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Pela segunda vez consecutiva, Novak Djokovic não conseguiu impedir Carlos Alcaraz de se tornar o herdeiro da sagrada Quadra Central. Agora com dois títulos consecutivos em cima do heptacampeão, a quem impôs por larga margem neste domingo a segunda de suas parcas três derrotas em 10 finais de Wimbledon, o espanhol de apenas 21 anos é o mais jovem profissional a alcançar a façanha de ter em suas mãos os dois Slam europeus ao mesmo tempo, fato reservado a gênios da raquete.
A arrancada começou na quadra dura de Indian Wells, seguiu no saibro de Roland Garros e agora se concretiza na grama do All England Club, o que apenas ratifica sua extraordinária versatilidade. Pouco antes de ganhar o Masters 1000 californiano, havia sofrido assustadora torção de tornozelo no Rio Open, o que chegou a gerar temor de uma parada prolongada ou de queda na confiança.
Alcaraz está pronto para brigar com Jannik Sinner pelo número 1. Agora, a distância no ranking da temporada, aquele que soma pontos desde janeiro, caiu para 250 pontos e isso indica que os dois devem brigar pela liderança ao longo de todo o segundo semestre.
Na verdade, há até chance de Carlitos superar o italiano já em Montréal, dentro de um mês, onde Sinner defende o título e o espanhol parou nas quartas. Mas Alcaraz tem mais pontos a defender até o US Open (1.500 a 1.190), enquanto Jannik leva desvantagem larga na fase asiática e europeia de quadras cobertas (1.180 a 380). Promete ser eletrizante.
A campanha de Alcaraz para defender seu primeiro troféu de Slam – no US Open do ano passado parou na semi – foi exigente a partir da terceira rodada, quando se viu 2 sets a 1 atrás de Frances Tiafoe. Cedeu set também para o canhoto Ugo Humbert e reagiu dos primeiros sets perdidos frente a Tommy Paul e Daniil Medvedev. Quase sempre, cresceu na metade para a frente de seus jogos e fez sets finais muito consistentes.
A final deste domingo foi totalmente diferente, com soberania e placares mais elásticos do que nas duas primeiras rodadas, em que enfrentou os pouco conhecidos Mark Lajal e Aleksandar Vukic Isso foi a somatória de uma postura perfeita desde os primeiros games, em que ousou devolver mais perto da linha para obter o máximo de ofensividade enquanto fazia leitura impecável das opções táticas do adversário, com um início estranhamento tenso e errático de Djokovic.
Aquele primeiro game de 14 minutos teve importância capital. Alcaraz ganhou o sorteio e preferiu receber, escolha pouco usual para a grama mas que já indicava confiança no que estava decidido a fazer. E claro que a perda do serviço de forma tão precoce mexeu com o sérvio. Durante os 15 games seguintes, Alcaraz foi de longe o melhor tenista em quadra, mesmo com queda de produção do primeiro serviço, enquanto Nole permanecia fiel à ideia de jogar pontos curtos, fosse na base ou junto à rede, o que obviamente não funcionava.
Finalmente, no terceiro set, Djokovic deu lampejos de reação, ainda que continuasse a fazer escolhas e execuções ruins, como o voleio que poderia lhe dar o 2/0. Alcaraz fazia lances sensacionais, com enorme dedicação atlética, e o sérvio conseguiu evitar quatro break-points. Vibrou de forma animadora ao fazer 3/2 e 4/3 e se manter à frente do placar, porém sucumbiu a um game de magníficas devoluções do número 3 do ranking.
Saque com 5/4, 40-0. Aí bateu a ansiedade. Carlitos perdeu cinco pontos seguidos, a começar por dupla falta, sem que Nole fizesse muito mais do que jogar a bola do outro lado. A maturidade se provou mais uma vez. Nole sacou firme para 6/5, Alcaraz apagou tudo e levou ao tiebreak, onde então seguiu firme até o erro fatal de forehand – mais uma bola apressada – para concluir desta vez com firmeza e confiança no saque. O sérvio se comportou dignamente junto à rede para saudar seu algoz, mas a mim ficou a mesma impressão do US Open de 2021, frente Medvedev, em que a parte emocional o deixou na mão diante do grande feito que estava diante de si.
