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Não há maneira mais digna do que se chegar ao número 1 do mundo com um troféu de Grand Slam. E se ele vier em cima do seu maior rival do momento, a glória então é absoluta.
Carlos Alcaraz retoma seu reinado no ranking mundial exatos dois anos depois ao conquistar o segundo título no US Open e o sexto de nível Slam de sua carreira, igualando-se a Boris Becker, Stefan Edberg, John Newcombe e Don Budge. Ele no entanto foi mais longe. Aos 22 anos, já tem dois troféus em três pisos diferentes de Slam, o que é absolutamente fenomenal.
Sua temporada se mostra gigante e justifica com sobras a liderança. Dominou amplamente o saibro europeu, com dois Masters e Roland Garros, depois foi à grama onde venceu Queen’s e decidiu Wimbledon e, ao retornar ao piso duro, saiu-se campeão seguidamente em Cincinnati e US Open, campanhas que ratificam sua já reconhecida versatilidade.
E não fica aí. Talvez ainda mais relevante do que o próprio título em Nova York seja o fato de que Carlitos mostrou evolução clara em aspectos que eram necessários no seu já imenso arsenal. Passou a sacar com mais rapidez e precisão, ao mesmo tempo que transformou sua devolução numa arma poderosa. O forehand ao mesmo tempo voltou a ser aquele golpe fulminante e seu desempenho junto à rede está entre os melhores do circuito.
A vitória sobre Jannik Sinner neste domingo foi muito justa, pela diferença técnica, tática e emocional demonstrada. Foi uma curiosa inversão de papéis em relação à final de Wimbledon, onde o italiano mandou e desmandou em quadra. Desde o primeiro minuto, Alcaraz tentou tomar as rédeas da partida, adotando logo de cara um posicionamento ofensivo para devolver o saque, um elemento crucial no estilo de Sinner que outra vez se mostrou instável.
Louvável a atitude do italiano que tentou ser mais agressivo e buscar a rede, fazendo várias transições muito bem armadas. Sinner aliás mostrou essa alternativa tática em seus jogos neste US Open. Mas ele definitivamente não estava afiado. Os golpes de base o deixaram na mão em situações cruciais – seu melhor momento veio quando as paralelas passaram a ser mais efetivas – e o primeiro saque não apareceu para salvá-lo nos pontos delicados.
Alcaraz mostrou-se confiante e determinado do princípio ao fim, mesmo tendo perdido seu único set no torneio. Fez quase o dobro de winners (41 a 21) e ainda errou menos (28 a 24). Encerra as 65 semanas consecutivas de soberania do italiano, prometendo ele próprio permanecer no topo pelo menos até março. E ainda amplia o amargo retrospecto de 11 a 5 sobre seu mais poderoso oponente. Carlitos certamente vai para a festa em Ibiza. Ele merece.
Num espelho do circuito masculino atual, Alcaraz e Sinner aparecerão no novo ranking com mais de 10 mil pontos somados em 52 semanas e cada um deles terá mais do que a soma entre o terceiro e quarto colocados. A lacuna fica cada vez mais larga.










Nunca tinha visto a Laura Pigossi jogar. Vi o set 1 e a achei medíocre e sem potência nos golpes…
Incrível Jannik Sinner aparecer apenas como TOP 46 , no percentual de colocação do primeiro Serviço , e como TOP 1 nas devoluções ,durante esta Temporada . Somente na Final do USOPEN deu a sensação deste baixo aproveitamento. Como Alcaraz já é o segundo nas devoluções, isto explica em parte ,as dificuldades do jovem Italiano, contra Espanhol. Jannik se achou muito previsível nesta final . Tenho certeza que veremos melhorias já na gira Asiática, onde defende muitos pontos no Ranking. Abs !
Lamentável a atitude do governo da Sérvia chamando um atleta que elevou o nome do país como nunca em razão de um posicionamento político contrário…
Verdade. Lamentável!!! Ele colocou a Sérvia no mapa e foi manchete no mundo todo pelos mais diversos temas:
– Tentou adentrar à Australia sem visto.
– Desclassificado do USOpen por dar uma bolada numa juíza de linha.
– Promoveu torneios durante a pandemia (fomentando festas enquanto o mundo estava em luto)
Até títulos nobres ele ganhou na Terra da Rainha (atualmente Rei):
– Sir Covidiot!
Foi lastimável mesmo o que fizeram com ele…
Aliás, se eles não o querem por lá, também não o queremos por aqui. Sabe-se lá porque ele está sendo expulso da Sérvia.
O presidente da Sérvia é aliado de Trump. Parece que você gosta do supremacista.
Esse é o grande Carlo VW, famoso por ser feministo. Paradoxo?
O que é um GOAT?
O G.O.A.T. é – na minha opinião – o maior, o melhor, e deve representar o supra-sumo de determinada modalidade.
E pelo nível de tênis que vem apresentando atualmente, Alcaraz e Sinner já podem ser considerados os dois maiores (e melhores) tenistas que já pisaram em uma quadra de tênis – e não há outro nome nesta ou noutra era, que se compare ao nível por ambos apresentado.
