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Com tênis maduro, Fonseca vai escrevendo sua história


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A segunda grande barreira foi superada por João Fonseca neste Roland Garros e a chave de tamanho sucesso é uma só: maturidade. Se diante de Novak Djokovic ele precisou de resiliência, força física e ataque constante, frente a Casper Ruud ele soube misturar com maestria a parte tática, usando bolas altas, curtinhas, voleios e brilhante sistema defensivo, que fizeram ruir pouco a pouco a tradicional muralha que o norueguês, o homem que mais ganhou sobre o saibro nos últimos seis anos, sabe tão bem construir.

A maior parte do tempo, Fonseca se plantou lá longe da linha de base para a devolução e não titubeou em jogar a bola para cima, ao melhor estilo Rafael Nadal, para assegurar a entrada no ponto. Muito mais do que isso, a estratégia dificultou a vida de Ruud, que não tem grande poder de definição e muitas vezes simplesmente recolocou a bola o mais profundo que podia.

O mesmo aconteceu na variação inteligente do serviço. Viu-se momentos cruciais em que o brasileiro usou muito mais efeito do que força no primeiro saque, geralmente no backhand do adversário, o que resultava em devoluções mais curtas e quadra aberta para o ataque ou um voleio bem feito. Fez apenas dois aces, mas evitou sete de nove break-points.

Apesar de toda a aplicação tática e de enorme disposição física, cobrindo a quadra e correndo atrás até de bolas impossíveis, Fonseca suou muito diante do duas vezes finalista de Roland Garros. Porque Ruud é saibrista de mão cheia. Soube trabalhar com o saque e encher os golpes de spin, usando contragolpes em diferentes direções.

Depois de perder o set inicial, o 16º do mundo entendeu que precisava ser mais proativo e obteve sucesso, terminando a partida com mesmo número de winners (51) e de erros (52) do que o carioca. Caso tivesse mantido a vantagem de 5-2 no tiebreak do segundo set, a história da partida poderia ter sido ainda mais difícil para Fonseca, mas coragem tem sido um diferencial do jovem brasileiro, que ousou saque-voleio na hora mais tensa do desempate.

Depois, João poderia ter simplificado se aproveitasse a chance precoce de quebra no terceiro set. Méritos para o norueguês. E aí veio nova demonstração da força mental de Fonseca, porque ele começou o quarto set sem baixar a cabeça e rapidamente sobrou em quadra, com direito a show particular de garra e vasto repertório.

Agora vem um oponente completamente oposto. O tcheco Jakub Mensik saca muito, espanca a bola dos dois lados, só quer saber de dominar primeiro cada ponto e se mexe muito bem para seus 1,96m. Depois de quase perder para Mariano Navone na segunda rodada, numa maratona interminável, ainda teve energia para virar contra Alex de Minaur e neste domingo encarou jogo duro de cinco sets contra Andrey Rublev. Ex-12 do ranking, também faz inéditas quartas de Slam, mesmo estando longe de ser um amante da terra batida.

Façanhas crescentes

Fonseca vai colocando seu nome no livro de história do tênis brasileiro. Torna-se apenas o 10º jogador nacional a atingir as quartas de um Slam e o oitavo em Roland Garros, onde aparece entre os cinco profissionais: Thomaz Koch, Fernando Meligeni, Guga Kuerten e Bia Haddad. É o primeiro em Paris desde Guga Kuerten, em 2004. Aos 19 anos e sete meses, vira o segundo brasileiro mais jovem nas quartas de um Slam e o de menor idade em Paris.

Mas há também façanhas internacionais, destacadas pela ATP e ITF. É o sexto adolescente a ganhar duas partidas sobre top 20 desde 2000, o segundo mais jovem nas quartas de um Slam e o de menor idade em Paris. De quebra, se junta a Roger Federer (2001), Rafa Nadal (2005), Novak Djokovic (2006), Ernests Gulbis (2008), Jannik Sinner (2020), Carlos Alcaraz (2022) e Holger Rune (2022) como únicos adolescentes a ir tão longe num Slam neste século, feito também alcançado por Rafael Jodar neste domingo, e está ao lado de Nick Kyrgios, Rublev, Jannik Sinner, Rune e Alcaraz como adolescentes a derrotar dois top 20 num Slam.

