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Pela oitava vez desde novembro de 2021, Carlos Alcaraz e Jannik Sinner estarão frente a frente e este me parece o mais importante duelo direto que os dois jovens talentos já fizeram até agora, ainda que tenham decidido Umag em 2022 e se cruzado em quartas do US Open pouco depois.
Sim, porque esta semifinal em Indian Wells, que repete a do ano passado em que o espanhol venceu em dois sets bem disputados, vale não apenas a vice-liderança do ranking, até agora inédita para o italiano, mas principalmente deixará o vencedor com muita moral para o que vem por aí.
Sinner leva três relevantes vantagens a meu ver. Lidera o apertado histórico por 4 a 3, tendo vencido os dois mais recentes, ambos em pisos duros bem distintos, como o lento Miami e o mais veloz Pequim. Aliás, a última vitória do espanhol foi exatamente a semi do ano passado no deserto, que lhe permitiria ganhar o título em seguida diante de Daniil Medvedev.
Penso, no entanto, que o ponto crucial não está no histórico, porém no momento. Ainda que Carlitos tenha claramente subido de produção em suas duas últimas partidas, com direito a um placar de gabarito em cima de Alexander Zverev nesta tarde cheia de abelhas no estádio principal, quem está jogando o tênis mais vistoso, eficiente, agressivo e solto é o italiano.
A bola de Sinner está andando tanto que até nos faz esquecer que essa superfície continua mais abrasiva do que deveria. Isso, a bem da verdade, ajudou a segurar os saques de Thanasi Kokkinakis, Jan-Lennard Struff e Ben Shelton. A distribuição perfeita de bolas, a atitude ofensiva por excelência, o saque oportuno e as variações na rede o mantêm não apenas invicto em sets nesta semana como também lhe dão 16 vitórias seguidas na temporada e 19 desde a perda do título do Finals em novembro.
Daí que foi muito bem-vinda a subida de degrau do espanhol, que começou vacilante contra Matteo Arnaldi, não brilhou diante de Félix Aliassime e só então nos lembrou o Carlitos de outrora, superando Fabian Marozsan e principalmente dominando Zverev com seleção perfeita de golpes.
Mesmo com a ausência já anunciada de Novak Djokovic no Masters de Miami – confirmando o que insinuou na entrevista pós-Luca Nardi -, não há chance de Sinner ou Alcaraz ameaçarem seu reinado antes de Monte Carlo. E ainda assim terão fazer também uma campanha relevante em Miami, onde Sinner defende o vice e Alcaraz fez semi. E só então podem pensar em ganhar também no saibro monegasco, onde é bem possível que Nole evite ir.
Portanto, esta semifinal em Indian Wells tem um peso enorme para os dois e, caso ambos joguem seu melhor, há ótima chance de nos fazer ter um pouco menos de saudade do Big 3.
E mais
– Quem está jogando um tênis muito competitivo e versátil é Tommy Paul. Ele, que já foi tido como grande esperança americana quando ganhou Roland Garros juvenil, chega na sua segunda semi de Masters com boas vitórias sobre Ugo Humbert e Casper Ruud, além de ter encerrado o sonho de Nardi.
– Holger Rune não conseguiu repetir a partidaça da véspera, em que salvou match-point e virou em cima de Taylor Fritz com terceiro set impecável, e parou diante do sólido Daniil Medvedev, que devolveu várias vezes em cima da linha e foi bem mais à rede. O clima esteve quente no ‘tira-teima’ quando o garoto dinamarquês deu bolada no corpo que irritou o russo. Carlos Bernardes conteve os ânimos, mas Medvedev deu outra bronca na hora do cumprimento.
– Carol Wozniacki chegou a liderar o primeiro set em cima de Iga Swiatek, mas o físico foi caindo e acabou por desistir no comecinho do segundo set. Pena. A número 1 reencontra Marta Kostyuk, 32º, e tenta repetir Roland Garros de 2021.