O tema é que ambos vem se alternando de uma maneira tão próxima, seja em conquistas ou em nível, que fica extremamente difícil definir qualquer deles seria o efetivo GOAT, mantendo a discussão em aberto enquanto a discussão vai sendo calmamente definida torneio após torneio e quiça continue ano após ano.
Enquanto isso vamos tendo o previlégio de ver os dois maiores em ação em sua disputa – e consequentemente a história sendo escrita na nossa frente.
Basta consultar o significado no dicionário
Ou na inteligência artificial, como fez o André Aguiar outro dia.
GOAT continua o Djokovic e bem longe da concorrência. Isso é objetivo, fato e não está sujeito a opiniões.
Fato ???. Sinceramente não vejo isso reconhecido em lugar algum . Nem mesmo na Sérvia kkkkkk. Abs !
Veja a opinião de Nadal.
Veja a opinião de Titio Toni sobre Carlos Alcaraz. Idem para Mats Wilander. Eu tenho a minha. Quero ver pós aposentadoria do Sérvio agora em 2026 . Aguardemos. Abs !
Ps : Nadal hoje ( 12/09/25) segundo TênisBrasil, sobre Carlitos : ” Sua carreira parece caminhar para algo Único ” . Abs !
Aí é opinião, mas baseada em fatos (os números do Djokovic).
GOAT (noun) [S], adjective — abbreviation for Greatest Of All Time: usado para se referir ou descrever a pessoa que desempenhou melhor do que qualquer outro já fez, especialmente num esporte.
Pior que o Sr. já viu várias vezes a definição do dicionário de Cambridge. Só está em permanente estado de negação, não conseguindo aceitar o fato.
Rsrs, abs!
Alcaraz merece o reconhecimento pelo grande campeão que sagrou-se, dominando por completo o torneio de ponta a ponta. Quando Djoko perdeu para ele muitos acharam que o problema estava no sérvio, quando o mérito é todo do fenômeno espanhol.
Ao longo de muitos anos acompanhando tênis aqui com o Dalcim, sempre me chamou a atenção que em determinados momentos alguém (do Big 3) sobrava e projetavam-se muitos Slams na conta deles (fato que ocorreu), mas também houveram vários percalços no caminho. E justamente na reinvenção de cada um nesses percalços é que eles foram aumentando sua lenda, em alguns momentos alternando a dominância, mas sempre competindo em alto nível até que o físico atingiu o limite e Federer e Nadal sairam de cena.
Djoko completa a segunda temporada sem um Slam, o que é natural pela idade, mas ainda mais natural pelo fato de existirem dois fenômenos simultaneamente. Alcaraz e Sinner chegaram, vieram e venceram. Em circisntâncias normais de temperatura e pressão vão empilhar mais conquistas precoces.
Mas aí chegamos ao ponto que é uma incógnita. Conseguirão manter esse nível, superando contusões e derrotas inesperadas, ano após ano? No curto prazo parece liquido e certo, mas o tênis é perito em mostrar que nada é líquido e certo.
Por ora, aos fatos: Carlitos tem todas as ferramentas, o pacote completo. Quem agora corre atrás dele é o Sinner, que vinha sobrando exceto quando enfrentava o espanhol. Mas WB mostrou que Sinner tem capacidade de vencer Carlitos, ainda que pareça que na maioria dos confrontos é o espanhol quem deve prevalecer. Tem chão pela frente.
Resta ver o que sobra para o restante do circuito. Como nos tempos do Big 3, algumas migalhas devem cair por aí para quebrar a nova hegemonia. Mas nesse futuro breve dá para contar só com as migalhas mesmo.
Dalcim, hj, final do AO, quem pra vc é favorito, Sinner ou Alcaraz?
Sem saber como foi a campanha de cada um? Impossível.
Começo a pensar seriamente se Carlitos não será o maior da história do esporte.
Talvez no mínimo um legado kkk…
Para isso tem que fazer 94 winners e perder campeonato.
kkkkkkkkk
Tenis é um esporte e elite e nichado, nunca um praticante pode ser considerado o maior do esportes, pois o nível de competividade menor que outros esportes.
Se nao for o Carlitos, então é o Sinner. Com certeza a coroa de maior jogador de todos oa tempos está entre esses dois.
Dalcim, embora sem postar, há muito (uns 15 anos, talvez) acompanho seu maravilhoso blog, ao qual desejo vida longa e muito exitosa. Parabéns e obrigado pelo seu trabalho.
Aproveitando as ferramentas de IA, é possível fazer um levantamento mais esquematizado dos vencedores de Grand Slam por décadas. E o resultado desse levantamento permite fazer várias análises. Note, por exemplo, que a única pessoa a liderar o número de títulos em duas décadas é a Serena. Eu não sabia que um dos feitos do tênis é o chamado “Boxed Set” (consiste em ganhar os títulos de simples, duplas e duplas mistas em todos os quatro torneios do Grand Slam ao longo de uma carreira), que só foi obtido por Doris Hart, M. Court e M. Navratilova.
