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Em qualquer quesito de um jogo de tênis, seja técnico, tático, físico ou especialmente mental, Novak Djokovic deu aula para Carlos Alcaraz no tão aguardado reencontro entre os finalistas olímpicos e se colocou a dois passos do 25º troféu de Grand Slam, o que nesta altura tende a ser o maior feito de sua inigualável carreira.
Com um repentino desconforto na parte posterior da coxa, que reapareceu ainda no final do primeiro set, o multicampeão precisou mudar drasticamente a opção tática. Foi obrigado a aderir ao risco, aos pontos curtos, e teve recursos técnicos de sobra para partir para winners da base, bater com tudo nas devoluções, tirar o máximo do primeiro saque e se aventurar nos voleios. Lembrou o drama que passou dois anos antes, quando também sentiu problema na perna esquerda no meio do torneio.
Ao invés de aproveitar o momento instável do adversário, que passou quase todo o segundo set chegando mal nas bolas pelo lado direito, o espanhol se perdeu. Parecia indeciso sobre como levar a partida. A confiança no saque e no forehand foi baixando, pecava demais na segunda bola que nem precisava de tanta profundidade.
Quando Nole por fim recuperou-se completamente no deslocamento ágil no fundo de quadra – tomou mais um analgésico, contaria depois -, foi muito superior nas trocas da base, na ousadia e no aproveitamento das oportunidades, sem falar no oportunismo dos contrapés. Pertinho da vitória, disputou um rali de 33 bolas de tirar o fôlego com enorme energia e firmeza. Na hora de sobreviver e recuperar a quebra, Alcaraz deu ‘madeirada’ quando fugiu bobamente do backhand. Um bom espelho da situação que vimos em quadra.
Quanto a Carlitos, a derrota reforça a imagem de que seu tênis regrediu. O saque definitivamente não evoluiu, o forehand não machuca como antes, a devolução aberta no lado do ‘iguais’ abre muitos buracos e talvez esse conjunto explique porque emocionalmente ele oscila tanto. OK, Alcaraz tem ainda apenas 21 anos, mas acertos urgem.
Depois de derrotar cinco tenistas muito mais jovens – o próprio espanhol tem 16 a menos -, Djokovic reencontrará o alemão Alexander Zverev, que tem ‘apenas’ uma década a menos. Os dois não se cruzam desde agosto de 2023, quando Nole anotou a oitava vitória em 12 duelos. Três delas foram em Grand Slam, incluindo as quartas da Austrália há quatro temporadas. O alemão levou a melhor pela última vez na semi no Finals de 2021 e tudo isso claramente dá favoritismo ao sérvio. A boa notícia é que haverá dois dias de intervalo para buscar total recuperação.
Zverev esteve longe de jogar bem, mas achou um jeito de superar o norte-americano Tommy Paul nesta madrugada. Com duas vitórias no currículo diante de Sascha, Paul sacou para o primeiro set e ficou a um ponto. Depois, teve 5/3 e saque, não aproveitou e ainda chegou a set-point no serviço adversário. Não vingou de novo e levou surra nos dois tiebreaks. Aí cada tenista dominou um dos sets finais com folga e o número 2 atinge a nona semifinal de Slam e a terceira em Melbourne.
Semifinal entre amigas
Aryna Sabalenka vai reencontrar a amiga Paula Badosa na semifinal do Australian Open. Mas não esperem facilidades. Para a bielorrussa, continua em jogo também a liderança do ranking. Já a espanhola, depois de uma atuação brilhante de Coco Gauff, esta será a primeira oportunidade de enfim decidir um Grand Slam, o que há meses atrás parecia algo impossível.
Aryna não poderia perder antes da semifinal caso quisesse brigar pelo número 1 com Iga Swiatek. Agora, sabe que precisa ganhar um jogo a mais, o que pode ser até a decisão de sábado. Na partida desta terça-feira, ela sofreu intensos altos e baixos e por isso perdeu um set pela primeira vez desde que a final de 2023 contra Elena Rybakina.
