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Melbourne (Austrália) – O espanhol Carlos Alcaraz segue escrevendo seu nome na história do tênis, fechando o Grand Slam ao conquistar o primeiro título no Australian Open. Na final deste domingo, ele saiu atrás do sérvio Novak Djokovic, mas foi crescendo no decorrer da partida e buscou a vitória com uma boa virada de placar final 2/6, 6/2, 6/3 e 7/5, em 3h02 de disputa.
Nono homem na história a completar o Grand Slam de carreira, aos 22 anos e 272 dias, Alcaraz se torna o mais jovem da história a vencer o título em todos os quatro principais torneios do circuito, quebrando um recorde de 87 anos que pertencia a Don Budge, que tinha 22 anos e 363 dias quando completou o Slam em Roland Garros 1938.
Para levantar sua sétima taça de Slam, o espanhol impôs uma derrota inédita ao decampeão Djokovic, que nunca havia perdido uma final no Melbourne Park. Alcaraz já se iguala em número total de Slam a John McEnroe e Mats Wilander nos quatro principais torneios do mundo, ocupando a nona colocação entre os maiores campeões de Slam.
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A conquista também garante a manutenção do duopólio de Alcaraz e Jannik Sinner, que juntos venceram todos os Grand Slam desde 2024. Este foi o nono seguido, empatando com a série de Djokovic e Rafael Nadal, a segunda maior da história, atrás apenas dos 11 títulos seguidos combinados entre Nadal e Roger Federer.
Com o título deste domingo, o 25º no total da carreira, Alcaraz leva pra casa a premiação de 4.150.000 dólares australianos (quase US$ 2,8 milhões) e se torna apenas o segundo espanhol campeão do Australian Open, algo que só Nadal havia conseguido. O vice de Djokovic lhe renderá 2.150.000 dólares australianos (quase US$ 1,5 milhão).
Djokovic joga demais no início
Mostrando um grande nível no começo da partida, Djokovic foi preciso e praticamente não falhou no primeiro set, cometendo apenas quatro erros não forçados contra nove de Alcaraz. Jogando com grande intensidade, ele pressionou bastante os serviços do espanhol, que teve apenas 50% de aproveitamento e logo no quarto game já amargou a primeira quebra.
Sem tirar o pé do acelerador, o sérvio tinha o controle das ações, muito também pelo grande desempenho nos games de serviço, cedendo apenas dois pontos para Alcaraz em seu saque (89% de aproveitamento). Ele ainda conseguiu uma nova quebra para cima do jovem espanhol e fechou a parcial com autoridade, marcando 6/2 em 33 minutos de disputa.
Partida começa a mudar de mãos
Djokovic não manteve o mesmo ritmo no segundo set e pouco a pouco o protagonismo do jogo se inverteu, com Alcaraz tomando mais as rédeas da partida. O desempenho do sérvio com o saque baixou e assim ele ficou mais vulnerável. O líder do ranking não poderia fazer diferente e aproveitou muito bem essa queda para ir pra cima do rival.
Uma quebra logo no terceiro game e depois um break-point salvo no quarto deu vantagem de 3/1 para o espanhol, que não apenas passou a incomodar mais nos games de serviço do adversário, mas também cresceu nos seus, vencendo 81% dos pontos. A superioridade de Alcaraz se fez valer com mais uma quebra no sétimo game e a devolução do 6/2 logo depois.
Alcaraz mantém o ritmo e vira
Cada vez menos preciso em quadra, Djokovic começou também a acusar o cansaço, principalmente depois dos pontos mais longos. Aproveitando as bolas cada vez menos complicadas do sérvio, Alcaraz abriu mais a quadra e obteve sucesso. Sua primeira quebra no terceiro set veio no quinto game e depois ele controlou muito bem a vantagem.
O nono game foi um resumo do momento da partida, com o sérvio partindo mais para o risco e as bolas falhando. Com uma dupla falta e decisões que não foram das melhores, ele encarou 0-40 com o saque e salvou o triplo break-point, mas não resistiu à maior consistência de Alcaraz, perdendo a parcial no quinto set-point.