– Coco Gauff superou outro dia de altos e baixos, somou incríveis 16 duplas faltas com o vento chato e tirou Yue Yuan em jogo de muita troca de bola. Será favorita contra uma renovada Maria Sakkari. A grega agora é treinada por David Witt, o ex de Jessica Pegula, e tem feito boas apresentações ousando mais nos voleios. Tirou nesta madrugada uma ascendente Emma Navarro, a norte-americana que tirou Aryna Sabalenka num jogo em que se chocaram a consistência das duas.











A derrota desses chatos da eterna nextgen é uma vitoria do esporte. Alcaraz dominou o set2, após uma queda pra mim inesperada do russo, q normalmente não é de entregar nada. Venceu o melhor, venceu quem deveria para o bem do esporte…
Alcaraz venceu o set1 no tiebreak mas o russo me pareceu um pouco melhor em quadra. Mas como eu disse ontem, o espanhol é um craque e soube encontrar um caminho pra se recuperar depois dos 3 primeiros games desastrosos. Vamos pro set2…
Tres primeiros games medíocres do Alcaraz, quantos erros, pior do q no set1 de ontem…
Não torço nem torcerei pelo Alcaraz, mas gostei de sua postura ontem, fez (finalmente) ajustes pra tentar encontrar uma saída contra um adversário melhor no momento. Vi até o espanhol dando balão, coisa bem rara em se tratando dele.
Sobre Sinner, achei inacreditável o tanto de Forehand que ele errou ontem ou na rede ou isolando a bolinha. Mas foi um jogaço ainda assim. É bom saber que depois que o Big 3 sair definitivamente de cena teremos jogadores diferenciados, o que certamente é o caso da Sinner e Alcaraz. Faz lembrar, guardadas as devidas proporções, de Djoko x Federer.
Dalcim , a Swiatek chegou a jogar com a Serena , caso sim , quem ganhou ? Aliás quem poderia parar a Swiatek ? Ela só ganha !!!
Uai, Sandra, ela perdeu no Australian Open para a Noskova, perdeu depois em Dubai para a Kalinskaya… Serena e Swiatek nunca se enfrentaram.
Eu vinha insistindo com minha filha pra ir aprender a jogar tênis. Ela não manifestava interesse. Nesta semana, na minha pequena cidade S. João da Boa Vista, levei-a pra ver as meninas jogarem: Carol Meligeni, Ana Candiotto e outras. Tirou foto e conversou com elas, e depois, do nada, falou que queria aprender.
Então esse é o papel do esporte: incentivo, interação… E nunca vi tanta gente assistindo. Só faltou gente pendurada nas árvores. Não tinha mais lugar pra ninguém nas pequenas arquibancadas e em volta das quadras.
Obrigado Carol e Ana Candiotto pela simpatia e carinho com os fãs. Não nos esqueceremos de vocês.
Muito legal esta experiência Maurício
Melhores tenistas da história em talento e técnica:
1- Federer 1- Hingis
2- Laver 2 – Evert
É, acabou a aura de invencível do Sinner. Passou longe de DjokoGOAT 2011 com 43 vitórias seguidas.
*43 desde a Davis 2010 e 41 a partir de 2011.
O ” goat ” conseguiu perder na Semi do ATP FINALS 2010 para o Craque Suíço ( levou o Caneco pra cima de Nadal ) , e depois de 43 partidas sem derrota , caiu novamente pra Roger Federer novamente numa Semi , só que em Roland Garros 2011 . Tadinho do ” goat ” … Rsrsrs, Abs!
Sr. SR,
Quando você diz que o GOAT “conseguiu perder” para o Terceirão no Finals 2010, você trata este como uma zebra ou um bagre. Ele ainda era o favorito no único Finals parrudo de sua carreira, batendo um sérvio em ascensão (mas ninguém sabia do desempenho que ele teria em 2011) e um Nadal campeão da temporada.
Pois é, perdeu em Roland Garros, porém antes venceu no Australian Open, Dubai e Indian Wells, só cedendo um set. Tadinho mesmo!
Rsrsrs, abs!
Sr Paulo Almeida. Sem essa de parrudo coisa de criança. E’ doído enfrentar um senhor de 38 anos , tomar 98 WINNERS em WIMBLEDON 2019 e na sequência ser ELIMINADO novamente no ATP FINALS 2019 . Aí o N 1 caiu no colo do Touro . Que dureza!!! Rsrsrs, Abs!