Década de 1971-1980
Masculino:
1. Björn Borg: 10 títulos (Roland Garros: 1974, 1975, 1978, 1979, 1980; Wimbledon: 1976, 1977, 1978, 1979, 1980)
2. Jimmy Connors: 5 títulos (Australian Open: 1974; Wimbledon: 1974; US Open: 1974, 1976, 1978)
3. Guillermo Vilas: 3 títulos (Roland Garros: 1977; US Open: 1977, 1979)
4. John Newcombe: 3 títulos (Australian Open: 1971; Wimbledon: 1971; US Open: 1973)
5. John McEnroe: 2 títulos (US Open: 1979, 1980) Outros com 2 títulos nesta década: Ilie Năstase (US Open: 1972, Roland Garros: 1973); Stan Smith (Wimbledon: 1971, US Open: 1971); Jan Kodeš (Roland Garros: 1971, Wimbledon: 1973).
Feminino:
1. Chris Evert: 10 títulos (Roland Garros: 1974, 1975, 1979, 1980; Wimbledon: 1974, 1976; US Open: 1975, 1976, 1977, 1978)
2. Evonne Goolagong: 7 títulos (Roland Garros: 1971; Wimbledon: 1971, 1980; Australian Open: 1974, 1975, 1976, 1977)
3. Billie Jean King: 6 títulos (US Open: 1971, 1972, 1974, 1975; Wimbledon: 1972, 1973)
4. Margaret Court: 4 títulos (Australian Open: 1971, 1973; Roland Garros: 1973; US Open: 1973)
5. Martina Navratilova: 2 títulos (Wimbledon: 1978, 1979)
Década de 1981-1990
Masculino:
1. Ivan Lendl: 8 títulos (Roland Garros: 1984, 1986, 1987, 1990; US Open: 1985, 1986, 1987; Australian Open: 1989)
2. Mats Wilander: 6 títulos (Roland Garros: 1982, 1985, 1988; Australian Open: 1983, 1988; US Open: 1988)
3. John McEnroe: 5 títulos (Wimbledon: 1981, 1983, 1984; US Open: 1981, 1984)
4. Boris Becker: 4 títulos (Wimbledon: 1985, 1986, 1989; US Open: 1989)
5. Stefan Edberg: 4 títulos (Australian Open: 1985, 1987, 1990; Wimbledon: 1988) Stefan Edberg e Boris Becker estão empatados em número de títulos nesta década.
Feminino:
1. Martina Navratilova: 18 títulos (Australian Open: 1981, 1983, 1985; Roland Garros: 1982, 1984; Wimbledon: 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 1987, 1990; US Open: 1981, 1983, 1984, 1985, 1986, 1987)
2. Steffi Graf: 8 títulos (Australian Open: 1988; Roland Garros: 1987, 1988, 1989; Wimbledon: 1988, 1989; US Open: 1988, 1989)
3. Chris Evert: 7 títulos (Australian Open: 1982, 1984; Roland Garros: 1981, 1983, 1985, 1986; US Open: 1982)
4. Hana Mandlíková: 3 títulos (Roland Garros: 1981; US Open: 1985; Australian Open: 1987)
5. Arantxa Sánchez Vicario: 1 título (Roland Garros: 1989) Outras com 1 título nesta década: Tracy Austin (US Open: 1981); Monica Seles (Roland Garros: 1990); Gabriela Sabatini (US Open: 1990).
Década de 1991-2000
Masculino:
1. Pete Sampras: 11 títulos (US Open: 1993, 1994, 1995, 1996, 1998; Wimbledon: 1993, 1994, 1995, 1997, 1998, 1999)
2. Andre Agassi: 5 títulos (Wimbledon: 1992; US Open: 1994, 1999; Australian Open: 1995; Roland Garros: 1999)
3. Jim Courier: 4 títulos (Roland Garros: 1991, 1992; Australian Open: 1992, 1993)
4. Stefan Edberg: 2 títulos (US Open: 1991, 1992)
5. Boris Becker: 2 títulos (Australian Open: 1991, 1996) Outros com 2 títulos nesta década: Sergi Bruguera (Roland Garros: 1993, 1994); Yevgeny Kafelnikov (Roland Garros: 1996, Australian Open: 1999); Patrick Rafter (US Open: 1997, 1998).
Feminino:
1. Steffi Graf: 14 títulos (Australian Open: 1994; Roland Garros: 1993, 1995, 1996, 1999; Wimbledon: 1991, 1992, 1993, 1995, 1996; US Open: 1993, 1995, 1996)
2. Monica Seles: 8 títulos (Australian Open: 1991, 1992, 1993, 1996; Roland Garros: 1991, 1992; US Open: 1991, 1992)
3. Martina Hingis: 5 títulos (Australian Open: 1997, 1998, 1999; Wimbledon: 1997; US Open: 1997)
4. Arantxa Sánchez Vicario: 3 títulos (Roland Garros: 1994, 1998; US Open: 1994)
5. Lindsay Davenport: 2 títulos (US Open: 1998; Wimbledon: 1999) Outras com 2 títulos nesta década: Mary Pierce (Australian Open: 1995; Roland Garros: 2000); Venus Williams (Wimbledon: 2000; US Open: 2000).
