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De volta aos trilhos

Foto: Tennis Australia

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Para apagar qualquer dúvida sobre seu estado físico, Jannik Sinner aproveitou a conhecida superioridade técnica sobre Alex de Minaur e despachou a última esperança australiana de forma quase cruel. A freguesia subiu para 10 a 0, incluindo os últimos 20 sets, e com isso o atual campeão, de volta aos trilhos, está a duas vitórias do bi.

O número 1 jamais se mostrou econômico. Mexeu-se com enorme destreza, disparou bombas dos dois lados, defendeu-se quando necessário e se deu ao luxo de voleios e deixadas desconcertantes. Repertório completo para a segunda semi seguida na Austrália e a quinta geral em Slam. Aliás, somando-se os títulos de Melbourne e Nova York do ano passado, são agora 19 vitórias seguidas no piso duro em Slam.

Sinner foi questionado algumas vezes sobre a recuperação atlética que conseguiu depois do susto que deu no duelo contra Holger Rune, dois dias antes, em que chegou a ser longamente atendido no vestiário. E garantiu que o ponto crucial esteve no descanso do corpo. Dormiu o máximo possível e só bateu bola por 40 minutos.

Invicto desde outubro, reencontrará na sexta-feira o canhoto Ben Shelton, um tenista com saque poderoso mas que sabe se virar no fundo de quadra. O norte-americano de 22 anos terá a segunda chance de decidir um Slam, como aconteceu no US Open de 2023. Se o fizer, chegará ao top 10 do ranking e deixará a nobre lista ainda mais jovem.

Shelton marcou sua primeira entrada na arena Rod Laver com um jogo muito divertido diante do italiano Lorenzo Sonego, em que os dois correram muito e fizeram alguns pontos espetaculares. No total, os dois foram à rede nada menos que 139 vezes, mas o italiano optou muito mais pelos voleios (venceu 67 de 90 tentativas). A favor de Shelton, esteve um balanço muito positivo entre winners (54) e erros (33). Chegou a fazer um game de serviço de míseros 61 segundos.

A lógica diz que Shelton terá de jogar com um grau de risco bem alto caso queira voltar a ganhar um set de Sinner, algo que fez lá no primeiro duelo entre eles, no final de 2023. Desde então, o máximo que conseguiu foi levar o italiano a tiebreaks. Três das quatro vitórias de Sinner vieram sobre piso duro e uma outra, na grama.

Keys desafia Swiatek

Ainda que Emma Navarro tenha sido a tenista que fez Iga Swiatek ficar mais tempo em quadra neste Australian Open, a número 8 do ranking lutou, lutou, lutou e só conseguiu tirar três games da cabeça 2, que segue decidida para a tentativa do sexto troféu de Grand Slam, que seria o segundo fora do saibro, e de quebra para o retorno à liderança do ranking. Ainda que esteja longe de ser um recorde, ceder apenas 14 games rumo à semi é uma campanha impressionante.

Navarro, que não cruzava com Swiatek numa partida oficial desde que as duas jogaram um ITF aos 16 anos, ficou impressionada. “Ela é definitivamente veloz e disputa cada ponto com muita intensidade. Tem uma forma diferente de jogar e se mexer. É difícil não se afetar com isso”. Desde a estreia, digamos, mais difícil, em que tirou Katerina Siniakova por 6/3 e 6/4, Swiatek não perdeu mais do que dois games em cada set disputado.

Essa será a tremenda montanha que Madison Keys terá de escalar na rodada noturna local desta quinta-feira. Claro que não falta experiência a ela, que já está em sua sétima semi de Slam, com um vice no US Open, e a terceira em Melbourne. Sua trajetória inclui a eliminação de três cabeças de chave – Danielle Collins, Elena Rybakina e Elina Svitolina -, reforçando seu ótimo início de temporada, com 12 vitórias em 13 jogos realizados, 10 delas seguidas.

A virada em cima de Svitolina nesta rodada foi uma mostra clara de quanto seu tênis está sólido, sem perder agressividade, ingredientes essenciais se quiser sucesso contra Swiatek. O histórico entre elas favorece a polonesa por 4 a 1, mas no piso duro há empate por 1 a 1. Ex-número 7 do ranking e recém casada com o ex-profissional Bjorn Fratangelo, Keys é outra que garantiu a volta ao top 10.

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Edval Cardoso
Edval Cardoso
1 ano atrás
Alison Cordeiro
Alison Cordeiro
1 ano atrás

Sinner vive uma fase mágica, fruto do seu talento e consistência. Quando o tenista entra nesse modo “imbatível”, com confiança nas alturas, físico em dia e mental firme, vencê-lo requer praticamente um milagre.