A dificuldade na partida contra a experiente Anastasia Pavlyuchenkova foi que o poderoso saque caiu demais de produção depois do primeiro set. Isso permitiu à russa entrar nas trocas e o jogo ficou bem duro. Por fim Pavlyuchenkova sentiu a pressão e falhou no serviço, o que abriu a porta e Aryna aproveitou.
Badosa por sua vez foi aplicadíssima na parte tática. Percebeu desde cedo o forehand completamente inseguro de Gauff e martelou ali, cuidando o máximo que pôde do próprio serviço. Manteve a frieza na hora de fechar a partida que marca uma reviravolta na sua vida. Como contaria pouco depois, ela pensou seriamente em se aposentar no ano passado por não conseguir se recuperar dos problemas nas costas.
Claro que Sabalenka terá o favoritismo. Está em sua décima semi de Slam e tem sido a tenista mais eficiente sobre a quadra dura das últimas três temporadas. Tem histórico favorável de 5 a 2 sobre a amiga, incluindo os três jogos do ano passado.
E mais
– Está é a 50ª semifinal de Slam para Djokovic, 12 delas feitas em suas 20 passagens pelo Melbourne Park. Vale lembrar que o primeiro dos 10 títulos foi há 17 anos.
– Nole já supera Medvedev no ranking, mas ainda disputa o sexto lugar com De Minaur.
– Apesar da derrota, Paul finalmente vai aparecer no top 10, um de seus sonhos, superando Rublev e Dimitrov. O backhand de um mão voltará a ser ficar sem representante na elite.
– Badosa voltará ao top 10 com a campanha. Ela na verdade já foi 2 do mundo, mas recorda que isso então criou muita pressão e ela se perdeu.
– Siniakova precisa vencer mais um jogo de duplas e ir à semi, ao lado de Townsend, para manter a liderança do ranking.











Engraçado como os critérios mudam (de acordo com as vontades, claro, não os fatos)
Antigamente, rolavam umas listinhas, aqui, dos melhores tenistas de todos os tempos. Às vezes, Djokovic tinha mais slams, mas não fazia parte do seleto grupo, porque não vencera Roland Garros.
Depois, ele venceu, porém não tinha semanas como número 01. Daí ele obteve as semanas de número 01, mas, ainda, não era recordista. Paramos por aí? Não. O que faltava para desmerecer o Djoko? Não ter olimpíadas. O que o sérvio fez?kk foi campeão olímpico. Carreira completa.
Só resta o “bom mocismo” para se atacar. (Os mesmos, pasmem, que se deliciavam com os deboches de Kyrgious; será que, hoje, ainda gostam dele? Acho que não)
Lembrei de Telê Santana quando um repórter questionou sobre as nás atitudes de um atacante seu (acho que era Edmundo), e ele respondeu algo do tipo “Eu treino ele para fazer gol; não para casar com minha filha”.
Edmundo… lembro dele por ter atropelado e matado 3 pessoas correndo em uma noite. Do resto, só lembro de umas brigas em campo.
Abs
Go, Shelton, go!!!!
Bom dia
Esse italiano, além de mental pra lá de marrakesh, se porta bem taticamente, belo saque, e sobe a rede nos momentos oportunos….e volume de jogo muito bom.
O cara é sereno, e não tão midiatico, já um certo espanhol, o qual aprecio o seu jogo, mas parece que a cachola não funciona, e outra coisa, precisa melhorar nas declarações, muito sem noção, fala-se como já estivesse na final, só se esqueceu que tem vários jogadores bons pelo caminho, uns bons, e outro, ele precisa combinar para ver se ganha, kkkkk, um tal sérvio, kkkkk, carra porreta esse, pega o Sascha, vamos como vem o fisico.
Grande candidato a ir para a final, agora vem o Shelton, garoto de bom saque, não vai tão taticamente, backhand fraco demais e parece jnão ter potência, até o forehand dele, também acho estranho, até na forma de bater na bola, mas carece de evoluções.