Década de 2001-2010
Masculino:
1. Roger Federer: 16 títulos (Wimbledon: 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009; US Open: 2004, 2005, 2006, 2007, 2008; Australian Open: 2004, 2006, 2007, 2010; Roland Garros: 2009)
2. Rafael Nadal: 8 títulos (Roland Garros: 2005, 2006, 2007, 2008, 2010; Wimbledon: 2008; Australian Open: 2009; US Open: 2010)
3. Andre Agassi: 2 títulos (Australian Open: 2001, 2003)
4. Lleyton Hewitt: 2 títulos (US Open: 2001; Wimbledon: 2002)
5. Novak Djokovic: 1 título (Australian Open: 2008) Outros com 1 título nesta década: Gustavo Kuerten (Roland Garros: 2001); Thomas Johansson (Australian Open: 2002); Albert Costa (Roland Garros: 2002); Juan Carlos Ferrero (Roland Garros: 2003); Andy Roddick (US Open: 2003); Gastón Gaudio (Roland Garros: 2004); Marat Safin (Australian Open: 2005); Juan Martín del Potro (US Open: 2009).
Feminino:
1. Serena Williams: 13 títulos (Australian Open: 2003, 2005, 2007, 2009, 2010; Roland Garros: 2002; Wimbledon: 2002, 2003, 2009, 2010; US Open: 2002, 2008)
2. Justine Henin: 7 títulos (Roland Garros: 2003, 2005, 2006, 2007; US Open: 2003, 2007; Australian Open: 2004)
3. Venus Williams: 5 títulos (Wimbledon: 2001, 2005, 2007, 2008; US Open: 2001)
4. Jennifer Capriati: 3 títulos (Australian Open: 2001, 2002; Roland Garros: 2001)
5. Maria Sharapova: 3 títulos (Wimbledon: 2004; US Open: 2006; Australian Open: 2008) Jennifer Capriati e Maria Sharapova estão empatadas em número de títulos nesta década. Outras com 2 títulos: Kim Clijsters (US Open: 2005, 2009); Amélie Mauresmo (Australian Open: 2006, Wimbledon: 2006); Svetlana Kuznetsova (US Open: 2004, Roland Garros: 2009).
Década de 2011-2020
Masculino:
1. Novak Djokovic: 14 títulos (Australian Open: 2011, 2012, 2013, 2015, 2016, 2020; Roland Garros: 2016; Wimbledon: 2011, 2014, 2015, 2019; US Open: 2011, 2015, 2018)
2. Rafael Nadal: 11 títulos (Roland Garros: 2011, 2012, 2013, 2014, 2017, 2018, 2019, 2020; US Open: 2013, 2017, 2019)
3. Roger Federer: 4 títulos (Wimbledon: 2012, 2017; Australian Open: 2017, 2018)
4. Andy Murray: 3 títulos (US Open: 2012; Wimbledon: 2013, 2016)
5. Stan Wawrinka: 3 títulos (Australian Open: 2014; Roland Garros: 2015; US Open: 2016) Andy Murray e Stan Wawrinka estão empatados em número de títulos nesta década.
Feminino:
1. Serena Williams: 11 títulos (Australian Open: 2015, 2017; Roland Garros: 2013, 2015; Wimbledon: 2012, 2015, 2016; US Open: 2012, 2013, 2014)
2. Angelique Kerber: 3 títulos (Australian Open: 2016; US Open: 2016; Wimbledon: 2018)
3. Naomi Osaka: 3 títulos (US Open: 2018, 2020; Australian Open: 2019)
4. Victoria Azarenka: 2 títulos (Australian Open: 2012, 2013)
5. Maria Sharapova: 2 títulos (Roland Garros: 2012, 2014) Outras com 2 títulos nesta década: Li Na (Roland Garros: 2011; Australian Open: 2014); Petra Kvitová (Wimbledon: 2011, 2014); Garbiñe Muguruza (Roland Garros: 2016; Wimbledon: 2017); Simona Halep (Roland Garros: 2018; Wimbledon: 2019).
Década de 2021-2030 (com dados até 2025)
Masculino:
1. Novak Djokovic: 7 títulos (Australian Open: 2021, 2022, 2023; Roland Garros: 2021, 2023; Wimbledon: 2021, 2022)
2. Carlos Alcaraz: 7 títulos (US Open: 2022, 2025; Wimbledon: 2023, 2024, 2025; Roland Garros: 2024, 2025)
3. Jannik Sinner: 4 títulos (Australian Open: 2024, 2025; Wimbledon: 2025; US Open: 2024)
4. Rafael Nadal: 2 títulos (Australian Open: 2022; Roland Garros: 2022)
5. Daniil Medvedev: 1 título (US Open: 2021)
Feminino:
1. Iga Świątek: 7 títulos (Roland Garros: 2021, 2022, 2023, 2024, 2025; US Open: 2022; Wimbledon: 2025)
2. Aryna Sabalenka: 4 títulos (Australian Open: 2023, 2024; US Open: 2024, 2025)
3. Barbora Krejcikova: 2 títulos (Roland Garros: 2021, 2024)
4. Ashleigh Barty: 2 títulos (Wimbledon: 2021; Australian Open: 2022)
5. Coco Gauff: 2 títulos (US Open: 2023; Roland Garros: 2025) Barbora Krejcikova, Ashleigh Barty e Coco Gauff estão empatadas em número de títulos nesta década.