Definição no quarto set
Djokovic passou aperto em seu primeiro game de serviço no quarto set, mas com muita luta salvou os seis break-points que encarou e evitou largar atrás logo no início. Depois do susto, o sérvio conseguiu se sair bem nas próximas idas ao saque e perdeu apenas um pontos nos dois games seguintes de serviço.
Maior campeão da história em Melbourne, o sérvio elevou o nível na reta final e teve um break-point no nono game, mas Alcaraz manteve a calma no momento de pressão, se salvou e jogou a responsabilidade para o outro lado. O sérvio levou um susto no décimo game e sobreviveu, mas no 12º não conseguiu escapar do duplo match-point cedido e acabou derrotado.













Hoje sim, hoje sim…hoje não…
Obrigado Alcaraz!
Cara, a galera torce mais pela derrota do Djokovic do que pela vitória de um tenista específico. Eu não entendo isso.
É como se, na final, ele perder para Sinner ou Alcaraz tanto fizesse. O importante seria o Djokovic perder.
Se hoje a final fosse Djokovic e Sinner, e o Djokovic tivesse perdido, as comemorações aqui seriam as mesmas. Isso é meio estranho de se pensar.
E, se for isso mesmo, as pessoas deveriam se tratar. O cara é o maior vencedor de tudo no tênis masculino, e a galera sempre tem um “porém”.
Mas eu acho que isso é que engrandece a carreira dele. Pois isso o fará ser lembrado por todos. Tanto os que gostaram da sua trajetória no tênis, por motivos óbvios, quanto pelos que não gostaram, por simplesmente não conseguirem esquecer do cara sempre quando levantarem qualquer estatística de maiores vencedor em algo. Pelo menos pelos próximos 10 anos, o Djokovic sempre estará no topo de tudo.
Por enquanto (Grand Slams):
1. Novak Djokovic – 24
2. Rafael Nadal – 22
3. Roger Federer – 20
4. Pete Sampras – 14
5. Roy Emerson – 12
6. Rod Laver – 11
7. Björn Borg – 11
8. Bill Tilden – 10
9. Fred Perry – 8
10. Ivan Lendl – 8
11. Jimmy Connors – 8
12. Andre Agassi – 8
13. Carlos Alcaraz – 7
14. Richard Sears – 7
15. William Renshaw – 7
16. William Larned – 7
17. René Lacoste – 7
18. Henri Cochet – 7
19. John McEnroe – 7
20. Mats Wilander – 7
São torcedores da dupla Fedal e não de Alcaraz.
Mas isso não é torcer pra dois (Federer e Nadal). Os caras já até se aposentaram. Isso é torcer contra um.
Acredito que a torcida contra o Djoko é apenas porque o cara não quis tomar a vacina. Isso provavelmente aconteceria com o Federer ou o Nadal, se eles também tivessem a mesma atitude.
É antigo. Os irmãos de José qdo o viram aproximar disseram; lá vem o sonhador e por inveja o jogaram.no poço e venderam como escravo mas todos os planos de Deus para ele se cumpriram. Há pessoas que não estão preparadas para reconhecer e se alegrar com as conquistas dos outros pois elas refletem virtudes que faltam a estes e trazem a tona frustrações e vazios na vida delas que se olharem para suas estantes, troféus com certeza estão ausentes.
Aviso:
Estou precisando de quatro homens fortes.
Depois de muito procurar, o digníssimo José Afonso foi localizado.
Sentado no meio-fio, muito fragilizado pela derrota do sérvio para o jovem espanhol (aquele tenista fake, sempre ele).
Não consegue se equilibrar de pé, necessita de um “carreto”.
(Obs: O Samu não quer atender à emergência).
Conto com os homens de boa vontade.
Será que só quatro bastam? Sou pesado…
Sou torcedor “das antigas” e imaginava que nunca mais teríamos um “Big Three” novamente.
Ledo engano, pois, hoje temos e nao sei por quanto tempo mais…
Hoje Djoko mostrou que quem já foi Rei nunca perderá a Majestade.