Sinner, fará uma grande temporada neste ano de novo, vamos aguardar o julgamento..
Dalcim, estou vendo muita gente subestimando e desvalorizando o Zverev.
Ele parece estar diferente, seu jogo evoluiu mais. Ainda não é nível de jogo de um top 1, mas está jogando nível acima do que estava jogando e melhorou muito o seu mental. Passou cenas do Zverev com sua namorada e deu para ver que está lhe fazendo muito bem e trazendo aquela força a mais que ele precisava para finalmente vencer Grand Slams.
Outro detalhe é que jogar contra o Alcaraz é muito desgastante e destrói fisicamente qualquer jogador, isso fará o Djokovic ter uma baixa no nível físico.
Não digo que o Zverev vencerá esse Slam, mas ele será o finalista.
Olha, Guilherme, eu particularmente torço para ele ganhar logo um Slam e talvez esta seja uma grande chance. Não será favorito contra Djokovic, o que diminui a pressão, e tem histórico favorável contra Sinner. Concordo que ele evoluiu em pontos importantes, como o forehand mais agressivo e o jogo de rede. Isso faz com que depende um pouco menos do primeiro saque, o que é importante nessas rodadas decisivas.
Era óbvio q numa situação de normalidade Sinner atropelaria o Di Menor, mas eu não imaginava um massacre como foi. Sinner se qualifica como Franco favorito contra o americano na semi, e em princípio, como o Dalcim faz, eu daria 55×45 frente ao Djoko e 65×35 frente ao alemão em hipotéticas finais. Como ninguém vence na véspera, melhor aguardar as semis e em especial se de fato o italiano está 100% fisicamente.
Diante do resultado da última partida de Sinner, eu diria que se deve haver alguma desconfiança em relação ao estado físico seria em relação ao sérvio. Quanto ao italiano, Luiz Fernando, tudo que vivenciou em quadra contra Rune me pareceu muito mais uma reação psicossomática do organismo.
‘… muito mais uma reação psicossomática e de esgotamento de um organismo exigido ao extremo’, para ficar mais claro e sem redundância.
Sinner ganha e assusta. Djoko terá que variar o jogo para ganhar do italiano se chegar na final. Se for para a trocação, perderá feio.
Ele já percebeu isso da pior maneira possível na semifinal do ano passado, estimado tocaio.
Com certeza, meu nobre.
O título é pouco provável infelizmente. Se Djoko chegar, vai ser ainda pior do que o USO 2021: destruído fisicamente, lesionado e o adversário 14 anos mais novo totalmente descansado após uma chave ridícula. De qualquer forma, valeu demais já ter batido o Alcaraz do jeito que foi.
Sim. As chances sãonpucas, mas é o Djoko.
Toda nova geraçãonque chega parece ter seus grandes baseliners, seus grandes saibristas (pelo menos até Nadal varrer todos eles para o limbo), seus grandes sacadores, seus jogadores frios como gelo em quadra, mesmos suas lendas…. e até mesmo seus bad boys. Porque nao?
E porque esta geração seria diferente? Enquanto alguns dos candidatos começam a despontar, outros já estão firmes em seu caminho.
Quem seriam???
O título deveria ser: e ele engana Alcaraz Novamente!!
O Djokovic pode ser considerado o GOAT, em face dos número de Slams conquistados. Mas essa babaquice de esfriar o adversário que vinha jogando melhor o desabona.
E não venham me diz que é choro. O sérvio é tão useiro dessa prática que até o McEnroe comentou isso…
Slams e todos os outros recordes, né?
Djoko se lesionou no nono game do primeiro set, cara. Voltou e perdeu a parcial.
Foram mais de 3 horas de jogo depois disso e Alcaraz quebrou de volta tanto no segundo quanto no terceiro set, antes de sofrer a segunda quebra em ambos. No quarto, todos os games de serviço do Djoko foram vencidos com muita dificuldade, salvando um 15-40 pra fazer 5-3. O espanhol não largou o osso até o final e nem ficou com dó, assim como do recém-operado em Wimbledon, que jogava com proteção no joelho. Foi engolido taticamente mesmo, como está escrito no texto.