Bem, meu caro Paulo. Carlos Alcaraz aparece com 7 e como vencedor de Wimbledon 2025 …Abs !
O “Boxed Set” é talvez o maior e mais difícil feito a se alcançar no tênis. É um feito para os melhores, apenas (muito maior que o Golden Slan, por exemplo).
Os tenistas de masculino simples jamais tiveram dominância suficiente para concretizar tal feito
Ainda mais que jogavam as duplas também em 5 Sets nos Slam . Isso em nada desmerece Martina Navratilova e seu famoso “Boxed Set ” somente na Era Profissional. Imbatível com certeza , meu caro Carlos . Abs !
Dalcim , alguma Tv vai transmitir a copa Davis ?
Apenas a Cazé TV mostrará os jogos do Brasil
Tênis é um esporte dinâmico, não é fácil dominar… Aquela coisa, se você relaxar um pouco, os outros te superam. É muito mais difícil se manter no topo por anos e anos, essa é uma verdade.
Federer aos 28 anos já tinha 16 Grand Slams (2010), mas de lá pra cá venceu “apenas” 4, contando com aquela mão amiga do Djoko abraçando árvores, porém venceu. Nadal em 2005 já estava vencendo seu primeiro Roland Garros e aos 22-23 anos contava com 5 Slams. O espanhol, que foi um fenômeno de precocidade, venceu Slams até bem depois dos 30 anos, encerrando sua carreira com 22 Majors.
Sendo bem realista, acredito que o Alcaraz vai manter essa média de 2 Slams por ano nos próximos 5 anos, pelo menos. Quando Federer tinha 29 anos e o Nadal 24, surgiu um tal de Djokovic quebrando a dominância deles de uma forma jamais vista. A virada de chave vai ser aí… se “ninguém” surgir dentro dos próximos 5, 6 anos e claro, Sinner e Alcaraz mantiverem essa rotação alta, eles têm tudo pra lutar entre si pelos mais diversos recordes. Nesse cenário o Big 3 vai comer poeira.
Falando só dos Slams, hoje eu vejo o espanhol com mais condições que o Sinner. Ele já é bi em Roland Garros, onde deve seguir dominando, e bi em Wb, dois ótimos pisos dele. Mas tem tudo para ganhar alguns na Austrália, obviamente. Agora no ranking, eu apostaria mais na dominância do Sinner… acho que o jogo dele tem menos oscilações que do Alcaraz durante uma temporada completa.
Jonas, em sua opinião, o Alcaraz entrou ou não entrou de salto alto na final de Wimbledon e por isso foi atropelado pelo Sinner? Como pode um tenista fazer aquela final de 2024 contra Djokovic 7 campeão em lá a tal ponto de Mats Vilander afirmar que nunca viu alguém jogar tão bem na grama como Alcaraz e no ano seguinte perder de 3 a 1 para um tenista que jamais tinha chegado na final? Então Mats Vilander tem que voltar e dizer que nunca viu ninguém jogar tão bem na grama como Sinner!
Talvez tenha subestimado um pouco sim… houve todo aquele contexto, o Sinner saiu de um 0 x 2 contra o Dimitrov (sorte) e logo em seguida não precisou se esforçar tanto contra um Djokovic lesionado. Alcaraz fazia sua terceira final seguida em Wimbledon, então pode ter achado que venceria se fizesse o seu jogo padrão na grama, contra um “freguês”. Deu muito errado claro, mas o Sinner também jogou demais naquela final, sabia exatamente o que fazer.
Eu não levo em conta a final de Wimbledon 2024, visto que o Djoko mal se mexia e a meu ver sequer deveria jogar o torneio após uma cirurgia daquelas, mas essa afirmação sobre o talento do Alcaraz não é fora da realidade não… ele talvez seja mais talentoso que o Federer mesmo e pode sim ameaçar os títulos do suíço em Wimbledon. Ele é bicampeão aos 22 anos, joga demais na grama sagrada.
Sinner freguês em Wimbledon, caro Mestre Jonas ? . Jovem Italiano venceu as duas no All England Club. Djokovic de novo lesionado ???. Este maior Atleta da história é um tanto problemático rs. Chega às Semis dos Slam e se lesiona em todas elas, não abrindo mão dos 3 x 0 que leva dos garotos. Fico com o Sérvio: ” Não dá mais para enfrentar Sinner e Alcaraz em 5 Sets , em Três acredito ter minhas chances” . Carlos Alcaraz sem dúvidas é o que mais se aproxima da genialidade de Roger Federer. Abs !
Freguês em geral (11×5).
“Este maior Atleta da história é um tanto problemático rs. Chega às Semis dos Slam e se lesiona em todas elas”
Não são só lesões, caro entendedor, é uma condição física decorrente da idade avançada. Ele não consegue mais jogar nesse ritmo aos 38 anos. Veja que teve gente aí que perdia para Hurkacz, Dimitrov, Tsitsipas… quase foi eliminado por Sandgren aos 38 anos… Sinner e Alcaraz estão em outro patamar em relação a estes, entenda isso, abs.