A vitória faz Fonseca subir provisoriamente ao 25º lugar do ranking, com possível chegada inédita ao número 20 em caso de semifinal, desde é claro que Jodar e Frances Tiafoe não façam o mesmo.

Resumão

– Jodar deve ter dado um susto em Toni Nadal quando perdeu os dois primeiros sets para o veterano Pablo Carreño, mas aos poucos conseguiu controlar melhor o jogo no fundo de quadra e é o terceiro tenista com menos de 21 anos nas quartas de Paris.
– Vai enfrentar o agora favorito Alexander Zverev, que só teve um set complicado diante de Jesper de Jong e depois foi firme. É sua oitava presença nas quartas do torneio e a sexta consecutiva.
– Marta Kostyuk aproveitou o game pavoroso de final de primeiro set de Iga Swiatek para derrubar a tetracampeã e também garantir ao torneio feminino uma nova estrela em Roland Garros. No segundo set, deu ‘pneu’ moral.
– Fará duelo todo ucraniano contra Elina Svitolina, que perdeu o primeiro set e aos poucos dominou Belinda Bencic. Agora, é quebrar o tabu de nunca ter passado dessa fase em Paris.
– Mirra Andreeva fez ótima partida contra Jil Teichmann e terá um duelo de gerações pela frente contra Sorana Cirstea e seu ótimo momento. Aos 36 anos, ela atingiu quartas lá em 2009, tendo agora a maior distância entre duas presenças na história.
– Este será o primeiro Roland Garros com dois campeões inéditos ao mesmo tempo desde Djokovic e Garbiñe Muguruza, em 2016.

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Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 dia atrás

JF está surpreendendo a todos, em especial pelo físico. O FH matador sempre foi sua característica, mas vinha apagado antes de RG. Como o Dalcim citou, Zverev é no momento o principal favorito, pois os jogadores frente aos quais ele sempre foi Zé Verev estão fora do evento. O detalhe é sempre pode aparecer um novo adversário que o transforme em Zé Verev…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 dia atrás
Responder para  Luiz Fernando

Surpreendendo a todos quem, criatura ??? Só se está se referindo a grande maioria do Site . Os mesmos que esqueceram a lesão de JF . Recuperou o ritmo e retornou ao seu vasto arsenal. Não atingiu TOP 24 em Nov/2025 atoa. Abs !

Rafael Azevedo
Rafael Azevedo
1 dia atrás

Tão deixando a gente sonhar…

evaldo moreira
evaldo moreira
1 dia atrás
Responder para  Rafael Azevedo

Pois sonhe prezado…

Ronildo
Ronildo
1 dia atrás

Ainda bem que o endiabrado Jodar vai jogar contra o Zverev, que tem tênis para liquidá-lo. Para mim o Jodar está ganhando tanto porque não sentiu nenhuma pressão ainda. Só que agora vai pegar alguém que pode vencer a maioria de uma partida contra Sinner e Alcaraz, menos o ponto final. Agora quero ver como Jodar vai se virar!

evaldo moreira
evaldo moreira
1 dia atrás
Responder para  Ronildo

Falou muito, mas muito pouco, prezado Ronildo…kkkkkkk

Você não viu a partida dele contra o Carreno Busta ?

0x2 abaixo, uma pressão danada, e olhe que o Carreno estava jogando bem, mesmo lesionado no ombro..

Zverev tem tenis para liquidá-lo?É isso mesmo que vc escreveu ?
Respeito a tua opnião, mas as partidas que vi Jodar jogar, foi impressionante, e nem pareceque o garoto tenha sentido a pressão…

Está jogando solto e leve na chave Ronildo, e não é só eu que digo isso não…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 dia atrás
Responder para  Ronildo

Perfeito, caro Ronildo. A dura parida de Jodar com Carreno Busta ( se lesionou) , mostra que jovem Espanhol terá sérios problemas com Zverev. Também acredito que Sasha no momento ainda consegue frear a estrela Next Gen. A conferir. Abs !