Discordo do que o McEnroe disse. Nem se sabe se o sérvio vai continuar no torneio.
E o Sinner que usou 11 minutos de tempo médico? Não “esfriou” o adversário muito mais? Desse ninguém reclama, só passam a mão na cabeça.
Quando questionei isso numa das pastas anteriores o Sérgio Ribeiro justamente passou pano e ainda veio dizer que o Rune nem reclamou
Ele deveria ter perdido um game no mínimo, como o Alcaraz perdeu em RG 2023 quando sentiu cãibras. Protegido demais.
Vai chorar na cama que é mais quietinho. Federer também já usou desse expediente e ganhou partidas. Luiz Fernando até lembrou um caso em 2017. Vou pesquisar e vou mostrar aqui.
Foi no AO 2017 contra Wawrinka
A impressão que dá é que alguma coisa desandou no mental do espanhol. Quando ele surgiu com força, derrotando todo mundo, inclusive Nadal e Djoko, estava jogando um tênis espetacular. Me lembro dele colocar no bolso Zverev e Medvedev. O russo chegou a dizer que o espanhol era simplesmente “bom demais”.
Depois, teve o ataque de pânico contra o Djoko em RG, o que já mostrou que o mental dele podia entrar em buracos negros. Ele já tinha tido uma pane mental contra o Gaston, antes disso.
Ano passado ele bateu o sérvio com muita facilidade em Wimbledon. Mas depois desandou na final dos jogos olímpicos.
Djoko consegue colocar uma pressão forte nele, e o mental do espanhol vai se degradando durante a partida.
Djoko é muito forte mentalmente. Alguém que treinou dentro de piscinas vazias para se proteger dos bombardeios da OTAN (a desintegração da Iugoslávia pelo Otanistão) não se assusta com qualquer coisa.
Espero que Alcaraz consiga reencontrar o tênis espetacular de antes. Era praticamente imbatível.
Possíveis adversários de Jannik Sinner na final do Aberto da Austrália:
– um homem de 37 anos que não consegue se mover
– um cara que está perdendo para um homem de 37 anos que não consegue se mover
– um cara que não conseguiria vencer uma final de Grand Slam se estivesse liderando por 6-0, 6-0, 5-0, 40-0
“As milhares de vezes que já o demonstrara não significavam nada. Agora ia prová-lo de novo”
Não consigo encontrar frase melhor para definir esse final de carreira do “velho” Nole.
Nobres amigos da kombi mais laureada da história (70 vitórias contra top 10 em GS), volto a dizer: cada partida é um presente. Obrigada, Nole.
Vi no Twitter e achei bem engraçado:
Quem é o maior sérvio de todos os tempos?
Tesla ou Djoko
Kkkkkkk
hahahaha……essa foi boa! Questionamento espirituoso.
Ahahaha
Sim!!
Falei do Tesla na notícia do disco energético, kkkk.
Com todo respeito ao GOATaço, mas ciências contribuem infinitamente mais para a evolução da humanidade do que esportes. É uma obviedade, né?
Deveria ser, Paulo Almeida. No entanto me surpreendo que “Atrás de cada notávsl descoberta de um cientista, há uma horda de ‘notórios’ propondo os usos mais absurdos e malévolos para tal descoberta.
Dentre estas: bomba atômica e I.A. (essa última usada massiçamente para descobrir hábitos de compra e para impulsionar consumo e criar as ‘opiniões certas’.
Baseado no acima, voto no Djokovic como sérvio mais eminente dos últimos 30 anos.
Tesla, nem o carro…
Sim, você que deve ser um grande engenheiro eletricista, cientista e inventado várias coisas.
Nem inventor, nem Engenheiro, nem eletricista e nem tenista.
Muito menos grande, com meus 1.65! rs
Abç!
Rs.
Tesla foi um engenheiro eletricista, acho que não ficou claro. Quem não está familiarizado pensa que o correto é engenheiro “elétrico”.
Abs!