Perdia ? Aos 38 anos meteu o Sérvio nas cordas em 4 horas e 40 min . O mesmo reconheceu que 90 % das estatísticas da partida foram do Suíço. Aos 38 , Djokovic pede atendimento todo jogo e toma surras homéricas. A dignidade de não largar sua última partida, próximo aos 40 , difere bem das atitudes de Djokovic. Hurcakz não daria Pneu em ninguém do TOP 50 na Grama . E sabes disso. Abs !
“Perdia ?”
Sim: US Open 2018 e 2019, Australian Open 2020 e Wimbledon 2021.
Ps : Este que ” perdia ” para pangarés aos 38 anos , foi o mesmo que eliminou Djokovic no Finals 2019 , atingiu a Semi , e fechou N 3 do Mundo nesta Temporada. Se liga , Mestre Jonas !!!. Abs !
Parece que o comentário ficou preso. Acho que pode ter acontecido sim… Sinner é freguês, quase foi eliminado pelo Dimitrov e não precisou ter trabalho contra um Djoko combalido. Mas o italiano jogou de forma quase perfeita a final de Wb e Alcaraz não esperava por isso.
Eu acho que o Wilander pode até ter razão, Alcaraz não tem a elegância pra jogar do Federer, mas o espanhol é mais completo que o suíço, no sentido de ter menos buracos. Ele tem só 22 anos e tem tempo pra buscar esses 8 títulos na grama sagrada. Não que seja fácil, porém é mais acessível do que os 10 Australian Open do Djoko ou 14 Roland Garros do Nadal.
Na boa , no All England Club nem Pistol Pete Sampras foi Octa ( mesmo tendo também mais Títulos que Djokovic na superfície) . Com certeza Sérvio trocaria seus 10 na Austrália, pelos 8 em Wimbledon. Mas como o Mundo dá muitas voltas , de onde foi deportado, receberá no AOPEN 2026 , uma homenagem Grandiosa , segundo Diretor do Torneio ao Eurosport. Se lá vida!!!. Abs !
Pois é Sérgio, ao menos Sinner pode tirar alguns títulos de Alcaraz em Wimbledon. Se Alcaraz tivesse vencido já estaria se configurando um domínio parecido com o de Nadal em RG no início de sua carreira, mas como perdeu, a questão ficou aberta.
Duvido muito, ter dois dígitos ou mais em algum Grand Slam é uma coisa incrível. Daqui a alguns anos, o único rival de peso do espanhol na grama tende a ser o Sinner, então ele pode sim vencer vários títulos em Wimbledon.
O próprio Federer fez 12 finais, sendo vice 4 vezes, por que Alcaraz não poderia fazer algo parecido?
Com certeza não trocaria.
24 > 22 > 20
Abs!
Bom, teremos que esperar Wimbledon 2026 para chegarmos a mais conclusões sobre Sinner e Alcaraz na grama. Valeu Jonas!
Ler as opiniões dos outros muitas vezes nos desorienta da real situação sobre algo. Sempre li que a juvenil Naná era só tiro pra tudo que é lado. Fui ver os melhores momentos do jogo dela e ela efetuou várias curtinhas. Tá certo que algumas não foram bem executadas e deu chance para a adversária chegar. Porém é excelente esta variação que ela está determinada a fazer em seu jogo e com o tempo as curtinhas dela serão jogadas super bem efetuadas, basta continuar alternando o ritmo. É uma coisa que ficava chateado no jogo da Ana Ivanisevic. Ela tinha muita habilidade, mas nunca dava uma curtinha. A Raducanu é outra que não executa curtinhas. Acho que a maioria das meninas não fazem isso. Tomara que a Naná continue com esta determinação, é um diferencial. E aproveitando o ensejo, a Victoria também tem um jogo bonito de se ver. O tênis feminino é muito acirrado. A Europa forma várias tenistas em suas academias, sem falar das americanas, canadenses, chinesas etc.
https://youtu.be/aC9mSGg5HqM?si=5-r4zUz2MAFdIX_W
https://youtu.be/-6aWYY2RtCQ?si=_eTnlLTzcPIclyp3
Oi, Dalcim. Pergunta: essa jogadora que a Laura Pigossi venceu, a Elizabeth Mandlik, é verdade que ela é filha da Hanna Mandlikova?
Sim, já demos várias matérias sobre ela.
Mereceu o título, mas, essa ascensão ocorre claramente depois de uma decaída de Sinner em seu físico, mas, méritos para o Espanhol, o que nos deixa cabisbaixo é saber a distância que este dois estão dos demais, fica previsível demais as finais.