Já vimos Djoko várias vezes nesse patamar, assim como Federer e Nadal. É quase um estado sobrenatural. No caso do Big 3 eles tinham uns aos outros para desafiá-los. Sinner tem Alcaraz que pode seguir obrigando-o a evoluir, e a reta final da carreira de Nole, que embora ainda o mantenha competitivo, já denota o declínio físico natural da idade. Só mesmo sua genialidade para seguir sustentando confrontos contra esses meninos.

Dito isso, acho Sinner muito favorito. Mas além do palpite (que pode, claro,se enganar) o ponto que quero destacar do cenoura foi a generosidade em avaliar o jogo de Djoko e Alcaraz. Elogios a ambos, reconhecimento que poderia ser a final. O número 1 está em boas mãos com ele.

Existe um outro ponto importante de se chegar a esta condição, que é o desafio mais difícil de todos. Se manter lá. Continuar com a mesma fome, ano após ano, defender títulos e buscar mais. Aguentar a pressão de ser o cara a ser derrotado e a avalanche de críticas que vem quando isso acontece. Encarar garotos com fome como ele que vem com tudo.

Então é aproveitar o momento. Acima de tudo, confirmar o favoritismo em quadra.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Olha a surpresa, quase todo mundo aguardando uma final Iga vs Aryna e a Keys se intrometeu no meio. Pra mim surpresa total. Keys é uma jogadora com boa velocidade dos golpes, mas é inferior a russa. Pleno favoritismo da Aryna no sábado, mas depois de hj melhor aguardar o desenrolar dos fatos…

Paulo F.
Paulo F.
1 ano atrás

Que delícia, a mala da Iga vai continuar bem longe de um Career Slam.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Paulo F.

A “mala “ realmente, estilo Alcaraz , decepciona novamente no AOPEN. Foi mal em todos os fundamentos começando pelo Serviço ( outra coincidência com o Espanhol ) . Aryna aos 26 anos , faz por merecer o TriCampeonato e o N 1 no momento. Iga Swiatek aos 23 anos , com suas 22 conquistas sendo 5 SLAM , 1 FINALS e 10 WTA 1000 , supera a grande Ash BARTY , em todos os critérios , inclusive em Semanas como N 1 . A Australiana jogou até os 26 anos . Óbvio que o informadissimo Sr Paulo F , conhecia estes dados impressionantes da “ mala “ …rsrs. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Pelo q eu li ele não contestou as qualidades da Iga, simplesmente disse q não torce pra ela por achá-la chata. Será q ele não pode ter opinião própria? Vc gosta de implicar com os outros de qualquer forma, mas quem sabe um dia a ficha cai e vc percebe q opiniões pessoais, inclusive o direito de achar esta ou aquela “mala”, são situações q devem ser respeitadas…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fernando

Na boa , L F 1. Deixa de ser baba ovo escancarado. Fica na tua que não acrescentas nada com estas suas fofoquinhas. Aproveita e tome conhecimento do currículo espetacular de Swiatek com apenas 23 aninhos . Contínuas o mesmo…deixa pra lá que não passa rs . Abs !

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Rs

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás

Keys ganhou…caramba

Felipe
Felipe
1 ano atrás

os jogadores só tinham permissão para trocar de roupa por 3 minutos e fazer uma pausa de 2 minutos para ir ao banheiro.

Swiatek está no banheiro há cerca de 7 minutos.

Regras são regras, não? A menos que você esteja protegido

Árbitro dá tempo Swiatek continua sentada por mais 20 segundos

Paulo H
Paulo H
1 ano atrás

Dalcim, caso a final masculina seja Djokovic x Sinner, seria um final inédita, certo? Qual o seu palpite nesse caso, 60/40 a favor do italiano pela fase atual ou 50/50 considerando a supremacia sérvia na quadra australiana?

L. Sartori
L. Sartori
1 ano atrás

Seyboth aWild perdeu na estréia novamente. Uma volta de cirurgia nunca foi tarefa fácil para a grande maioria.

Ao se perder parte da cobfiança – decorrente da fragilidade física da lesão ou da fragilidade física durante a recuperação – perde-se também boa parte da capacidade técnica e o resultado é uma volta fraca, com resultados aquém do esperado.

Paciência e resiliência serão fundamentais neste momento e uma torcida por dias (e resultados) melhores no segundo trimestre.

Aliás… talvez fosse o momento de optar por outro titular na Davis para o próximo confronto que está perto.