Paulo Almeida. Calma! E fique em Paz, Meu Caro. Desculpe se ofendi!
E obg pela explicação! O ‘Seu Nikola’ agradece. Já Halliday, Tipler, Resnick e eu não, pois se não fosse pelo ‘Seo Nikola’ o conteúdo de Física III seria bem mais light enquanto Sadiku, Edminister e Kraus talvez jamais teriam estado presentes em nossas vidas da forma que estiveram se não fosse Nikola.
Quanto ao carro, o pavor seria o mesmo se ele se chamasse Edison ao invés de Tesla.
Estou bem calmo, prezado físico.
Do jeito que você respondeu, parecia que não havia percebido que não coloquei vírgula entre engenheiro e eletricista e pensou em profissionais distintos.
Física 3 (usei o livro do Halliday também) era temida por alguns, mas me lembro que passei com certa tranquilidade.
Um abraço!
Foi apenas uma brincadeira. Nem é necessária uma resposta.
Eu sei que era uma brincadeira, mas um reforço nunca é demais e haverá gente acreditando que é o Djokovic mesmo. Veja o absurdo postado acima pelo Lauro.
Pois é Paulo…..o maior absurdo que já li aqui. Conseguiu superar o sr Sr.
Óbvio!!
É só ver o que cada um contribuiu para a humanidade.
Abs
Ai, José, foi uma brincadeira espirituosa.
De novo vc não entende a piada e vem responder sério.
Desculpe, faltou o final da frase.
É só ver o que cada um contribuiu para a humanidade, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Abs
Novak Djokovic falou sobre o momento em q foi abraçar o Murray no camarote na quadra (viu, Sérgio Ribeiro, como eu estava certo e vc errado?) em sua coletiva de imprensa
“Eu me sinto mais e mais conectado com Andy a cada dia. Enfrentamos desafios todos os dias, as pessoas não veem. Tentamos aproveitar ao máximo cada dia e crescer juntos. Ele tem se comprometido tanto com minha carreira neste torneio quanto pode. Foi um sinal de apreciação e respeito por ele, e o fato de que ele está lá e não precisa estar. Ele aceitou trabalhar comigo e está me dando todo o seu apoio, tentando fazer dar certo. Esta foi uma grande vitória para todos nós, incluindo Andy e eu, para o nosso relacionamento. É por isso que fui até ele, porque me senti muito grato por tê-lo lá.”
Lendas!!!
Murray precisa aprender a abraçar (sei q é cultural), Novak é um abraçador Kkkk
A impressão que eu tive da partida é que o Djoko re-incorporou a devolução atacando o.serviço do oponente e entrando na quadra a cada golpe, igual… ao joão Fonseca.
Provável que o jF tenha inspirado o djoko a retomar a velha tática do melhor devolvedor, mas a tática de entrar mais e mais na quadra a cada batida.. essa é bem nova para o djoko.
Caminho até à final:
Sinner:
De Minaur + Shelton/Sonego
Djokovic:
Alcaraz + Zverev
Sinner está basicamente jogando um 250. E um 250 fácil além disso.
Meu palpite: Djokovic ganha do Zverev em 4 sets
Que eu saiba, ATP 250 é em melhor de 3 ‘sets’. Então é diferente.
Pelo menos até ontem era assim. A não ser que a ATP, de ontem pra hoje, tenha resolvido mudar os ATPs 250 pra melhor de 5, e eu não fiquei sabendo.
Aí neste caso você estaria + atualizado do que eu.
Viu o jogo do sinner x de minaur em 1h48?
Ué, mas depois que acabou o jogo, é fácil falar.
Eu falei antes do jogo kkkk
*** Projeção de um futuro bem próximo ***
– Nole ganhou do Zverev e foi pra final.
– Não tem problema. Não vamos nos apavorar.
– Nole *g a n h o u* o AO por 3 a zero do Sinner e levou o Slam 25 pra casa!!
– Também não tem problema. Não vamos nos apavorar.
– Só + 1 coisinha: o cafezinho acabou.