Enchi os olhos quando vi o mito Nadal na platéia e imaginei o Federer ao seu lado ( seria pedir muito a Deus?).
Enfim, se vão as lendas e despontam outras…
Fica aqui a pergunta: Quem será o próximo que irá ocupar a posição a ser deixada por Djoko?
Como esperado, os fãs do Roger Federer estão exultantes e não se aguentam de felicidade pelo fato do Djokovic ter perdido a final do AO/2026. Apenas para efeito de comparação, no torneio de Wimbledon 2021, Roger Federer, próximo de completar 40 anos, foi eliminado nas quartas de final por 3 sets a 0 por Hubert Hurkacz, por 6/3, 7/6 (7/4) e 6/0. Federer de 08/08/1981 e Hurkacz de 11/02/1997, diferença entre eles de 15 anos e 6 meses. No AO/2026, Novak Djokovic, próximo de completar 39 anos, perdeu a final do torneio para Carlos Alcaraz, 2/6, 6/2, 6/3 e 7/5. Djokovic de 22/05/1987 e Alcaraz de 05/05/2003, diferença entre eles de 15 anos e 11 meses. Ou seja, enfrentando um adversário com a mesma diferença de idade que a do Federer para o Hurkacz, o Nole teve um desempenho muito melhor no jogo, tendo enfrentado um adversário que tem a possibilidade de conseguir ser o melhor tenista da história.
Vc esquece q Federer já não tinha mais condições de competir em alto nível,devido a contusão no joelho e era uma contusão muito forte,é tanto q logo encerrou a carreira e antes q vc mencione a contusão de djokovic no joelho,já vou falar não era tão grave e foi comprovado,porquê se fosse tão grave não teria passado por uma simples artroscopia q recupera em dias não chega nem a mês a recuperação.
Nada muda. E segue o baile kkkk
Nunca será sérvio o eterno terceiro
Você tem tanta convicção no que escreve, que se comunica por código, sem expressar de forma clara o que quis dizer.
Curtam o jogo e os grandes jogadores que teve e tem. Abracem a modalidade no seu todo, com todas as épocas, todos os protagonistas, todo o seu legado. Podem ter um preferido? Podem. Mas deixem cada um ter o seu e fiquem felizes pela diversidade, por serem tantos e tão incríveis campeões.
Peace and ♥️
Caminho para o sérvio chegar à final em RG já está planejado : sai da BYE na R1 e na R2 . Pega Sinner na R3 . Fica sem jogar R4 , R5 e semifinal . Entra direto na final !
Pronto . Daí terá fifty x fifty de chances ! Moleza !
E o Bem venceu o Mal como estão dizendo por aí ! O tênis em boas mãos , com 2 super candidatos a verdadeiros GOATs .
Fake 3, True 0, tem algo errado. Não consigo entender essa lógica! Acho que tem algo estranho e muito errado nesta conta. Esse espanhol é uma mentira.
Vaaaaaamos, kkkkkkkk
Carlitos levanta mais um troféu ! E sob as vistas de Don Rafael !
Rimou !
Depois de não ser eliminado por milímetros, de ter vencido 2 jogos por WO, de ter vencido um jogo inexplicável (jogou pior que o Sinner, inclusive com 12 pontos a menos do que o italiano), a sorte do Djoko chegou ao fim. Mesmo com toda a sorte do mundo, ele não foi capaz de fechar a conta. Já não é capaz.
Djokovic persegue alguém sim, a si próprio,porque já muito provou sua majestade no tênis e no esporte. Haja bito aos 38 anos ganhar do quase imbatível Sinner e chegar a mais uma final de GS ainda se mantendo no top 10! Não há nada igual pelo menos até agora. Aplaudir de pé está lenda! E que bom que novas lendas surgem com Sinner e Akcaraz que tem um jogo bonito,cheio de recursos,pra mim uma fiel mistura do big 3. Parabéns Akcaraz! Parabéns Nole por tudo que fizestes até aqui inspirando gerações não só no esporte mas na vida! O maior e melhor atleta a pisar em uma quadra! Agradeço por vivenciar a vir sua ilustre trajetória Obrigada!