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  L. Sartori

Colocaria o monteiro ou o sell ou o heide

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Paulinha perdeu, ou melhor, Aryna venceu, e de forma categórica. Agora parece q seu nível de jg voltou ao normal, e não há como não considerá-la totalmente apta a levantar mais uma taça. Como Iga deve vencer na sequência, no sábado provavelmente outra batalha entre ambas, pois a polonesa também está jogando em nível altíssimo. Lá no fundo minha torcida será da Iga, mas não ficarei nem um pouco chateado com a vitória de Aryna…

Paulo A.
Paulo A.
1 ano atrás

Dalcim, quando iniciou a chave de 128 jogadoras no AusOpen?

Paulo A.
Paulo A.
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Obrigado! Bem recente; só penso que os 11 títulos lá da Margareth Court foram uma barbada para ela que, ainda por cima, só jogava praticamente com australianas, devido à enorme distância e poucos voos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás

Incrível como os Australianos tratam um jogador do calibre de Jannik Sinner. O jovem Italiano joga na Rod Laver Arena contra um Aussie , como se estivesse no Foro Itálico ( e como fica Nick Kyrgios? rs … ) . Ben Shelton não tem saída a não ser atacar muito, pois passar bolinha é receber mísseis sem dó nem piedade . 65 % a 35 % para o N 1. Mas nunca se pode desprezar um Canhoto Sacador numa quadra dura… Abs!

Paulo F.
Paulo F.
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Olá Sérgio!
Por quê nos privaste de tua sabedoria plena e inconteste de tênis em uma crônica da (mais uma) derrota de Alcaraz ante o GOAT na rodada passada?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Paulo F.

Este é o problema da turminha da Kombi . Não leem todos os comentários por pura preguiça. Antes do jogo cravei o favoritismo de Djokovic na Rod Laver Arena , contra Alcaraz que não vinha a vontade novamente no AOPEN. O Sr Paulo Almeida , Piloto e líder inconteste dos membros de fanáticos da “ Turbinada “, foi o primeiro a me cumprimentar pelo acerto logo pós jogo . Meu comentário está duas pastas atrás . Tu somente prestas atenção na hora de por “ joinhas “ nos comentários dos mesmbros da “ Turbinada “ kkkkkkkk. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Eu não perguntei sobre teu prognóstico.
Eu perguntei sobre um comentário APÓS a partida.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Cumprimentei de fato. Agora quero saber se essa VITÓRIA de Golden GOAT lesionado por 3×1 sobre um fenômeno 16 anos mais novo é um feito maior do que a DERROTA do Federer sem qualquer lesão e apenas 5 anos e 9 meses mais velho por 3×2 em 2019, estando ambos muito próximos dos 38 anos (apenas 3 meses de diferença).

Creio que esse “recorde” do suíço que tanto aclamas foi pro espaço também.

A conferir, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

Foi coisa alguma. Federer jogou muito mais contra Djokovic na FINAL de WIMBLEDON 2019. Botou o Sérvio nas cordas . Alcaraz jogou muito mal neste QUARTAS , com Sérvio também sem lesão alguma. Sacou e devolveu de maneira pífia. O N 7 vai ser totalmente testado se ultrapassar a Semi. Vamos aguardar. Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Djokovic não jogou nem 50% de sua capacidade em 2019 e venceu. Ficou nas cordas com golpes fracos no abdômen e na defesa, mas acertou 1 direto, 1 cruzado e 1 uppercut (3 tiebreaks) e venceu por nocaute.

Tanto está lesionado que não treinou por 2 dias. O resto dos fundamentos do Alcaraz estavam como sempre e o jogo foi duríssimo e já é um clássico, só decidido no último ponto.

Enfim, é uma obviedade que uma vitória por 3×1 com cara de final sobre um jogador muito mais jovem é superior a uma derrota por 3×2 para um só um pouco mais jovem. Recorde quebrado! Sem choro, abs!

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

Vou por minha colher. Jogos diferentes, histórias diferentes, por que tanto esse 2019 …?qual a fixação que vocês tem em 2019?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  João Sawao ando

Não somos nós que temos fixação em 2019, mas sim o Sr. SR que vira e mexe fala nesse jogo, um verdadeiro masoquismo. A maioria dos torcedores do suíço tem pavor e pesadelos com esse jogo até hoje. A lembrança é sempre uma tortura. Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

Estás brincando. Amplamente divulgada a entrevista de Djokovic agora em Janeiro, quando repete pra imprensa Sérvia, que foi a partida que mais mexeu com os nervos. Federer levou as estatísticas todas e ele os pontos importantes. Maneira tímida de dizer que ficou nas cordas, tendo que se virar em dois match-points. Omites quando interessa SR Paulo Almeida…kkkkkk. Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Então, ele estava nervoso mesmo, o que refletiu naquele segundo set pavoroso perdido por 6-1 com vários ENF’s. Estava mal na devolução também, tanto que só conseguiu a primeira quebra no quarto set, mas também foi uma parcial ruim com 2 quebras contra e perdeu de 6-3. O jogo só foi de fato equilibrado no quinto set, quando ele incomodou o serviço do Federer mais vezes e conseguiu 2 quebras.