– Acab… Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!
Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu..com o saudoso e impagável Leslie Nielsen…!
Dalcin, do alto da sua experiência e do fundo do seu coração, conhecendo o jogo e o ômi como conhece, você acha que o sérvio é capaz de usar subterfúgios de simulação/valorização de contusões para mudar o rumo de uma partida e afetar o mental do oponente?
Não posso jurar que ele não faria – houve casos mais intrigantes -, mas de longe seria o de hoje. Qual o motivo de simular contusão no 4/4 do primeiro set?
É simples, o Alcaraz estava melhor e jogando bem e ele estava tendo dificuldades com a bola na direita dele. Já esqueceu que o medical timeout foi no saque do Alcaraz no 5×4? E teve o intervalo para o segundo set. Isso tudo esfriou o jogo do Alcaraz e tirou a sua concentração, acabou mudando a tática por não ter discernimento de que era aquela estratégia de simular lesão que o Djokovic já fez muitas vezes. A gente que está assistindo pela TV é muito fácil dizer “tem que continuar jogando com muito foco porque ele está simulando!” do que estar lá na quadra em um nível alto de concentração e de intensidade e ter discernimento dessas coisas, ainda mais para um jovem de 21 anos que ainda está em desenvolvimento e não atingiu ainda o amadurecimento. E tem o fato de que o tênis sempre foi um esporte baseado em fair play e respeito ao adversário, então os tenistas nunca esperam que seja simulação/catimba e acabam baixando o nível de jogo.
Por outro lado, o Djokovic é um tipo de atleta que faz o necessário para vencer e por isso ele é um vencedor. Ele não se importa se as pessoas vão aprovar ou não, e são coisas que não tem punição então não é um problema para ele.
Pobre Alcaraz, um jogador bem mediano, que fazia o jogo da vida…acabou se perdendo por conta da inexperiência e pouca rodagem no tênis profissional, infelizmente pra ele, certo?!?
Tadinho dele, rsrs.
Quem mudou a tática foi o Djokovic, que passou a ser mais agressivo em virtude da lesão. O “inocente” Alcaraz dono de 4 Slams teve mais de 3 horas para ler o jogo, com ajuda da sua equipe e tudo. Chora mais que tá pouco.
Djoko é o maior vencedor do tênis porque ele é o melhor que já existiu mesmo.
Quanta coisa para nada.
Primeiro, só se recebe atendimento em números ímpares. Não dava para parar o jogo no 4×4.
Segundo, o jogo reiniciou é Alcaraz fechou o set.
A partir daí, tudo que foi feito, se foi, está zerado.
Ninguém em sã consciência esfria jogo de 5 sets durante o aquecimento.
Melhor entender mais um pouquinho.
Engraçado que o tempo médico de mais de 10 minutos pedido pelo Sinner logo após um game longuíssimo em que o Rune desperdiçou break-points, e já no terceiro set, em uma fase bem mais aguda da partida (ao contrário do pedido pelo sérvio, ainda no final do primeiro), não chegou nem perto de ter a comoção do ocorrido na partida de terça. Incrível como se utiliza o famoso “dois pesos e duas medidas” para fatos similares a depender dos envolvidos.
É claro que é uma “estratégia” que sempre foi e é usada por alguns e “tecnicamente” não é “ilegal”, mas imoral.
Porém, é dificílimo saber se a contusão foi verdadeira ou não. Eu sempre prefiro acreditar que foi real, a não ser que seja um jogador tipo Neymar, que já cai quando venta diferente.
Comente aí.
https://www.google.com/amp/s/globoesporte.globo.com/tenis/noticia/2017/01/federer-vence-wawrinka-e-esta-na-final-do-aberto-da-australia.amp
Como esperado, nenhum comentário.
Federer contra Wawrinka no AO 2017
Aquela paralela do Alcaraz na direita do Djokovic estava incomodando bastante no primeiro set. Depois que o Comedor de Fígados se soltou, ficou complicado pro Tévez. Vitória justíssima.
Abs
Ben Shelton.