
Sou muito fã da Bia, torço muito por ela, que conseguiu a proeza de ser 10 do mundo e se manter no top 15 há meses. Quando ela recomeçou a carreira depois da suspensão, imaginava que podia ser top 50, quiçá 40, mas ela superou, foi 10. Maravilha! Mas agora precisa de mudança radical, pq estagnou. Saque e mental precisam de atenção urgente. Talvez um treinador só de serviço e uma equipe de psicologia pra acompanhar. A dependência do técnico é também preocupante, toda hora olha pra ele pra saber o que fazer?
Deve ser mais do que técnico, daí a dependência.
A tendência é que até o final do ano a Bia retorne ao seu “verdadeiro” ranking, algo entre 80 e 100, o que é muito bom. O que aconteceu com a Bia é normal no circuito: encaixa um bom período e consegue bons resultados em alguns torneios. Mas para ficar no topo do ranking tem de ter consistência, coisa que definitivamente a Bia não tem.
Ficando no top 100 já é muito bom, consegue entrar nos Grand Slans, ganhar uma boa grana e ir tentando encaixar uma novo bom período.
Pô Bia! Assim tá ficando difícil te defender!!!
Os defensores incondicionais estão começando a sumir. Chega uma hora q a gente desiste.
Enfim, normal. Tem jogo pra ser coadjuvante de R1 e R2 de 1000 e 500. Tem jogo para semi de 250. O ano passado foi ponto fora da curva. Aproveitou a grana mais gorda que o ranking ilusório permitiu.
Eu torço muito pra Bia mas: 51,3% contra 72,4% Pontos ganhos no 1º serviço e sofrer 6 break points convertidos, há não! Aí fica difícil.
Não sei o que pode estar acontecendo a Bia está fazendo um esforço absurdo pra colocar a bolinha em jogo. Parece que está sofrendo pra sacar, é nítido a falta de força e energia. Uma queda de desempenho e o jeito de como jogar tênis impressionante. Infelizmente não queria dizer isso mas estou começando achar e isso é uma pena… Beatriz Haddad Maia realmente chegou no seu limite de tênis. Acabou aquela força, aquela energia positiva, aquela garra, aquela agressividade de querer ficar em todos os pontos, que inclusive era elogiada e respeitada por todas tenistas ganhando ou perdendo. Espero estar super equivocado e que seja somente uma fase ruim… Que a Bia volte. Realmente há verdade nos será apresentado em Roland Garros.
Me impressiona Danielle Collins com todos seus problemas de saúde, com um proteção no joelho e ganhou seu maior título da sua carreira M1000 Miami Open Itaú, depois encontrou uma força extra de outro mundo pra jogar Charleston, hoje ainda venceu duas partidas contra grandes tenistas e já está nas quartas de final, simplesmente incrível. Que me incomoda por gostar muito de tênis e que essa queda da Bia está muito estranha, não encaixa, não combina com a Bia, ela joga muito mais que isso. Tem uma coisa muito errada nessa estória. Tomara que seja apenas “Feitiço do Tempo” aquele clássico filme Cult 1993 com Bill Murray e Andie MacDowell.
O problema da Bia eh tecnico e mental. Sua classificacao no ranking da WTA, nao condiz com suas atuacoes. Se ate Djokovic sendo numero 1 do ranking troca de tecnico, nao entendo como continua insistir com essa equipe tecnica.