Djoko levou as estatísticas de erros forçados, como o Rafael Azevedo já postou aqui. Bom, das cordas do 40-15 ele também saiu com golpes certeiros, mas de uma forma mais global, os principais golpes foram os 3 tiebreaks mesmo.

A conferir, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  João Sawao ando

Não acredito, caro ando. Foi a mais longa FINAL no All England Club, Federer aos 38 anos incompletos ( 2 Semanas) , meteu 94 WINNERS pra cima de Djokovic. Considerada por muitos , como a maior atuação de um Tenista nesta idade. Infelizmente Rafa Nadal não se aproximou. Falta observarmos Novak Djokovic…Abs!

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não deu para o nole….

André Aguiar
André Aguiar
1 ano atrás

Eis os meus percentuais de favoritismo para as semifinais:
Sinner 75%
Djokovic 60%
Swiatek 70%
Sabalenka 55%

Incomodaria-se em revelar os seus, Dalcim?

Victório Benatti
Victório Benatti
1 ano atrás
Responder para  André Aguiar

André, nos meus percentuais de favoritismo, vou pras cabeças!
Sinner 100%
Swiatek 100%

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  Victório Benatti

Djoko 60,sinner 40.iga 70 ,Sabá 30

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  João Sawao ando

Djoko 60 ,sinner 40.keys 30 ,Sabá 70

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  João Sawao ando

Sascha 45 ,sinner 55.keys 30,sabalenka 70

Rodrigo Lightman
Rodrigo Lightman
1 ano atrás
Responder para  André Aguiar

Djokovic 95%
Sinner 100%

As semis femininas já foram e não tenho mais como opinar.

DENNIS SILVA
DENNIS SILVA
1 ano atrás

Número 1 em boas mãos. Joga demais

THOMAZ CARDOSO LEITE
THOMAZ CARDOSO LEITE
1 ano atrás

Mestre Dalcim, tudo bem?
Sei que o post não é referente ao assunto acima mas gostaria de ler seu pensamento sobre.
Guardadas as devidas proporções você não acha que o tênis da Bia e do Alcaraz parou no tempo?
Penso que seus atuais treinadores não conseguem mais evoluir seus jogos, o nível que atingiram é esse, para determinadas rodadas é suficiente mas em determinados momentos falham.
Então o melhor a se fazer seria mudar de treinador ou tentar agregar algo novo no time para que seus “pacotes” evoluam e fiquem mais completos.
E acho também no caso da Bia,que ela precisa definir entre simples e duplas que tipo de jogadora ela deseja ser.
O que acha sobre mestre?

Renato Veneziano Toniol
Renato Veneziano Toniol
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Dalcim, sobre o fato de uma possível piora no saque e forehand do Alcaraz, na sua opinião, o que pode causar isso?
Na minha humilde opinião, somente uma lesão poderia causar a piora de um golpe do tenista, ainda mais se falando de um rapaz muito jovem ainda.

Oswaldo Euclydes Aranha
Oswaldo Euclydes Aranha
1 ano atrás

Nas quartas desse que a vitória de Djokovic fez-me lembrar uma frase de Jesus: dai a Cesar o que é de Cesar e dai a Deus o que é de Deus

Marlon
Marlon
1 ano atrás

Na minha opinião, o Sinner leva esse Slam. Eu acho que hj só quem bateria de frente se estivesse jogando no seu auge físico era o aposentado Nadal. Talvez o jogo de Sinner não casaria com o de Nadal. Se ficar nessa trocação com ele, o cara leva o adversário ao limite. E olha que torço para o Djoko!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás
Responder para  Marlon

Djoko no auge também venceria. Só lembrar de 2023.

Marlon
Marlon
1 ano atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Lembrando que o Sinner daquele tempo não é o Sinner de hj.

Luis
Luis
1 ano atrás
Responder para  Paulo Sérgio

O sinner de hoje é muito mais completo. Muito melhor do que o djoko era na mesma idade

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás
Responder para  Luis

O Djoko de hoje está longe do auge físico.

