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Roma (Itália) – A norte-americana Coco Gauff afirmou estar lidando com um momento pessoal difícil e que isso impactou no seu desempenho na vitória de virada pela terceira rodada do WTA 1000 de Roma. Após superar a argentina Solana Sierra por 5/7, 6/0 e 6/4, a atual vice-campeã disse que não estava motivada como de costume.
A cabeça de chave 3 também comentou que a vida não pode se resumir somente ao tênis, mas exaltou a relevância do esporte para sua saúde mental. “Foi um dia difícil para mim, não estava me sentindo bem para jogar. Estou feliz por ter conseguido avançar, mesmo que tenha faltado um pouco de motivação”, admitiu.
“São coisas pessoais, de fora da quadra, que estou tentando lidar. O esporte é divertido e o meu arrependimento foi não ter aproveitado a batalha. Já venho passando por isso há alguns meses, com dias bons e ruins”. A número 4 do mundo saiu do buraco no terceiro set, depois de Sierra abrir 3/0 de vantagem. Ela agora enfrenta a compatriota Iva Jovic.
Double break down in the third?@CocoGauff still gets it done 🫡#IBI26 | @WTA pic.twitter.com/94TGVuPQbn
— Internazionali BNL d’Italia (@InteBNLdItalia) May 9, 2026
Gauff tratou de destacar como o apoio recebido auxilia a reencontrar seu melhor jogo quando falta inspiração. “Eu tento me lembrar das pessoas que me assistem e me incentivam. E também tem o meu time, que trabalha muito duro”, ressaltou.
“Talvez não tenha sido a minha melhor partida no contexto geral, mas era o que eu tinha para entregar. E isso é algo do qual posso me orgulhar e aprender. Ganhei o segundo set muito rapidamente, então senti que podia emendar alguns games. Ou seja, não estava totalmente fora da partida”, analisou a tenista de 22 anos.
A norte-americana ainda pontuou como transformou a tensão em energia para obter a vitória. “Normalmente, uso afirmações positivas, vou até a toalha e sigo a minha rotina. Hoje eu perdi completamente isso. Deixei a raiva sair. Acho que isso até me ajudou a vencer o segundo set, mas poderia ter lidado melhor com a situação”.
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Depois do duelo, Gauff desabafou sobre os desafios de conciliar o lado pessoal com o profissional. “O tênis me mantém, de certa forma, sã. Mas também é importante fazer outras coisas que me façam feliz. Vou enfrentar muitos dias difíceis na minha carreira. Mas gosto de poder ficar orgulhosa de mim mesma”.
Sobre as questões pessoais que a incomodam, a tenista da Flórida foi taxativa. “Gosto de ser transparente com a imprensa, mas também não quero expor minha vida inteira. Quero ser vulnerável e mostrar que nem sempre estamos 100%, trata-se de equilíbrio. Tento ser transparente, mas sem expor tudo da minha vida”, ponderou.
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Wta apertando com muitos torneios e jogos..os atletas já estão driblando esse cerco. Vira um faz de conta. A maioria dos tenistas já estão.acordando que não podem ficar escravizados por sucesso ou dinheiro. A saúde mental de muitos tá indo embora. Quantas desistências já tivemos que foram verdadeiras “desculpas” do atleta pra não.jogar certos torneios. Da nisso.
Acho que só são obrigadas a disputar alguns torneios,não tem como mesmo disputar todos,o corpo não aguenta
A quantidade de torneios não pode ser desculpa