Depois de encher o sérvio de elogios, Alcaraz lembrou a pressão que viveu ao defender o título de Nova York no ano passado e que por isso mesmo fez uma preparação mental para Wimbledon. “Não me sentia maduro então”. Questionado quantos Slam acha que poderá ganhar, o espanhol disse que seu principal objetivo é terminar a carreira entre os grandes do tênis. Resposta adequada.
Djoko não deu desculpas. Admitiu decepção pela forma com que jogou, mas reconheceu que Alcaraz foi superior em todos os sentidos. “Nunca o vi sacar dessa maneira”. Diante da preparação diferenciada, entre treinos e recuperação física por causa do joelho, chegar à final foi resultado muito positivo, avaliou. “Hoje no entanto estava meio passo atrás dele”.
Veja a nova lista de feitos de Alcaraz
– Nono bicampeão do torneio, lista seleta que tem Laver, Newcombe, Borg, McEnroe, Becker, Sampras, Federer e Djokovic
– Alcança o quarto Slam e se junta a Vilas, Santana e Courier e supera Murray, Wawrinka, Ashe e Kuerten.
– Oitavo na história a ganhar todas suas quatro primeiras finais de Slam e segundo da Era Aberta, junto a Federer (que chegou a 7)
– Sexto profissional a ganhar Roland Garros e Wimbledon seguidamente, junto a Laver, Borg, Nadal, Federer e Djokovic, pela ordem
– Terceiro tenista com no máximo 21 anos a ganhar mais de um Wimbledon, junto a Borg e Becker
– Iguala Borg, Becker e Wilander como vencedor de quatro Slam com no máximo 21 anos e terá a chance de marcar recorde absoluto em Nova York e Melbourne.
– Dispara como tenista com maior premiação na temporada, na casa de US$ 8 milhões, e já tem US$ 35 mi na carreira, nono colocado e muito perto de superar Wawrinka.










Dalcim, essa vitória de Nadal em cima de Borg Jr, de certo modo, mostra que num duelo no saibro contra o Borg pai, o espanhol venceria?
O filho é umas 20 vezes mais fraco que o pai, Roberto. E ainda assim não daria para comparar as duas gerações, estão distantes por cerca de 25 anos.
Boa noite!
Se o Djokovic fosse brasileiro iam pedir uma CPI ou dizer que faz parte da máfia de apostas.
O cara jogou muito abaixo da média.
Não vou chover no molhado de elogiar o vencedor,o que mais me surpreendeu foi o derrotado não ter entrado em quadra.
Mil e umas teorias sobre os jogadores,estatísticas vazias sobre disputa que não teve,futurologia sobre o h2h …Ah,façam o favor, Djokovic não jogou,esse jogo não serve de parâmetro,foi o Brasil contra a França em 1998.
Abs
Jogou 15% de sua capacidade, mas claramente pela diferença de idade absurda de 16 anos e principalmente por ainda estar com limitações no joelho. Consegue bater a maioria dos jogadores, mas não Alcaraz e Sinner nessas condições.
Bom dia Paulo!
Concordo muito contigo,isso ficou evidente!
Jogo totalmente atípico!
Dalcim, como curiosidade, qual foi o palpite para o placar e tempo do vencedor do desafio do blog?
Está no post de hoje, André.
Só pra desmascarar aquele papo de homenagem do Nole. Se Alcaraz fosse “homenagear” o Djoko “tocando violíno” depois de ganhar… Me contem: Ia ser legal ou polémico? Provocação ou homenagem? É, pessoal, avisem o Ben Shelton… Abraço
Djokovic não estava fazendo referência ao seu adversário. Basta você observar isso.
A CHINA É MESMO A GRANDE força da economia mundial do século vinte e um. Agora mesmo mostrou supremacia mercadológica no ramo dos pneus, ao bater um suposto representante da macro economia, que andou declarando que podia superar qualquer economista do circuito. Zhizhen Zhang, ministro da economia da China, importou para o seu país um montante de 7/6( 8/6 ) e 6/0. Salve a economia chinesa!!
