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Madri (Espanha) – Rafael Nadal aproveitou a turnê de lançamento da docussérie sobre sua vida para analisar o atual momento do circuito masculino. O multicampeão e ex-número 1 do mundo destacou como Jannik Sinner e Carlos Alcaraz exercem um domínio quase absoluto neste momento, mas espera que a nova geração possa desafiar os atuais líderes.
O espanhol acredita que é normal que dois tenistas estejam conquistando os principais torneios e teceu uma comparação com outros cenários. “Não gosto de dizer que há menos competitividade do que antes, já que cada época é diferente”, afirmou.
“Agora existem dois jogadores muito superiores em relação aos demais. Isso diminuiu um pouco o valor da competitividade, mas é o momento que eles vivem. Confio que vão surgir jovens com nível para enfrentá-los”, prosseguiu o campeão de 22 Grand Slam.
Nadal disse que espera ver em breve novos nomes ascendendo para manter a relevância do esporte. “No tênis é bom que existam campeões consolidados, como Jannik Sinner e Carlos Alcaraz, mas também é importante que tenham desafiantes. E hoje, não parece ser o que acontece”, comentou.
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Sobre sua geração, o canhoto de Mallorca exaltou como havia mais equilíbrio. “Joguei com Roger Federer, Novak Djokovic e ainda tinha Andy Murray, Stan Wawrinka, Juan Martin Del Potro e Dominic Thiem, que sempre lutavam muito”, pontuou.
O espanhol também falou de seu momento e disse estar satisfeito pela trajetória construída. “Me esforcei o suficiente para chegar a esta fase da minha vida em paz por ter feito as coisas da maneira correta. E, se não fiz mais, foi porque não havia mais o que fazer. Isso me deixa feliz hoje”.
A obra “Rafa” será disponibilizada pela plataforma de streaming Netflix no dia 29 de maio, em meio à disputa de Roland Garros, torneio que Nadal ergueu 14 taças. A docussérie contará com quatro episódios, que abordam aspectos pessoais e profissionais do ex-número 1 do mundo.
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Tudo normal. Sempre houve jogadores dominantes durante uns 5 anos, no máximo. O anormal é que sejam dominantes por 10 anos ou mais, como foram Nadal e seus dois amigos. Vamos ver se Alcaraz e Sinner conseguirão ultrapassar essa faixa de domínio de 5 anos.
Na era Big 3 era mais difícil , pois além dos 3 tinha Murray e Warinka e também surgia às promessas Zverev e Tsitsipas, mas hoje só tem Alcaraz e Sinner e mais ou menos Musetti.
Bingo. Ele leu meu comentário no meu último post. Vleu Rafa, rsss
Essas fases de domínio de grandes campeões existem em todos os esportes. No salto com vara o sueco/norte-americano, Armand Duplantis, está dominando a modalidade e nos últimos 5/6 anos o maior adversário dele é ele próprio. Nos esportes de luta existem os grandes fenômenos, na fórmula 1 teve alguns pilotos que alternaram períodos de domínio nos últimos anos, a Serena Williams foi dominante durante alguns anos antes de parar para a primeira gestação. Vou torcer para aparecerem outros jogadores para fazerem frente a Sinner e Alcaraz. Caso não apareça, continuarei aplaudindo o italiano e o espanhol e torcerei para que a rivalidade deles ultrapasse o número de jogos da rivalidade entre Martina Navratilova e Chris Evert.
Faz sentido o seu comentário, mas também temos que analisar com sensatez só que na era do Big 3 teve mais competitividade do que a era Alcaraz e Sinner, pois além dos 3 grandes tinha também Murray e Warinka e ainda estavam surgindo promessas como Zverev e Tsitsipas diferente de hoje que só tem Alcaraz e Sinner e mais ou menos Musetti, veja que oSinber venceu atp Roma cançado devido à falta de adversário após a lesão de Alcaraz.
A análise do rei do saibro tem dois pesos e duas medidas. Disse ter jogadores que “lutavam muito”, mas apesar da luta muitos ficaram pelo caminho. Esqueceu de dizer que entre AO2004 e USOPEN2010 Federer ganhou 15 GS e Nadal 9: 24 de 28 Grand Slams (Safin, Gaudio, Nole e Delpo ganharam 1 cada, nesse período).
Nadal e Federer dominaram 4 calendarios de GS, somente entre eles: 2006/2007/2010/2017.
E agora vem criticar a competitividade? Fala sério, Miura!
Onde ele criticou? Impressionante como o brasileiro não sabe interpretar texto e fica sempre na defensiva.
Podem até ter tenista da altura do Sinner e Alcaraz, eu não sei o que acontece com esses jogadores, na horas que eles entram em quadra , para enfrentar um dos dois , parece que eles entram com medo ,eles ficam congelado na quadra.
Da pra tirar um exemplo Zverev, jogando com o Sinner, 9 derrotas, e olha que ele é um jogador de alto nível, porque senão ele não estaria no top 3.
Nadal jogou contra Federer no auge e depois contra Djoko no auge.
E faltou falar do Cilic que conseguiu um Slam jogando na época do Big 3 e do Zverev que não tem um Slam mas é um grande jogador.
Cara pior que concordo com o Nadal… pois além disso os jogadores “secundários” de hoje são muito menos combativos que os da época do Nadal… caras como Tsonga, Berdych, o esforçado Ferrer, Cilic e o Davydenko (esse dava um senhor trabalho ao Nadal, inclusive sendo um dos poucos a ter score positivo contra ele)
Resumo: entressafra pavorosa! Todo mundo está careca de saber, assim como o oráculo Sampras cravou a do Federer nos anos 2000.
Nadal está usando Sinner para alavancar o seu conterrâneo, ao mesmo tempo que pisa em Novak Djokovic. Não muda nem do lado de fora.
Pobrezinho do Djoko, sempre perseguido….
Quem mandou se aposentar? Agora, guenta. Devia ter, pelo menos, continuado nas duplas. Seria o único a ser goat em simples e em duplas.
McEnroe foi o goat de simples e de duplas na primeira metade dos anos 80.
Tinha Djokovic uma época e Federer em outra,os outros lutavam mas pouco ganhavam
Aqui o Nadal foi cirúrgico “Joguei com Roger Federer, Novak Djokovic e ainda tinha Andy Murray, Stan Wawrinka, Juan Martin Del Potro e Dominic Thiem, que sempre lutavam muito”
Mas sempre tem os dois lados, o próprio Nadal viveu essa situação de sobrar no circuito até 2010 quando nada indicava que haveria concorrência, porém ele foi sofrer logo contra o Djokovic, que é da mesma geração dele.