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Paris (França) – Após a derrota na segunda rodada de Roland Garros, Elena Rybakina não escondeu a frustração com seu próprio nível de tênis na partida desta quarta-feira contra a ucraniana Yuliia Starodubtseva. Reconhecida por seu jogo agressivo e de muita potência nos golpes, a cazaque diz que não conseguiu encontrar o tempo de bola ideal nas condições mais rápidas de quadra em um dia de forte calor.
“Estava treinando bem antes de Roland Garros e me sentindo bem em quadra, mas hoje eu tive uma atuação muito ruim, com muitos erros não-forçados. Não me senti tão bem, estava tentando encontrar um caminho, mas infelizmente não funcionou”, disse Rybakina após a derrota por 3/6, 6/1 e 7/6 (10-4) em 2h28 de partida.
A número 2 do mundo reforçou que a atuação abaixo das expectativas não se deu por uma queda de rendimento físico, mas sim pela dificuldade que teve para adaptar seu estilo de jogo às condições de quadra. “Não é exatamente pelo físico, mas por quanto o clima afeta a bola nessas condições”.
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“Eu não consegui encontrar o tempo ideal de bola. Nos treinos não estava tão ruim, mas quando está mais quente, o quique da bola fica mais alto, ela também anda muito mais. É muito difícil de controlar, especialmente para quem tenta jogar rápido e sendo agressiva”, acrescentou a cazaque, que poderia até chegar ao topo do ranking depois de Roland Garros em caso de título, ou até mesmo com uma semifinal, dependendo dos resultados de Aryna Sabalenka.
“Se você não colocar muito spin ou não tiver uma mão muito rápida, bola voa para qualquer lugar. e nessas condições você tem que ser paciente, usar o quanto de spin puder. Mas da minha parte, foram muitos erros não-forçados”, complementou a jogadora de 26 anos e atual campeã do Australian Open.
A temporada de saibro para Rybakina começou com título nas quadras cobertas de Stuttgart. Mas depois, ela foi eliminada ainda nas oitavas de Madri e nas quartas em Roma. “É claro que ganhar Stuttgart foi bom, mas a gente sabe que as condições são muito especificas, é um torneio indoor”, ressaltou.
A tenista também foi perguntada sobre a ausência do técnico, Stefano Vukov, de seu box nos últimos games da partida. Ela negou que tenha tido qualquer desentendimento com o treinador e explicou que Vukov se retirou do estádio por razões de saúde. “Sabia que iriam me perguntar sobre isso… Ele saiu porque não estava se sentindo bem nos últimos dias. Ele me contou: ‘Vou sair, tentei ficar, mas não estou me sentindo bem’. Não foi uma surpresa, já havíamos falado sobre isso”.










Caminho aberto para o Goat Saba.
Que pena, mas é o tenis, se não ganhar, perde! Saibro não é lá a praia dela, mas podia ter avançado um pouco mais, Wimbledon a espera!
Segue tudo normal na Wta as ucranianas batendo nas russas…
O amado saiu e ela perdeu, que coincidência né?
Verdade, não suportou ver o trelelê dela saindo da quadra e desabou.
Que fase do tênis feminino da Ucrânia!! Elina, Marta, Yulia…
a zebra anda solta, Rybakina, Paolini,,,