Kkkkkkkkkkkk
Vai repetindo eternamente que os 94 winners doem mais do que o 40-15 e o TRIVICE em Wimbledon.
P.S.: já vi os draws dos outros Finals e foram mamão com açúcar mesmo.
Rsrsrs, abs!
Ele não aprendeu ainda que 94 e 0 dão no mesmo, diferente de um 40×15 que deu no que deu!
Na verdade foram 94 WINNERS. Como será o ” goat ” contra Tourinho Assassino e SINNER aos 38 anos … ? . Rsrsrs, Abs !
Alcaraz é um craque, fisica, tecnica e mentalmente. Claro q os problemas físicos do italiano romperam uma parte do equilíbrio da partida, mas a vitoria decorreu muitos mais dos seus méritos do q de qualquer outro fator. É o favorito p amanha, seja contra quem for…
Finalmente concordamos em gênero, número e grau . Imagina a cara do P.F. que define o Tourinho Assassino ( está no TOP 2 desde setembro de 2022 ) , como “Beiçola da mídia” . Aqui é mesmo diversão garantida kkkkkkk. Abs!
Você chama o maior vencedor de slam, masters 1000 e atp finals de antivax. Qual o problema do colega fazer o mesmo com Alcaraz?
Os fatos!! O cara é antivax declarado….e o outro é o melhor que apareceu, junto com o ruivo.
Ué, não deixa de ser o Beiçola da Mídia.
O que mais te irrita em Carlitos ( assim como acontecia com Federer). , é a sua imensa popularidade. Até mesmo JANNIK SINNER sofreu com a torcida ontem. Isso não tem nada a ver com mídia e sim com um imenso carisma…O Esporte agradece a presença de um atleta como Carlos Alcaraz, justamente no ocaso do Big 3 . Abs!
Equilíbrio, creio q a maioria absoluta de quem acompanha tênis esperava isso. Ainda vejo Sinner um pouco mais agressivo e com mais potência, mas Alcaraz se recuperou de forma magistral na partida. Coisa de um grande jogador, um grande campeão, sem dúvida. Vamos pro set3!!!
Sinner está colaborando com o andamento do torneio. Que coisa, q atropelo. Por enquanto nada de equilíbrio como eu imaginava…
Três primeiros games da partida do futuro Big2 com equilíbrio, mas tive a impressão do Sinner mais solto. Tudo aponta para uma partida muito equilibrada…
Não há dúvida quanto a ser o duelo mais importante dos dois e provavelmente do próprio torneio caso mantenham o nivel demonstrado até agora. Concordo igualmente a respeito da melhora de Alcaraz, embora o desempenho de Zverev tenha ficado muito aquém de alguns recentes ótimos resultados. Por isso, aposto na regularidade de Sinner para chegar ao merecido segundo lugar.
Quanto à final feminina, se a polonesa já tinha uma considerável vantagem pela consistência e postura em jogos decisivos, o fato de ter disputado apenas 72 games nas cinco partidas anteriores contra 134 games da grega nas mesmas cinco, ou seja, quase o dobro e uma verdadeira maratona, amplia sua teórica vantagem e favoritismo.
Sakkari não só terá que superar seus fantasmas em finais como terá que comprovar que ainda tem fôlego e realmente está bem preparada fisicamente como declarou em uma das entrevistas. Coco, a outra semifinalista perdedora, disputou 115 games, 43 a mais que Iga.
Grande jogo ! Não vou perder !
Não sei se um comentário meu duplicou. Se foi é que postei duas vezes seguidas porque não tinha ido…
Já te respondi no post passado lá no meio da confusão.
Olá Dalcin! Acompanho Tenisbrasil assiduamente (quase todo dia entro) há uns 15 anos mais ou menos e por isso fica óbvio que adoro o site e admiro seu trabalho. Me permita uma pequena crítica. Entendo que o site precisa de inovação constante, mas a última mudança dificultou a visualização. De ver as notícias do blog mais antigas (antes era só rolar pra baixo) e também as chaves e os resultados. O link para ATP é mais completo porém da outra forma a visualização era bem melhor.