“Qualquer que seja o torneio e a superfície, ele será o favorito. Eu era o favorito no saibro, na grama era o Roger. Nas duras, era entre Roger e Novak e depois eu. Mas nenhum de nós era o favorito antes de cada torneio.”
Rafael Nadal sobre Carlos Alcaraz no l’equipe
Nadal é muito amargo kkk
Estou tão feliz e aliviado que ele nunca terminou com o maior número de slams.
Ele realmente acha que era o favorito de Djokovic nas hards?? Piada
Rafa venceu como esperado, mas parece q amanhã joga apenas duplas. Sinceramente vejo poucas chances dele frente ao magistral Norrie, pois este vem em plena atividade e ritmo de jogo, mas quem sabe???? De qualquer forma a partida será um termômetro p se ver em q condição ele está…
Espero que o magistral comentarista saiba que ele venceu LÉO BORG, ou seja , Multi-Campeão que enfrentou várias gerações. Abs !
Carlos Alcaraz – Todos os recordes da carreira [até agora ]:
1. Jogador mais jovem a vencer o Miami Open – 18 anos, 11 meses
2. Jogador mais jovem a vencer o Aberto de Madrid – 19 anos
3. Jogador mais jovem a se tornar o número 1 do mundo ATP – 19 anos e 4 meses
4. Mais jovem final de ano ATP nº 1 – 19 anos, 5 meses
5. Jogador mais jovem a ganhar títulos de Grand Slam de simples em três superfícies diferentes – 21 anos, 1 mês
6. Jogador mais jovem a completar o “Channel Slam” – 21 anos e 2 meses
Essa lista vai continuar crescendo…
VAR da roupa do Alcaraz no baile pós Wimbeldon:
Gola “pomba bêbada” ( notem que uma das asas está por cima da lapela e a outra por baixo) -2
Colarinho de palhaço (folgadíssimo) -1
Black tie sem colete ou cummerbund (a faixa na cintura típica do black tie) -2
Calça de cintua baixa (não se usa calça de cintura baixa com black tie) -1
Smoking “o defunto era menor” (note que ele mal fecha: se abre abaixo do botão e deixa aparecer a camisa) -1
Relógio esportivo com pulseira de borracha (o correto é usar relógio social, com pulseira de couro preto) -1
Sapatos não envernizados nem muito bem engraxados (o ideal é usar opera pumps ou, no mínimo, oxfords envernizados ou MUITO bem encerados) -1
Barra half break +1
SCORE -8/10
Ai sim, entendes do riscado e da etiqueta!
Kkkkk
Mais ou menos
Abraço
Divertido esse Var, Gustavo!
DE UMA TURMA CANTADA E DECANTADA em verso e prosa pós Federer/Djokovic/Nadal e pré Sinner/Alcaraz, apenas Dominic Thiem e principalmente Daniil Medvedev se aproximaram da expectativa criada, já que Alexander Meneghel, Grigor Sharapova e Stefanos Badosa ficaram comendo poeira pelo caminho. Tendo como olimpo o patamar 1000 e olhe lá, viram a tríade dourada passar o bastão não para eles, que seriam a bola da vez aos que são movidos à base de ejaculação precoce, mas para o ruivão italiano e para o Nadalzinho espanhol, enquanto o austríaco e o russo riam a valer do tal búlgaro, do amarelão tedesco e do grego sem cavalo de Tróia. Estes três molengas acabaram atropelados pelos dois garotos mal saídos das fraldas, porém, muito bons de bola. Minha ressalva é que Dominic só não foi mais além por conta do físico derrotado, e que Daniil está aí nas paradas, jogando o seu feijão com arroz e sabendo do seu lugar acima do nível 1000, sem cair na esparrela da audiência de repente o querer como o feitor ideal para Jannik e Carlos. No mais, segue menção honrosa a Nick Kyrgios, cujo comportamento sugere abstração ao circo armado, no caso, ele pertence à tal turma do meio, sem, no entanto, ter levado em conta a balela de que seria um dos substitutos naturais da santíssima trindade do tênis, se eximindo, então, do vexame por que passaram( e ainda passam ) Dimitrov, Zverev e Tsitsipas, ou seja, a versão piorada d’Os Três Patetas…
Não acham que o Djokovic corre sério risco de se tornar um freguezão de caderneta do Alcaraz, a longo prazo?