Andre Borges
Andre Borges
1 dia atrás

Dalcim, vc preferia pegar o Zverev ou o Jodar na semi se passar do Mensik? Prefiro Zverev

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 dia atrás

A média de estatura do Top 10 hoje é de 1,92m. Nas décadas de 70 e 80, era considerado alto o tenista com + de 1,80m.
Um exemplo é o americano Harold Solomon. Vice de Roland Garros em 1976, chegou ao Top 5 em 1980.
Mais recentemente, o último “baixinho” a conseguir se classificar pro Finals foi o Diego Swartzman… que considero uma proeza.
E no Top 100 atual, que eu me lembre, o único com 1,70m é o Sebastian Baez.
Obviamente que quanto + alto, + facilidade pra sacar. Daí que até hoje não entendo como que a Bia não tem um saque tão contundente.

Ronildo
Ronildo
1 dia atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Fala Maurício. Acho que ela tinha um saque contundente antes da cirurgia no ombro.

Paulo A.
Paulo A.
1 dia atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Ela tem cirurgias no ombro e na coluna, esqueceste?

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 dia atrás
Responder para  Paulo A.

Eu sabia da coluna. Do ombro fiquei sabendo agora. Obrigado.

SANDRA
SANDRA
1 dia atrás

Dalcim com excecao do Zverev quem ficou menos tempo em quadra , em resumo , desses tenistas todos que ficaram muito tempo o Fonseca ficou em que lugar

Ricardo
Ricardo
1 dia atrás

“segundo brasileiro mais jovem” . Me despertou a curiosidade. Quem foi o primeiro?

Refaelov
Refaelov
1 dia atrás
Responder para  Ricardo

Thomaz Koch no USOpen com 18 anos

Ricardo
Ricardo
1 dia atrás
Responder para  Refaelov

valeu

Zan
Zan
1 dia atrás

Dalcim, gostaria de fazer um paralelo entre Joao e a polonesa Iga. Semanas atrás, Toni Nadal afirmou que, desde que João não se aperfeiçoasse (algo assim), não via nele nada excepcional para ser um top (um n°1, entendi), e achava seu conterrâneo Jodar, melhor. E realmente, Joao nao vinha muito bem na gira de saibro, mas algo mudou a chave depois da vitória sobre Novak. Seria isso mesmo? O jogo estava ali mas o desencanto se deu após perceber que podia jogar no altissimo nivel? Até a esquerda e os erros nao forçados parece que melhoraram. Quanto a Iga, algo parece ter ocorrido. Ela era dominante, em especial no saibro, mas depois de perder a liderança, parece duvidar de si mesma nalguns momentos… ela mesmo ja disse que via Alcaraz mudar o saque a cada 2 semanas e ela sofria com mudanças no seu jogo… seria tentativa de se adaptar frustrada? (Algo como a Bia mas numa escala menor?) Enfim, se Joao alcançar os feitos de Iga no masculino, ja estaria muito bom mesmo. Iga foi muito precoce… ainda tem 25 anos e muita lenha pra queimar, se quiser… eu gostava da Iga pré n°1… com mais uso de repertório, mas parece que não e esse retorno que ela esta tentando fazer.. Vê algo parecido quanto aos 2? Grande abraço

Valdemar Lopes
Valdemar Lopes
1 dia atrás

Me desculpa dalcim mais não dá pra vc fazer seu POST e não fala do absurdo da bola fora que prejudicou demais a vida do Casper inadmissível isso não considero essa vitória do JF digna! O Casper Rud foi muito mais muito! Prejudicado pelo erro da arbitragem, inacreditável que um Grans lam do tamanho de rolan Garros ainda não tenha ponto eletrônico, muito feio fica parecendo que estão puxando brasa pro lado do brasileiro, ou tão né vai saber??

