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Paris (França) – O mineiro Marcelo Melo e o argentino Andres Molteni pararam na estreia em Roland Garros diante do norte-americano Christian Harrison e o britânico Neal Skupski, cabeças de chave 4, com parciais de 6/3 e 6/1 em 1h04min
Foi o terceiro torneio de Melo e Molteni juntos. Antes, estiveram no ATP 250 de Genebra, na Suíça, e no challenger de Valência, na Espanha, também sem avançar. Agora, a partir do dia 8 de junho, o mineiro inicia a temporada de grama, no ATP 250 de Stuttgart, na Alemanha, em parceria com o italiano Flavio Cobolli.
“Hoje foi um dia duro para nós aqui. A gente vinha treinando muito bem. Fizemos vários jogos bons, sets bons durante os treinos. Foram oito dias de preparação. Jogamos bem, só que eles realmente estavam inspirados”, disse Melo, após a partida.
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“Até depois falaram que fizeram o melhor jogo desde o Australian Open, em que foram campeões este ano. Aproveitaram todas as oportunidades, jogaram muito bem mesmo. Não deram chance nenhuma para nós, praticamente durante todo o jogo”, acrescentou o ex-número 1 de duplas, que aparece atualmente no 43º lugar do ranking.
“Infelizmente, não conseguimos avançar, apesar de uma bela preparação. Um jogo meio esquisito, em que fomos bem, mas eles aniquilaram nossas armas de uma maneira muito eficiente. Não é à toa que ganharam o Australian Open e vêm de muita confiança. Agora é seguir, de cabeça fria”, completou.
No primeiro set, Melo e Molteni tiveram chance de break logo no game inicial. Mas, os adversários salvaram e, na sequência, quebraram para abrir 2/0. Depois, salvaram mais dois break points no sétimo game, mantiveram a vantagem e marcaram 6/3. No segundo set, o norte-americano e o britânico conseguiram a quebra no primeiro game e, com mais dois breaks, fecharam em 6/1.
Melo esteve no torneio na capital francesa pela 21ª vez em sua carreira, seu 74º Grand Slam. A primeira disputa em Paris foi ainda no Júnior, em 2001. Depois, vieram 19 participações consecutivas no Grand Slam, de 2007 a 2025, jogando Roland Garros desde a sua temporada de estreia no circuito. O mineiro foi campeão em 2015, conquistando o seu primeiro Grand Slam, ao lado do croata Ivan Dodig, ano em que assumiu a liderança do ranking mundial de duplas. Melo e Dodig derrotaram os irmãos Bryan, Bob e Mike, parceria número 1 do mundo.










Fase terrível do Girafa
credo. afundando até o Molteni. tadinho do Cobolli. são o que… umas 7 derrotas seguidas já?
Deus criou o mundo em sete dias.
No oitavo, olhando para a obra pronta, chamou um anjo e perguntou:
— Já criamos as florestas, os oceanos, as montanhas, os desertos, os animais e as estrelas. Está faltando alguma coisa?
O anjo consultou os registros celestiais e respondeu:
— Sim, Senhor. Falta criar pessoas para falar mal do Marcelo Melo.
— Mas por quê?
— Porque, se ninguém reclamar dele, o equilíbrio do universo será quebrado.
Então Deus criou essas pessoas.
Hoje Deus observou a Terra e comentou com o anjo:
— Vejo que a missão está sendo cumprida.
— Sim, Senhor.
— E como anda o trabalho de falar mal do duplista?
— Evoluiu bastante.
— Como assim?
— Uma de suas criações não fala mal apenas do Marcelo Melo. Ampliou o portfólio. Fala mal de todos os tenistas brasileiros (“fiesta”).
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Parabéns pela dedicação. Manter essa sequência longa de repetições exige preparo.