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Madri (Espanha) – Não deu para a espanhola Paula Badosa na disputa do WTA 1000 de Madri. Mesmo jogando em casa, ela não conseguiu superar a primeira rodada na competição. Sua algoz foi a austríaca Julia Grabher, que levou a melhor em batalha de 2h35, marcando parciais de 7/6 (7-3), 4/6 e 6/0.
Convidada da organização, Badosa sofreu sua quarta derrota seguida, caindo nas oitavas de final em Charleston e depois logo na estreia em Linz, Stuttgart e Madri. Na atual temporada, a espanhola de 28 anos acumula nove vitórias e agora 12 derrotas.
Os dois primeiros sets da partida foram bem parelhos. A tenista da casa teve quebra de vantagem em três momentos distintos da parcial inicial, chegou a sacar para fechar em 5/3, mas perdeu dois set-points e depois levou a pior no tiebreak. Ela se recuperou e buscou o empate ao vencer o segundo set, mas foi dominada no terceiro e levou um “pneu”.
Atual 107ª do mundo, quatro colocações abaixo da espanhola, Grabher segue em frente na competição e enfrentará na segunda rodada a canadense Leylah Fernandez, cabeça de chave 24, que entra adiantada na disputa.
Svitolina, Paolini e Bencic conhecem rivais
Além de Fernandez, outras favoritas que conhecem suas adversárias de estreias nesta terça-feira foram a ucraniana Elina Svitolina, a italiana Jasmine Paolini e a suíça Belinda Bencic, respectivamente as cabeças de chave 7, 8 e 11 da competição.
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Bencic enfrentará a croata Petra Marcinko, que bateu a andorrana Victoria Jimenez Kasintseva em duelo de jovens de 20 anos, com parciais de 6/0 e 7/5. Em contrapartida, Paolini abrirá campanha contra a veterana alemã Laura Siegemund, algoz da romena Irina Begu com o placar final de 6/4 e 6/0.
O primeiro obstáculo de Svitolina na Caixa Mágica será a húngara Anna Bondar, responsável pela eliminação na primeira rodada da suíça Viktorija Golubic, triunfando com parciais de 6/2 e 6/2, depois de 1h27 de confronto.











Muito triste a situação da Badosa
Uma pena, ela não consegue tirar o Tsitsipas da cabeça…
O Grego é um mal educado
Nossa Bia em 76 sofrendo, mas a gloriosa e mais poderosa Badosa em 98, a crise quando vem, não escolhe muito, como a Bia ainda está se adaptando ao novo técnico, ainda pode se manter (não vejo problema algum ficar entre os 100) e até melhorar um pouquinho pra continuar!
O diretor desse torneio só pode ser sádico. Enfileirou três tenistas em fim de carreira na pista central Manolo Santana e é um vexame atrás do outro. Menos mal para a Haddad Maia que foi surrada por uma tenista com melhor ranking que ela. Mas a Badosa tomando pneu da 119 e a Venus Williams já perdendo da 137 é de doer.
Discordo da sua crítica; o torneio é disputado na Espanha. Bia enfrentou a segunda melhor espanhola no ranking, Jessica Bouzas. Então, mesmo você tentando desmerecer a Bia, depois de tudo que ela já alcançou na carreira, a escolha foi por causa da adversária. Baldosa é espanhola e ex-número 2 do ranking, e criticar a Venus Williams, mesmo que já em final de carreira, aí complica. Ex-número 1 do ranking e 7 títulos de Grand Slams; nenhuma outra jogadora na chave já atingiu isso. A mais próxima é a Swiatek, com 6 Slams, e a Sabalenka, com 4 Slams.
Eu só critiquei o diretor do torneio.