Além do arsenal do moço de 21 anos ser superior, a cobertura de quadra e a velocidade também já são.
Continuar no tênis como mero coadjuvante não parece ser uma coisa que Nole tolere. Melhor ele pendurar a raquete logo…
Olha que incrível, todo o circuito com exceção do Alcaraz e Sinner não são capazes de vencer o sérvio, isso mostra o tamanho e importância dele e que sim deve parar de jogar ao final deste ano.
O que é a longo prazo? Djoko tem no máximo mais 2 temporadas. Não vai dar tempo de virar um grande freguês.
Estava longe das melhores condições no domingo. Pra ganhar de Alcaraz e Sinner, ele precisa estar 100%, como quando atropelou os dois no último Finals.
Sim. Tirando o fato do domínio de Novak haver acabado, ele jogou super mal também.
A cirurgia recente e o caminho fácil até a final contra Alcaraz atrapalham um julgamento preciso.
Teremos de vê-lo atuar num momento muito melhor, é claro. E sei que o sérvio é capaz disso.
Só que duas temporadas (como vc prevê) é tempo mais que bastante para ter Carlos em rota de colisão.
É isso que eu questiono: não seria inteligente o sérvio parar por cima, do que arriscar se submeter a uma freguesia não pouco provável?
Porque Alcaraz nem no auge da carreira chegou ainda, mas a confiança e a evolução dele tendem só a aumentar.
Pode ser. Djoko disse que na entrevista que vai refletir sobre a partida.
Vamos ver o que acontece até o fim do ano e, se ocorrerem mais algumas derrotas feias para o espanhol e o italiano, talvez ele pense em fazer uma turnê de despedida já em 2025.
Nem em algumas batalhas épicas contra Nadal, e até Federer, Djokovic foi tão subjugado numa partida tão importante.
Será que estou errado?
Me corrijam.
Só convém relembrar que há um mês ele sofreu uma cirurgia de joelho.
Será que esse detalhe anula o meu primeiro parágrafo?
Já foi sim.
Quando por exemplo foi trucidado por Rafael Nadal em uma edição não muito distante de RG. E com direito a pneu…
Como foi a ” batalha” contra JANNIK SINNER no AOPEN 2024 , meu caro ? O Sérvio não teve um único break-point a seu favor. E isto numa Semi de SLAM. Onde está a memória caro Alexandre. É pior que perder por 3 x 0 , ou não ???. Abs!
Teve RG 2020, mas nesse Winbledon acho que o joelho foi um fator importante. Sem desprezar os méritos de Carlitos que está cada vez melhor, é claro.
Abs
Mas, em batalhas épicas, como o próprio termo sugere, não há subjugação, como a de domingo, que de épica, não teve nada.
E não acho que o joelho foi o fator.
Sinceramente achei o Djocovick muito abaixo do seu padrão habitual, em comparação com 2023 nem perto. Méritos do Alcaraz, mas é inegável que o servio jogou muito pouco.
Dalcim, tenho tido a impressão de que Alcaraz tem focado todo o circuito nos GS’s, não que ele esteja errado, até pq os último 5 ou 6 anos de Djokovic foram mais ou menos nessa pegada também, só jogar GS, praticamente, porém o que antes seria uma consequencia, agora é o moldador do circuito do jogador.
Por isso talvez o número de GS acaba sendo algo relativo, pq imagina se nas próximas 5 temporadas Sinner termina umas 4 como n1 mas Alcaraz ganhe o dobro de GS que ele, o GOAT vai ser só o número de GS? E a relevância no circuito, não conta?
Por exemplo, entre 2004 e 2007, Federer ganhou aquele tanto de GS de uma forma natural, não colocando o calendário todo voltado aos GS, Nadal ganhou tanto RG não pq focou em RG, mas pq atropelava no saibro, junto com RG ganha mais uns 3 ou 4 títulos no saibro.
Nando, o circuito está à disposição do jogador, então, dizer que quem só foca em GS e ganha, o número desses é relativo, é irreal.
Passa a ser relevante um cara ter muitos GS e um percentual de aproveitamento também muito alto. Isso sim é relevante.