Marco Aurelio
Marco Aurelio
1 dia atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Acho que desta vez a Mauresmo vai ter que abrir a bolsinha Prada e gastar uns trocados com o ponto eletrônico para RG 2027…

Jonas
Jonas
1 dia atrás
Responder para  Valdemar Lopes

Só dá pra concordar contigo na parte do desafio eletrônico, de resto…

Marco Aurelio
Marco Aurelio
1 dia atrás
Responder para  Jonas

Verdade.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 dia atrás
Responder para  Valdemar Lopes

Se você não estava lá dentro da quadra, não tem a mínima condição de afirmar isto. A juíza tá lá pra que? Impressão que dá é que você quer ser + real do que o rei.
E mesmo que o Ruud tivesse empatado em 1 a 1 em ‘sets’, o João tem muito mais arsenal do que o norueguês, que leva vantagem mais é na experiência.

Marco Aurelio
Marco Aurelio
1 dia atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Perfeito, Maurício.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 dia atrás
Responder para  Valdemar Lopes

P.S.: Valdemar, com todo respeito que lhe devo e falando sério, sugiro que envie este seu protesto diretamente à diretora do Torneio, Amelie Mauresmo. Que aqui, o que podemos fazer, é só lamentar a falta do ponto eletrônico. Boa noite.

Valdemar Lopes
Valdemar Lopes
22 horas atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Então meu querido também com todo respeito que lhe devo te digo que a hipocrisia é um dom mesmo né?? Pois além de vc ter Cido totalmente sarcástico nesse seu comentário aqui, também está achando que sou burro né?? Pois lamento em desapontalo meu gafanhoto eu sou muito! Mais muito inteligente bem mais do que você isso eu garanto, tu acha que eu não sei que além de vc o blog todo praticamente vai concordar que a bola saiu pois são praticamente todos torcedores ou na verdade puxa saco do garoto pra poder se alegrar com alguma coisa só que eu não torço pro JF e não vou torcer por ele em nenhum momento e não é nada pessoal apenas não gosto da personalidade dele, e não sou tupiniquim carente igual a maioria, e sobre o erro do ponto a organização vai fazer de tudo pra não ter que admitir o erro contra o Rud isso é óbvio meu querido então não adianta querer me fazer psicologia reversa que nisso eu sou profissional! Abraço.

Leandro Domingues
Leandro Domingues
1 dia atrás

Bom dia, Dalcim! Tudo bem?

Qual percentual de favoritismo vc distribuiria para os dois no jogo de amanhã do Fonseca?

Obrigado. Abs.

Charles Jr
Charles Jr
1 dia atrás

Jogo fantástico de ambos os jogadores. Prevaleceu o mais resiliente.

Última edição 1 dia atrás by Charles Jr
Andre Eduardo
Andre Eduardo
1 dia atrás

Um aspecto que considero de extrema importância nessa sequência absurda do JF é que ele foi testado em duas realidades distintas. Saindo dois sets atrás contra Nole e, no jogo de ontem, perdendo o terceiro após vencer os dois primeiros.

Veronica
Veronica
1 dia atrás

Posso estar errado mas a sensação é a que estou revivendo 1997. Vamos João.

Pedro
Pedro
2 dias atrás

Mestre, você assistiu a partida do Mensik? Ele tem demonstrado sinal de desgaste? Acho incrível que ele continue vencendo depois de ter saído de quadra carregado. O jogo deles será noturno, qual você acha que deve ser a estratégia do João? Senti ele cansado contra o Ruud também, penso que talvez ele tente encurtar os pontos o que também é bom pro mensik.

AKC
AKC
2 dias atrás

Agora contra Mensik, que Fonseca tem retrospecto favorável e conhece bem desde o juvenil, a questão é manter-se com iniciativa frente a um adversário agressivo. Em alguns jogos, quando Fonseca viu-se na defensiva, ficou meio sem saber o que fazer. Mas o próprio Fonseca já é outro jogador, certamente vai lidar melhor com essas situações. Jogo duríssimo que será ganho na resiliência e na coragem. Pra mim, o campeão está nesse lado da chave. Dou leve favoritismo ao brasileiro.