Na verdade, observando a atuação de Alcaraz, de sua capacidade, é fácil chegar à conclusão que os recordes do tênis normais como números de slans, master 1000 e recorde de semanas como número 1 estão com os anos contados. A única coisa que ficará de pé serão os recordes fenomenais como os 14RG e as 237 semanas consecutivas, pois estão completamente fora da curva das possibilidades por serem efeito de particularidades que o tênis não verá novamente. Porém Alcaraz é capaz de estabelecer outro parâmetro que rivalizará com estas marcas de Nadal e Federer, que seria vencer os 4 slans num mesmo ano algumas vezes em sua carreira.
Quem vai superar o número 1 mais velho da história, com 37 anos e 2 semanas?
“De repente”, esse recorde foi “esquecido”, assim como o de Finals, que passou vários anos sendo exaltado.
No mais, passe os números da Mega.
Dificilmente alguém vai superar o mais velho número 1 da história Paulo. Porém é um recorde semelhante ao mais velho vencedor de slan, Ken Rosewall.
São recordes dificílimos do mesmo jeito, mas também não são os importantes.
*os mais importantes
Então caro Ronildo. Djokovic superou Federer por apenas dois dias . Corrigindo acima : 36 anos e 322 dias . O de Ken Rosewall como vencedor de Slam é que parece imbatível. Na verdade 14 RG e 237 Semanas no Ranking, um abraço. E não dá para Piloto tentar diminuir, pois ” goat ” ficou muito longe de ambos rs . Abs !
Putz, 2 dias! Se atualiza-se o ano bissexto e escolhesse o melhor fuso horário para contar o tempo, poderia até dar empate.
kkkkkkkkkkkk. Abs !
kkkkkkkkk
Congratulações. Ganhou a **t a ç a **!
kkkkk vamos precisar ver a hora de nascimento. Com risco desse assunto ser o mais discutido do post.
Os dois Fenômenos não vão superar, pois Djokovic obteve o Recorde com 36 anos e 222 dias . Estes 37 e 2 Semanas não existem. Ultrapassou Federer em apenas dois dias . Djokovic possue 7 x 6 em ATP Finals. Ambos os recordes não são imbatíveis pois pertenciam ao Craque Suíço como tantos outros . Somente o Tempo dirá a longevidade dos dois garotos. Até lá, Turminha da Kombi ( cada vez menor ) , provavelmente terá seu Piloto firme e forte neste espaço… Rsrsrs, Abs !
Eu que preciso te corrigir mais uma vez. Djokovic foi número 1 do mundo até 9 de junho de 2024, quando tinha 37 anos e 18 dias (2 semanas e 4 dias na verdade). Colocou uma vantagem razoável sobre o suíço também. Abs!
A estória é que bateram o recorde com apenas dois dias de diferença . Sérvio ficou de posse pouco tempo, sem essa de vantagem razoável. Adoras uns rodeios , não é mesmo nobre Piloto???. Rsrsrs, Abs !
Com dois dias, se 37 anos e 18 dias é maior do que 36 anos e 322 dias por margem razoável? GOAT superou o suíço em Monte Carlo 2024 e carregou o número 1 até o fim de Roland Garros. Eu me lembro muito bem.
Confira na sempre inequívoca Wikipédia. Sem choro, rsrs, abs!
Eu pretendo continuar e parece que outros membros também, já que gostam do esporte. Rsrs, abs!
Realmente, muita previsão antes da hora.
Meu caro, nem Federer nem Nadal e nem Djoko lograram isso, vc já prevê o Alcaraz vencendo os 4 num mesmo ano “algumas vezes”, não seria um pouco de exagero??????
Federer não conseguiu porque foi impedido pelo Rei do Saibro 3 vezes. Nadal jamais poderia. E Djokovic poderia porque vencia bem tanto em RG como em W e foi um dos melhores na quadra dura.
2 vezes (2006 e 2007) e Djoko é o melhor da quadra dura.
Por quê Nadal jamais poderia? Baseado nesta sua suposição, então ninguém poderia, nem mesmo Alcaraz. Quanta suposição absurda. Como disse o colega em comentário acima, só falta você nos passar os números da megasena.
Tá certo. Na verdade fui exagerado. Se Nadal focasse nos slans assim como Pete Sampras fazia ele seria capaz também. Porém há de se concordar que entre Federer, Djokovic e Nadal, o espanhol seria o que teria menos possibilidades no melhor de suas carreiras.
A dificuldade do Nadal era ficar inteiro fisicamente por um ano todo. Creio que se ele administrasse melhor o calendário, conseguiria.
Abs
Até o Sinner já esteve mais perto disso do que o próprio Alcaraz, que sequer sabe o que é ser semifinalista na Austrália.
Até o Sinner já esteve bem mais próximo disto do que o próprio Alcaraz, que sequer sabe ainda do que se trata semifinais na Austrália.
Pois é, Alcaraz nem apenas superou a precocidade de Rafa Nadal , com seus Seis SLAM aos 22 aninhos , como também Bjorn Borg. Explico : O Pop Star conseguiu também os 6 , mais nenhum na Quadra dura . Carlitos caprichou e venceu em Todos os Pisos , com 2 em cada . Jannik Sinner, aos 24 , acabou de fazer Finais de Slam nos 4 desta Temporada. Mostrou na Grama Sagrada e no Saibro, que pode sim sonhar em levar todos , estudiosissimo Sr P.A. Abs !