Alcaraz campeão com todos os méritos. Mas embora seja o seu momento, o que fica dessa final, para as pessoas normais, sem dúvida, foi a incrível performance do Djoko, aos quase 39 anos vencer o primeiro set da forma que foi. Absolutamente fantástico. E o set final decidido em 7/5, muito longe dos pneus sonhados pelos haters. E se concretizasse a quebra no nono game, só Deus sabe o que teríamos pela frente. Mas… o “se” não joga… Parabéns, Carlitos!!!
E a pergunta que não quer calar: Ferrero fez falta???
Djokovic é uma lenda de todos os esportes , não só do tenis,o cara chega a uma final d3 grand slam aos 38 anos,senão me engano chega também a 37 finais de grand slam, olha a carreira desse cara,foram 40 títulos de master 1000, fora os 20 vocês desse mesmo torneio , ou seja 60 finais de master, o cara além de excelente tenista, é um exímio competidor,que jamais se entrega, não é o tenista da minha preferência, mas me rendi à sua luta como atleta e ser humano, é um exemplo pra milhões ou bilhões de pessoas;
Talvez alcaraz ou sinner , ou os dois,consigam bater seus recordes, alcaraz parece que tem 7 agora de slam, faltam 17, e o que falta pra alcaraz é mais do que sampras possui na sua vitoriosa carreira por exemplo, alcaraz ta remando, mas terá uma longa estrada pra percorrer e vai dividir muitos títulos com sinner, por enquanto vamos aproveitar Novak djokovic, a lenda viva do tenis mundial.
Não gostaria que Djoko tivesse perdido o recorde de 10-0 que tinha em finais do AO mas aconteceu.
Como falei minha torcida era João>Djoko>Alcaraz, então para mim o título está em boas mãos.
E para não perder o costume, isso só mostra o quanto insano foi o que o Nadal fez em RG, 14-0. Nadal só tem um mesmo e nunca vai ter outro.
Respeito total ao Djoko mas o GOAT é o Nadal.
GOAT do saibro. O tênis tambem inclui hard e grama. Todas as estatísticas de Slam, Master 1000, Finals, semanas #1, temporadas #1 e total de Big Titles discordam de você, pois vão para o GOAT dos esportes Djokovic, confirmado pelo André Ghem de novo na transmissão após o término da partida.
Nadal fez sua última final de RG com 36 anos completos e Djoko a do AO com 38 e 8 meses. Com 38, não passou da primeira rodada.
Meu Deus,um Goat que nunca ganhou um finals? Só sendo muito fanático mesmo para acreditar nisso
Djokovic joga muito. Fez um 1º set de campeão. Mas hoje, esse é o teto dele.
Pra vencer um Slam, Djoko tem que vencer Sinner e Alcaraz na mesma competição. Ou seja: não vai mais vencer Slams.
As duas desistências que beneficiaram Djoko, pegaram mal pra sua campanha (principalmente a desistência do italiano). Talvez por isso, ele tenha chegado firme pra jogar contra Sinner (e com vontade de se superar). Mas Djoko não tem gás pra vencer o italiano e o espanhol num mesmo torneio.
Relembrando as palavras da lenda Rafa Nadal: “Novak, é o melhor que eu já vi jogar”!!!!!!!!
Fim
Rafa entende ” um pouquinho ” de tênis! Merece crédito. Kkk
E ainda tem alienado por aqui, que chama Alcaraz de “n.1 Fake”, e diz que ele só ganha porque grita muito…
Meu Senhor…é cada torcedor negacionista do Djokovic…
O Djoko jogou um tênis absurdo no primeiro set, mas cansou e permitiu a virada. A sua dedicação ao esporte é digna de todos os elogios. Um dos maiores atletas de todos os tempos.
Parabéns ao Alcaraz por mais uma conquista e mais um recorde de precocidade ao fechar o Carreer Slam.
É um privilégio assistir aos seus jogos e desfrutar da sua competência e genialidade em quadra.