FugiL
FugiL
2 dias atrás

Dalcim, até onde sei, Jakub Mensik vem sofrendo com problemas físicos mais complicados que nosso João desde seu grande título em Miami ano passado.. Tem alguma coisa que João possa fazer para explorar isso?

Rogério Borghi Torrentes
Rogério Borghi Torrentes
2 dias atrás

Dalcim, bom dia!

O João Fonseca “subiu” e muito a sua movimentação lateral (e) em direção a rede, assim que eu tenho observado.

Qual a sua opinião, e relacionado algum ponto a sua forma de atuar, que o João pode melhorar.

Grato pela atenção.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
2 dias atrás

Uma pergunta, Dalcim:

se o João ganhar RG e somar 2000 pontos, ele irá mais ou menos para qual colocação do ranking ATP?

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 dia atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Ok, obrigado

André Aguiar
André Aguiar
2 dias atrás

“Aplicação tática e enorme disposição física, cobrindo a quadra e correndo atrás até de bolas impossíveis”.
Dalcim, penso que essa sua frase traduz a chave da vitória do Fonseca sobre o Ruud.

Sobre o que vem pela frente, o favoritismo do Zverev é ainda maior quando comparamos o seu tempo de quadra até aqui com os dos seus concorrentes à vaga na final.
Zverev: 9h17
Jodar: 12h53
Mensik: 13h18
Fonseca: 14h29

Poderá a juventude superar o desgaste físico e mental decorrentes das intensas e extensas batalhas?

Jonas
Jonas
2 dias atrás
Responder para  André Aguiar

Vai ser curioso o Zverev lidando com essa pressão de vencer o primeiro Slam, lembro que ele se tremeu todo contra o Thiem no US Open 2020.

E a chave dele indica desafios: Jodar, Fonseca/Mensik e, caso venha um Aliassime na final, não duvido nada o alemão perder esse título, mas favorito ele é sim.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 dia atrás
Responder para  Jonas

Se converte o Match-point contra Thiem , a conversa seria outra . Alemão nos 2 ATP Finals, e 7 Másters 1000 que levou ( dois em Roma ) , somente cedeu um Set. Ouro Olímpico, virada para cima de ” goat ” . Está maduro na Turma em RG , pois levou Carlos Alcaraz a 5 Sets , na final de 2024 . Vencendo somente um , derruba qualquer teoria. Mas tem Tenistas na sua chave, que podem perfeitamente bate -lo, caríssimo Mestre Jonas . Abs !

Jonas
Jonas
1 dia atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não seria mesmo, o Thiem também estava bem nervoso, foi uma final feia e isso é consenso.

O Zverev pipocou duas vezes pro Alcaraz: Roland Garros 2024 e Australian Open 2026 (essa pior ainda).

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 dia atrás
Responder para  Jonas

Por essa teoria absurda , Djokovic pipocou nas três finais que perdeu de SLAM e Sinner nas duas para Carlitos . A mania de diminuir os méritos do vencedor, no caso , Carlos Alcaraz. Tática costumaz da Kombi para enaltecer sempre ” goat ” . Diminuem os 5 Ex – N 1 do Ranking na Época de Federer , mesmo sem jamais tendo visto eles jogarem. Zverev bateu ” goat ” em Final de Roma e Finals, em Sets diretos. Alemão deveria ser mais respeitado. Três finais de Slam não é para qualquer um …Abs !

Jonas
Jonas
1 dia atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não acho, cada jogo é um jogo. Se eu for pela sua lógica o Federer pipocou nas 3 finais de Wimbledon.

O caso do Zverev é bem específico, ele conseguiu perder o jogo para um cara com cãibras, segurou o braço e fez escolhas horríveis.

Embora seja excelente jogador, não é chamado de Zé Verev atoa, abs.