Um pouco triste saber que após uma final de WB, com uma grande performance de Alcaraz, joelho do Djoko e um monte de coisa para comentar, o post mais comentado foi o de uma infeliz crítica ao Dalcim (que até onde eu sei sempre admirou mais Federer) sobre sua imparcialidade.
Aliás, comentário feito aparentemente por alguém muito parcial.
Abs
Dalcim, tem também o bicampeão de Wimbledon, Stefan Edberg
O Edberg não ganhou em anos consecutivos, Carlos, mas 1988 e 1990.
Ninguém me tira da cabeça que o sérvio recordista de Slams jogou Wimbledon a poder de muito analgésico. E o objetivo dele não era só de participar.
Ele queria levar o troféu do Slam britânico e logo na sequência a medalha de ouro nas Olimpíadas.
Dito isto, arrisca-se a ficar sem nenhum dos dois: passado o efeito dos remédios (não dá pra tomar analgésico o resto da vida), ele vai poder sentir qual é a sua real situação. E que levante as mãos pro céu por não ter escorregado naquela grama.
De modo que no meu ponto de vista, o + prudente e racional seria não participar de Wimbledon . Por que? Porque já é recordista absoluto de Slams e igualaria, mas não passaria Federer na grama.
Mas há que se reconhecer que não é só a ele que falta bom senso. Nadal também é mestre em matéria de arriscar a saúde.
Analgésicos com certeza tomou, e é uma temeridade jogar sem saber bem a real dor. Mas uma artroscopia (sou leigo e li um pouco a respeito) parece ser uma operação simples, pouco invasiva.
Então o sérvio arriscou suas fichas porque os jovens estão progredindo a largos passos e ele deve ter pensado muito nisso antes de entrar em quadra. Acho que faria o mesmo.
Abs
Dalcim, vou deixar a pergunta bomba deixada no final do podcast do Roddick analisando o jogo. Quem terá mais slams no fim da carreira: Alcaraz ou Swiatek? Se o primeiro já é mais versátil, a polonesa tem mais vantagem técnica e mental sobre as concorrentes de momento.
Vou deixar para o pessoal palpitar, Júlio. Mas acho que os dois chegam a 15.
Poxa, ficou em cima do muro, Dalcim! Não dá para ser empate. Eu até Wimbledon achava que seria a Iga, acho que o Alcaraz se posicionou muito bem em termos mentais (capacidade técnica os dois tem de sobra). Quantos ninguém sabe, mas chutaria em um a mais para o Alcaraz hoje. Claro que estamos em um campo de pura palpitologia, mas algumas questões são interessantes. A Iga vence com muito mais facilidade jogadoras do top10, sem falar na surra das que estão atrás. Mas por outro lado, jogos de melhor de 3, como no feminino são muito mais fáceis de surpreenderem um favorito em um dia ruim. Mas pensemos também que a Iga realmente é dominante no saibro e só agora penso que Alcaraz começa a ter uma vantagem realmente efetiva na grama (mas não no saibro e muito menos da quadra dura).
Dalcim, primeiro quero parabenizar sua equipe (você incluso, obviamente) pela ótima cobertura do torneio.
Dito isso, mesmo que de forma tardia, preciso mencionar minha alegria ao assistir o jogo de Djoko contra Musetti. Que felicidade ver novamente um jogador de back de uma mão na semi de wimbledon. Com todo o respeito a eficiência e ao pragmatismo do Back com as duas mãos, mas o revés com uma apenas uma mão é bonito demais!
Em minha humilde opinião, ele poderia ter apostado em bolas altas para desacelerar, algo que ele já fez contra jogadores que estavam com bolas rápidas e acertivas… jogar mais bolas fundas no meio para tirar ângulo do Carlitos, outro ponto crucial é que o 1° Serviço não entrou, faz muita diferença. Dalcim você não percebeu o Djokovic não se entregando totalmente para o jogo ? O que quero dizer é que em algumas bolas que ele tentaria, ele desistia, mesmo tendo margem, não sei se a motivação dele estava abalada ou mesmo se ele não estava em plenas condições físicas.
Dalcim, Nadal tbm é Bi, rs
Não em anos consecutivos, William.