Obrigado pelas observações, Luiz Fernando. É sempre importante ter opiniões diversas para tentarmos ajustes. É fato que, ao mudarmos de plataforma, algumas funcionalidades do antigo modelo não puderem ser resgatadas. Mas continuaremos em busca de melhorias. Abs!
Esse é outro Luiz Fernando guarde seus negativos pro original kkkkkkkkk! Aqui é diversão garantida kkkkkkk…
Oi Dalcim
Na verdade o Medvedev não deu bronca na rede…ele falou pro Rune que não viu o pedido de desculpas e poderiam conversar melhor no vestiário. O Rune respondeu q estava tudo resolvido
Abraço
Terminou tudo em paz…
A desistência de Djokovic de Miami para mim indica que agora ele deve fazer uma nova “pré temporada” dessa vez para voltar buscando títulos (provavelmente em Madrid), pois percebeu que já não consegue mais vencer jogando mal, como conseguia muitas vezes em outras temporadas.
Eu fiquei com a mesmíssima impressão amigo, justamente ao contrário doq a maioria aqui tá achando, minha impressão é q essa desistência foi uma “confissão” q n fez uma preparação adequada e agora buscará corrigir a rota pro saibro..
Alguém já disse aqui que o ranking facilita a vida de quem está no ‘topo’. Entra como cabeça-de-chave, às vezes adiantado. Verdade. Mas tem o outro lado também.
Tomemos como exemplo Alcaraz e Sinner. Ambos perseguem o número 1, mas tanto um quanto outro tem pontos de montão a defender. Alcaraz defende o campeonato de Indian Wells e semi de Miami. E Sinner já defendeu a semi de IW mas ainda tem que defender o vice-campeonato de Miami do ano passado.
Conclusão: ambos próximos do líder do ranking, porém com pouca margem de evolução no quesito pontuação.
Maurício, o foco deles tem que ser no ranking da temporada.
Alcaraz e Sinner não estão dando importância que não somarão muitos pontos no ranking de entrada, pois sabem que tais pontos farão diferença lá na frente na luta pelo posto de n.1, principalmente porque o sérvio até o momento fez poucos pontos na atual temporada e a tendência é cada vez mais reduzir seu calendário.
Eu nunca me esqueço da temporada 2016 após o término de Wimbledon, quando mesmo após Murray vence o Slam britânico, ninguém comentava a chance do Murray alcançar o posto de n. 1 por estar uns 5000 pontos atrás do Djokovic no ranking de entrada.
Eu que policiava constantemente o ranking da temporada, estava preocupado com a pequena distância de cerca 1000 pontos a favor do sérvio.
O DALCIM foi o primeiro profissional do segmento a postar um texto vislumbrando a expectativa do Murray assumir a liderança do ranking, o que de fato ocorreu após uma arrancada impressionante do escocês na segunda metade do segundo semestre e derrotas prematuras do do sérvio. Abs !!
Danilo, até concordo, mas o ranking de entradas, como o próprio nome diz, facilita pro tenista na questão do chaveamento. No mais, é o que você disse mesmo.
Maurício, isso é uma questão apenas de “ponto de vista”, como imposto de renda. Só paga quem realmente tem dividendos, caracterizados como renda e quanto menos renda, menos se paga.
Alcaraz e Sinner só estão gerando essa sua preocupação agora porque há um ano atrás somaram bastante, ou seja, se agora estivessem tranquilos, seria sinal que não foram longe ano passado e certamente não seriam 2 e 3 do mundo agora, respectivamente.
Portanto, como poupança, juntaram e agora têm que se esforçar para guardar.
Pois é… A Emma Raducanu fez uma ótima “poupança” saindo do quali e vencendo o US Open e depois teve que sacar até os centavos.
Exato, quem não trabalha bem, perde dinheiro.
Dalcim, o que achava de uma volta do Grand Slam CUp? Seria bem vinda? E se fosse, quantos pontos vc daria pra esse campeonato?
Acho que como exibição seria interessante, mas não como torneio oficial, Dominique.