Pedro
Pedro
1 dia atrás
Responder para  Jonas

Esse final contra o Thiem eu nunca vou esquecer. Eu tava torcendo muito pro Thiem e o Zverev não deu chance, abriu 2 a 0 e ja quebrou no inicio do terceiro set. Dai ele pipocou feio. Ainda sim, ele consegui a quebra no 5 set e sacou pro titulo, dai tremeu todo de novo e perdeu num tiebrak que o Thiem mal conseguia andar na quadra, fazendo 2 duplas faltas e dando o famoso saque a 60 mph, kkkkkkkk

Jonas
Jonas
1 dia atrás
Responder para  Pedro

Pois é, ele é muito pipoqueiro mesmo porém tecnicamente acho excelente jogador. Acho até que ele tem medo do Sinner, bizarro.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 dia atrás
Responder para  Jonas

Murray e Lendl perderam as 4 primeiras Finais de Slam. Será que estas feras também eram pipoqueiros ?. Tenis é analisado pela maioria apenas pelos resultados de momento . Zverev tem vasto arsenal e pode quebrar jejum quando menos se espera. Tem sujeito que não gosta do Tenista pelo lado pessoal. Tem figura que não gosta do cara por ter vencido duas vezes em Roma ou porque brigava com as namoradas. Autênticos sem noção. Abs !

Jonas
Jonas
1 dia atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

É muito simples, Federer e Djokovic são mais jogadores que o Murray, logo ele perdeu boa parte das finais de peso que fez contra os citados.

Chega a ser piada comparar o mental do Murray com o do Zverev. O Murray faz parte da geração mais forte da história e por isso não venceu mais de 5 Slams.

Claro que o Zverev tem condições de reverter isso, porém até aqui ele tremeu em momentos cruciais: seja na final contra o Thiem ou no Australian Open contra um cara que nem se mexia direito, seja na final contra o Sinner em Madrid, uma postura lamentável de um jogador com medo…

Exemplos não faltam e é triste até, um jogador tão bem capacitado tecnicamente fazer um papelão desses. Tomara que vença um Slam logo e tenha noção de que pode fazer mais no circuito.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 dia atrás
Responder para  Jonas

Quem está comparando, criatura ? Murray perdeu 4 e Zverev 3 . Thiem, Alcaraz e Sinner foram os oponentes. Se já acompanhavas na Época , Sir Andy levou o mesmo adjetivo de ” amarelão” . Piada é tua dificuldade de acompanhar qualquer raciocínio. Nada impede que Zverev faça como Escocês e leve ao menos um . Foi o que Medvedev acabou conseguindo. Sasha tem Títulos bem mais importantes que Russo. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
19 horas atrás
Responder para  Jonas

Pois é, Murray venceu “apenas” 3, assim como Guga e cada um, no seu piso favorito.
Agora, dizer que grandes nomes perderam suas primeiras finais e depois acostumaram-se a ganhar, só por conta disso, é até engraçado.
Djokovic perdeu a primeira final em 2007 para o todo poderoso Mr. Federer dando o maior calor e não chegou perto de fechar o jogo.
Toda a discussão é em torno do quanto Zverev não capitalizou todas as oportunidades que teve. Esse é o ponto.

SANDRO
SANDRO
2 dias atrás
Responder para  André Aguiar

Só pra resumir, Ex-Verev amarela nesta reta final e tem o costume de “morrer na praia” quando se trata de Grand Slams… Dito isto, duvido que Ex-Verev passe pelo Jodar…

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
2 dias atrás

Na competição entre a geração 1990/1999 e a geração 2000/2009, a geração 2000/2009 ganhou a maioria dos jogos. Zverev (1997) ganhou do De Jong (2000); Jódar (2006) ganhou do Carreno-Busta (1991), Mensik (2005) ganhou do Rublev (1997) e o Fonseca (2006) ganhou do Ruud (1998). Nesta segunda-feira, três dos quatro jogos também serão entre representantes da década 1990/1999 contra nascidos na década 2000/2009. Apenas o jogo entre Cobolli e Svajda será entre dois oponentes nascidos no ano de 2002. Vamos ver se os da década 1990/1999 darão o troco ou se os da década 2000/2009 prevalecerão.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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