Você e Gilvan são os mais ansiosos pela quebra dos recordes. Imaginem se os números fossem importantes rs.
Ah, verdade Paulo Sérgio. Nestes últimos meses eu tinha esquecido do Legado!
Kkkkkkkk
Você conhece a história do tênis parcialmente, pois existem alguns recordes mais impressionantes que os 14 RG e as 237 semanas.
Se você se dedicar a estudar a história do tênis, ficará sabendo quais são.
Tem os 103 títulos de primeiro nível de Roger Federer e suas 1251 vitórias. Eu acho mais impressionantes que os números de Connors, visto o americano ter vencido vários torneios sem a presença dos principais concorrentes.
54 títulos de primeira linha contra 59 do Nadal e 72 do Djokovic.
Boa , caríssimo Samuca . Como grande estudioso , nos diga os recordes impressionantes que pra ti parecem imbatíveis. Agradeço. Abs !
Pois não, Helen Wills, tenista americana, entre 1927 e 1933 venceu 161 partidas consecutivas, 141 partidas consecutivas sem perder sets, ou seja, 282 sets sem derrotas.
No período, disputou 14 torneios de Grand Slam, vencendo todos eles.
Os dados acima constam no site International Tennis Hall of Fame, portanto, devemos considerá-los factíveis de veracidade.
Obs: existem outros recordes tão impressionantes na história do tênis que começou por volta de 1870.
Poderão dizer que são muito antigos e devemos desconsedera-los e neste caso podemos lembrar que em algum momento os recordes de Federer, Nadal, Maria Esther estarão fadados ao mesmo destino de ser considerado muito antigo.
Vamos ver quem consegue superar 10 AO também.
“Barbadinha”….
Boa noite
Ultimamente tenho evitado as redes e/ou blogs, mas entro , vou ler e reler os coments, alguns respondo , outros passo direto
Bom , vi agora a pouco algumas manchetes, e vi alguns comentários agradáveis e outros nem tanto . O ser humano é escroto para não dizer o pior.
Alcaraz deu entrevistas , enaltecendo o título conquistados , metas, e falou sobre o Sinner, até aí tranquilo , com certeza foi perguntado sobre os objetivos , eis que responde: gostaria de fechar os slam, conquistando o Australiano Open.
Até aí , não vi arrogância , soberba ou quer que seja , aí vem um cabra que sempre comenta aqui , falou em soberba do espanhol. Cara, na boa, vai lá , e leia e releia, se tiver paciência , leia e releia , pelo visto é um ignorante.
Aí , vem a outra pérola, , solta essa na matéria , em que a Nana , tinha vencido essa moça, Carol Meligeni, olha o que o cara fala: ” Carol estava em ritmo e sem preparo para este torneio ” , kkkkklk, tenho que rir, e o cara simplesmente menosprezou a vitória da Nana , e a maioria dos comentários , elogiando os feitos dela.
Só pra finalizar , vi uma vez a partida da Carolina Meligeni, não vi nada com nada , jogo mediano , vi que ela soltava muitos palavrões desnecessário, tem uns que gosta , outros não gosta…e só ganhou a partida na marra mesmo.
Alcaraz na mesma matéria, diz que se debruçou nos jogos contra Sinner, e procurou uma estratégia para supera-lo . Coisa que sempre fará. Jannik disse parecido: ” pretendo estudar pros próximos jogos , para ser menos previsível daqui pra frente”. Isto é espetacular, e mostra o respeito que um tem pelo outro. Jannik Sinner fez as 4 Finais de Slam em 2025 . Óbvio que os dois Fenômenos podem sonhar em vence-los todos no mesmo ano , caro Evaldo. Nenhuma arrogância , também a meu ver . Abs !
Pois é, Sérgio , exato isso mesmo.
Mas e vc.: gosta quando elas soltam palavrões ou prefere somente quando elas soltam gemidos mesmo?
Há uma grande parcela (que comenta aqui no Blog) que reclama dos gemidos e preferia que elas ficassem em silêncio…
Tire vc mesmo as conclusões prezado , o que eu disse acima, da uma lida novamente por gentileza.
*** A V I S O *** Não leia se não gosta de poema infame.
Nole, “The Grand Slam winner”.
Hoje, porém, semi não o satisfaz.
Ora para no Alcaraz,
Ora para no Sinner.
Errou a ordem dos últimos dois versos, rs.
Achei que o Sinner fosse se impor mais diante do Alcaraz. O espanhol passeou em quadra literalmente!!!
Infelizmente esta atual fase do tenis mundial anda muito previsivel. Ainda que curta Alcaraz e Sinner gostaria tabm de conferir uma maior heterogeneidade dentre os finalistas e posteriores campeoes envolvendo os principais torneios do circuito a exemplo dos Grand Slams e Master 1000. A presenca quase constante dos atuais lideres do ranking na fase final dos grandes eventos da temporada torna o show um pouco monotono para os amantes da modalidade como este que vos fala!!!
Alcaraz deu grito mais alto nos primeiros pontos e assustou o Sinner.
Gênio!!!! Alcaraz é Gênio nada a acrescentar