Rodrigo Figueiredo
Rodrigo Figueiredo
1 ano atrás
Responder para  Marlon

Djokovic no auge (2011, 2015, 2018, 2021 etc) venceria Sinner, pela consistência, força mental e resistência física. Federer também venceria. Nadal levaria uma porrada do italiano na quadra dura, e obviamente ganharia no saibro.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás
Responder para  Rodrigo Figueiredo

Nadal seria osso duro de roer no US OPEN e em WB contra Sinner.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Marlon

Torce mesmo?

O jogo do Sinner é quase uma cópia do jogo do Djokovic, com bolas ainda mais pesadas. Se o do sérvio encaixou com o do Nadal, por que o do Sinner não casaria? Os maiores rivais da história do tênis não trocavam 50 bolas quando estavam no auge físico? Djoko no auge também faria frente, pois a bola também andava mais do que hoje.

André Aguiar
André Aguiar
1 ano atrás
Responder para  Marlon

Discordo bastante. Se o Djoko acaba de vencer o Alcaraz e este
derrotou o Sinner nas três vezes em que se enfrentaram no ano passado, por que o sérvio não tem condição de bater de frente com o italiano? Se isso é factível agora, que dirá no auge físico do Djoko. Aí, acho que o Pecador entraria como azarão.
O mesmo ocorreria se ele duelasse com vários ex-n°1 no auge físico, a saber, Federer, Nadal, Murray, Safin, Guga (no saibro), Agassi, Sampras…para ir só até os anos 2000.

Última edição 1 ano atrás by André Aguiar
Luis
Luis
1 ano atrás
Responder para  André Aguiar

O Alcaraz da uma afinada contra o Djoko, coisa que o sinner não faz. Além do que o Sinner faz praticamente tudo igual e melhor do que o servio. Fora isso tem jogadores que incomodam mais do que outros independente de serem melhores ou piores, o Alcaraz é o grande desafio do sinner hoje, dito por ele mesmo.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás
Responder para  Luis

Me explique o finals de 2023.

Luis
Luis
1 ano atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Para o Sinner 2023 foi muito parecido com 2010 para o Djokovic, os dois chegaram no final do ano muito bem e levaram seus países para vitórias históricas na Davis. Isso virou a chave deles. Os dois muito talentosos mas ainda precisando provar que poderiam competir no nível mais alto. Djoko terminou 2010 como 3° do mindo e sinner 4° (e ainda venceu uma das duas partidas do finals contra o sérvio). Esta explicado?

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás
Responder para  Luis

Não. Djoko não apanhou de tenista de 36 anos em 2010.

Sandra
Sandra
1 ano atrás
Responder para  Marlon

Falaram tanto da contusao do Djokovic , que a do sinner foi mais estranha ainda , do nada ele resuscitou ! A diferença é que colocaram uma aura de anjo nele

Oswaldo Euclydes Aranha
Oswaldo Euclydes Aranha
1 ano atrás

Troquei, disse oitavas e na realidade era quartas

André Aguiar
André Aguiar
1 ano atrás

Pelo que vem jogando, será surpresa se a Iga não levar o troféu de campeã. Parafraseando a Navarro, a polonesa é um azougue na quadra.
Eu dissera que Djoko x Alcaraz seria a final antecipada, tendo em vista o problema físico apresentado pelo Sinner na partida anterior. Mas hoje, com o seu retorno aos trilhos, sou obrigado a desdizer.

Jonas
Jonas
1 ano atrás

O DiMenor tomou outro choque de realidade hoje. O primeiro foi em 2023 contra o Djoko aí mesmo no Australian Open. Falou demais e levou uma surra jogando em casa.

Sinner tá absurdo, como de costume. O italiano é uma espécie de Berdych 4.0 e já tá na final. Shelton se tentar trocar bola vai ser amassado, se partir pra agressividade vai errar além da conta.

A dúvida mesmo é quem passa de Djoko x Zverev. Acho Nole levemente favorito em condições físicas normais e francamente o sérvio é o único com chances de bater o Sinner na final. O Zverev pode até ganhar dessa versão do Djoko mas nao vejo ele ganhando do Sinner domingo.

Rafael
Rafael
1 ano atrás

O Sinner joga demais, mas convenhamos que o australiano não incomoda em nada! Parecia um profissional contra um juvenil. Já o Shelton tem um jogo mais explosivo e um saque muito pesado. Será um ótimo teste pro Sinner, que é favorito.
Acredito em Sinner X Djoko e Sabalenka X Iga.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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